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Não manja nada

Pod e réplicas por Thiago. Comentários por Mari. 1. Hefner – The day that Thatcher dies M....

An episode of the Arquivos RoupaSuja podcast, hosted by Mariana Casalecchi, titled "Não manja nada" was published on May 13, 2008 and runs 16 minutes.

May 13, 2008 ·16m · Arquivos RoupaSuja

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Pod e réplicas por Thiago. Comentários por Mari. 1. Hefner – The day that Thatcher dies M. A melodia é uma delícia, daquelas que deixam o coração mais úmido e vermelhinho. Trilha bacana pra tocar enquanto o sol ainda não se pôs. Lugar novo, você dormiu bem a noite anterior e tudo o que precisa fazer é esperar pelas boas surpresas que virão. Olha, um coral de criancinhas foi enviado para anunciá-las! Como as coisas são coloridas por aqui... T. Desde 2001 eu conheço essa música e a Margareth não morre pra eu dar uma festinha. Quase fiz isso quando o ACM morreu, mas o pessoal lá do escritório não me deixa dançar em serviço. 2. Stephen Malkmus – Jo-jo’s jacket M. A música começa sisuda, quase um depoimento de apresentação pra algum desses grupos de apoio que são abreviados por siglas. Mas quando - passada a tensão inicial - recomeça e se mostra, dá vontade de levar pra passear e morder o pezinho. Ô coisa fofa! Ih-ihs, oh-ohs, uh-uhs. Esses suspirinhos deixariam os Weezer mortos de inveja. T. Posso concordar ou não, depende do que/quem tu quer levar pra passear e morder o pé. Tem gente que tem o pé sujo. 3. Gorillaz – Rock the house M. Engraçada a sensação que essa música me desperta. Fico me sentindo toda malandrona, dona das quebradas, conhecida e respeitada e com todo o groove do mundo. Até me arriscaria a executar alguma manobra bem louca no break se vc prometesse que seguraria o ritmo nas palmas...ou até num beatbox, pq não?. Assim, só pra descontrair enquanto a rapaziada vai colando. T. Não que Gorillaz seja das maiores malandragens do mundo, mas é compreensível. A base dessa música veio de um grupo de RAP bem da quebrada mesmo, cujo nome me escapa agora. E eu até seguraria o ritmo nas palmas se não estivesse filmando essa cena hilária. A gravação sairia toda torta porque eu não conseguiria parar de rir. 4. Violent Femmes – Gordon’s message M. Já que vc curte recadinhos deixados em secretárias eletrônicas, dá só uma olhada no que o Tom Zé deixou pro Fred 04, do Mundo Livre: Por Pouco (terceiro disco da banda), faixa 11. T. Vou pegar meu CD do Mundo Livre e riscar agora essa faixa. Tom Zé não dá. 5. Ornatos Violeta – Capitão Romance M. O que seria isso? O Manu Chao cantando em português? Arnaldo Antunes explorando o lado europeu da nossa língua? Um jamaicano radicado em Portugal lamentando tudo o que deixou de fazer? Uma salada com legumes que não conheço? Um pássaro? Um avião? T. BÉ (onomatopéia de corneta de resposta errada). Percebe-se que tu caiu numa armadilha que eu montei só pra provar que tu não manja nada. É uma banda portuguesa, sim, até meio Los Hermanos, dependendo da perspectiva. Mas o fato principal é que o backing vocal é cantado em português pelo Gordon Gano, o vocalista do Violent Femmes. Não que eu ache um grande mérito saber dessas minúcias da música alternativa - é que por acaso eu vi num clipe.

