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EPISODE · Mar 12, 2022 · 1 MIN

Orientação da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia sobre flexibilização do usa de máscara

from Gerocast · host WILLIANS FIORI

Frente ao cenário de redução do número de casos de COVID 19, diversas cidades brasileiras iniciaram o movimento de flexibilização do uso de máscaras nas últimas semanas. Considerando o impacto desta decisão para a saúde pública e particularmente para a saúde das pessoas idosas, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia faz algumas recomendações importantes. Embora a vacinação tenha reduzido drasticamente a proporção de óbitos entre as pessoas idosas, esse grupo segue sendo o de maior vulnerabilidade às formas graves da doença, mesmo entre os que receberam a dose de reforço (terceira dose). Em janeiro, 63,3% das mortes por COVID-19 no Brasil foram de pessoas com 70 anos ou mais. Existem muitas razões que tornam a pessoa idosa mais vulnerável, dentre elas, o fato de acumular diversas comorbidades, além da imunossenescência, o que gera uma resposta menos previsível quanto à eficácia das vacinas. Sendo assim, apesar das orientações locais de flexibilização, recomendamos por ora a manutenção do uso de máscaras para pessoas idosas mesmo com esquema vacinal completo, e em especial para aquelas não vacinadas ou com esquema incompleto de vacinação, principalmente em ambientes fechados, bem como evitar aglomerações sempre que possível. Ressaltamos o dado divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro em 24/02/2022, de que a taxa de vítimas de COVID-19 a cada 100 mil habitantes entre pessoas idosas com vacinação incompleta é 27 vezes maior que a dos vacinados com todo o esquema de doses. Entre as pessoas com mais de 60 anos que receberam a dose de reforço, houve 2,9 mortes a cada 100 mil habitantes entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Dentre aqueles que receberam duas doses ou dose única, sem a dose de reforço, a taxa sobe para 16,2 vítimas a cada 100 mil habitantes. A taxa se eleva para 78 mortes por 100 mil habitantes quando são considerados aqueles que não receberam nenhuma dose ou não chegaram à segunda dose. Caso você ainda não tenha se vacinado ou esteja com o esquema vacinal para COVID-19 incompleto, não perca mais tempo. Procure a Unidade de Saúde!

Frente ao cenário de redução do número de casos de COVID 19, diversas cidades brasileiras iniciaram o movimento de flexibilização do uso de máscaras nas últimas semanas. Considerando o impacto desta decisão para a saúde pública e particularmente para a saúde das pessoas idosas, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia faz algumas recomendações importantes. Embora a vacinação tenha reduzido drasticamente a proporção de óbitos entre as pessoas idosas, esse grupo segue sendo o de maior vulnerabilidade às formas graves da doença, mesmo entre os que receberam a dose de reforço (terceira dose). Em janeiro, 63,3% das mortes por COVID-19 no Brasil foram de pessoas com 70 anos ou mais. Existem muitas razões que tornam a pessoa idosa mais vulnerável, dentre elas, o fato de acumular diversas comorbidades, além da imunossenescência, o que gera uma resposta menos previsível quanto à eficácia das vacinas. Sendo assim, apesar das orientações locais de flexibilização, recomendamos por ora a manutenção do uso de máscaras para pessoas idosas mesmo com esquema vacinal completo, e em especial para aquelas não vacinadas ou com esquema incompleto de vacinação, principalmente em ambientes fechados, bem como evitar aglomerações sempre que possível. Ressaltamos o dado divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro em 24/02/2022, de que a taxa de vítimas de COVID-19 a cada 100 mil habitantes entre pessoas idosas com vacinação incompleta é 27 vezes maior que a dos vacinados com todo o esquema de doses. Entre as pessoas com mais de 60 anos que receberam a dose de reforço, houve 2,9 mortes a cada 100 mil habitantes entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022. Dentre aqueles que receberam duas doses ou dose única, sem a dose de reforço, a taxa sobe para 16,2 vítimas a cada 100 mil habitantes. A taxa se eleva para 78 mortes por 100 mil habitantes quando são considerados aqueles que não receberam nenhuma dose ou não chegaram à segunda dose. Caso você ainda não tenha se vacinado ou esteja com o esquema vacinal para COVID-19 incompleto, não perca mais tempo. Procure a Unidade de Saúde!

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