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EPISODE · Feb 24, 2021 · 8 MIN

ACORDE PAC MAN!

from @educaleao · host Francisco Nilson Barbosa Leão

Acorde Pacman! A revolução industrial no final do século XVIII impulsionou o desejo mais profundo da espécie humana - O CONSUMISMO. "Sim! Eu sei muito bem de onde venho! Insaciável como a chama no lenho; Eu me inflamo e me consumo; Tudo que eu toco vira luz; Tudo que eu deixo, carvão e fumo. Chama eu sou, sem dúvida.” Friedrich Nietzsche. O homem é um consumidor, mercadoria de troca na sociedade líquida de Bauman, devorado e devorador, se veste e se traveste pelos impulsos e estímulos da mídia separatista, polarizadora, perversa, um ser famigerado e faminto de bens e serviços. É, precisamos alimenta-lo, quem sabe assim possa ser um pet. Mas quem foi seu verdadeiro dono? Qual é a dose de transgênico que devemos ministrar para mantê-lo gordo e fofinho? Quanto de way protein? Água com microfibra ou botx? Primeiramente, devemos torna-lo íntimo, membro da família para postar uma foto no instagram, Tuwitter e Tinder. Pronto! Um apelido... Pacman. Está feito, assim abortaremos seu propósito de existência e por consequência seus anseios, cultura e sua história. Traremos à tona uma nova criatura digna da película Frankenstein de Mary Shelley. Seu fogo é infernal, tão consumidor que se assemelha as caldeiras das termoelétricas inglesas da primeira revolução industrial, fumegante, poluidora uma nova ideologia moldando, constituindo, transformado, modificando, gerando novos bens, produtos e serviços para satisfazer uma sociedade idiotificada nas formas pré-moldadas do Neoliberalismo de Magaret Thatcher. Em segundo plano, o " just in time" é o tempo certo desta linha de produção composta de: planejamento estratégico para aumentar os efeitos da obsolescência programada, de objetos de adorno dos oligopólios multilaterais e de maravilhosos escravos modernos, indispensáveis para nossa “Terrindústria 4.0”, seres novinhos, plenos e satisfeitos, programados por inteligências artificiais, recobertos por biotecnologias e exoesqueletos, equipados com armas letais, prontos para disciplinar rebeldes marginalizados. No mesmo sentido tais escravos legislam em defesa da “Eurolei, do Judiciário cego, da Religião Capitalista e da Agenda Globalista”, gamers prontos para extinguir qualquer criminoso em potencial. Hodiernamente, a kamikaze Sociedade 5.0, traduzida por Milton Santos como "Um mundo de fábulas", cem por cento pior que " O show do Truman", revela seu roteirista macabro: Mr. Smarth Phone - o olho que tudo vê, o estimulador do consumo, o relógio e agenda britânica, o lugar, o tempo solar, a localização em GPS ( Global Positioning System), um match. O escritor de fake news, o invasor de privacidades, a antena fofoqueira que dedura o coio, a notícia comprada, o xenófobo, o redator que nunca dorme, a sentinela que apita diuturnamente o futebol de nossas vidas. Sexo, drogas, maquiagem o carnaval de Salvador? “Perdeu pivete”! O manipulador de sonhos, o olho de Hórus das pirâmides do Egito está ligado em tudo, tire o chip... já era. É morte na certa! Hoje, dia 03 de novembro de 2020 sonhei com PACMANS, eu estava acima de Todes, um francês iluminate, o fogo consumidor, o dono do cão de Canaã, o adestrador de animais presos nas redes sociais, o bioquímico por trás dos novos alimentos o poluidor de mundos o ceifador de vidas cegas, surdas, mudas e desalmadas. Ufa! acordei humano... Hei... Hei... Acorde, Acorde PACMAN! PACMAN, Acorde!

Acorde Pacman! A revolução industrial no final do século XVIII impulsionou o desejo mais profundo da espécie humana - O CONSUMISMO. "Sim! Eu sei muito bem de onde venho! Insaciável como a chama no lenho; Eu me inflamo e me consumo; Tudo que eu toco vira luz; Tudo que eu deixo, carvão e fumo. Chama eu sou, sem dúvida.” Friedrich Nietzsche. O homem é um consumidor, mercadoria de troca na sociedade líquida de Bauman, devorado e devorador, se veste e se traveste pelos impulsos e estímulos da mídia separatista, polarizadora, perversa, um ser famigerado e faminto de bens e serviços. É, precisamos alimenta-lo, quem sabe assim possa ser um pet. Mas quem foi seu verdadeiro dono? Qual é a dose de transgênico que devemos ministrar para mantê-lo gordo e fofinho? Quanto de way protein? Água com microfibra ou botx? Primeiramente, devemos torna-lo íntimo, membro da família para postar uma foto no instagram, Tuwitter e Tinder. Pronto! Um apelido... Pacman. Está feito, assim abortaremos seu propósito de existência e por consequência seus anseios, cultura e sua história. Traremos à tona uma nova criatura digna da película Frankenstein de Mary Shelley. Seu fogo é infernal, tão consumidor que se assemelha as caldeiras das termoelétricas inglesas da primeira revolução industrial, fumegante, poluidora uma nova ideologia moldando, constituindo, transformado, modificando, gerando novos bens, produtos e serviços para satisfazer uma sociedade idiotificada nas formas pré-moldadas do Neoliberalismo de Magaret Thatcher. Em segundo plano, o " just in time" é o tempo certo desta linha de produção composta de: planejamento estratégico para aumentar os efeitos da obsolescência programada, de objetos de adorno dos oligopólios multilaterais e de maravilhosos escravos modernos, indispensáveis para nossa “Terrindústria 4.0”, seres novinhos, plenos e satisfeitos, programados por inteligências artificiais, recobertos por biotecnologias e exoesqueletos, equipados com armas letais, prontos para disciplinar rebeldes marginalizados. No mesmo sentido tais escravos legislam em defesa da “Eurolei, do Judiciário cego, da Religião Capitalista e da Agenda Globalista”, gamers prontos para extinguir qualquer criminoso em potencial. Hodiernamente, a kamikaze Sociedade 5.0, traduzida por Milton Santos como "Um mundo de fábulas", cem por cento pior que " O show do Truman", revela seu roteirista macabro: Mr. Smarth Phone - o olho que tudo vê, o estimulador do consumo, o relógio e agenda britânica, o lugar, o tempo solar, a localização em GPS ( Global Positioning System), um match. O escritor de fake news, o invasor de privacidades, a antena fofoqueira que dedura o coio, a notícia comprada, o xenófobo, o redator que nunca dorme, a sentinela que apita diuturnamente o futebol de nossas vidas. Sexo, drogas, maquiagem o carnaval de Salvador? “Perdeu pivete”! O manipulador de sonhos, o olho de Hórus das pirâmides do Egito está ligado em tudo, tire o chip... já era. É morte na certa! Hoje, dia 03 de novembro de 2020 sonhei com PACMANS, eu estava acima de Todes, um francês iluminate, o fogo consumidor, o dono do cão de Canaã, o adestrador de animais presos nas redes sociais, o bioquímico por trás dos novos alimentos o poluidor de mundos o ceifador de vidas cegas, surdas, mudas e desalmadas. Ufa! acordei humano... Hei... Hei... Acorde, Acorde PACMAN! PACMAN, Acorde!

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