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Pod e réplicas por Thiago. Comentários por Mari. 1. Hefner – The day that Thatcher dies M. A melodia é uma delícia, daquelas que deixam o coração mais úmido e vermelhinho. Trilha bacana pra tocar enquanto o sol ainda não se pôs. Lugar novo, você dormiu bem a noite anterior e tudo o que precisa fazer é esperar pelas boas surpresas que virão. Olha, um coral de criancinhas foi enviado para anunciá-las! Como as coisas são coloridas por aqui... T. Desde 2001 eu conheço essa música e a Margareth não morre pra eu dar uma festinha. Quase fiz isso quando o ACM morreu, mas o pessoal lá do escritório não me deixa dançar em serviço. 2. Stephen Malkmus – Jo-jo’s jacket M. A música começa sisuda, quase um depoimento de apresentação pra algum desses grupos de apoio que são abreviados por siglas. Mas quando - passada a tensão inicial - recomeça e se mostra, dá vontade de levar pra passear e morder o pezinho. Ô coisa fofa! Ih-ihs, oh-ohs, uh-uhs. Esses suspirinhos deixariam os Weezer mortos de inveja. T. Posso concordar ou não, depende do que/quem tu quer levar pra passear e morder o pé. Tem gente que tem o pé sujo. 3. Gorillaz – Rock the house M. Engraçada a sensação que essa música me desperta. Fico me sentindo toda malandrona, dona das quebradas, conhecida e respeitada e com todo o groove do mundo. Até me arriscaria a executar alguma manobra bem louca no break se vc prometesse que seguraria o ritmo nas palmas...ou até num beatbox, pq não?. Assim, só pra descontrair enquanto a rapaziada vai colando. T. Não que Gorillaz seja das maiores malandragens do mundo, mas é compreensível. A base dessa música veio de um grupo de RAP bem da quebrada mesmo, cujo nome me escapa agora. E eu até seguraria o ritmo nas palmas se não estivesse filmando essa cena hilária. A gravação sairia toda torta porque eu não conseguiria parar de rir. 4. Violent Femmes – Gordon’s message M. Já que vc curte recadinhos deixados em secretárias eletrônicas, dá só uma olhada no que o Tom Zé deixou pro Fred 04, do Mundo Livre: Por Pouco (terceiro disco da banda), faixa 11. T. Vou pegar meu CD do Mundo Livre e riscar agora essa faixa. Tom Zé não dá. 5. Ornatos Violeta – Capitão Romance M. O que seria isso? O Manu Chao cantando em português? Arnaldo Antunes explorando o lado europeu da nossa língua? Um jamaicano radicado em Portugal lamentando tudo o que deixou de fazer? Uma salada com legumes que não conheço? Um pássaro? Um avião? T. BÉ (onomatopéia de corneta de resposta errada). Percebe-se que tu caiu numa armadilha que eu montei só pra provar que tu não manja nada. É uma banda portuguesa, sim, até meio Los Hermanos, dependendo da perspectiva. Mas o fato principal é que o backing vocal é cantado em português pelo Gordon Gano, o vocalista do Violent Femmes. Não que eu ache um grande mérito saber dessas minúcias da música alternativa - é que por acaso eu vi num clipe.
Arquivos Papo de Boteco - FLIPERAMA DE BOTECO Fliperama de Boteco Fliperama de Boteco é um podcast com frequência semanal, publicado em todos os agregadores e também nas principais plataformas de streaming SPOTIFY, DEEZER, AMAZON MUSIC E ETC. O mote do podcast é retrogaming, ou seja, a maior parte do conteúdo aborda videogames da primeira até a 7ª geração se estendendo também para retrocomputação 8 bits. Além dos tradicionais programas de análise de jogos, contamos com alguns conteúdos extras como: produções musicais de temas de jogos, programas com abordagem histórica sobre o contexto dos jogos, programa de novidades do mundo Gamer, programa de assuntos diversos e variados com duração menor, contos de terror e também conteúdo em forma de texto no site. Arquivo PSI Arquivo PSI Esse podcast é uma tentativa falhada de achar um lugar para desabafar e falar da vida Sabenças Passadas Adriana Santos de Oliveira Espaço para arquivas cantigas da Residência Pedagógica e também para compartilhar orientação de atividades aos alunos da pró Adriana. BahZika Podcast Sergio Mendes Sejam bem vindos ao BahZika Podcast onde nossas idéias estão no ar.Essa é a proposta para todas as pautas ter a liberdade de opiniões e buscar soluções para esse cotidiano do corre-corre do dia-a-dia.Será sempre uma alegria ter momentos da vida registrado em um arquivo MP3 para se escutado a qual quer momento do dia.Esse é o BahZika PodCast nosso canal nas ondas do Spotify e Google Podcasts.Um forte abraço do Guto Morungava.
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