EPISODE · Mar 16, 2023 · 1H 15M
RED BULL É ANTÍDOTO EM ‘MUNDO CAÓTICO’ DE MERCEDES E FERRARI NA F1 2023 | WGP
from Grande Prêmio · host Grande Prêmio
Bem como na série pós-apocalíptica The Last of Us, Ferrari e Mercedes parecem viver um mundo caótica na Fórmula 1 2023. Se a equipe alemã pouco tirou pontos positivos do W14, carro desta temporada, os italiano já se veem na punidos na segunda prova do ano. As equipes podem utilizar apenas dois controles eletrônicos do motor ao longo da temporada. Na Ferrari, o primeiro deles foi retirado antes da largada no Bahrein. Na corrida, o motor falhou de vez e causou o abandono para interromper o que era um pódio encaminhado. Por isso, a nova mudança, que faz Leclerc ir para o terceiro componente. “No domingo, ele teve dois problemas diferentes. O primeiro foi de manhã, quando ligamos o carro, e o segundo, durante a corrida. Infelizmente, nas duas vezes, a culpa foi do ECU, a unidade de controle eletrônico”, lamentou o chefe Frédéric Vasseur. Já a Mercedes saiu cabisbaixa do Bahrein e segue o calvário com o W14. No entanto, busca soluções. “Desde o Bahrein, tivemos discussões abertas e honestas a partir das quais começamos a planejar nossa luta pela recuperação. No curto prazo, é fazer todo o possível na busca por um melhor desempenho. No longo prazo, focar o nosso desenvolvimento para determinar como chegaremos na frente. Já senti a energia e determinação na fábrica e sei que isso vai seguir em frente”, comentou Toto Wolff. No WGP de hoje, o debate é sobre os 'apocalipses particulares' de ambas as equipes, enquanto a Red Bull parece de distanciar cada vez mais do caos e se isolar como equipe estável e favoritíssima. Ana Paula Cerveira apresenta, com comentários de Evelyn Guimarães e Luana Marino.
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Bem como na série pós-apocalíptica The Last of Us, Ferrari e Mercedes parecem viver um mundo caótica na Fórmula 1 2023. Se a equipe alemã pouco tirou pontos positivos do W14, carro desta temporada, os italiano já se veem na punidos na segunda prova do ano. As equipes podem utilizar apenas dois controles eletrônicos do motor ao longo da temporada. Na Ferrari, o primeiro deles foi retirado antes da largada no Bahrein. Na corrida, o motor falhou de vez e causou o abandono para interromper o que era um pódio encaminhado. Por isso, a nova mudança, que faz Leclerc ir para o terceiro componente. “No domingo, ele teve dois problemas diferentes. O primeiro foi de manhã, quando ligamos o carro, e o segundo, durante a corrida. Infelizmente, nas duas vezes, a culpa foi do ECU, a unidade de controle eletrônico”, lamentou o chefe Frédéric Vasseur. Já a Mercedes saiu cabisbaixa do Bahrein e segue o calvário com o W14. No entanto, busca soluções. “Desde o Bahrein, tivemos discussões abertas e honestas a partir das quais começamos a planejar nossa luta pela recuperação. No curto prazo, é fazer todo o possível na busca por um melhor desempenho. No longo prazo, focar o nosso desenvolvimento para determinar como chegaremos na frente. Já senti a energia e determinação na fábrica e sei que isso vai seguir em frente”, comentou Toto Wolff. No WGP de hoje, o debate é sobre os 'apocalipses particulares' de ambas as equipes, enquanto a Red Bull parece de distanciar cada vez mais do caos e se isolar como equipe estável e favoritíssima. Ana Paula Cerveira apresenta, com comentários de Evelyn Guimarães e Luana Marino.
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