EPISODE · Jul 27, 2023 · 34 MIN
Petrobras (PETR4) desaba 5%: o que aconteceu? | Pochmann no IBGE: erro ou acerto? | Ibovespa cai 2%
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O Ibovespa fechou em queda de 2,1% nesta quinta-feira (27), aos 119.989 pontos, em meio a quedas de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4). A valorização dos índices de ações do Ocidente e do petróleo são insuficientes para instigar uma sexta alta consecutiva do Ibovespa nesta quinta-feira, 27. Na quarta, 26, subiu 0,45%, aos 122.560,38 pontos. Após testar elevação de 0,03%, com máxima aos 122.598,97 pontos, o Índice Bovespa migrou para o terreno de queda, renovando mínima, já tocando a faixa dos 120 mil pontos, puxado pela desvalorização firme e forte de ações ligadas a commodities. À espera do balanço da Vale, após o fechamento da B3, os papéis da mineradora caem, contaminando o segmento, em dia de recuo de 1,91% do minério de ferro em Dalian. Já os da Petrobras ignoram a alta do petróleo e cedem em meio aos dados de produção da estatal relativos ao segundo trimestre. As ações do setor financeiro também vão na mesma direção, pesando no Índice Bovespa, diante da continuada preocupação com a possibilidade de o governo acabar com os juros sobre capital próprio (JCP) pelo governo. “O Índice Bovespa teve uma recuperação forte. Vale, Petrobras e bancos caem. Pela concentração que têm no Índice Bovespa somados os respectivos papéis, considerando grande bancos, pesam cerca de 40%, acabam influenciando. Se olhar o Ibovespa, parece que está ruim, mas não está. O indicador está além dos 120 mil pontos, que era aquele ponto em que o mercado antecipava queda dos juros, em meio à deflação e melhora fiscal. Mesmo se corrigir mais, está tranquilo”, avalia Enrico Cozzolino, especialista de análise técnica e sócio da Levante Investimentos.
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O Ibovespa fechou em queda de 2,1% nesta quinta-feira (27), aos 119.989 pontos, em meio a quedas de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4). A valorização dos índices de ações do Ocidente e do petróleo são insuficientes para instigar uma sexta alta consecutiva do Ibovespa nesta quinta-feira, 27. Na quarta, 26, subiu 0,45%, aos 122.560,38 pontos. Após testar elevação de 0,03%, com máxima aos 122.598,97 pontos, o Índice Bovespa migrou para o terreno de queda, renovando mínima, já tocando a faixa dos 120 mil pontos, puxado pela desvalorização firme e forte de ações ligadas a commodities. À espera do balanço da Vale, após o fechamento da B3, os papéis da mineradora caem, contaminando o segmento, em dia de recuo de 1,91% do minério de ferro em Dalian. Já os da Petrobras ignoram a alta do petróleo e cedem em meio aos dados de produção da estatal relativos ao segundo trimestre. As ações do setor financeiro também vão na mesma direção, pesando no Índice Bovespa, diante da continuada preocupação com a possibilidade de o governo acabar com os juros sobre capital próprio (JCP) pelo governo. “O Índice Bovespa teve uma recuperação forte. Vale, Petrobras e bancos caem. Pela concentração que têm no Índice Bovespa somados os respectivos papéis, considerando grande bancos, pesam cerca de 40%, acabam influenciando. Se olhar o Ibovespa, parece que está ruim, mas não está. O indicador está além dos 120 mil pontos, que era aquele ponto em que o mercado antecipava queda dos juros, em meio à deflação e melhora fiscal. Mesmo se corrigir mais, está tranquilo”, avalia Enrico Cozzolino, especialista de análise técnica e sócio da Levante Investimentos.
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