EPISODE · Apr 19, 2026 · 6 MIN
Pocah: a funkeira que virou fenômeno do pop brasileiro
from Pocah - Biografia Relâmpago · host Inception Point AI
Escuta com o transcrição completa abaixo. ━━━ Transcrição ━━━ É que é Tavinho Alencar. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas têlo acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música musófona. E te trago tudo isso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações na vitrola do pai. Isso é a biografia relâmpago, 1 boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo barulho agora mesmo. Hoje? Pocah. Olha só. A pocahta era aquele momento da carreira que eu chamo de consolidação silenciosa. Sabe quando o artista não precisa mais gritar para ser ouvido. Isso, isso, é, éso. Nas últimas semanas, ela não lançou o single básico. Não causou no Twitter, não fez com gringo, mas está trabalhando. A fita conta outra coisa, retra estar expandindo as lebos dela, o boca da poca, e o arraiá da poca, pelo Brasil inteiro. Gravando faixas por álbum novo que vem da 26, preparando o sucessor de cria de caixas. Esse tipo de movimento que não vira manchete, mas que constrói império. Deixa eu te contar quem é Viviane de Queiros Pereira, nascida e criado em Caxias, na Baixada Fluminense, e quando eu falo Caxias não é figura de linguagem, não é marca. É Caxias mesmo, com todo o peso que isso carrega para 1 menina preta que Suna vem cantar. E número exato é esse, mais de 1 década de carreira, dezenas de prêmios, centenas de shows, Mav don Beyon, Beyon com Beyon com Beyon com Beyon com Beyon com Beyon das plataformas digitais. Mas esses números não contam a história toda, me. A história começa lá em 2012, quando ela ainda era MC Pocahontas. Sil, o nome que houve seria cancelado em 3 segundos das redes sociais. Mas era outro tempo, outro contexto, e ela era 1 menina de Caxias querendo cantar funk. Ponto, mulher a poder estourou. D, e sabe. Depois veio aquela fase pop, meio eletrônica, que todo foqueiro passou nos anos 2010. Lembra? Todo mundo querendo ser o David Guetta brasileiro. A pouca sofou essa onda, fez inter internacional, virou Pocah sem ontas, profissionalizou. Mas tem 1 coisa que eu sempre digo sobre os grandes artistas brasileiros, a gente sempre volta pra casa. Tim Maia voltou pro sol depois da fase racional, Caetano voltou pro Samba depois de rock, e a Pocah voltou por Funk raíz, setembro de 2023, e a braba Euro, 5 faixas. Cara, quando ouvi aquilo pela primeira vez, era Caxias, era baile, era favela, era todos e a latina deixado pra trás voltando com força total, funk tamborzão raiz, Melody, trap funk. Citando Anse Sabrina, Tati que pra barraco, reverenciando as matriarcas, e olha a inteligência da movimentação, Rui de Band 24, pela lança venenosa com entre funk poderoso, mixage atual, apresenta a senha dine ao vivo no prêmio. No finalzinho de 25, início de 26, solta como tropa do bruxo, o coletivo do Ronaldinho. Percebe o padrão, cada lançamento está calculado, cada Fit estratégico, não é quantidade, é momento. É o que eu chamo de maturidade de quem já apanhou de mercado e aprendeu. E tem no B 21, ah, o B, podia This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
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Escuta com o transcrição completa abaixo. ━━━ Transcrição ━━━ É que é Tavinho Alencar. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas têlo acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música musófona. E te trago tudo isso sem perder a alma de quem ouviu essas gravações na vitrola do pai. Isso é a biografia relâmpago, 1 boletim diário sobre os ícones da música que estão fazendo barulho agora mesmo. Hoje? Pocah. Olha só. A pocahta era aquele momento da carreira que eu chamo de consolidação silenciosa. Sabe quando o artista não precisa mais gritar para ser ouvido. Isso, isso, é, éso. Nas últimas semanas, ela não lançou o single básico. Não causou no Twitter, não fez com gringo, mas está trabalhando. A fita conta outra coisa, retra estar expandindo as lebos dela, o boca da poca, e o arraiá da poca, pelo Brasil inteiro. Gravando faixas por álbum novo que vem da 26, preparando o sucessor de cria de caixas. Esse tipo de movimento que não vira manchete, mas que constrói império. Deixa eu te contar quem é Viviane de Queiros Pereira, nascida e criado em Caxias, na Baixada Fluminense, e quando eu falo Caxias não é figura de linguagem, não é marca. É Caxias mesmo, com todo o peso que isso carrega para 1 menina preta que Suna vem cantar. E número exato é esse, mais de 1 década de carreira, dezenas de prêmios, centenas de shows, Mav don Beyon, Beyon com Beyon com Beyon com Beyon com Beyon com Beyon das plataformas digitais. Mas esses números não contam a história toda, me. A história começa lá em 2012, quando ela ainda era MC Pocahontas. Sil, o nome que houve seria cancelado em 3 segundos das redes sociais. Mas era outro tempo, outro contexto, e ela era 1 menina de Caxias querendo cantar funk. Ponto, mulher a poder estourou. D, e sabe. Depois veio aquela fase pop, meio eletrônica, que todo foqueiro passou nos anos 2010. Lembra? Todo mundo querendo ser o David Guetta brasileiro. A pouca sofou essa onda, fez inter internacional, virou Pocah sem ontas, profissionalizou. Mas tem 1 coisa que eu sempre digo sobre os grandes artistas brasileiros, a gente sempre volta pra casa. Tim Maia voltou pro sol depois da fase racional, Caetano voltou pro Samba depois de rock, e a Pocah voltou por Funk raíz, setembro de 2023, e a braba Euro, 5 faixas. Cara, quando ouvi aquilo pela primeira vez, era Caxias, era baile, era favela, era todos e a latina deixado pra trás voltando com força total, funk tamborzão raiz, Melody, trap funk. Citando Anse Sabrina, Tati que pra barraco, reverenciando as matriarcas, e olha a inteligência da movimentação, Rui de Band 24, pela lança venenosa com entre funk poderoso, mixage atual, apresenta a senha dine ao vivo no prêmio. No finalzinho de 25, início de 26, solta como tropa do bruxo, o coletivo do Ronaldinho. Percebe o padrão, cada lançamento está calculado, cada Fit estratégico, não é quantidade, é momento. É o que eu chamo de maturidade de quem já apanhou de mercado e aprendeu. E tem no B 21, ah, o B, podia This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
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