EPISODE · Apr 15, 2022 · 58 MIN
Guimarães em Debate #22
from Jornal de Guimarães · host Jornal de Guimarães
#22 - Analisando a importância do período antes da ordem de trabalhos, Francisco Teixeira considerou ser natural que esse seja um tempo de maior visibilidade e estimulante para a intervenção política. Contudo, analisando a intervenção da coligação “Juntos por Guimarães”, acha que tem vindo a produzir «pouca oposição». Em sentido oposto foram as considerações de Eduardo Fernandes. Ainda que reconheça as dificuldades que a oposição enfrenta para desenvolver o seu trabalho, devido ao facto de não se tratar de políticos em dedicação exclusiva, refere que muitas das intervenções que produz, trazendo à atualidade assuntos esquecidos, têm como contraponto a apresentação de novos projetos da parte do Presidente da Câmara, como lembrou o caso do anunciado teleférico de ligação da cidade às Taipas. No mesmo sentido foi a opinião de Paulo Peixoto que salientou o facto de a oposição ter ideias criativas, mas que enfrentava uma sistemática recusa do poder em ouvir essas ideias. Ainda sobre este mesmo assunto, Esser Jorge preferiu produzir uma reflexão de âmbito mais geral questionando se, 48 anos após a instauração da democracia, não ser tempo de se construir um novo modelo de organização política para as autarquias. A finalizar o programa, em tempo de outras reflexões, Esser Jorge referiu-se a uma obra do jornalista Carlos Fino que aborda as relações entre Portugal e o Brasil e o que classifica de “estranhamento”. Já Francisco Teixeira partilhou um trabalho escultórico de um artesão vimaranense já falecido, um Cristo “muito especial” porque não é um Cristo crucificado na tradição “ortodoxa” da Páscoa. Com moderação de António Magalhães reúne-se semanalmente à sexta-feira o Guimarães em Debate que pode ser visto e ouvido nas redes sociais do Jornal de Guimarães, no Spotify, Apple Podcast e Google Podcast.
What this episode covers
#22 - Analisando a importância do período antes da ordem de trabalhos, Francisco Teixeira considerou ser natural que esse seja um tempo de maior visibilidade e estimulante para a intervenção política. Contudo, analisando a intervenção da coligação “Juntos por Guimarães”, acha que tem vindo a produzir «pouca oposição». Em sentido oposto foram as considerações de Eduardo Fernandes. Ainda que reconheça as dificuldades que a oposição enfrenta para desenvolver o seu trabalho, devido ao facto de não se tratar de políticos em dedicação exclusiva, refere que muitas das intervenções que produz, trazendo à atualidade assuntos esquecidos, têm como contraponto a apresentação de novos projetos da parte do Presidente da Câmara, como lembrou o caso do anunciado teleférico de ligação da cidade às Taipas. No mesmo sentido foi a opinião de Paulo Peixoto que salientou o facto de a oposição ter ideias criativas, mas que enfrentava uma sistemática recusa do poder em ouvir essas ideias. Ainda sobre este mesmo assunto, Esser Jorge preferiu produzir uma reflexão de âmbito mais geral questionando se, 48 anos após a instauração da democracia, não ser tempo de se construir um novo modelo de organização política para as autarquias. A finalizar o programa, em tempo de outras reflexões, Esser Jorge referiu-se a uma obra do jornalista Carlos Fino que aborda as relações entre Portugal e o Brasil e o que classifica de “estranhamento”. Já Francisco Teixeira partilhou um trabalho escultórico de um artesão vimaranense já falecido, um Cristo “muito especial” porque não é um Cristo crucificado na tradição “ortodoxa” da Páscoa. Com moderação de António Magalhães reúne-se semanalmente à sexta-feira o Guimarães em Debate que pode ser visto e ouvido nas redes sociais do Jornal de Guimarães, no Spotify, Apple Podcast e Google Podcast.
NOW PLAYING
Guimarães em Debate #22
No transcript for this episode yet
Similar Episodes
Sep 17, 2025 ·24m
Jun 12, 2025 ·20m
May 19, 2025 ·25m
Jan 10, 2025 ·28m
Jan 10, 2025 ·23m