Causas de sangramento vaginal pós menopausa

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EPISODE · Jan 22, 2021 · 3 MIN

Causas de sangramento vaginal pós menopausa

from Gerocast · host WILLIANS FIORI

Quando inicia a menopausa, não se espera que  tenha-se mais nenhum sangramento relacionado a menstruação. Mas, caso isso ocorra,  pode ser considerado anormal e um médico deve ser consultado. O sangramento pós menopausa, pode estar relacionado a númeras causas,  dentre elas: – Atrofia do endométrio: quando o hormônio estrógeno deixa de ser produzido devido à menopausa, sendo assim o revestimento endometrial da mulher, pode começar a tornar-se mais fino. Como resultado, o revestimento do endométrio tem  maior probabilidade de sangrar. – Hiperplasia endometrial: esta condição faz com que o revestimento uterino  torne-se mais espesso em vez de mais fino, dando origem a sangramento pesado ou irregular. A causa desta condição é geralmente o excesso de estrógeno,  sem hormônio progesterona para compensá-lo. A hiperplasia endometrial às vezes pode levar ao desenvolvimento do câncer de endométrio . – Câncer endometrial: trata-se de câncer do revestimento endometrial. Estima-se que 80% das mulheres pós-menopáusicas com sangramento uterino, experimentem o sangramento devido ao câncer de endométrio. O sangramento na pós-menopausa é definido quando ocorre doze meses após a última menstruação e é responsável por cerca de 5% das consultas ginecológicas no climatério. – Pólipos: são lesões que podem se desenvolver no revestimento do útero, geralmente não são cancerígenos, mas podem causar sangramento incomum ou intenso. Os pólipos às vezes podem crescer dentro do canal cervical. Quando isso ocorre, a mulher pode sofrer hemorragia quando tem relações sexuais. Outras causas potenciais, mas menos prováveis, de hemorragia pós-menopausa incluem: – Problemas de coagulação – Infecção do revestimento uterino, que é conhecida como endometrite – Trauma na pelve – Sangramento do trato urinário – Distúrbios da tireoide Os medicamentos hormonais, como o tamoxifeno, também podem causar sangramento pós-menopausa como efeito colateral. Muitas mulheres poderão sofrer hemorragia, como resultado de terapia de reposição hormonal nos primeiros 6 meses. Independentemente da causa subjacente potencial, é importante que se busque o auxílio de um ginecologista, em caso de sangramento sangramento vaginal na menopausa. Apesar da considerável possibilidade de uma paciente com sangramento uterino na pós-menopausa apresentar doença benigna, a investigação endometrial é obrigatória, uma vez que todo processo maligno e pré-maligno deve ser excluído. O diagnóstico médico da causa do sangramento se dá, através de exames que incluem biópsia de endométrio, que consiste na retirada de uma amostra de tecido do colo do útero, a fim de identificar a presença de células cancerosas ou a histeroscopia que é a inserção de uma pequena câmera com iluminação no colo do útero à fim de identificar a presença de pólipos ou tecidos anormais. A ultrassonografia vaginal é outro exame recomendado, onde um aparelho de ultrassom permite que seja visualizado o fundo do útero à fim de identificar anormalidades Embora o sangramento após a menopausa nem sempre seja motivo de preocupação, em sua ocorrência é fundamental que se procure um médico para descartar causas mais graves, como o câncer de endométrio. Muitos métodos de diagnóstico de sangramento pós-menopausa não precisam ser invasivos e podem ser feitos no consultório médico.

Quando inicia a menopausa, não se espera que  tenha-se mais nenhum sangramento relacionado a menstruação. Mas, caso isso ocorra,  pode ser considerado anormal e um médico deve ser consultado. O sangramento pós menopausa, pode estar relacionado a númeras causas,  dentre elas: – Atrofia do endométrio: quando o hormônio estrógeno deixa de ser produzido devido à menopausa, sendo assim o revestimento endometrial da mulher, pode começar a tornar-se mais fino. Como resultado, o revestimento do endométrio tem  maior probabilidade de sangrar. – Hiperplasia endometrial: esta condição faz com que o revestimento uterino  torne-se mais espesso em vez de mais fino, dando origem a sangramento pesado ou irregular. A causa desta condição é geralmente o excesso de estrógeno,  sem hormônio progesterona para compensá-lo. A hiperplasia endometrial às vezes pode levar ao desenvolvimento do câncer de endométrio . – Câncer endometrial: trata-se de câncer do revestimento endometrial. Estima-se que 80% das mulheres pós-menopáusicas com sangramento uterino, experimentem o sangramento devido ao câncer de endométrio. O sangramento na pós-menopausa é definido quando ocorre doze meses após a última menstruação e é responsável por cerca de 5% das consultas ginecológicas no climatério. – Pólipos: são lesões que podem se desenvolver no revestimento do útero, geralmente não são cancerígenos, mas podem causar sangramento incomum ou intenso. Os pólipos às vezes podem crescer dentro do canal cervical. Quando isso ocorre, a mulher pode sofrer hemorragia quando tem relações sexuais. Outras causas potenciais, mas menos prováveis, de hemorragia pós-menopausa incluem: – Problemas de coagulação – Infecção do revestimento uterino, que é conhecida como endometrite – Trauma na pelve – Sangramento do trato urinário – Distúrbios da tireoide Os medicamentos hormonais, como o tamoxifeno, também podem causar sangramento pós-menopausa como efeito colateral. Muitas mulheres poderão sofrer hemorragia, como resultado de terapia de reposição hormonal nos primeiros 6 meses. Independentemente da causa subjacente potencial, é importante que se busque o auxílio de um ginecologista, em caso de sangramento sangramento vaginal na menopausa. Apesar da considerável possibilidade de uma paciente com sangramento uterino na pós-menopausa apresentar doença benigna, a investigação endometrial é obrigatória, uma vez que todo processo maligno e pré-maligno deve ser excluído. O diagnóstico médico da causa do sangramento se dá, através de exames que incluem biópsia de endométrio, que consiste na retirada de uma amostra de tecido do colo do útero, a fim de identificar a presença de células cancerosas ou a histeroscopia que é a inserção de uma pequena câmera com iluminação no colo do útero à fim de identificar a presença de pólipos ou tecidos anormais. A ultrassonografia vaginal é outro exame recomendado, onde um aparelho de ultrassom permite que seja visualizado o fundo do útero à fim de identificar anormalidades Embora o sangramento após a menopausa nem sempre seja motivo de preocupação, em sua ocorrência é fundamental que se procure um médico para descartar causas mais graves, como o câncer de endométrio. Muitos métodos de diagnóstico de sangramento pós-menopausa não precisam ser invasivos e podem ser feitos no consultório médico.

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