Feminismos, periferias e comunicação digital  episode artwork

EPISODE · May 22, 2023 · 50 MIN

Feminismos, periferias e comunicação digital 

from Segundas Feministas · host GT Gênero ANPUH Brasil

APRESENTAÇÃO Ler uma comunicação feminista por meio de artigos, revistas, sites e inclusive jornais disseminados pelas redes sociais e a internet é algo comum nos dias atuais. Entretanto, é importante lembrar que a existência da propagação dos feminismos não se iniciou agora, como se evidencia pela robusta produção de periódicos e revistas, realizada por mulheres ao longo do século XIX e principalmente, na virada desse para o século XX. Os feminismos e as diferentes formas de disseminação por meio da área da comunicação se transformaram no decorrer dos séculos, constituindo redes de ativismo, refletindo transformações socioculturais de seu tempo e auxiliando no protagonismo das mobilizações feministas, em suas lutas e reivindicações. É a partir das novas tecnologias da comunicação, especialmente na internet nas décadas iniciais dos anos 2000, que irão dar origem a imprensa feminista digital como a conhecemos hoje. Uma imprensa feminista digital, que gera profundas transformações na disseminação dos feminismos e o surgimento de novas dinâmicas de militância. Entre as ruas e a internet, milhares de mulheres cis e trans em espaços urbanos e rurais e de diversas minorias étnicas se iniciaram na mobilização política, experimentando nesse século XXI, o avanço da mobilidade social e o fortalecimento das redes de mulheres e feminismos já existentes. No Brasil, os “feminismos populares” com foco das lutas urbanas na reivindicação por moradia e saúde, como eram até então conhecidos nas décadas de 1980 e 1990, se conectam diretamente com o que atualmente é nomeado por pesquisadoras como “feminismos periféricos”. É possível rastrear uma ampliação da produção acadêmica que se volta para feminismos contra hegemônicos a partir de 2010 e as discussões sobre os “feminismos periféricos” remetem aos movimentos dessas mulheres que fazem os ativismos nas múltiplas e diversas periferias do país, e encontraram nas redes digitais uma ferramenta potente para renovar o que se entende como imprensa feminista.  Para debater sobre o impacto da comunicação feminista digital no século XXI juntamente a mobilização dos feminismos periféricos e as transformações sociopolíticas que essa relação proporciona nos ativismos feministas, recebemos hoje no Segundas Feministas a pesquisadora Marilene Rodrigues Quintino. FICHA TÉCNICA Segundas Feministas Episódio 142 - Feminismos, periferias e comunicação digital  Convidada: Marilene Rodrigues Quintino (Puc-SP) Direção Geral: Andréa Bandeira (UPE) Direção executiva e Locução: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Supervisão: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Pesquisa e Roteiro: Aline Beatriz Coutinho (UERJ) Edição de áudio: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Pesquisa gráfica, Arte e Social media: Kaoana Sopelsa (UFGD), Marília Belmonte (USP), Geisy Suet (USP), Ingryd Damásio Ribeiro Tófani (Unimontes-MG), Renan de Souza Nascimento (Unimontes-MG) e Maria Clara de Oliveira (Unimontes-MG). Colaboração: Cláudia Maia (Unimontes-MG), Aline Beatriz Coutinho (UERJ) e Suane Felippe Soares (UFRJ). Trilha sonora: Ekena, Todxs Putxs (2017).  Realização e apoio: Universidade de Pernambuco/NUPECS; PPGH da Universidade Estadual de Montes Claros;  GT GÊNERO ANPUH Brasil e ANPUH Brasil.  País/Ano: Brasil, Ano IV, 2023. Acompanhe o Segundas Feministas nas redes sociais! www.instagram.com/segundasfeministas/ www.facebook.com/Segundas-Feministas/ FONTES E INDICAÇÕES:  Notas sobre a Fome | Helena Silvestre Redes e Ruas | Paolo Gerbaudo  Encruzilhada das guerreiras da periferia sul de São Paulo: feminismo periférico e fronteiras políticas | Bárbara Geraldo de Castro A potência feminista, ou o desejo de transformar tudo| Verónica Gago Militância ou profissionalização de gênero? Um estudo comparativo na imprensa feminista do Brasil, da Argentina e do Chile (1981-1996) | Júlia Glaciela Oliveira

