EPISODE · Jan 17, 2026 · 57 MIN
Culto – Advento de Natal – Boas Novas de Grande Alegria: Cristo na infância
from Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte · host IBRBH
Neste culto de encerramento do tema de Advento, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) pregou sobre a visita dos magos do Oriente a Jesus em Mateus 2:1-12, analisando três personagens distintos diante do nascimento do Rei: Herodes, os mestres da lei e sacerdotes, e os magos.Herodes, o Grande era rei da Judeia desde 37 a.C., filho de um procurador idumeu (descendente de Esaú) com mãe árabe. Para manter poder numa região historicamente conflituosa, reconstruiu magnificamente o templo de Jerusalém e construiu Cesareia Marítima. Mas era brutal e paranoico — matou 45 membros do Sinédrio, afogou sua esposa judia, estrangulou seus dois filhos que poderiam herdar o trono. Quando ouviu falar do nascimento de um novo rei dos judeus, ficou perturbado e tramou matá-lo secretamente. Herodes representa aqueles que veem Jesus como ameaça ao seu próprio reino e poder.Os sacerdotes e mestres da lei conheciam perfeitamente as Escrituras — citaram imediatamente Miqueias 5:2 quando perguntados onde nasceria o Cristo. Muitos foram nomeados por favores políticos, não por descendência legítima. Faziam sacrifícios pontuais, orações matutinas e vespertinas, aparentavam ser povo de Deus. Mas quando receberam o anúncio da chegada do Filho de Deus, ficaram perturbados — e nenhum foi adorar o Messias. Eram hipócritas que externamente pareciam bonitos, mas internamente não havia desejo genuíno de seguir o Senhor. O Pastor aplicou: o perigo do Natal é se tornar adoração sazonal — igrejas cheias no culto de Natal que depois se dispersam, como se fosse algo místico que abençoará o resto do ano. Conheciam profecias mas viviam apenas aspectos externos da fé sem relacionamento profundo com Deus.Os magos do Oriente (astrólogos, sábios) caminharam 500-1000 km guiados por uma estrela — sinal miraculoso cumprindo Números 24:17. Chegaram a Jerusalém pensando que o rei estaria na capital, mas encontraram pessoas que haviam se colocado no lugar do rei. Deus os moveu através da revelação natural (estrela) até a revelação especial (Palavra — Miqueias 5:2). Sem a palavra, não chegariam até Jesus. Quando a estrela parou sobre o menino (1-2 anos), encheram-se de júbilo, prostraram-se e adoraram. Deram ouro (presente para reis), incenso (reconhecendo divindade) e mirra (reconhecendo humanidade e missão de morrer). Não adoraram a estrela — adoraram Jesus. Advertidos em sonho, não voltaram a Herodes mas por outro caminho.A mensagem concluiu com aplicações desafiadoras. Conhecemos os textos, nos emocionamos, fazemos ceia, trocamos presentes — mas nosso comportamento reflete que Jesus é rei? Ele encontra espaço em nós ou é história periférica? Não se acostume com a graça ao ponto de tratá-la como mero conhecimento externo. Não podemos nos iludir apenas com sinais — devemos buscar Aquele para quem apontam. Nossas prioridades, agenda e recursos foram gastos buscando Jesus este ano? Ele governa nossa vida ou é história paralela? Não há como encontrar Jesus verdadeiramente e voltar pelo mesmo caminho — conversão é mudança. O convite final: toda vez que chegar mais perto de Jesus, prostre-se e adore. Não permita que sua piedade seja apenas história que outros contam. Você conhece o grande Rei? A palavra revelou quem Ele é? Então O adore.Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos-Bases: Mateus 2:1-12; Miqueias 5:2; Números 24:17; Deuteronômio 6:4-9
What this episode covers
Neste culto de encerramento do tema de Advento, o Pastor Fabricio Corrêa (@fabriciofik) pregou sobre a visita dos magos do Oriente a Jesus em Mateus 2:1-12, analisando três personagens distintos diante do nascimento do Rei: Herodes, os mestres da lei e sacerdotes, e os magos.Herodes, o Grande era rei da Judeia desde 37 a.C., filho de um procurador idumeu (descendente de Esaú) com mãe árabe. Para manter poder numa região historicamente conflituosa, reconstruiu magnificamente o templo de Jerusalém e construiu Cesareia Marítima. Mas era brutal e paranoico — matou 45 membros do Sinédrio, afogou sua esposa judia, estrangulou seus dois filhos que poderiam herdar o trono. Quando ouviu falar do nascimento de um novo rei dos judeus, ficou perturbado e tramou matá-lo secretamente. Herodes representa aqueles que veem Jesus como ameaça ao seu próprio reino e poder.Os sacerdotes e mestres da lei conheciam perfeitamente as Escrituras — citaram imediatamente Miqueias 5:2 quando perguntados onde nasceria o Cristo. Muitos foram nomeados por favores políticos, não por descendência legítima. Faziam sacrifícios pontuais, orações matutinas e vespertinas, aparentavam ser povo de Deus. Mas quando receberam o anúncio da chegada do Filho de Deus, ficaram perturbados — e nenhum foi adorar o Messias. Eram hipócritas que externamente pareciam bonitos, mas internamente não havia desejo genuíno de seguir o Senhor. O Pastor aplicou: o perigo do Natal é se tornar adoração sazonal — igrejas cheias no culto de Natal que depois se dispersam, como se fosse algo místico que abençoará o resto do ano. Conheciam profecias mas viviam apenas aspectos externos da fé sem relacionamento profundo com Deus.Os magos do Oriente (astrólogos, sábios) caminharam 500-1000 km guiados por uma estrela — sinal miraculoso cumprindo Números 24:17. Chegaram a Jerusalém pensando que o rei estaria na capital, mas encontraram pessoas que haviam se colocado no lugar do rei. Deus os moveu através da revelação natural (estrela) até a revelação especial (Palavra — Miqueias 5:2). Sem a palavra, não chegariam até Jesus. Quando a estrela parou sobre o menino (1-2 anos), encheram-se de júbilo, prostraram-se e adoraram. Deram ouro (presente para reis), incenso (reconhecendo divindade) e mirra (reconhecendo humanidade e missão de morrer). Não adoraram a estrela — adoraram Jesus. Advertidos em sonho, não voltaram a Herodes mas por outro caminho.A mensagem concluiu com aplicações desafiadoras. Conhecemos os textos, nos emocionamos, fazemos ceia, trocamos presentes — mas nosso comportamento reflete que Jesus é rei? Ele encontra espaço em nós ou é história periférica? Não se acostume com a graça ao ponto de tratá-la como mero conhecimento externo. Não podemos nos iludir apenas com sinais — devemos buscar Aquele para quem apontam. Nossas prioridades, agenda e recursos foram gastos buscando Jesus este ano? Ele governa nossa vida ou é história paralela? Não há como encontrar Jesus verdadeiramente e voltar pelo mesmo caminho — conversão é mudança. O convite final: toda vez que chegar mais perto de Jesus, prostre-se e adore. Não permita que sua piedade seja apenas história que outros contam. Você conhece o grande Rei? A palavra revelou quem Ele é? Então O adore.Pastor: Fabricio Corrêa | @fabriciofikLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTextos-Bases: Mateus 2:1-12; Miqueias 5:2; Números 24:17; Deuteronômio 6:4-9
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Culto – Advento de Natal – Boas Novas de Grande Alegria: Cristo na infância
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