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Desigualdade Racial no Brasil

Episode 1 of the Desigualdade Racial no Brasil e como se conecta ao passado podcast, hosted by Mateus Bruschi, titled "Desigualdade Racial no Brasil" was published on May 8, 2020 and runs 4 minutes.

May 8, 2020 ·4m · Desigualdade Racial no Brasil e como se conecta ao passado

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With history we get to know more about the past and can reflect on the present and the future. Racial inequality in Brazil is directly linked to past actions. Inequalities are serious and, by affecting the ability of blacks to include themselves in Brazilian society, they compromisse the construction of a democratic country with equal opportunities for all. To talk about the effects of racism on society, it is necessary to understand that it forms a web of violence that affects young people, men and women incarcerated, that affects the life of the population, and that explains the prejudice against African religions. Com a história nós conseguimos saber mais sobre o passado podendo refletir sobre o presente e o futuro. A desigualdade racial no brasil está diretamente ligada as ações do passado. As desigualdades são graves e, ao afetarem a capacidade de inclusão dos negros na sociedade brasileira, comprometem a construção de um país democrático e com oportunidades iguais para todos. Para falar sobre os efeitos do racismo na sociedade é preciso entender que ele forma uma teia de violências que afeta jovens, homens e mulheres encarcerados, que afeta a vida da população, e que explica o preconceito contra as religiões africanas. O Brasil carrega uma história de 300 anos de escravidão, depois de mais de um século, ficou enraizado no inconsciente coletivo da sociedade brasileira um pensamento que marginaliza as pessoas negras, as impede de se constituírem como cidadãs plenas. A escravidão negra foi um capítulo na História do Brasil, onde legalmente, o escravo não tinha direitos e ao chegar no Brasil o seu papel seria servir de mão de obra para seus senhores, sob pena de castigos violentos. A minoria branca, justificava essa condição através de ideias religiosas e racistas que afirmavam a sua superioridade e os seus privilégios. A princesa Isabel por muitos e considerado uma “heroína”, mas se nos atentarmos aos fatos, podemos perceber que foi uma conquista do povo, o que afetou: A grande resistência dos escravos, que fugiam e formavam quilombos;A proibição do tráfico negreiro;A onda de ideias abolicionistas;A necessidade de inclusão do Brasil na economia mundial;E principalmente a pressão da população livre e pelos escravos, onde o Brasil era o único país no Ocidente que até o momento não tinha abolido a escravidão; No dia do fim da escravidão no Brasil, foi um clima de festa, o que eles não sabiam é que o fim da escravidão não lhe dava garantias quanto ao futuro, como seriam aceitos pela sociedade ou como sobreviveriam. O ex-escravo preto, foi abandonado pela sociedade, sem acesso à terra e sem qualquer tipo de indenização pelo trabalho forçado, a maioria era analfabeto e com isso se viram obrigados a retornarem as fazendas, trocando seu trabalho pela sobrevivência, ou seja, foram libertados mas continuam presos. Os que migraram para a cidade não tinham muitas opções de emprego, para as mulheres sobravam trabalhos domésticos, e para os homens sobraram os trabalhos braçais e pesados, a maioria morava na rua ou em cortiços, sofrendo um grande preconceito pelo resto da população. As favelas são um grande reflexo do passado, a maioria das são aquelas que antigamente não tinham condições, sendo uma consequência direta da escravidão preta no Brasil. Ø A maioria da população do Brasil é negra, 56% segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad); Ø Dentre os desempregados, 67% são negros, segundo dados de 2017 do IBGE; Ø Dentre os encarcerados, 64% são negros, segundo pesquisa do ano de 2016 feita pelo IBGE; Ø Os negros representam 75% das vítimas de homicídio, segundo o Atlas da Violência de 2019 Com esses e outros diversos dados, não há dúvida sobre a existência do preconceito e discriminação racial no Brasil, a forma mais comum de observarmos, é no cotidiano da sociedade brasileira, onde estão normalizadas frases e atitudes racistas. São diversas piadas que associam pretos a a situações vexatórias.

