EPISODE · Jul 26, 2023 · 42 MIN
Bolsa na máxima, dólar na mínima, Fitch sobe nota do Brasil: viramos a bola da vez? | Fed sobe juros
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O Ibovespa terminou a sessão de hoje (26) em alta de 0,45%, aos 122.560 pontos, em dia de aumento do rating do Brasil pela Fitch e elevação da taxa de juros pelo Fed nos Estados Unidos. A máxima do dia foi de 122.746,72 pontos, enquanto a mínima foi de 121.370,43 pontos. Mesmo com a elevação da classificação de risco de crédito do Brasil, de BB- para BB, anunciada de manhã pela Fitch, o Ibovespa manteve cautela até a entrevista coletiva do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, quando veio a cereja do bolo – que, não obstante, viria a perder parte do sabor em direção ao fim da tarde, especialmente em Nova York. A princípio, animou os investidores a possibilidade de o Fed manter a taxa de juros de referência dos Estados Unidos no nível a que foi elevada nesta quarta-feira, 26, em 25 pontos-base conforme se esperava – ou seja, os Fed Funds poderiam permanecer na faixa de 5,25% a 5,50% na próxima reunião, em setembro. Depois do intervalo decidido pelo Fed na reunião de junho – quando vinha de 10 elevações seguidas -, a chance de uma nova pausa no processo de aumento dos custos de crédito na maior economia do globo levou os três índices de ações em Nova York a se alinharem então em alta, nas respectivas máximas da sessão. O que impulsionou também o Ibovespa, que chegou a subir 0,61%, aos 122.746,72 pontos, no melhor momento desta quarta-feira. Ao fim, o índice da B3 mostrava avanço um pouco mais acomodado, no que foi seu quinto ganho diário consecutivo – e agora no maior nível de encerramento desde 9 de agosto de 2021.
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O Ibovespa terminou a sessão de hoje (26) em alta de 0,45%, aos 122.560 pontos, em dia de aumento do rating do Brasil pela Fitch e elevação da taxa de juros pelo Fed nos Estados Unidos. A máxima do dia foi de 122.746,72 pontos, enquanto a mínima foi de 121.370,43 pontos. Mesmo com a elevação da classificação de risco de crédito do Brasil, de BB- para BB, anunciada de manhã pela Fitch, o Ibovespa manteve cautela até a entrevista coletiva do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, quando veio a cereja do bolo – que, não obstante, viria a perder parte do sabor em direção ao fim da tarde, especialmente em Nova York. A princípio, animou os investidores a possibilidade de o Fed manter a taxa de juros de referência dos Estados Unidos no nível a que foi elevada nesta quarta-feira, 26, em 25 pontos-base conforme se esperava – ou seja, os Fed Funds poderiam permanecer na faixa de 5,25% a 5,50% na próxima reunião, em setembro. Depois do intervalo decidido pelo Fed na reunião de junho – quando vinha de 10 elevações seguidas -, a chance de uma nova pausa no processo de aumento dos custos de crédito na maior economia do globo levou os três índices de ações em Nova York a se alinharem então em alta, nas respectivas máximas da sessão. O que impulsionou também o Ibovespa, que chegou a subir 0,61%, aos 122.746,72 pontos, no melhor momento desta quarta-feira. Ao fim, o índice da B3 mostrava avanço um pouco mais acomodado, no que foi seu quinto ganho diário consecutivo – e agora no maior nível de encerramento desde 9 de agosto de 2021.
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