EPISODE · Jan 25, 2024 · 25 MIN
12. Zia Soares: “A única coisa que eu queria, desde muito nova, era poder chegar junto às pessoas e dizer coisas, dizer palavras”
from Em Memória da Memória · host MAPS - Pós-Memórias Europeias: Uma Cartografia Pós-Colonial
Em memória da memória, hoje sentamo-nos com Zia Soares. Zia Soares é encenadora e atriz e foi uma das fundadoras do teatro Griot, companhia que dirigiu durante mais de dez anos. O trabalho de Zia e da companhia, pioneiro no contexto das artes performativas em Portugal, tornou-se, entre outros, num espaço de transgressão e de crítica, onde se reflete sobre a exclusão de pessoas racializadas, dos corpos negros e sobre a seletividade da História, que invisibiliza determinados discursos e narrativas. Faz escuro nos olhos, Os negros, O riso dos necrófagos e Uma dança das florestassão alguns dos espetáculos que produziram e estrearam ao longo do historial da companhia. No Em Memória da Memória de hoje, história familiar e elementos biográficos entrelaçam-se com aspetos da memória pública e de responsabilidade coletiva. A realização é de Inês Nascimento Rodrigues, a edição de som de José Gomes e a imagem gráfica de Márcio de Carvalho. As canções deste episódio são originais de Xullaji para os espetáculos FANUN RUIN e O riso dos necrófagos (cortesia dos artistas). Indicativo: voz de Rui Cruzeiro e música original da autoria de XEXA. Algumas sugestões de leitura: Ribeiro, Margarida Calafate; Cruz Rodrigues, Fátima (2022), Des-Cobrir a Europa - Filhos de Impérios e Pós-memórias Europeias. Porto: Afrontamento. Soares, Zia (2019), “Contemporaneidades, artes performativas e financiamentos: anacronismos da linguagem”, Memoirs newsletter, 78. Pinto Ribeiro, António (2019), “Negro por fora, vermelho por dentro - o Teatro Griot”, in Margarida Calafate Ribeiro e Phillip Rothwell (org.), Heranças Pós-Coloniais nas literaturas em língua portuguesa. Porto: Edições Afrontamento, 335-348.
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Em memória da memória, hoje sentamo-nos com Zia Soares. Zia Soares é encenadora e atriz e foi uma das fundadoras do teatro Griot, companhia que dirigiu durante mais de dez anos. O trabalho de Zia e da companhia, pioneiro no contexto das artes performativas em Portugal, tornou-se, entre outros, num espaço de transgressão e de crítica, onde se reflete sobre a exclusão de pessoas racializadas, dos corpos negros e sobre a seletividade da História, que invisibiliza determinados discursos e narrativas. Faz escuro nos olhos, Os negros, O riso dos necrófagos e Uma dança das florestassão alguns dos espetáculos que produziram e estrearam ao longo do historial da companhia. No Em Memória da Memória de hoje, história familiar e elementos biográficos entrelaçam-se com aspetos da memória pública e de responsabilidade coletiva. A realização é de Inês Nascimento Rodrigues, a edição de som de José Gomes e a imagem gráfica de Márcio de Carvalho. As canções deste episódio são originais de Xullaji para os espetáculos FANUN RUIN e O riso dos necrófagos (cortesia dos artistas). Indicativo: voz de Rui Cruzeiro e música original da autoria de XEXA. Algumas sugestões de leitura: Ribeiro, Margarida Calafate; Cruz Rodrigues, Fátima (2022), Des-Cobrir a Europa - Filhos de Impérios e Pós-memórias Europeias. Porto: Afrontamento. Soares, Zia (2019), “Contemporaneidades, artes performativas e financiamentos: anacronismos da linguagem”, Memoirs newsletter, 78. Pinto Ribeiro, António (2019), “Negro por fora, vermelho por dentro - o Teatro Griot”, in Margarida Calafate Ribeiro e Phillip Rothwell (org.), Heranças Pós-Coloniais nas literaturas em língua portuguesa. Porto: Edições Afrontamento, 335-348.
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12. Zia Soares: “A única coisa que eu queria, desde muito nova, era poder chegar junto às pessoas e dizer coisas, dizer palavras”
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