EPISODE · Nov 24, 2025 · 50 MIN
Culto – Discipulado: Negar a Si Mesmo, Tomar a Cruz e Seguir a Cristo
from Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte · host IBRBH
Neste culto da Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte, o presbítero Diego Barbosa (@_diego_bf) ministrou sobre o tema do Discipulado em um Culto de Domingo, baseando-se nas passagens de Marcos 8:31-38 e Lucas 14:25-33. A mensagem enfatizou que o discipulado cristão tem um alto preço e exige uma negação radical de si mesmo, juntamente com um relacionamento intencional com o próximo. A pregação começou analisando a reação de Pedro (Marcos 8:31-33), que, apesar de ter a revelação de que Jesus era o Cristo, repreendeu o Mestre ao ouvir sobre Seu sofrimento e morte, revelando assim o egoísmo e as ambições humanas que buscam os benefícios de Cristo, mas rejeitam o sofrimento. O discipulado exige, então, negar a si mesmo, o que significa abrir mão de tudo que se coloca entre nós e Deus (32:03), submetendo-se totalmente à Sua vontade, e tomar a cruz, que não é aceitar um azar na vida, mas sim morrer lentamente e dolorosamente para os anseios pecaminosos e se tornar maldito para o mundo por amor a Cristo.O pregador introduziu o conceito da dupla conotação do discipulado (38:51): não é apenas seguir os ensinamentos para se parecer com Cristo, mas também ajudar outras pessoas a fazê-lo, caminhando e ensinando-as. O pastor alertou que não existe discipulado sem relacionamento (43:01); o cristão não deve viver isolado numa "bolha", mas desenvolver amizades profundas, imitando o ministério contracultural de Jesus. A falha em buscar novas amizades e em se importar com a falha do irmão é um fracasso em imitar a Cristo. A verdadeira marca que distingue o discípulo, que resume todas as demais práticas e conhecimentos, é o Amor (João 13:34-35). O julgamento bíblico se manifesta através do amor a ponto de se importar com o erro do outro e tomar a sua dificuldade para si, ajudando-o a superá-la.Por fim, a mensagem concluiu que o discipulado custa uma vida inteira e pode custar o sofrimento e a oposição, exigindo a renúncia de velhos hábitos e associações, e até mesmo dos planos pessoais (57:45). Contudo, a Bíblia garante que, no final de todas as coisas, o crente ganhará muito mais do que perderá, tendo a certeza da promessa de vida eterna com Deus. O presbítero incentivou a congregação a não hesitar em demonstrar sua fé, pois a vida na Terra é um sopro comparado à eternidade com o Senhor, sendo necessário unidade e amor para que a jornada de santificação e a missão se cumpram.Tópico: DiscipuladoPresbítero: Diego Barbosa | @_diego_bfLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto-Base: Marcos 8:31-38; Lucas 14:25-33; João 13:34-35Tema Central: O custo do discipulado (negação de si) e a necessidade de relacionamento para a santificação e a missão.
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Neste culto da Igreja Batista Reformada em Belo Horizonte, o presbítero Diego Barbosa (@_diego_bf) ministrou sobre o tema do Discipulado em um Culto de Domingo, baseando-se nas passagens de Marcos 8:31-38 e Lucas 14:25-33. A mensagem enfatizou que o discipulado cristão tem um alto preço e exige uma negação radical de si mesmo, juntamente com um relacionamento intencional com o próximo. A pregação começou analisando a reação de Pedro (Marcos 8:31-33), que, apesar de ter a revelação de que Jesus era o Cristo, repreendeu o Mestre ao ouvir sobre Seu sofrimento e morte, revelando assim o egoísmo e as ambições humanas que buscam os benefícios de Cristo, mas rejeitam o sofrimento. O discipulado exige, então, negar a si mesmo, o que significa abrir mão de tudo que se coloca entre nós e Deus (32:03), submetendo-se totalmente à Sua vontade, e tomar a cruz, que não é aceitar um azar na vida, mas sim morrer lentamente e dolorosamente para os anseios pecaminosos e se tornar maldito para o mundo por amor a Cristo.O pregador introduziu o conceito da dupla conotação do discipulado (38:51): não é apenas seguir os ensinamentos para se parecer com Cristo, mas também ajudar outras pessoas a fazê-lo, caminhando e ensinando-as. O pastor alertou que não existe discipulado sem relacionamento (43:01); o cristão não deve viver isolado numa "bolha", mas desenvolver amizades profundas, imitando o ministério contracultural de Jesus. A falha em buscar novas amizades e em se importar com a falha do irmão é um fracasso em imitar a Cristo. A verdadeira marca que distingue o discípulo, que resume todas as demais práticas e conhecimentos, é o Amor (João 13:34-35). O julgamento bíblico se manifesta através do amor a ponto de se importar com o erro do outro e tomar a sua dificuldade para si, ajudando-o a superá-la.Por fim, a mensagem concluiu que o discipulado custa uma vida inteira e pode custar o sofrimento e a oposição, exigindo a renúncia de velhos hábitos e associações, e até mesmo dos planos pessoais (57:45). Contudo, a Bíblia garante que, no final de todas as coisas, o crente ganhará muito mais do que perderá, tendo a certeza da promessa de vida eterna com Deus. O presbítero incentivou a congregação a não hesitar em demonstrar sua fé, pois a vida na Terra é um sopro comparado à eternidade com o Senhor, sendo necessário unidade e amor para que a jornada de santificação e a missão se cumpram.Tópico: DiscipuladoPresbítero: Diego Barbosa | @_diego_bfLocal: Igreja Batista Reformada em Belo HorizonteTexto-Base: Marcos 8:31-38; Lucas 14:25-33; João 13:34-35Tema Central: O custo do discipulado (negação de si) e a necessidade de relacionamento para a santificação e a missão.
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Culto – Discipulado: Negar a Si Mesmo, Tomar a Cruz e Seguir a Cristo
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