EPISODE · Feb 4, 2023 · 5 MIN
Carta aos Hebreus 13,15-17.20-21 (com reflexão)
from OUVIR E REFLETIR · host REINALDO ROCHA
Carta aos Hebreus 13,15-17.20-21 Irmãos, [15] por meio de Jesus, ofereçamos a Deus um perene sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que celebram o seu nome. [16] Não vos esqueçais das boas ações e da comunhão, pois estes são os sacrifícios que agradam a Deus. [17] Obedecei aos vossos líderes e segui suas orientações, porque eles cuidam de vós como quem há de prestar contas. Que possam fazê-lo com alegria, e não com queixas, que não seriam coisa boa para vós. [20] O Deus da paz, que fez subir dentre os mortos aquele que se tornou, pelo sangue de uma aliança eterna, o grande pastor das ovelhas, nosso Senhor Jesus, [21] vos torne aptos a todo bem, para fazerdes a sua vontade; que ele realize em nós o que lhe é agradável, por Jesus Cristo, ao qual seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém! Palavra do Senhor. REFLEXÃO Ao concluir a sua carta, o autor alterna a catequese com a exortação e a oração. Mas o centro unificador destes versículos é o mistéri o pascal de Cristo: ‘o grande Pastor das ovelhas’. É Ele o Messias esperado que, pelo seu sangue, se tornou mediador de uma aliança eterna de vida e de paz entre nós e Deus. É desta realidade que brota a novidade fundamental do culto cristão de que trata a carta. Por Jesus, toda a vida do crente se pode tornar oferta agradável a Deus, conforme recomenda Paulo na Carta aos Romanos: ‘Exorto-vos, irmãos, pela misericórdia de Deus, a que ofereçais os vossos corpos como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus’. O sacrifício de louvor prolonga-se e autentica o sacrifício da caridade e da submissão a quem guia a comunidade nos caminhos do Senhor. Esta existência pascal é um dom a pedir e um compromisso a assumir com responsabilidade. É por isso que o autor confia ao Pai os destinatários da sua carta. Só Ele pode dispor os corações a acolher o dom e a colaborar com a graça. A aliança selada na morte e ressurreição de Cristo é premissa e garantia de que o Pai atenderá esta oração. Tal como Deus realizou a nova aliança por meio de Cristo, assim também nos tornará ‘aptos para todo o bem’. A obra começada será completada.
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Carta aos Hebreus 13,15-17.20-21 Irmãos, [15] por meio de Jesus, ofereçamos a Deus um perene sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que celebram o seu nome. [16] Não vos esqueçais das boas ações e da comunhão, pois estes são os sacrifícios que agradam a Deus. [17] Obedecei aos vossos líderes e segui suas orientações, porque eles cuidam de vós como quem há de prestar contas. Que possam fazê-lo com alegria, e não com queixas, que não seriam coisa boa para vós. [20] O Deus da paz, que fez subir dentre os mortos aquele que se tornou, pelo sangue de uma aliança eterna, o grande pastor das ovelhas, nosso Senhor Jesus, [21] vos torne aptos a todo bem, para fazerdes a sua vontade; que ele realize em nós o que lhe é agradável, por Jesus Cristo, ao qual seja dada a glória pelos séculos dos séculos. Amém! Palavra do Senhor. REFLEXÃO Ao concluir a sua carta, o autor alterna a catequese com a exortação e a oração. Mas o centro unificador destes versículos é o mistéri o pascal de Cristo: ‘o grande Pastor das ovelhas’. É Ele o Messias esperado que, pelo seu sangue, se tornou mediador de uma aliança eterna de vida e de paz entre nós e Deus. É desta realidade que brota a novidade fundamental do culto cristão de que trata a carta. Por Jesus, toda a vida do crente se pode tornar oferta agradável a Deus, conforme recomenda Paulo na Carta aos Romanos: ‘Exorto-vos, irmãos, pela misericórdia de Deus, a que ofereçais os vossos corpos como sacrifício vivo, santo, agradável a Deus’. O sacrifício de louvor prolonga-se e autentica o sacrifício da caridade e da submissão a quem guia a comunidade nos caminhos do Senhor. Esta existência pascal é um dom a pedir e um compromisso a assumir com responsabilidade. É por isso que o autor confia ao Pai os destinatários da sua carta. Só Ele pode dispor os corações a acolher o dom e a colaborar com a graça. A aliança selada na morte e ressurreição de Cristo é premissa e garantia de que o Pai atenderá esta oração. Tal como Deus realizou a nova aliança por meio de Cristo, assim também nos tornará ‘aptos para todo o bem’. A obra começada será completada.
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