EPISODE · May 1, 2020 · 1H 41M
Pandemia, saúde mental e isolamento social: o que a Geografia nos tem a dizer?
Como se dá a aproximação dos campos da Geografia e da Saúde Mental? O que o tema da saúde mental nos revela sobre a relação com os espaços? Quais os desafios teóricos e metodológicos no tratamento do tema na Geografia? No contexto da pandemia da COVID-19, como a Geografia pode entender as questões de saúde mental que emergem e maximizam-se nesse contexto? Esses foram alguns questionamentos que a profa. Marcia Alves (UFMT) fez ao geógrafo Lucas Honorato, doutorando em Geografia pela UFF. Em tempos de quarentena, a Geografia tem muito o que dizer sobre as experiências espaciais e emocionais. _______ Quer conversar com a gente? Escreva para: [email protected] Acesse nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/hpgeoufmt/ _______ Participantes Prof. Dra. Marcia Alves - Professora Adjunta do Departamento de Geografia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Coordenadora do Projeto de Extensão Podcast "Geografia pra que(m)?"e integrante do grupo de pesquisa HPGEO (UFMT). E-mail para contato: [email protected] Lucas Honorato - Mestre em Planejamento Urbano e Territorial (PPGEO/UFF) e Bacharel e Licenciado em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (2013). Doutorando no Programa de Pós-graduação em Geografia - UFF. Com experiência na área de Geografia, com ênfase em Saúde, Educação, Pensamento Geográfico, Políticas Públicas, Planejamento, Urbanismo e Cartografia. Conselheiro Titular no Conselho de Políticas Urbanas do Município de Niterói - COMPUR/NIT. _______ Referências citadas MEGALE, Januario Francisco (Org.). Max Sorre: Geografia. (Col. Grandes cientistas sociais). São Paulo, Ática, 1984. MONBEIG, Pierre. Os modos de pensar na Geografia Humana. In: Novos estudos de geografia humana brasileira. São Paulo: DIFEL, 1957 HONORATO, Lucas Tavares. Dos “territórios em loucura” aos “territórios da loucura”: desafios teórico- metodológicos, práticos e políticos para a abordagem territorial na saúde mental. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2017. (“Prelúdio – O que Armando Corrêa da Silva pensaria?”) SILVA, Armando Corrêa da. De Quem é o Pedaço? Espaço e Cultura. São Paulo: Editora Hucitec. 1986. (PARTE I – O TERRITÓRIO DA CONSCIÊNCIA; “A paranormalidade: sugestões para pesquisa”). SILVA, Armando Corrêa da. Saudades do Futuro. São Paulo: Mandacaru, 1993. BANDO, Daniel Hideki e BARROZO, Lígia Vizeu. O suicídio na cidade de São Paulo: uma análise sob a perspectiva da Geografia da Saúde. São Paulo: Humanitas, 2010. MOTA, Adeir Archanjo da. Suicídio no Brasil e os contextos geográficos: contribuições para política pública de saúde mental. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Tecnologia, 2014. LIMA, Ivaldo. A condição geopolítica dos corpos sensíveis. Paisagens Híbridas, 2020 Entrevista com Achile Mbembe, 30/03/2020, Folha – Mundo: A pandemia democratizou o poder de matar, diz autor da teoria da necropolítica _______ Indicações Documentários: Onde está Franco? (1997); Prof. Armando, seu piano e sua Geografia Livro: Desaparecer de si: Uma tentação contemporânea (David Le Breton, 2018) Filme: Milagre na cela 7 (Netflix, 2019) _______ Erratas O livro "O espaço fora do lugar" (1988) é posterior a "De quem é o pedaço? Espaço e Cultura" (1985) A pós-Reforma Psiquiátrica Brasileira, leia-se pós Lei 10.216/2001 (Lei da Reforma Psiquiátrica Brasileira) A critica de ausência de teoria e metodologia rigorosa adequada às questões subjetivas referem-se às perspectivas ditas tradicionais e conservadores da Geografia.
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