EPISODE · Aug 4, 2025 · 6 MIN
Promessas do Reino Unido e França não impedirão Netanyahu de bombardear Gaza — mas Donald Trump ou o exército israelense poderiam
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Neste episódio, exploramos por que as promessas e apelos de países como Reino Unido e França não têm sido suficientes para conter os bombardeios israelenses em Gaza, mesmo diante do agravamento da crise humanitária e das crescentes pressões internacionais por um cessar-fogo. Apesar de discursos firmes e manifestações diplomáticas, a influência europeia sobre o governo de Benjamin Netanyahu tem se mostrado limitada — em parte pelo peso geopolítico reduzido da Europa no conflito e pela aliança estratégica histórica entre Israel e os Estados Unidos.Discutimos, por outro lado, por que dois atores específicos poderiam de fato alterar o rumo da ofensiva: Donald Trump, caso volte ao poder com capital político junto à direita israelense, e o próprio exército israelense, especialmente se o desgaste da guerra passar a comprometer a segurança interna e o apoio popular. O episódio analisa as dinâmicas internas e externas que sustentam ou desafiam a continuidade da ofensiva, e propõe uma reflexão incômoda, mas necessária: quem, de fato, tem o poder — e a vontade política — de parar a guerra?Texto traduzido do artigo UK and France pledges won’t stop Netanyahu bombing Gaza – but Donald Trump or Israel’s military could, de Paul Rogers, publicado por The Conversation sob a licença Creative Commons Attribution 3.0. Leia o original em: The Conversation.
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Neste episódio, exploramos por que as promessas e apelos de países como Reino Unido e França não têm sido suficientes para conter os bombardeios israelenses em Gaza, mesmo diante do agravamento da crise humanitária e das crescentes pressões internacionais por um cessar-fogo. Apesar de discursos firmes e manifestações diplomáticas, a influência europeia sobre o governo de Benjamin Netanyahu tem se mostrado limitada — em parte pelo peso geopolítico reduzido da Europa no conflito e pela aliança estratégica histórica entre Israel e os Estados Unidos.Discutimos, por outro lado, por que dois atores específicos poderiam de fato alterar o rumo da ofensiva: Donald Trump, caso volte ao poder com capital político junto à direita israelense, e o próprio exército israelense, especialmente se o desgaste da guerra passar a comprometer a segurança interna e o apoio popular. O episódio analisa as dinâmicas internas e externas que sustentam ou desafiam a continuidade da ofensiva, e propõe uma reflexão incômoda, mas necessária: quem, de fato, tem o poder — e a vontade política — de parar a guerra?Texto traduzido do artigo UK and France pledges won’t stop Netanyahu bombing Gaza – but Donald Trump or Israel’s military could, de Paul Rogers, publicado por The Conversation sob a licença Creative Commons Attribution 3.0. Leia o original em: The Conversation.
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