Nas tuas mãos, estão os meus dias - Salmos 31.14-16 episode artwork

EPISODE · Jun 13, 2024 · 4 MIN

Nas tuas mãos, estão os meus dias - Salmos 31.14-16

from Fiel Devocional · host Ministério Fiel

Quanto a mim, confio em ti, Senhor. Eu disse: tu és o meu Deus. Nas tuas mãos, estão os meus dias; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos meus perseguidores. Faze resplandecer o teu rosto sobre o teu servo; salva-me por tua misericórdia. (Sl 31.14-16)A maioria de nós é uma mistura de emoções e experiências. O bom, o ruim e o feio passam por nós regularmente. A questão principal é o que fazemos com esses sentimentos e experiências. Como ser um crente molda a maneira como vemos nosso mundo? “Nas tuas mãos, estão os meus dias” é uma afirmação curta para lembrar aos cristãos que, apesar dos desastres e dificuldades, estamos sob os cuidados do Deus Todo-Poderoso.Nos versículos de abertura do Salmo 31, é evidente que Davi está angustiado. À medida que lemos, parece que o encontramos em uma posição de segurança só alguns versículos depois, apenas para ele retornar imediatamente a um estado de angústia. Esse ciclo de dor e alegria não é uma experiência incomum para o peregrino cristão. Na verdade, a recorrência de decepção e desconforto é bastante comum ao longo do caminho da fé.Em seu livro O refúgio secreto, Corrie ten Boom conta a história de ansiar por sua primeira viagem de trem. Embora ainda faltassem muitas semanas para a viagem, ela ia regularmente ao pai e perguntava se ele tinha as passagens. Ele dizia a ela repetidas vezes que sim. Ela percebeu que seu problema era a falta de confiança em seu pai; ela não acreditava que ele cuidaria de tudo. Estava preocupada que ele perderia sua passagem e que, de alguma forma, ela ficaria sem o bilhete no dia em que viajaria. Nesta lição, ela aprendeu que Deus nos dá o bilhete no dia em que fazemos a jornada, e não antes. Ele, é claro, é muito melhor em mantê-lo seguro do que nós.Em nossas próprias peregrinações através das mágoas, decepções, perdas de entes queridos e fracassos pessoais, podemos aprender que isso, de fato, é verdade. Portanto, devemos confiar nele. No dia em que fizermos a jornada do tempo para a eternidade, se conhecemos a Cristo, sabemos que ele nos dará o bilhete. Se esse dia for hoje, então a passagem está a caminho. Se não, então que adianta ficarmos acordados na cama, deixando nossas emoções nos controlarem e nossas preocupações se aglomerarem sobre nós?Não estamos à mercê de forças arbitrárias e impessoais; estamos nas mãos de nosso Deus amoroso. Ele nos diz: Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Vinde a mim com todos os vossos fardos, temores, pânicos e mágoas. Tomai sobre vós o meu jugo. Vivei sob meu governo amoroso, porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve; e achareis descanso para a vossa alma, para sempre (veja Mt 11.28-30).Esta é a sua segurança. Seus dias — curtos ou longos, ricos ou pobres, tristes ou felizes — estão nas mãos dele. Ele dará a você boas obras para fazer todos os dias e, em seguida, no seu último dia, ele o levará com segurança ao lugar onde seus dias são infinitamente longos, inimaginavelmente ricos e indizivelmente felizes.

Quanto a mim, confio em ti, Senhor. Eu disse: tu és o meu Deus. Nas tuas mãos, estão os meus dias; livra-me das mãos dos meus inimigos e dos meus perseguidores. Faze resplandecer o teu rosto sobre o teu servo; salva-me por tua misericórdia. (Sl 31.14-16)A maioria de nós é uma mistura de emoções e experiências. O bom, o ruim e o feio passam por nós regularmente. A questão principal é o que fazemos com esses sentimentos e experiências. Como ser um crente molda a maneira como vemos nosso mundo? “Nas tuas mãos, estão os meus dias” é uma afirmação curta para lembrar aos cristãos que, apesar dos desastres e dificuldades, estamos sob os cuidados do Deus Todo-Poderoso.Nos versículos de abertura do Salmo 31, é evidente que Davi está angustiado. À medida que lemos, parece que o encontramos em uma posição de segurança só alguns versículos depois, apenas para ele retornar imediatamente a um estado de angústia. Esse ciclo de dor e alegria não é uma experiência incomum para o peregrino cristão. Na verdade, a recorrência de decepção e desconforto é bastante comum ao longo do caminho da fé.Em seu livro O refúgio secreto, Corrie ten Boom conta a história de ansiar por sua primeira viagem de trem. Embora ainda faltassem muitas semanas para a viagem, ela ia regularmente ao pai e perguntava se ele tinha as passagens. Ele dizia a ela repetidas vezes que sim. Ela percebeu que seu problema era a falta de confiança em seu pai; ela não acreditava que ele cuidaria de tudo. Estava preocupada que ele perderia sua passagem e que, de alguma forma, ela ficaria sem o bilhete no dia em que viajaria. Nesta lição, ela aprendeu que Deus nos dá o bilhete no dia em que fazemos a jornada, e não antes. Ele, é claro, é muito melhor em mantê-lo seguro do que nós.Em nossas próprias peregrinações através das mágoas, decepções, perdas de entes queridos e fracassos pessoais, podemos aprender que isso, de fato, é verdade. Portanto, devemos confiar nele. No dia em que fizermos a jornada do tempo para a eternidade, se conhecemos a Cristo, sabemos que ele nos dará o bilhete. Se esse dia for hoje, então a passagem está a caminho. Se não, então que adianta ficarmos acordados na cama, deixando nossas emoções nos controlarem e nossas preocupações se aglomerarem sobre nós?Não estamos à mercê de forças arbitrárias e impessoais; estamos nas mãos de nosso Deus amoroso. Ele nos diz: Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Vinde a mim com todos os vossos fardos, temores, pânicos e mágoas. Tomai sobre vós o meu jugo. Vivei sob meu governo amoroso, porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve; e achareis descanso para a vossa alma, para sempre (veja Mt 11.28-30).Esta é a sua segurança. Seus dias — curtos ou longos, ricos ou pobres, tristes ou felizes — estão nas mãos dele. Ele dará a você boas obras para fazer todos os dias e, em seguida, no seu último dia, ele o levará com segurança ao lugar onde seus dias são infinitamente longos, inimaginavelmente ricos e indizivelmente felizes.

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