EPISODE · Mar 24, 2026 · 28 MIN
'Nenhuma mulher está imune. Violência não tem CPF, CEP ou classe social', alerta promotora
from CBN Vitória - Entrevistas · host Rádio CBN Vitória
A violência contra mulheres no Brasil e no Espírito Santo não discrimina idade, local, classe social ou perfil econômico. Nesta segunda-feira (23), a comandante da Guarda Municipal de Vitória, Dayse Barbosa, de 37 anos, foi morta a tiros dentro de casa pelo ex-namorado, o policial rodoviário federal Diego Oliveira de Sousa, de 38 anos. Em seguida, ele tirou a própria vida. Diego Oliveira de Souza e Dayse Barbosa haviam terminado o relacionamento recentemente. O policial não aceitava o fim do namoro, que teria sido decidido pela comandante da Guarda Municipal.É nesse cenário que a promotora de Justiça da Mulher de Vitória, Sueli Lima e Silva, alerta. "Infelizmente, nenhuma mulher está imune. Violência não tem CPF, CEP ou classe social". Segundo a promotora, ainda hoje, alguns fatores fazem com que mulheres não consigam, em tempo, fazer uma denúncia ou pedir ajuda. "É um conjunto de fatores. Tem o medo da exposição, do julgamento social. Mas é o que sempre precisamos dizer: quem tem que ter que vergonha é o homem e não a mulher", explica. A promotora também orienta sobre "indícios" de que algo está errado num relacionamento.
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A violência contra mulheres no Brasil e no Espírito Santo não discrimina idade, local, classe social ou perfil econômico. Nesta segunda-feira (23), a comandante da Guarda Municipal de Vitória, Dayse Barbosa, de 37 anos, foi morta a tiros dentro de casa pelo ex-namorado, o policial rodoviário federal Diego Oliveira de Sousa, de 38 anos. Em seguida, ele tirou a própria vida. Diego Oliveira de Souza e Dayse Barbosa haviam terminado o relacionamento recentemente. O policial não aceitava o fim do namoro, que teria sido decidido pela comandante da Guarda Municipal.É nesse cenário que a promotora de Justiça da Mulher de Vitória, Sueli Lima e Silva, alerta. "Infelizmente, nenhuma mulher está imune. Violência não tem CPF, CEP ou classe social". Segundo a promotora, ainda hoje, alguns fatores fazem com que mulheres não consigam, em tempo, fazer uma denúncia ou pedir ajuda. "É um conjunto de fatores. Tem o medo da exposição, do julgamento social. Mas é o que sempre precisamos dizer: quem tem que ter que vergonha é o homem e não a mulher", explica. A promotora também orienta sobre "indícios" de que algo está errado num relacionamento.
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