EPISODE · Feb 6, 2023 · 7 MIN
Livro do Gênesis 1,1-19 (com reflexão)
from OUVIR E REFLETIR · host REINALDO ROCHA
Livro do Gênesis 1,1-19 [1] No princípio Deus criou o céu e a terra. [2] A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. [3] Deus disse: "Faça-se a luz!" E a luz se fez. [4] Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. [5] E à luz Deus chamou "dia" e às trevas, "noite". Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. [6] Deus disse: "Faça-se um firmamento entre as águas, separando umas das outras". [7] E Deus fez o firmamento, e separou as águas que estavam embaixo, das que estavam em cima do firmamento. E assim se fez. [8] Ao firmamento Deus chamou "céu". Houve uma tarde e uma manhã: segundo dia. [9] Deus Disse: "Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar e apareça o solo enxuto!" E assim se fez. [10] Ao solo enxuto Deus chamou "terra" e ao ajuntamento das águas, "mar". E Deus viu que era bom. [11] Deus disse: "A terra faça brotar vegetação e plantas que deem semente, e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, que tenham nele sua semente sobre a terra". E assim se fez. [12] E a terra produziu vegetação e plantas que trazem semente segundo a sua espécie, e árvores que dão fruto tendo nele a semente da sua espécie. E Deus viu que era bom. [13] Houve uma tarde e uma manhã: terceiro dia. [14] Deus disse: "Façam-se luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia da noite. Que sirvam de sinais para marcar as épocas os dias e os anos, [15] e que resplandeçam no firmamento do céu e iluminem a terra". E assim se fez. [16] Deus fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para presidir ao dia, e o luzeiro menor para presidir à noite, e as estrelas. [17] Deus colocou-os no firmamento do céu para alumiar a terra, [18] para presidir ao dia e à noite e separar a luz das trevas. E Deus viu que era bom. [19] E houve uma tarde e uma manhã: quarto dia. Palavra do Senhor. REFLEXÃO Vida é vida, não comporta começo e fim. A vida não pode, no entanto, criar-se a si mesma. É, por isso, eterna. A vida, eterna, é a própria criadora de outras vidas. Esta vida, eterna, criadora, é Deus. E como Deus/vida, Ele cria, cria a luz. Cria a luz para serviço em favor de outras vidas criadas por Ele. É muito simples para o cristão. É uma questão de fé, mas até racionalmente compreensível e aceitável. Por sua vez, para o ser humano natural e materialista, não há espaço para um deus na origem de tudo. Com isto a humanidade deixa de se beneficiar da mais importante dádiva de Deus ao ser humano, criado à sua imagem e semelhança: os valores divinos. Como consequência, a ciência que lida com a criação, com a vida, é tratada pela moral interessada no lucro, eticamente condenável. Problema para a bioética resolver, solução que só virá pela aceitação definitiva dos princípios divinos sobre a vida. Pelo Gênesis, a obra mais importante como princípio de vida foi a criação da luz. A ausência de luz impediria o resto da criação. A luz criada por Deus é o fundamento no qual se edifica toda a ciência da vida. Quando falta esta luz que ilumina as mentes, os cientistas tateiam na escuridão da ausência de Deus. E nesta escuridão o ser humano não só despreza a hipótese do deus criador, mas transforma a ciência da criação numa terra de ninguém, um negócio sem escrúpulos, cujo único objetivo é o lucro financeiro. Deus viu que a luz era boa. Falta ao ser humano, orgulhoso de sua razão, esta deploravelmente contaminada pela escuridão do pecado, descobrir a luz que vai separa-lo das trevas em que se lançou com a obstinação de desconsiderar Deus/Vida como a origem da vida terrena. Deus criou a luz para nos tornar aptos a aceitá-lo a partir de Gênesis 1.
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Livro do Gênesis 1,1-19 [1] No princípio Deus criou o céu e a terra. [2] A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam a face do abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. [3] Deus disse: "Faça-se a luz!" E a luz se fez. [4] Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. [5] E à luz Deus chamou "dia" e às trevas, "noite". Houve uma tarde e uma manhã: primeiro dia. [6] Deus disse: "Faça-se um firmamento entre as águas, separando umas das outras". [7] E Deus fez o firmamento, e separou as águas que estavam embaixo, das que estavam em cima do firmamento. E assim se fez. [8] Ao firmamento Deus chamou "céu". Houve uma tarde e uma manhã: segundo dia. [9] Deus Disse: "Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar e apareça o solo enxuto!" E assim se fez. [10] Ao solo enxuto Deus chamou "terra" e ao ajuntamento das águas, "mar". E Deus viu que era bom. [11] Deus disse: "A terra faça brotar vegetação e plantas que deem semente, e árvores frutíferas que deem fruto segundo a sua espécie, que tenham nele sua semente sobre a terra". E assim se fez. [12] E a terra produziu vegetação e plantas que trazem semente segundo a sua espécie, e árvores que dão fruto tendo nele a semente da sua espécie. E Deus viu que era bom. [13] Houve uma tarde e uma manhã: terceiro dia. [14] Deus disse: "Façam-se luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia da noite. Que sirvam de sinais para marcar as épocas os dias e os anos, [15] e que resplandeçam no firmamento do céu e iluminem a terra". E assim se fez. [16] Deus fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para presidir ao dia, e o luzeiro menor para presidir à noite, e as estrelas. [17] Deus colocou-os no firmamento do céu para alumiar a terra, [18] para presidir ao dia e à noite e separar a luz das trevas. E Deus viu que era bom. [19] E houve uma tarde e uma manhã: quarto dia. Palavra do Senhor. REFLEXÃO Vida é vida, não comporta começo e fim. A vida não pode, no entanto, criar-se a si mesma. É, por isso, eterna. A vida, eterna, é a própria criadora de outras vidas. Esta vida, eterna, criadora, é Deus. E como Deus/vida, Ele cria, cria a luz. Cria a luz para serviço em favor de outras vidas criadas por Ele. É muito simples para o cristão. É uma questão de fé, mas até racionalmente compreensível e aceitável. Por sua vez, para o ser humano natural e materialista, não há espaço para um deus na origem de tudo. Com isto a humanidade deixa de se beneficiar da mais importante dádiva de Deus ao ser humano, criado à sua imagem e semelhança: os valores divinos. Como consequência, a ciência que lida com a criação, com a vida, é tratada pela moral interessada no lucro, eticamente condenável. Problema para a bioética resolver, solução que só virá pela aceitação definitiva dos princípios divinos sobre a vida. Pelo Gênesis, a obra mais importante como princípio de vida foi a criação da luz. A ausência de luz impediria o resto da criação. A luz criada por Deus é o fundamento no qual se edifica toda a ciência da vida. Quando falta esta luz que ilumina as mentes, os cientistas tateiam na escuridão da ausência de Deus. E nesta escuridão o ser humano não só despreza a hipótese do deus criador, mas transforma a ciência da criação numa terra de ninguém, um negócio sem escrúpulos, cujo único objetivo é o lucro financeiro. Deus viu que a luz era boa. Falta ao ser humano, orgulhoso de sua razão, esta deploravelmente contaminada pela escuridão do pecado, descobrir a luz que vai separa-lo das trevas em que se lançou com a obstinação de desconsiderar Deus/Vida como a origem da vida terrena. Deus criou a luz para nos tornar aptos a aceitá-lo a partir de Gênesis 1.
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