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Interseccionalidade [bii]

Episode 70 of the Larvas Incendiadas podcast, hosted by Thiago Coacci, titled "Interseccionalidade [bii]" was published on January 7, 2025 and runs 17 minutes.

January 7, 2025 ·17m · Larvas Incendiadas

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Nos últimos anos, a interseccionalidade se popularizou. A palavra aparece no título de vários livros, em documentos oficiais de governos e até em artigos de opinião analisando o Big Brother, publicados em revistas de grande circulação, mas afinal o que é a interseccionalidade? Qual a origem dessa ideia? E como aplicá-la? Esse episódio, que inaugura nossa linha de breves introduções incendiadas, buscará responder essas questões. O objetivo não é esgotar o assunto, mas oferecer uma introdução rápida, porém de qualidade, além de indicar uma trilha de leitura. Para aprofundar o estudo: AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.BILGE, Sirma. Intersectionality Undone: Saving Intersectionality from Feminist Intersectionality Studies. Du Bois Review: Social Science Research on Race, v. 10, n. 2, p. 405–424, ed 2013. COLLINS, Patricia Hill. Intersectionality as critical social theory. Durham: Duke University Press, 2019. COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo Editorial, 2021. CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics. University of Chicago Legal Forum, v. 1989, n. 1, p. 139–167, 1989. CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos feministas, Florianópolis, v. 1, 2002. CRENSHAW, Kimberlé. Mapping the Margins: Intersectionality, Identity Politics, and Violence against Women of Color. Stanford Law Review, v. 43, n. 6, p. 1241–1299, 1991. HANCOCK, Ange-Marie. Intersectionality: an intellectual history. New York, NY: Oxford University Press, 2016 HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Tempo Social, v. 26, p. 61–73, jun. 2014. KERGOAT, Danièle. Dinâmica e consubstancialidade das relações sociais. Novos estudos CEBRAP, p. 93–103, mar. 2010. PUAR, Jasbir. “Prefiro ser um ciborgue a ser uma deusa”: interseccionalidade, agenciamento e política afetiva. Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC, 2013. YUVAL-DAVIS, Nira. Intersectionality and Feminist Politics. European Journal of Women’s Studies, v. 13, n. 3, p. 193–209, 1 ago. 2006.

Nos últimos anos, a interseccionalidade se popularizou. A palavra aparece no título de vários livros, em documentos oficiais de governos e até em artigos de opinião analisando o Big Brother, publicados em revistas de grande circulação, mas afinal o que é a interseccionalidade? Qual a origem dessa ideia? E como aplicá-la? Esse episódio, que inaugura nossa linha de breves introduções incendiadas, buscará responder essas questões. O objetivo não é esgotar o assunto, mas oferecer uma introdução rápida, porém de qualidade, além de indicar uma trilha de leitura.


Para aprofundar o estudo:


AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. São Paulo: Pólen, 2019.
BILGE, Sirma. Intersectionality Undone: Saving Intersectionality from Feminist Intersectionality Studies. Du Bois Review: Social Science Research on Race, v. 10, n. 2, p. 405–424, ed 2013.

COLLINS, Patricia Hill. Intersectionality as critical social theory. Durham: Duke University Press, 2019.

COLLINS, Patricia Hill; BILGE, Sirma. Interseccionalidade. São Paulo: Boitempo Editorial, 2021.

CRENSHAW, Kimberlé. Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics. University of Chicago Legal Forum, v. 1989, n. 1, p. 139–167, 1989.

CRENSHAW, Kimberlé. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos feministas, Florianópolis, v. 1, 2002.

CRENSHAW, Kimberlé. Mapping the Margins: Intersectionality, Identity Politics, and Violence against Women of Color. Stanford Law Review, v. 43, n. 6, p. 1241–1299, 1991.

HANCOCK, Ange-Marie. Intersectionality: an intellectual history. New York, NY: Oxford University Press, 2016


HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações sociais. Tempo Social, v. 26, p. 61–73, jun. 2014.

KERGOAT, Danièle. Dinâmica e consubstancialidade das relações sociais. Novos estudos CEBRAP, p. 93–103, mar. 2010.

PUAR, Jasbir. “Prefiro ser um ciborgue a ser uma deusa”: interseccionalidade, agenciamento e política afetiva. Meritum, Revista de Direito da Universidade FUMEC, 2013.

YUVAL-DAVIS, Nira. Intersectionality and Feminist Politics. European Journal of Women’s Studies, v. 13, n. 3, p. 193–209, 1 ago. 2006.

Laras Senja Laras Senja Mostly curhat. But i'm sure we can learn from each experience in our life. Ini akan jadi safe and brave space gw, di mana gw bisa sharing hal-hal yang ga bisa gw ceritain ke orang lain. Mulai dari cita-cita sampai break down-nya gw, dating app, sampe buku favorit. Relate? Join? Atau mau sekedar sharing? Hit me on [email protected] PODCAST CHILL Citra Madani A podcast hosted by Citra Inas Lintang and Laras. Bincang-bincang tentang apa aja dari mana aja. Selamat menikmati obrolan santai dari Lombok, Semarang, Kalimantan, dan Wonogiri. Have a good time listening "CHILL" !! GEMMACAST GEMMA UFLA Podcast desenvolvido por membros do Grupo de Estudos em Máquinas e Mecanização Agrícola(GEMMA) da Universidade Federal de Lavras(UFLA) Melville en Mazatlán UNAM Vicente Quirarte (Ciudad de México, 1954). Poeta, narrador y ensayista, es doctor en Letras por la UNAM y miembro de número de la Academia Mexicana de la Lengua y del Sistema Nacional de Investigadores. Entre los varios premios que ha merecido están el Nacional de Poesía Joven de México Elías Nandino, el Nacional de Ensayo Literario José Revueltas, el Xavier Villaurrutia y el Iberoamericano de Poesía Ramón López Velarde. Un encuentro entre el arrebatado y vehemente Herman Melville de 24 años y el desolado y hastiado Melville de 60 años es la propuesta de Vicente Quirarte en esta obra que fue estrenada por Teatro UNAM en abril de 2015 bajo la dirección de Eduardo Ruiz Saviñón y con las actuaciones de Arturo Ríos, como Melville viejo, y Pedro de Tavira Egurrola interpretando a Melville joven. En la introducción a su texto, Vicente Quirarte explica: “La obra puede tener lugar en 1844, año en que Melville vuelve a Nueva York, tras largas navegaciones y está a punto de dar comienzo a
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