Filho do encorajamento - Atos 9.26-27 episode artwork

EPISODE · Jul 3, 2024 · 4 MIN

Filho do encorajamento - Atos 9.26-27

from Fiel Devocional · host Ministério Fiel

Tendo chegado a Jerusalém, procurou juntar-se com os discípulos; todos, porém, o temiam, não acreditando que ele fosse discípulo. Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos; e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho. (At 9.26-27)Certa noite, na década de 60, um hippie despenteado chegou a uma igreja muito grande e adequada perto da costa, em São Francisco. Quando ele entrou, nenhum dos obreiros o cumprimentou. A igreja estava lotada e, enquanto olhava ao longo das fileiras, ninguém se moveu — e assim ele continuou a andar. Certo momento, tendo caminhado até a frente sem encontrar um assento, ele se sentou bem no meio do corredor, de pernas cruzadas no chão. Nesse instante, o diácono sênior — um homem pequeno em um terno, com um alfinete na gravata — começou a andar para a frente, vindo do fundo da igreja. Ele caminhou até o jovem — e sentou-se no chão ao lado dele!Aquele diácono era um “Barnabé”. Um Barnabé de um grupo de 500 fez toda a diferença na vida de um novo convertido.Como um novo convertido ao cristianismo, Paulo não tinha para onde ir. Os crentes em Jerusalém estavam com medo e duvidavam que ele tivesse experimentado uma mudança radical de vida. Paulo precisava de alguém neste momento de sua vida para encorajá-lo, liderá-lo e apresentá-lo à igreja. Para essa tarefa, Deus escolheu um homem comum que ele estivera formando esse tempo todo. Este homem era um estrangeiro de Chipre, com uma grande formação religiosa, que havia recebido um novo nome por aqueles que o conheciam: Barnabé, que significa “filho do encorajamento” (At 4.36). Foi essa característica de Barnabé — sua natureza encorajadora — que o tornou influente na vida de Paulo. A Escritura não nos diz que Barnabé dirigiu Paulo a qualquer lugar, desenhou-lhe um mapa ou sugeriu alguém com quem ele pudesse conversar. Não, simplesmente nos dá quatro palavras maravilhosas: “Mas Barnabé, tomando-o consigo”. Quando você leva alguém aonde ele precisa ir, isso envolve tempo, esforço e um rearranjo de planos. Onde muitos não se preocupariam, Barnabé chegou junto.Barnabé se tornaria companheiro de Paulo em sua primeira grande viagem missionária (At 13.1-3). Não apenas o início da vida cristã de Paulo, mas o início de seu testemunho aos gentios deve muito a esse herói em grande parte desconhecido. Somente no céu se tornará aparente o quanto dos sucessos do ministério de Paulo foram resultado da maneira como Deus inicialmente e continuamente colocou Barnabé ao seu lado.Precisamos de pessoas com o espírito de Barnabé em nossas igrejas — pessoas que exalem esse tipo de compaixão, que dediquem tempo, esforço e reorganizem seus planos para alcançar e acolher aqueles que são novos ou que estão lutando. De fato, em muitas congregações, tais pessoas já estão lá; a igreja é sustentada todas as semanas como resultado de homens e mulheres que reconhecem que não há momentos sem importância em seus dias. Não há encontros casuais. Não há pessoas irrelevantes. Não há tarefas insignificantes. Toda igreja precisa dessas pessoas, que estão dispostas a fazer o que é necessário para “tomar” alguém como Barnabé tomou Paulo. Esse será você?

Tendo chegado a Jerusalém, procurou juntar-se com os discípulos; todos, porém, o temiam, não acreditando que ele fosse discípulo. Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos; e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho. (At 9.26-27)Certa noite, na década de 60, um hippie despenteado chegou a uma igreja muito grande e adequada perto da costa, em São Francisco. Quando ele entrou, nenhum dos obreiros o cumprimentou. A igreja estava lotada e, enquanto olhava ao longo das fileiras, ninguém se moveu — e assim ele continuou a andar. Certo momento, tendo caminhado até a frente sem encontrar um assento, ele se sentou bem no meio do corredor, de pernas cruzadas no chão. Nesse instante, o diácono sênior — um homem pequeno em um terno, com um alfinete na gravata — começou a andar para a frente, vindo do fundo da igreja. Ele caminhou até o jovem — e sentou-se no chão ao lado dele!Aquele diácono era um “Barnabé”. Um Barnabé de um grupo de 500 fez toda a diferença na vida de um novo convertido.Como um novo convertido ao cristianismo, Paulo não tinha para onde ir. Os crentes em Jerusalém estavam com medo e duvidavam que ele tivesse experimentado uma mudança radical de vida. Paulo precisava de alguém neste momento de sua vida para encorajá-lo, liderá-lo e apresentá-lo à igreja. Para essa tarefa, Deus escolheu um homem comum que ele estivera formando esse tempo todo. Este homem era um estrangeiro de Chipre, com uma grande formação religiosa, que havia recebido um novo nome por aqueles que o conheciam: Barnabé, que significa “filho do encorajamento” (At 4.36). Foi essa característica de Barnabé — sua natureza encorajadora — que o tornou influente na vida de Paulo. A Escritura não nos diz que Barnabé dirigiu Paulo a qualquer lugar, desenhou-lhe um mapa ou sugeriu alguém com quem ele pudesse conversar. Não, simplesmente nos dá quatro palavras maravilhosas: “Mas Barnabé, tomando-o consigo”. Quando você leva alguém aonde ele precisa ir, isso envolve tempo, esforço e um rearranjo de planos. Onde muitos não se preocupariam, Barnabé chegou junto.Barnabé se tornaria companheiro de Paulo em sua primeira grande viagem missionária (At 13.1-3). Não apenas o início da vida cristã de Paulo, mas o início de seu testemunho aos gentios deve muito a esse herói em grande parte desconhecido. Somente no céu se tornará aparente o quanto dos sucessos do ministério de Paulo foram resultado da maneira como Deus inicialmente e continuamente colocou Barnabé ao seu lado.Precisamos de pessoas com o espírito de Barnabé em nossas igrejas — pessoas que exalem esse tipo de compaixão, que dediquem tempo, esforço e reorganizem seus planos para alcançar e acolher aqueles que são novos ou que estão lutando. De fato, em muitas congregações, tais pessoas já estão lá; a igreja é sustentada todas as semanas como resultado de homens e mulheres que reconhecem que não há momentos sem importância em seus dias. Não há encontros casuais. Não há pessoas irrelevantes. Não há tarefas insignificantes. Toda igreja precisa dessas pessoas, que estão dispostas a fazer o que é necessário para “tomar” alguém como Barnabé tomou Paulo. Esse será você?

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Tendo chegado a Jerusalém, procurou juntar-se com os discípulos; todos, porém, o temiam, não acreditando que ele fosse discípulo. Mas Barnabé, tomando-o consigo, levou-o aos apóstolos; e contou-lhes como ele vira o Senhor no caminho. (At...

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