APRESENTAÇÃO Ler uma comunicação feminista por meio de artigos, revistas, sites e inclusive jornais disseminados pelas redes sociais e a internet é algo comum nos dias atuais. Entretanto, é importante lembrar que a existência da propagação dos feminismos não se iniciou agora, como se evidencia pela robusta produção de periódicos e revistas, realizada por mulheres ao longo do século XIX e principalmente, na virada desse para o século XX. Os feminismos e as diferentes formas de disseminação por meio da área da comunicação se transformaram no decorrer dos séculos, constituindo redes de ativismo, refletindo transformações socioculturais de seu tempo e auxiliando no protagonismo das mobilizações feministas, em suas lutas e reivindicações. É a partir das novas tecnologias da comunicação, especialmente na internet nas décadas iniciais dos anos 2000, que irão dar origem a imprensa feminista digital como a conhecemos hoje. Uma imprensa feminista digital, que gera profundas transformações na disseminação dos feminismos e o surgimento de novas dinâmicas de militância. Entre as ruas e a internet, milhares de mulheres cis e trans em espaços urbanos e rurais e de diversas minorias étnicas se iniciaram na mobilização política, experimentando nesse século XXI, o avanço da mobilidade social e o fortalecimento das redes de mulheres e feminismos já existentes. No Brasil, os “feminismos populares” com foco das lutas urbanas na reivindicação por moradia e saúde, como eram até então conhecidos nas décadas de 1980 e 1990, se conectam diretamente com o que atualmente é nomeado por pesquisadoras como “feminismos periféricos”. É possível rastrear uma ampliação da produção acadêmica que se volta para feminismos contra hegemônicos a partir de 2010 e as discussões sobre os “feminismos periféricos” remetem aos movimentos dessas mulheres que fazem os ativismos nas múltiplas e diversas periferias do país, e encontraram nas redes digitais uma ferramenta potente para renovar o que se entende como imprensa feminista.  Para debater sobre o impacto da comunicação feminista digital no século XXI juntamente a mobilização dos feminismos periféricos e as transformações sociopolíticas que essa relação proporciona nos ativismos feministas, recebemos hoje no Segundas Feministas a pesquisadora Marilene Rodrigues Quintino. FICHA TÉCNICA Segundas Feministas Episódio 142 - Feminismos, periferias e comunicação digital  Convidada: Marilene Rodrigues Quintino (Puc-SP) Direção Geral: Andréa Bandeira (UPE) Direção executiva e Locução: Kaoana Sopelsa (UFGD) e Marcela Boni (USP) Supervisão: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Pesquisa e Roteiro: Aline Beatriz Coutinho (UERJ) Edição de áudio: Indiara Launa Teodoro (UFRPE) Pesquisa gráfica, Arte e Social media: Kaoana Sopelsa (UFGD), Marília Belmonte (USP), Geisy Suet (USP), Ingryd Damásio Ribeiro Tófani (Unimontes-MG), Renan de Souza Nascimento (Unimontes-MG) e Maria Clara de Oliveira (Unimontes-MG). Colaboração: Cláudia Maia (Unimontes-MG), Aline Beatriz Coutinho (UERJ) e Suane Felippe Soares (UFRJ). Trilha sonora: Ekena, Todxs Putxs (2017).  Realização e apoio: Universidade de Pernambuco/NUPECS; PPGH da Universidade Estadual de Montes Claros;  GT GÊNERO ANPUH Brasil e ANPUH Brasil.  País/Ano: Brasil, Ano IV, 2023. Acompanhe o Segundas Feministas nas redes sociais! www.instagram.com/segundasfeministas/ www.facebook.com/Segundas-Feministas/ FONTES E INDICAÇÕES:  Notas sobre a Fome | Helena Silvestre Redes e Ruas | Paolo Gerbaudo  Encruzilhada das guerreiras da periferia sul de São Paulo: feminismo periférico e fronteiras políticas | Bárbara Geraldo de Castro A potência feminista, ou o desejo de transformar tudo| Verónica Gago Militância ou profissionalização de gênero? Um estudo comparativo na imprensa feminista do Brasil, da Argentina e do Chile (1981-1996) | Júlia Glaciela Oliveira

NOW PLAYING

Feminismos, periferias e comunicação digital 

0:00 50:13

No transcript for this episode yet

We transcribe on demand. Request one and we'll notify you when it's ready — usually under 10 minutes.

No similar episodes found.

No similar podcasts found.

Frequently Asked Questions

How long is this episode of Segundas Feministas?

This episode is 50 minutes long.

When was this Segundas Feministas episode published?

This episode was published on May 22, 2023.

What is this episode about?

APRESENTAÇÃO Ler uma comunicação feminista por meio de artigos, revistas, sites e inclusive jornais disseminados pelas redes sociais e a internet é algo comum nos dias atuais. Entretanto, é importante lembrar que a existência da propagação dos...

Can I download this Segundas Feministas episode?

Yes, you can download this episode by clicking the download button on the episode player, or subscribe to the podcast in your preferred podcast app for automatic downloads.
URL copied to clipboard!