“A História é meu kastelo!”: Descolonizar o Gênero, Confabular Historiografias episode artwork

EPISODE · Feb 27, 2023 · 39 MIN

“A História é meu kastelo!”: Descolonizar o Gênero, Confabular Historiografias

from Segundas Feministas · host GT Gênero ANPUH Brasil

APRESENTAÇÃO O fazer historiográfico é uma prática que possui diferentes formas e exerce agenciamentos diversos, e que pode ser uma ferramenta de cura, como pensa a teórica mestiça, chicana e lésbica Gloria Anzaldúa, quando a contação de histórias e memórias é atravessada pela experiência subjetiva e, mais que isso, é vivida coletivamente por grupos sociais, corpos-existências, às margens do sistema mundo moderno/colonial.  Este processo, quando traduzido ao contexto das periferias urbanas das grandes capitais brasileiras, as memórias dissidentes se esbarram em uma expressão: kastelar, gíria, presente em letras de rappers brasileiros como Racionais MC’s, que se tornou parte de um dialeto utilizado para expressar momentos de observações e auto reflexões profundas. Construído em relações e situações que habitam fronteiras coloniais de racialidade, gênero e classe, o ato de Kastelar é potência de transformação enquanto forma de reconhecimento dos processos internos, mas também políticos, sociais e culturais, ocupando, portanto, um lugar de criação e de produção de saberes históricos. Para falar sobre o "Kastelar" dentro da historiografia e dos estudos feministas e de gênero, recebemos Katharine Trajano. FICHA TÉCNICA Segundas Feministas Episódio 131 - “A História é meu kastelo!”: Descolonizar o Gênero, Confabular  Historiografias Convidada: Katharine Trajano (UFSC) Direção Geral: Andréa Bandeira (UPE) Direção executiva e Locução: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Supervisão: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Pesquisa e Roteiro: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Edição de áudio: Indiara Launa Teodoro (UFRPE)  Pesquisa gráfica, Arte e Social media: Kaoana Sopelsa (UFGD), Suane Felippe Soares (UFRJ), Marília Belmonte (UNESP), Geisy Suet (USP), Ingryd Damásio Ribeiro Tófani (Unimontes-MG), Renan de Souza Nascimento (Unimontes-MG) e Maria Clara de Oliveira (Unimontes-MG). Colaboração: Cláudia Maia (UNIMONTES-MG) e Aline Coutinho (UFRJ). Trilha sonora: Ekena, Todxs Putxs (2017). Realização e apoio: Universidade de Pernambuco/NUPECS; PPGH da Universidade Estadual de Montes Claros;  GT GÊNERO ANPUH Brasil e ANPUH Brasil. País/Ano: Brasil, Ano IV, 2023. Acompanhe o Segundas Feministas nas redes sociais! www.instagram.com/segundasfeministas/ www.facebook.com/Segundas-Feministas/ FONTES E INDICAÇÕES: TRAJANO, Katharine. “AFINAL, UMA SEMANA SEM KUNG-FU, MAS COM MUITO PALAVRÃO E MULHER PELADA”: Pornochanchadas e recepção no Recife (1975-1980). Dissertação. Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2021.  TRAJANO, Katharine. “Cool for the summer: castelos, memória e trânsito em reatua(LIZ)ações pandêmicas”. Crítica na Mostra Absurda, 2021. PEDAGOGIAS DE FAVELAS: EDUCAÇÃO POPULAR, EMANCIPAÇÃO E DESCOLONIZAÇÃO | Revista de Estudos em Educação e Diversidade - REED MUSEU DAS FAVELAS Museu dos Meninos Coletivo CARNI Portal Embrazado

APRESENTAÇÃO O fazer historiográfico é uma prática que possui diferentes formas e exerce agenciamentos diversos, e que pode ser uma ferramenta de cura, como pensa a teórica mestiça, chicana e lésbica Gloria Anzaldúa, quando a contação de histórias e memórias é atravessada pela experiência subjetiva e, mais que isso, é vivida coletivamente por grupos sociais, corpos-existências, às margens do sistema mundo moderno/colonial.  Este processo, quando traduzido ao contexto das periferias urbanas das grandes capitais brasileiras, as memórias dissidentes se esbarram em uma expressão: kastelar, gíria, presente em letras de rappers brasileiros como Racionais MC’s, que se tornou parte de um dialeto utilizado para expressar momentos de observações e auto reflexões profundas. Construído em relações e situações que habitam fronteiras coloniais de racialidade, gênero e classe, o ato de Kastelar é potência de transformação enquanto forma de reconhecimento dos processos internos, mas também políticos, sociais e culturais, ocupando, portanto, um lugar de criação e de produção de saberes históricos. Para falar sobre o "Kastelar" dentro da historiografia e dos estudos feministas e de gênero, recebemos Katharine Trajano. FICHA TÉCNICA Segundas Feministas Episódio 131 - “A História é meu kastelo!”: Descolonizar o Gênero, Confabular  Historiografias Convidada: Katharine Trajano (UFSC) Direção Geral: Andréa Bandeira (UPE) Direção executiva e Locução: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Supervisão: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Pesquisa e Roteiro: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Edição de áudio: Indiara Launa Teodoro (UFRPE)  Pesquisa gráfica, Arte e Social media: Kaoana Sopelsa (UFGD), Suane Felippe Soares (UFRJ), Marília Belmonte (UNESP), Geisy Suet (USP), Ingryd Damásio Ribeiro Tófani (Unimontes-MG), Renan de Souza Nascimento (Unimontes-MG) e Maria Clara de Oliveira (Unimontes-MG). Colaboração: Cláudia Maia (UNIMONTES-MG) e Aline Coutinho (UFRJ). Trilha sonora: Ekena, Todxs Putxs (2017). Realização e apoio: Universidade de Pernambuco/NUPECS; PPGH da Universidade Estadual de Montes Claros;  GT GÊNERO ANPUH Brasil e ANPUH Brasil. País/Ano: Brasil, Ano IV, 2023. Acompanhe o Segundas Feministas nas redes sociais! www.instagram.com/segundasfeministas/ www.facebook.com/Segundas-Feministas/ FONTES E INDICAÇÕES: TRAJANO, Katharine. “AFINAL, UMA SEMANA SEM KUNG-FU, MAS COM MUITO PALAVRÃO E MULHER PELADA”: Pornochanchadas e recepção no Recife (1975-1980). Dissertação. Programa de Pós-graduação em História da Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2021.  TRAJANO, Katharine. “Cool for the summer: castelos, memória e trânsito em reatua(LIZ)ações pandêmicas”. Crítica na Mostra Absurda, 2021. PEDAGOGIAS DE FAVELAS: EDUCAÇÃO POPULAR, EMANCIPAÇÃO E DESCOLONIZAÇÃO | Revista de Estudos em Educação e Diversidade - REED MUSEU DAS FAVELAS Museu dos Meninos Coletivo CARNI Portal Embrazado

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