Proveito interminável - Mateus 16.25-26 episode artwork

EPISODE · Mar 30, 2024 · 4 MIN

Proveito interminável - Mateus 16.25-26

from Fiel Devocional · host Ministério Fiel

Quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? (Mt 16.25-26)Jesus era um especialista em fazer perguntas — especialmente o tipo de perguntas que fazem as pessoas pararem e prestarem atenção. Quando somos confrontados com as perguntas de Jesus, como os discípulos foram aqui, precisamos ser cuidadosos para não nos desviarmos do seu efeito pretendido.À primeira vista, a pergunta de Jesus sobre o ganho material às custas de nossa alma pode ser entendida primariamente como um alerta de punição iminente sobre o indivíduo egoísta. Somos tentados a ler a pergunta de Jesus de forma a assemelhá-lo a uma mãe que diz a seu filho: “Agora, se você não dividir com a sua irmã, você sabe o que acontecerá!” Mas essa pergunta em específico está mais na linha de uma observação. Jesus está apontando o que acontece quando orientamos nossa vida e decisões em torno de nossos próprios anseios pecaminosos — em torno de nossas posses, nossas realizações e nossa identidade desejada. Viver de tal maneira, ele diz, é perder sua própria vida.A perda da vida da qual Jesus está falando aqui é, portanto, tanto a imediata quanto a eterna. Se considerarmos a vida como nada mais do que aquilo que podemos tirar dela para nós mesmos, nós na verdade perderemos as suas maiores alegrias; terminaremos apenas existindo, não vivendo de fato. Além disso, quando nos colocamos no trono de nossa vida, removemos Jesus de seu lugar legítimo e afirmamos a realidade de que, por natureza, preferimos buscar o mundo ao invés de abandonarmos nossos desejos na busca por Cristo. Se continuarmos dessa forma, iremos perder o dom da vida eterna que Jesus ama dar a seus subordinados.Então, como devemos combater os desejos mundanos aqui e agora? Primeiro, precisamos reconhecer que, como o matemático e teólogo do século XVII, Blaise Pascal, disse, nós temos um buraco do formato de Deus no mais profundo estágio do nosso ser, e nada poderá preencher esse vazio a não ser o próprio Deus. Não existimos para buscar prazeres fugazes, mas para desfrutarmos de um relacionamento com o Deus vivo. Então, em segundo lugar, precisamos refletir continuamente no valor de nossa alma como evidenciado na cruel cena fora de Jerusalém, quando o Cristo sem pecado estava pregado à cruz — desprezado, rejeitado, transpassado, marcado e zombado —, para que pudéssemos ser trazidos a um relacionamento correto com Deus e receber livremente a vida eterna. O sacrifício de Jesus revela o quanto o destino eterno de nossa alma importa para Deus.Seguir a Jesus como seu resgatador e seu Rei e reconhecer o valor dele acima de qualquer tesouro terreno não é uma decisão momentânea; é um comprometimento de uma vida inteira que é vivida dia após dia. Se você está preparado para ir à cruz dele diariamente, confessar em humildade quem ele é e entregar sua vida — suas preferências, seu conforto, sua prosperidade —, então seu proveito será interminável, agora e para todo o sempre. Poderíamos fazer bem pior do que nos perguntarmos no início de cada dia o que Jesus perguntou aos seus discípulos na estrada naquele dia: Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

Quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? (Mt 16.25-26)Jesus era um especialista em fazer perguntas — especialmente o tipo de perguntas que fazem as pessoas pararem e prestarem atenção. Quando somos confrontados com as perguntas de Jesus, como os discípulos foram aqui, precisamos ser cuidadosos para não nos desviarmos do seu efeito pretendido.À primeira vista, a pergunta de Jesus sobre o ganho material às custas de nossa alma pode ser entendida primariamente como um alerta de punição iminente sobre o indivíduo egoísta. Somos tentados a ler a pergunta de Jesus de forma a assemelhá-lo a uma mãe que diz a seu filho: “Agora, se você não dividir com a sua irmã, você sabe o que acontecerá!” Mas essa pergunta em específico está mais na linha de uma observação. Jesus está apontando o que acontece quando orientamos nossa vida e decisões em torno de nossos próprios anseios pecaminosos — em torno de nossas posses, nossas realizações e nossa identidade desejada. Viver de tal maneira, ele diz, é perder sua própria vida.A perda da vida da qual Jesus está falando aqui é, portanto, tanto a imediata quanto a eterna. Se considerarmos a vida como nada mais do que aquilo que podemos tirar dela para nós mesmos, nós na verdade perderemos as suas maiores alegrias; terminaremos apenas existindo, não vivendo de fato. Além disso, quando nos colocamos no trono de nossa vida, removemos Jesus de seu lugar legítimo e afirmamos a realidade de que, por natureza, preferimos buscar o mundo ao invés de abandonarmos nossos desejos na busca por Cristo. Se continuarmos dessa forma, iremos perder o dom da vida eterna que Jesus ama dar a seus subordinados.Então, como devemos combater os desejos mundanos aqui e agora? Primeiro, precisamos reconhecer que, como o matemático e teólogo do século XVII, Blaise Pascal, disse, nós temos um buraco do formato de Deus no mais profundo estágio do nosso ser, e nada poderá preencher esse vazio a não ser o próprio Deus. Não existimos para buscar prazeres fugazes, mas para desfrutarmos de um relacionamento com o Deus vivo. Então, em segundo lugar, precisamos refletir continuamente no valor de nossa alma como evidenciado na cruel cena fora de Jerusalém, quando o Cristo sem pecado estava pregado à cruz — desprezado, rejeitado, transpassado, marcado e zombado —, para que pudéssemos ser trazidos a um relacionamento correto com Deus e receber livremente a vida eterna. O sacrifício de Jesus revela o quanto o destino eterno de nossa alma importa para Deus.Seguir a Jesus como seu resgatador e seu Rei e reconhecer o valor dele acima de qualquer tesouro terreno não é uma decisão momentânea; é um comprometimento de uma vida inteira que é vivida dia após dia. Se você está preparado para ir à cruz dele diariamente, confessar em humildade quem ele é e entregar sua vida — suas preferências, seu conforto, sua prosperidade —, então seu proveito será interminável, agora e para todo o sempre. Poderíamos fazer bem pior do que nos perguntarmos no início de cada dia o que Jesus perguntou aos seus discípulos na estrada naquele dia: Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?

NOW PLAYING

Proveito interminável - Mateus 16.25-26

0:00 4:06

No transcript for this episode yet

We transcribe on demand. Request one and we'll notify you when it's ready — usually under 10 minutes.

No similar episodes found.

No similar podcasts found.

Frequently Asked Questions

How long is this episode of Fiel Devocional?

This episode is 4 minutes long.

When was this Fiel Devocional episode published?

This episode was published on March 30, 2024.

What is this episode about?

Quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á. Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? (Mt 16.25-26)Jesus era um especialista em...

Can I download this Fiel Devocional episode?

Yes, you can download this episode by clicking the download button on the episode player, or subscribe to the podcast in your preferred podcast app for automatic downloads.
URL copied to clipboard!