EPISODE · May 21, 2025 · 2 MIN
Etarismo é prática comum no mercado de trabalho brasileiro.
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Dados do Censo Demográfico de 2022 mostram que a população idosa brasileira, de 60 anos ou mais, teve um aumento de 56 por cento em relação ao ano de 2010.O etarismo, nome que se dá ao preconceito contra pessoas com base na sua idade, é uma prática bastante comum, principalmente no mercado de trabalho, como esclarece Cláudia Alcântara, especialista em Diversidade Etária. " O etarismo se baseia em estereótipos negativos relacionados à idade, à velhice, ao envelhecimento. Que pessoas mais velhas produzem menos, que elas trazem menos lucratividade para a organização. Então a gente precisa mudar isso, a gente precisa mudar esse pensamento das pessoas que trabalham nas organizações para poder ampliar o mercado, para poder trazer essas pessoas, esses profissionais, para dentro das empresas, para a gente ter uma sociedade mais justa."A idade cronológica não é um indicador confiável da capacidade funcional de um indivíduo. Embora o envelhecimento esteja associado a algumas mudanças físicas e cognitivas, a idade não é o fator que realmente causa impacto na funcionalidade, segundo a médica Geriatra, Dra Alessandra Ferrarese:" Hoje em dia, a gente já sabe que não faz parte do envelhecimento natural o esquecimento. Acontecem, sim, algumas alterações com a cognição, como a diminuição da velocidade do processamento, mas a diminuição da cognição com o impacto na funcionalidade do indivíduo, ou seja, com o impacto nas atividades diárias do indivíduo, não faz parte do envelhecimento fisiológico. "Atribuir limitações a alguém simplesmente com base na sua idade é um estereótipo prejudicial que ignora a incrível diversidade humana e a resiliência individual em face do envelhecimento. A capacidade e o potencial de uma pessoa devem ser avaliados individualmente, sem o preconceito gerado pela idade.Confira a reportagem de Fernando Lima:
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Dados do Censo Demográfico de 2022 mostram que a população idosa brasileira, de 60 anos ou mais, teve um aumento de 56 por cento em relação ao ano de 2010.O etarismo, nome que se dá ao preconceito contra pessoas com base na sua idade, é uma prática bastante comum, principalmente no mercado de trabalho, como esclarece Cláudia Alcântara, especialista em Diversidade Etária. " O etarismo se baseia em estereótipos negativos relacionados à idade, à velhice, ao envelhecimento. Que pessoas mais velhas produzem menos, que elas trazem menos lucratividade para a organização. Então a gente precisa mudar isso, a gente precisa mudar esse pensamento das pessoas que trabalham nas organizações para poder ampliar o mercado, para poder trazer essas pessoas, esses profissionais, para dentro das empresas, para a gente ter uma sociedade mais justa."A idade cronológica não é um indicador confiável da capacidade funcional de um indivíduo. Embora o envelhecimento esteja associado a algumas mudanças físicas e cognitivas, a idade não é o fator que realmente causa impacto na funcionalidade, segundo a médica Geriatra, Dra Alessandra Ferrarese:" Hoje em dia, a gente já sabe que não faz parte do envelhecimento natural o esquecimento. Acontecem, sim, algumas alterações com a cognição, como a diminuição da velocidade do processamento, mas a diminuição da cognição com o impacto na funcionalidade do indivíduo, ou seja, com o impacto nas atividades diárias do indivíduo, não faz parte do envelhecimento fisiológico. "Atribuir limitações a alguém simplesmente com base na sua idade é um estereótipo prejudicial que ignora a incrível diversidade humana e a resiliência individual em face do envelhecimento. A capacidade e o potencial de uma pessoa devem ser avaliados individualmente, sem o preconceito gerado pela idade.Confira a reportagem de Fernando Lima:
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Etarismo é prática comum no mercado de trabalho brasileiro.
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