Deus satisfará nossas necessidades - 2Tessalonicenses 3.7-8 episode artwork

EPISODE · Jul 23, 2024 · 4 MIN

Deus satisfará nossas necessidades - 2Tessalonicenses 3.7-8

from Fiel Devocional · host Ministério Fiel

Nunca nos portamos desordenadamente entre vós, nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós. (2Ts 3.7-8)Depender de Deus não entra em conflito com trabalhar para ganhar o pão de cada dia. De fato, o trabalho e a capacidade de fazê-lo são parte da provisão de Deus. Se duvidarmos disso, devemos considerar o fato de que o próprio Jesus trabalhou. Embora ele tenha vindo do céu e todas as coisas pertençam a ele, trabalhou como carpinteiro por anos, confirmando o padrão que foi estabelecido para a humanidade em Gênesis (Gn 2.15).Da mesma forma, os apóstolos, vivendo pela fé e buscando de todo o coração o crescimento da igreja, trabalharam diligentemente “de noite e de dia”. Eles se recusavam a ser preguiçosos ou a comer a comida de alguém sem pagar. Como ministros do Evangelho, tinham o direito de pedir ajuda com as provisões (1Tm 5.17-18); no entanto, assumiram a responsabilidade por si mesmos e praticaram os ofícios que conheciam, servindo como “exemplo em nós mesmos, para nos imitardes” (2Ts 3.9).No meio de nossos próprios trabalhos, devemos reconhecer que podemos abusar do trabalho de pelo menos duas maneiras: através da preguiça ou da hiperatividade. A advertência de Provérbios se aplica a nós: “O preguiçoso não lavra por causa do inverno, pelo que, na sega, procura e nada encontra” (Pv 20.4). Ou, como Paulo coloca, não devemos ficar ociosos. Mas devemos prestar atenção igualmente às palavras do salmista quando ele diz: “Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes” (Sl 127.2). Sim, devemos trabalhar com as mãos. Se não estamos trabalhando para a glória de Deus, porém, somos deixados labutando em um ritmo febril, mas em vão.Em nenhum lugar isso é mais aparente do que quando ignoramos o princípio sabático. Nada revela tanto nossa relutância em acreditar em Deus e confiar nele para a provisão diária quanto quando abusamos do mandamento de trabalhar seis dias e descansar por um (Dt 5.12-15). Por que achamos que precisamos trabalhar o dia todo, todos os dias? A resposta é, francamente, porque nos é difícil confiar que Deus atenderá às nossas necessidades. Devemos encontrar nossa segurança não em nosso trabalho, mas no Deus que fornece tanto o trabalho quanto os meios para realizá-lo.Em nossa cultura materialista, não é fácil trabalhar fielmente enquanto aprendemos a ficar satisfeitos com nossa porção dada por Deus. Reserve um momento para refletir sobre seu próprio trabalho, seja em casa, seja no campo, na fábrica ou no escritório. De que maneira você é tentado à preguiça? E à hiperatividade? Como será para você trabalhar duro e confiar em Deus? Em um mundo enredado pelo materialismo, seu contentamento — em seu trabalho e na provisão de Deus — será um testemunho convincente do amor divino que por si só fornece a verdadeira satisfação.

Nunca nos portamos desordenadamente entre vós, nem jamais comemos pão à custa de outrem; pelo contrário, em labor e fadiga, de noite e de dia, trabalhamos, a fim de não sermos pesados a nenhum de vós. (2Ts 3.7-8)Depender de Deus não entra em conflito com trabalhar para ganhar o pão de cada dia. De fato, o trabalho e a capacidade de fazê-lo são parte da provisão de Deus. Se duvidarmos disso, devemos considerar o fato de que o próprio Jesus trabalhou. Embora ele tenha vindo do céu e todas as coisas pertençam a ele, trabalhou como carpinteiro por anos, confirmando o padrão que foi estabelecido para a humanidade em Gênesis (Gn 2.15).Da mesma forma, os apóstolos, vivendo pela fé e buscando de todo o coração o crescimento da igreja, trabalharam diligentemente “de noite e de dia”. Eles se recusavam a ser preguiçosos ou a comer a comida de alguém sem pagar. Como ministros do Evangelho, tinham o direito de pedir ajuda com as provisões (1Tm 5.17-18); no entanto, assumiram a responsabilidade por si mesmos e praticaram os ofícios que conheciam, servindo como “exemplo em nós mesmos, para nos imitardes” (2Ts 3.9).No meio de nossos próprios trabalhos, devemos reconhecer que podemos abusar do trabalho de pelo menos duas maneiras: através da preguiça ou da hiperatividade. A advertência de Provérbios se aplica a nós: “O preguiçoso não lavra por causa do inverno, pelo que, na sega, procura e nada encontra” (Pv 20.4). Ou, como Paulo coloca, não devemos ficar ociosos. Mas devemos prestar atenção igualmente às palavras do salmista quando ele diz: “Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão que penosamente granjeastes” (Sl 127.2). Sim, devemos trabalhar com as mãos. Se não estamos trabalhando para a glória de Deus, porém, somos deixados labutando em um ritmo febril, mas em vão.Em nenhum lugar isso é mais aparente do que quando ignoramos o princípio sabático. Nada revela tanto nossa relutância em acreditar em Deus e confiar nele para a provisão diária quanto quando abusamos do mandamento de trabalhar seis dias e descansar por um (Dt 5.12-15). Por que achamos que precisamos trabalhar o dia todo, todos os dias? A resposta é, francamente, porque nos é difícil confiar que Deus atenderá às nossas necessidades. Devemos encontrar nossa segurança não em nosso trabalho, mas no Deus que fornece tanto o trabalho quanto os meios para realizá-lo.Em nossa cultura materialista, não é fácil trabalhar fielmente enquanto aprendemos a ficar satisfeitos com nossa porção dada por Deus. Reserve um momento para refletir sobre seu próprio trabalho, seja em casa, seja no campo, na fábrica ou no escritório. De que maneira você é tentado à preguiça? E à hiperatividade? Como será para você trabalhar duro e confiar em Deus? Em um mundo enredado pelo materialismo, seu contentamento — em seu trabalho e na provisão de Deus — será um testemunho convincente do amor divino que por si só fornece a verdadeira satisfação.

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