#065 | Quais soluções a tokenização oferece ao mercado financeiro? Parte 2 episode artwork

EPISODE · Apr 11, 2023 · 25 MIN

#065 | Quais soluções a tokenização oferece ao mercado financeiro? Parte 2

from Talkenização · host Liqi

Bruna Bins recebe Davi Leal (consultor blockchain) para entender como a tokenização pode melhorar os processos do mercado de capitais, como as soluções em blockchain vão impactar o ecossistema financeiro como um todo e quais são os processos e conceitos importantes para que todas as pontas contem com mais segurança, agilidade e liquidez. Na segunda parte do episódio 65, Davi discorre sobre as diferentes redes de blockchains disponíveis para o registro dos smart contracts referentes aos mais diversos tipos de tokens que existem no mercado. Assim, é importante que o emissor de tokens saiba exatamente qual a finalidade na tokenização de determinado ativo, ou seja, quais os gargalos e problemas que este ativo resolve? Qual tipo de experiência o emissor pretende entregar aos seus clientes? Só assim a escolha da rede blockchain utilizada será efetiva e ajudará o propósito da sua empresa/negócio. Davi também nos lembra que o token nada mais é do que a interface de uma operação outrora analógica que, no contexto contemporâneo e com a ajuda da blockchain, torna-se digitalmente rastreável e imutável. Nesse sentido, Davi resgata algumas das operações empreendidas pela Liqi enquanto trabalhava na empresa, a fim de dar exemplos sobre como o processo de tokenização pode ser rápido e desburocratizado. Davi Leal também destaca a importância dos reguladores para a transparência do mercado de tokenização no Brasil, assim como o nascimento do Real Digital como uma importante moeda de troca deste ecossistema. O Real Digital é uma iniciativa do Banco Central do Brasil para criar uma moeda digital oficial do país. A sua importância para o mercado de tokenização é significativa, pois oferece uma infraestrutura que pode facilitar a emissão e negociação de tokens. Isso permite a criação de novos modelos de negócios e a democratização do acesso a investimentos anteriormente restritos a grandes investidores.     Existem três tipos de CBDC ("Central Bank Digital Currency" ou "Moeda Digital do Banco Central", em português) em relação ao modo como são emitidos e distribuídos: no modelo direto, o banco central emite a CBDC diretamente para o público. A CBDC é armazenada em carteiras digitais que podem ser acessadas pelos usuários finais. Esse modelo é semelhante ao dinheiro em espécie, em que as pessoas podem manter e usar a CBDC sem intermediários. Já no modelo indireto, o banco central emite a CBDC para instituições financeiras regulamentadas, como bancos comerciais e outras instituições financeiras, que distribuem a CBDC para o público. As instituições financeiras atuam como intermediárias entre o banco central e os usuários finais. Os usuários finais mantêm a CBDC em suas contas bancárias e a usam para fazer transações financeiras. E por fim, no CBDC híbrido, o banco central emite a CBDC tanto para as instituições financeiras quanto para o público. Aqui, as instituições financeiras atuam como intermediárias, assim como no modelo indireto, enquanto o público tem acesso direto à CBDC, assim como no modelo direto. Por fim, Davi Leal elabora alguns exemplos práticos de como a tecnologia blockchain pode ajudar a otimizar processos do mercado financeiro e dá sua opinião sobre os bons e maus casos de uso da tokenização atualmente no Brasil. Confira!   Se você não assistiu à Parte 1 do Episódio 65, confira aqui: Parte 1 Aproveite para conhecer o SITE da Liqi ➜ https://www.liqi.com.br/