With history we get to know more about the past and can reflect on the present and the future. Racial inequality in Brazil is directly linked to past actions. Inequalities are serious and, by affecting the ability of blacks to include themselves in Brazilian society, they compromisse the construction of a democratic country with equal opportunities for all. To talk about the effects of racism on society, it is necessary to understand that it forms a web of violence that affects young people, men and women incarcerated, that affects the life of the population, and that explains the prejudice against African religions. Com a história nós conseguimos saber mais sobre o passado podendo refletir sobre o presente e o futuro. A desigualdade racial no brasil está diretamente ligada as ações do passado. As desigualdades são graves e, ao afetarem a capacidade de inclusão dos negros na sociedade brasileira, comprometem a construção de um país democrático e com oportunidades iguais para todos. Para falar sobre os efeitos do racismo na sociedade é preciso entender que ele forma uma teia de violências que afeta jovens, homens e mulheres encarcerados, que afeta a vida da população, e que explica o preconceito contra as religiões africanas. O Brasil carrega uma história de 300 anos de escravidão, depois de mais de um século, ficou enraizado no inconsciente coletivo da sociedade brasileira um pensamento que marginaliza as pessoas negras, as impede de se constituírem como cidadãs plenas. A escravidão negra foi um capítulo na História do Brasil, onde legalmente, o escravo não tinha direitos e ao chegar no Brasil o seu papel seria servir de mão de obra para seus senhores, sob pena de castigos violentos. A minoria branca, justificava essa condição através de ideias religiosas e racistas que afirmavam a sua superioridade e os seus privilégios. A princesa Isabel por muitos e considerado uma “heroína”, mas se nos atentarmos aos fatos, podemos perceber que foi uma conquista do povo, o que afetou: A grande resistência dos escravos, que fugiam e formavam quilombos;A proibição do tráfico negreiro;A onda de ideias abolicionistas;A necessidade de inclusão do Brasil na economia mundial;E principalmente a pressão da população livre e pelos escravos, onde o Brasil era o único país no Ocidente que até o momento não tinha abolido a escravidão; No dia do fim da escravidão no Brasil, foi um clima de festa, o que eles não sabiam é que o fim da escravidão não lhe dava garantias quanto ao futuro, como seriam aceitos pela sociedade ou como sobreviveriam. O ex-escravo preto, foi abandonado pela sociedade, sem acesso à terra e sem qualquer tipo de indenização pelo trabalho forçado, a maioria era analfabeto e com isso se viram obrigados a retornarem as fazendas, trocando seu trabalho pela sobrevivência, ou seja, foram libertados mas continuam presos. Os que migraram para a cidade não tinham muitas opções de emprego, para as mulheres sobravam trabalhos domésticos, e para os homens sobraram os trabalhos braçais e pesados, a maioria morava na rua ou em cortiços, sofrendo um grande preconceito pelo resto da população. As favelas são um grande reflexo do passado, a maioria das são aquelas que antigamente não tinham condições, sendo uma consequência direta da escravidão preta no Brasil. Ø A maioria da população do Brasil é negra, 56% segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad); Ø Dentre os desempregados, 67% são negros, segundo dados de 2017 do IBGE; Ø Dentre os encarcerados, 64% são negros, segundo pesquisa do ano de 2016 feita pelo IBGE; Ø Os negros representam 75% das vítimas de homicídio, segundo o Atlas da Violência de 2019 Com esses e outros diversos dados, não há dúvida sobre a existência do preconceito e discriminação racial no Brasil, a forma mais comum de observarmos, é no cotidiano da sociedade brasileira, onde estão normalizadas frases e atitudes racistas. São diversas piadas que associam pretos a a situações vexatórias.
A Desigualdade da Mulher no Mercado de Trabalho/Direito 2˚ período DOCTUM -João Monlevade Direito Noturno - (2020.2) 2˚ Período - João monlevade Olá, e seja bem vindo ao podcast da rede Doctum, onde falaremos sobre a desigualdades que acometem a Mulher no mercado de trabalho. Esse episódio é pra você MULHER, que enfrenta diariamente as barreiras profissionais, e para vocês HOMENS e à todos que estejam dispostos a compreender, aprender, evoluir, e transformar esse mercado. E quem vai nos ajudar nessa jornada são os alunos da turma do 2˚ Período de Direito de João Monlevade. São eles: Arthur Reis, Daniele Martins, Waldison Passos, e contaremos com a ilustre presença do convidado especial, o professor e psicólogo Júlio. AçãoCovid19 AçãoCovid19 Somos um grupo de pesquisadores, de várias disciplinas, dedicados a estudar a evolução da Covid-19 no cenário da desigualdade extrema do Brasil. Criamos um modelo de simulação para o avanço das infecções de acordo com a densidade demográfica e o desenvolvimento humano de cada área. Angariamos e elaboramos medidas de combate à pandemia, tendo em vista a disparidade de condições sociais e econômicas no país. Cartas da Periferia Cartas da Periferia Narrativas sobre os impactos produzidos pela COVID-19 nas periferias de Porto Alegre.Qual a realidade das comunidades e periferias? De que maneira está sendo feito o enfrentamento da doença? Quais aspectos da desigualdade social estão sendo revelados pela COVID-19? Desigualdad en tiempos de COVID Juan Pablo martinez Montano Se platica un poco del tema de desigualdad en las dificultades que enfrentamos como sociedad en tiempo de pandemia.
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