EPISODE · Jan 23, 2023 · 4 MIN
Carta aos Hebreus 9,15.24-28 (com reflexão)
from OUVIR E REFLETIR · host REINALDO ROCHA
Carta aos Hebreus 9,15.24-28 Irmãos, [15] Cristo é mediador de uma nova aliança. Pela sua morte, ele reparou as transgressões cometidas no decorrer da primeira aliança. E, assim, aqueles que são chamados recebem a promessa da herança eterna. [24] Jesus não entrou num santuário feito por mão humana, imagem do verdadeiro, mas no próprio céu, a fim de Comparecer, agora, na presença de Deus, em nosso favor. [25] E não foi para se oferecer a si muitas vezes, como o sumo sacerdote que, cada ano, entra no Santuário com sangue alheio. [26] Porque, se assim fosse, deveria ter sofrido muitas vezes, desde a fundação do mundo. Mas foi agora, na plenitude dos tempos, que, uma vez por todas, ele se manifestou para destruir o pecado pelo sacrifício de si mesmo. [27] O destino de todo homem é morrer uma só vez, e depois vem o julgamento. [28] Do mesmo modo, também Cristo, oferecido uma vez por todas, para tirar os pecados da multidão, aparecerá uma segunda vez, fora do pecado, para salvar aqueles que o esperam. Palavra do Senhor. Reflexão Cristo é o mediador da nova aliança. O sumo sacerdote da antiga aliança, em nome de todo o povo, entrava em relação direta com Deus por meio de sacrifícios e vitimas animais, levava-lhe as ofertas e trazia à assembleia a bênção divina em sinal de reconciliação. Cristo, sumo sacerdote da nova lei, é, agora, o mediador entre Deus e a humanidade. Há, pois, continuidade entre a antiga e a nova aliança. Mas também há descontinuidade: Jesus não é apenas sacerdote da nova aliança; é também vítima. Na paixão, entregou-se a Deus pelos pecadores. Não ofereceu sangue de outros, mas o seu próprio sangue. A perfeição do sacrifício de Cristo está na origem da sua unicidade e da unicidade da nova aliança estabelecida por meio dele. A sua atividade sacerdotal completa-se na cruz. Na Ascensão, entra no Santo dos santos, que não é um templo construído por mãos humanas, mas o próprio Céu, e lá permanece Cordeiro imolado, mas de pé, diante de Deus para interceder por nós. O pecado perdeu toda a sua força. Para todos foi aberto o caminho novo para regressar ao Pai.
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Carta aos Hebreus 9,15.24-28 Irmãos, [15] Cristo é mediador de uma nova aliança. Pela sua morte, ele reparou as transgressões cometidas no decorrer da primeira aliança. E, assim, aqueles que são chamados recebem a promessa da herança eterna. [24] Jesus não entrou num santuário feito por mão humana, imagem do verdadeiro, mas no próprio céu, a fim de Comparecer, agora, na presença de Deus, em nosso favor. [25] E não foi para se oferecer a si muitas vezes, como o sumo sacerdote que, cada ano, entra no Santuário com sangue alheio. [26] Porque, se assim fosse, deveria ter sofrido muitas vezes, desde a fundação do mundo. Mas foi agora, na plenitude dos tempos, que, uma vez por todas, ele se manifestou para destruir o pecado pelo sacrifício de si mesmo. [27] O destino de todo homem é morrer uma só vez, e depois vem o julgamento. [28] Do mesmo modo, também Cristo, oferecido uma vez por todas, para tirar os pecados da multidão, aparecerá uma segunda vez, fora do pecado, para salvar aqueles que o esperam. Palavra do Senhor. Reflexão Cristo é o mediador da nova aliança. O sumo sacerdote da antiga aliança, em nome de todo o povo, entrava em relação direta com Deus por meio de sacrifícios e vitimas animais, levava-lhe as ofertas e trazia à assembleia a bênção divina em sinal de reconciliação. Cristo, sumo sacerdote da nova lei, é, agora, o mediador entre Deus e a humanidade. Há, pois, continuidade entre a antiga e a nova aliança. Mas também há descontinuidade: Jesus não é apenas sacerdote da nova aliança; é também vítima. Na paixão, entregou-se a Deus pelos pecadores. Não ofereceu sangue de outros, mas o seu próprio sangue. A perfeição do sacrifício de Cristo está na origem da sua unicidade e da unicidade da nova aliança estabelecida por meio dele. A sua atividade sacerdotal completa-se na cruz. Na Ascensão, entra no Santo dos santos, que não é um templo construído por mãos humanas, mas o próprio Céu, e lá permanece Cordeiro imolado, mas de pé, diante de Deus para interceder por nós. O pecado perdeu toda a sua força. Para todos foi aberto o caminho novo para regressar ao Pai.
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