EPISODE · Sep 10, 2021 · 10 MIN
Editorial semanal – A montanha pariu um rato – 09 de setembro de 2021
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Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.O prometido “Armagedon” de Bolsonaro, o seu Juízo Final Golpista, foi o retrato do que tem sido seu governo até aqui: muita fumaça, pouco calor. A verdade lastimosa é que a alardeada “segunda independência nacional” foi tão efetiva quanto a primeira, há 199 anos. Ou seja, esteve mais perto de ser mesmo uma farsa.Este capitão do mato contemporâneo, que se finge de presidente, tanto quanto se fingira outrora de capitão e de deputado – cuja corrupção, ociosidade, inépcia e truculência resultaram, na inaceitável cifra de quase 600 mil mortos em decorrência da Covid-19 tendo à frente do Ministério da Saúde um general da ativa supostamente “especialista em logística”, assim como na maior fome e desemprego desde a crise da dívida do início dos anos 80 – não se saiu melhor nem mesmo na sua paródia de golpe de Estado: as milhares de pessoas que se aglomeraram para ouvir o seu “mito” decretar a Dinastia Bolsonaro I não só frustraram-se com o palavrório vazio com que foram retribuídas, como mal puderam ouvi-lo, por falhas na aparelhagem de som montada para o evento. Neste 7 de setembro, para lembrar as palavras com que Marx zombava da covardia da burguesia alemã em 1848, é correto dizer que a montanha pariu um rato.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
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Para popularizar e facilitar sobretudo para os operários e camponeses a compreensão das páginas mais importantes do jornal A Nova Democracia, a redação do AND decidiu por narrar o Editorial semanal.O prometido “Armagedon” de Bolsonaro, o seu Juízo Final Golpista, foi o retrato do que tem sido seu governo até aqui: muita fumaça, pouco calor. A verdade lastimosa é que a alardeada “segunda independência nacional” foi tão efetiva quanto a primeira, há 199 anos. Ou seja, esteve mais perto de ser mesmo uma farsa.Este capitão do mato contemporâneo, que se finge de presidente, tanto quanto se fingira outrora de capitão e de deputado – cuja corrupção, ociosidade, inépcia e truculência resultaram, na inaceitável cifra de quase 600 mil mortos em decorrência da Covid-19 tendo à frente do Ministério da Saúde um general da ativa supostamente “especialista em logística”, assim como na maior fome e desemprego desde a crise da dívida do início dos anos 80 – não se saiu melhor nem mesmo na sua paródia de golpe de Estado: as milhares de pessoas que se aglomeraram para ouvir o seu “mito” decretar a Dinastia Bolsonaro I não só frustraram-se com o palavrório vazio com que foram retribuídas, como mal puderam ouvi-lo, por falhas na aparelhagem de som montada para o evento. Neste 7 de setembro, para lembrar as palavras com que Marx zombava da covardia da burguesia alemã em 1848, é correto dizer que a montanha pariu um rato.Leia, divulgue e assine!loja.anovademocracia.com.br/assinaturas
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