EPISODE · Apr 29, 2025 · 1H 1M
# 77 CAROLINE MOURA - DOR E CULPA NA MATERNIDADE: COMO LIDAR COM A FALTA DE CONTROLE?
from onda.podcast · host Octavie Laroque
A culpa de não conseguir engravidar como outras mulheres da família.A culpa, durante a gravidez, por não se sentir desabrochar.A culpa de não ter vivido o parto sonhado.A culpa de não conseguir amamentar.De não se sentir alegre no puerpério.Caroline conhece bem esse sentimento.Ela relata aqui o processo de maternidade que foi marcado pela quebra de expectativas, pelas falhas — como ela mesma diz — e pela culpa.Mas de onde vem essa ideia tão enraizada de que falhar é não viver o que se sonhou?E se a gente olhasse para essas falhas com outros olhos?Quando engravidamos, o corpo já não é só nosso. Ali cresce um bebê — com sua própria individualidade, física e psíquica.E isso importa. Na gestação, no parto e também no pós-parto.Por que, então, não considerar que os caminhos que a maternidade tomou não foram um simples acaso? Que talvez tenham sido em coerência e harmonia com aquele bebê, naquele momento? Isso não seria falhar.Seria escutar.Respeitar quem ele já era, mesmo antes de chegar ao mundo.Obrigada Caroline por contar como, mesmo com as dores, foi ao brincar com a sua filha que você conseguiu ter uma criança… e ela, uma mãe. Afinal, brincar não seria uma forma profunda de escuta?
What this episode covers
A culpa de não conseguir engravidar como outras mulheres da família.A culpa, durante a gravidez, por não se sentir desabrochar.A culpa de não ter vivido o parto sonhado.A culpa de não conseguir amamentar.De não se sentir alegre no puerpério.Caroline conhece bem esse sentimento.Ela relata aqui o processo de maternidade que foi marcado pela quebra de expectativas, pelas falhas — como ela mesma diz — e pela culpa.Mas de onde vem essa ideia tão enraizada de que falhar é não viver o que se sonhou?E se a gente olhasse para essas falhas com outros olhos?Quando engravidamos, o corpo já não é só nosso. Ali cresce um bebê — com sua própria individualidade, física e psíquica.E isso importa. Na gestação, no parto e também no pós-parto.Por que, então, não considerar que os caminhos que a maternidade tomou não foram um simples acaso? Que talvez tenham sido em coerência e harmonia com aquele bebê, naquele momento? Isso não seria falhar.Seria escutar.Respeitar quem ele já era, mesmo antes de chegar ao mundo.Obrigada Caroline por contar como, mesmo com as dores, foi ao brincar com a sua filha que você conseguiu ter uma criança… e ela, uma mãe. Afinal, brincar não seria uma forma profunda de escuta?
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