EPISODE · Dec 12, 2022 · 55 MIN
Corpo como campo de batalha: SOS Corpo e atuação feminista
from Segundas Feministas · host GT Gênero ANPUH Brasil
APRESENTAÇÃO O corpo da mulher como um campo de batalha; como algo profano, usurpado, vilipendiado e interditado de suas tecnologias de autocuidados. Subordinado, queimado, normatizado. As mais diversas relações de poder e desigualdade se deram no território do corpo da mulher no qual, se assegurou historicamente uma sistemática dominação, por meio de mecanismos ideológicos, políticos, econômicos e religiosos. Por se tratar de um plano em constante disputa, esses corpos, sentenciados pelos discursos de autoridade ao fardo de que a “biologia é o destino”, não foram unicamente passivos em seus percursos. Houve constantes insubordinações e insurgências contra a hegemonia. Nesse sentido, a atuação do movimento feminista brasileiro, por meio de passeatas, atos públicos, grupos de conversa e reflexão, ações educativas foram e são fundamentais na reinvindicação dos direitos sexuais e reprodutivos, na defesa da autonomia e liberdade para as mulheres, além da organização coletiva e em redes de métodos de impacto em áreas vitais, como a da saúde. Para falar sobre o corpo como território de batalha e atuação feminista em ONG, na próxima segunda receberemos Karuna Sindhu de Paula (@kaarunita). FICHA TÉCNICA Segundas Feministas Episódio 121 - Corpo como campo de batalha: SOS Corpo e atuação feminista Convidada: Karuna de Paula (UFRPE) Direção Geral: Andréa Bandeira (UPE) Direção executiva: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Pesquisa e Roteiro: Renan de Souza Nascimento (UNIMONTES-MG) Locução: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Voz: Indiara Launa Teodoro (UPE) Edição de áudio: Natália Oliveira (UPE) Pesquisa gráfica, Arte e Social media: Kaoana Sopelsa (UFGD), Maria Clara de Oliveira (UNIMONTES), Natália Oliveira (UPE), Renan de Souza Nascimento (UNIMONTES-MG) Colaboração: Cláudia Maia (UNIMONTES-MG) Trilha sonora: Ekena, Todxs Putxs (2017). Realização e apoio: Universidade de Pernambuco/NUPECS; GT GÊNERO ANPUH Brasil; PPGH da Universidade Estadual de Montes Claros e ANPUH Brasil. País/Ano: Brasil, Ano III, 2022. www.instagram.com/segundasfeministas/ www.facebook.com/Segundas-Feministas/ Fontes: SOS CORPO: Instituto Feminista para a Democracia. https://soscorpo.org/. ÁVILA, Maria Betânia. Textos e imagens do feminismo: mulheres construindo a igualdade. SOS CORPO - Gênero e Cidadania. Recife: 2001. Nossos Corpos por Nós Mesmas. Tradução: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. https://nossoscorpos.com.br/. DE PAULA, Karuna. Mulher vestida de casa. Titivillus Editora. Recife: 2021. https://www.titivilluseditora.com.br/product-page/mulher-vestida-de-casa.
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APRESENTAÇÃO O corpo da mulher como um campo de batalha; como algo profano, usurpado, vilipendiado e interditado de suas tecnologias de autocuidados. Subordinado, queimado, normatizado. As mais diversas relações de poder e desigualdade se deram no território do corpo da mulher no qual, se assegurou historicamente uma sistemática dominação, por meio de mecanismos ideológicos, políticos, econômicos e religiosos. Por se tratar de um plano em constante disputa, esses corpos, sentenciados pelos discursos de autoridade ao fardo de que a “biologia é o destino”, não foram unicamente passivos em seus percursos. Houve constantes insubordinações e insurgências contra a hegemonia. Nesse sentido, a atuação do movimento feminista brasileiro, por meio de passeatas, atos públicos, grupos de conversa e reflexão, ações educativas foram e são fundamentais na reinvindicação dos direitos sexuais e reprodutivos, na defesa da autonomia e liberdade para as mulheres, além da organização coletiva e em redes de métodos de impacto em áreas vitais, como a da saúde. Para falar sobre o corpo como território de batalha e atuação feminista em ONG, na próxima segunda receberemos Karuna Sindhu de Paula (@kaarunita). FICHA TÉCNICA Segundas Feministas Episódio 121 - Corpo como campo de batalha: SOS Corpo e atuação feminista Convidada: Karuna de Paula (UFRPE) Direção Geral: Andréa Bandeira (UPE) Direção executiva: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Pesquisa e Roteiro: Renan de Souza Nascimento (UNIMONTES-MG) Locução: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Voz: Indiara Launa Teodoro (UPE) Edição de áudio: Natália Oliveira (UPE) Pesquisa gráfica, Arte e Social media: Kaoana Sopelsa (UFGD), Maria Clara de Oliveira (UNIMONTES), Natália Oliveira (UPE), Renan de Souza Nascimento (UNIMONTES-MG) Colaboração: Cláudia Maia (UNIMONTES-MG) Trilha sonora: Ekena, Todxs Putxs (2017). Realização e apoio: Universidade de Pernambuco/NUPECS; GT GÊNERO ANPUH Brasil; PPGH da Universidade Estadual de Montes Claros e ANPUH Brasil. País/Ano: Brasil, Ano III, 2022. www.instagram.com/segundasfeministas/ www.facebook.com/Segundas-Feministas/ Fontes: SOS CORPO: Instituto Feminista para a Democracia. https://soscorpo.org/. ÁVILA, Maria Betânia. Textos e imagens do feminismo: mulheres construindo a igualdade. SOS CORPO - Gênero e Cidadania. Recife: 2001. Nossos Corpos por Nós Mesmas. Tradução: Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde. https://nossoscorpos.com.br/. DE PAULA, Karuna. Mulher vestida de casa. Titivillus Editora. Recife: 2021. https://www.titivilluseditora.com.br/product-page/mulher-vestida-de-casa.
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