Bruna Bins recebe Davi Leal (consultor blockchain) para entender como a tokenização pode melhorar os processos do mercado de capitais, como as soluções em blockchain vão impactar o ecossistema financeiro como um todo e quais são os processos e conceitos importantes para que todas as pontas contem com mais segurança, agilidade e liquidez. Na segunda parte do episódio 65, Davi discorre sobre as diferentes redes de blockchains disponíveis para o registro dos smart contracts referentes aos mais diversos tipos de tokens que existem no mercado. Assim, é importante que o emissor de tokens saiba exatamente qual a finalidade na tokenização de determinado ativo, ou seja, quais os gargalos e problemas que este ativo resolve? Qual tipo de experiência o emissor pretende entregar aos seus clientes? Só assim a escolha da rede blockchain utilizada será efetiva e ajudará o propósito da sua empresa/negócio. Davi também nos lembra que o token nada mais é do que a interface de uma operação outrora analógica que, no contexto contemporâneo e com a ajuda da blockchain, torna-se digitalmente rastreável e imutável. Nesse sentido, Davi resgata algumas das operações empreendidas pela Liqi enquanto trabalhava na empresa, a fim de dar exemplos sobre como o processo de tokenização pode ser rápido e desburocratizado. Davi Leal também destaca a importância dos reguladores para a transparência do mercado de tokenização no Brasil, assim como o nascimento do Real Digital como uma importante moeda de troca deste ecossistema. O Real Digital é uma iniciativa do Banco Central do Brasil para criar uma moeda digital oficial do país. A sua importância para o mercado de tokenização é significativa, pois oferece uma infraestrutura que pode facilitar a emissão e negociação de tokens. Isso permite a criação de novos modelos de negócios e a democratização do acesso a investimentos anteriormente restritos a grandes investidores.     Existem três tipos de CBDC ("Central Bank Digital Currency" ou "Moeda Digital do Banco Central", em português) em relação ao modo como são emitidos e distribuídos: no modelo direto, o banco central emite a CBDC diretamente para o público. A CBDC é armazenada em carteiras digitais que podem ser acessadas pelos usuários finais. Esse modelo é semelhante ao dinheiro em espécie, em que as pessoas podem manter e usar a CBDC sem intermediários. Já no modelo indireto, o banco central emite a CBDC para instituições financeiras regulamentadas, como bancos comerciais e outras instituições financeiras, que distribuem a CBDC para o público. As instituições financeiras atuam como intermediárias entre o banco central e os usuários finais. Os usuários finais mantêm a CBDC em suas contas bancárias e a usam para fazer transações financeiras. E por fim, no CBDC híbrido, o banco central emite a CBDC tanto para as instituições financeiras quanto para o público. Aqui, as instituições financeiras atuam como intermediárias, assim como no modelo indireto, enquanto o público tem acesso direto à CBDC, assim como no modelo direto. Por fim, Davi Leal elabora alguns exemplos práticos de como a tecnologia blockchain pode ajudar a otimizar processos do mercado financeiro e dá sua opinião sobre os bons e maus casos de uso da tokenização atualmente no Brasil. Confira!   Se você não assistiu à Parte 1 do Episódio 65, confira aqui: Parte 1 Aproveite para conhecer o SITE da Liqi ➜ https://www.liqi.com.br/

NOW PLAYING

#065 | Quais soluções a tokenização oferece ao mercado financeiro? Parte 2

0:00 25:47

No transcript for this episode yet

We transcribe on demand. Request one and we'll notify you when it's ready — usually under 10 minutes.

No similar episodes found.

No similar podcasts found.

Frequently Asked Questions

How long is this episode of Talkenização?

This episode is 25 minutes long.

When was this Talkenização episode published?

This episode was published on April 11, 2023.

What is this episode about?

Bruna Bins recebe Davi Leal (consultor blockchain) para entender como a tokenização pode melhorar os processos do mercado de capitais, como as soluções em blockchain vão impactar o ecossistema financeiro como um todo e quais são os processos e...

Can I download this Talkenização episode?

Yes, you can download this episode by clicking the download button on the episode player, or subscribe to the podcast in your preferred podcast app for automatic downloads.
URL copied to clipboard!