EPISODE · Oct 8, 2023 · 2H 2M
F1 2023 no Catar: VERSTAPPEN vence, McLAREN vai ao PÓDIO | Briefing
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A promessa era de um verdadeiro caos, mas ficou só na expectativa. E ainda que o salseiro tivesse acontecido no Catar, dificilmente Max Verstappen seria afetado. Mais uma vez, com a tranquilidade que virou marca na temporada 2023, o holandês cruzou a linha de chegada em primeiro, fechando o fim de semana do tricampeonato na Fórmula 1 com chave de ouro. A corrida começou a ser desenhada horas antes da largada, após FIA e Pirelli determinarem, em conformidade com as equipes do grid, que os stints realizados não poderiam ultrapassar 18 voltas com pneus novos; com os usamos, a perna seria ainda menor, uma vez que os giros já realizados em sessões anteriores seriam levados em consideração. Tudo isso em nome da segurança, após a Pirelli constatar um desgaste perigoso dos compostos de mais de 20 voltas no único treino livre realizado sexta-feira. Mesmo com a mexida nos limites de pista de duas curvas, julgou-se ser mais prudente determinar quantas trocas de pneus deveriam acontecer. Para se ter uma ideia do pandemônio que poderia se formar, nem todos os pilotos foram à pista com pneus médios novos, como o caso de Nico Hülkenberg. Seu pneu de faixa amarela em melhor vida útil já tinha quatro giros na conta, ou seja: se tal composto fosse o escolhido para um determinado stint, o piloto da Haas só poderia dar 14 voltas na pista com ele antes de parar novamente. E foi um conta-reconta a todo momento. Só que, na prática, o troca-troca mexeu pouco com as estratégias dos ponteiros, tirando George Russell. O britânico acabou se envolvendo num acidente com o companheiro de equipe, Lewis Hamilton, na primeira curva e precisou fazer uma corrida de recuperação, arriscando os macios no último stint para brigar pelo pódio contra os carros da McLaren. Só que não houve tempo para o #63 buscar o top-3. No final, Oscar Piastri, vencedor da sprint, ganhou a queda de braço contra Lando Norris e completou em segundo. Russell ficou em quarto, com Charles Leclerc levando a única Ferrari presente na corrida — Carlos Sainz não largou por um vazamento de combustível no carro — ao quinto posto. Fernando Alonso assegurou o sexto lugar, com Esteban Ocon, Valtteri Bottas, Guanyu Zhou e Sergio Pérez — punido várias vezes em 5s por track limits — fechando o top-10. A Fórmula 1 volta daqui a duas semanas, entre os dias 20 e 22 de outubro, em Austin, com o GP dos Estados Unidos, o primeiro da última perna tripla da temporada. E o GRANDE PRÊMIO acompanha tudo.
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A promessa era de um verdadeiro caos, mas ficou só na expectativa. E ainda que o salseiro tivesse acontecido no Catar, dificilmente Max Verstappen seria afetado. Mais uma vez, com a tranquilidade que virou marca na temporada 2023, o holandês cruzou a linha de chegada em primeiro, fechando o fim de semana do tricampeonato na Fórmula 1 com chave de ouro. A corrida começou a ser desenhada horas antes da largada, após FIA e Pirelli determinarem, em conformidade com as equipes do grid, que os stints realizados não poderiam ultrapassar 18 voltas com pneus novos; com os usamos, a perna seria ainda menor, uma vez que os giros já realizados em sessões anteriores seriam levados em consideração. Tudo isso em nome da segurança, após a Pirelli constatar um desgaste perigoso dos compostos de mais de 20 voltas no único treino livre realizado sexta-feira. Mesmo com a mexida nos limites de pista de duas curvas, julgou-se ser mais prudente determinar quantas trocas de pneus deveriam acontecer. Para se ter uma ideia do pandemônio que poderia se formar, nem todos os pilotos foram à pista com pneus médios novos, como o caso de Nico Hülkenberg. Seu pneu de faixa amarela em melhor vida útil já tinha quatro giros na conta, ou seja: se tal composto fosse o escolhido para um determinado stint, o piloto da Haas só poderia dar 14 voltas na pista com ele antes de parar novamente. E foi um conta-reconta a todo momento. Só que, na prática, o troca-troca mexeu pouco com as estratégias dos ponteiros, tirando George Russell. O britânico acabou se envolvendo num acidente com o companheiro de equipe, Lewis Hamilton, na primeira curva e precisou fazer uma corrida de recuperação, arriscando os macios no último stint para brigar pelo pódio contra os carros da McLaren. Só que não houve tempo para o #63 buscar o top-3. No final, Oscar Piastri, vencedor da sprint, ganhou a queda de braço contra Lando Norris e completou em segundo. Russell ficou em quarto, com Charles Leclerc levando a única Ferrari presente na corrida — Carlos Sainz não largou por um vazamento de combustível no carro — ao quinto posto. Fernando Alonso assegurou o sexto lugar, com Esteban Ocon, Valtteri Bottas, Guanyu Zhou e Sergio Pérez — punido várias vezes em 5s por track limits — fechando o top-10. A Fórmula 1 volta daqui a duas semanas, entre os dias 20 e 22 de outubro, em Austin, com o GP dos Estados Unidos, o primeiro da última perna tripla da temporada. E o GRANDE PRÊMIO acompanha tudo.
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