EPISODE · Nov 12, 2021 · 1H 13M
Sergio Moro no Palanque, Freio Ao 'Bolsolão' e Alívio para Flávio Bolsonaro | Fechamento Carta
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A equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana AO VIVO no programa FECHAMENTO. Neste episódio: O 'partido da Lava Jato' agora é oficial. O ex-juiz Sergio Moro se filiou ao Podemos de Álvaro Dias e, em uma cerimônia transmitida ao vivo, falou como pré-candidato à presidência. O ex-procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa de Curitiba, se licenciou do Ministério Público Federal (MPF) e deve buscar carreira política. Outros ex-integrantes da Lava Jato, como Rodrigo Janot, também avaliam seguir Moro. Como essas movimentações devem afetar as eleições de 2022? O lavajatismo deve roubar votos do bolsonarismo? Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro, até agora sem partido, deve acertar ao longo dos próximos dias sua filiação ao PL, o Partido Liberal de Valdemar da Costa Neto. O ex-capitão, entretanto, enfrenta queda em sua aprovação, enquanto seu desempenho segue em queda nas pesquisas eleitorais. Veja também: Câmara dos Deputados aprova em segundo turno a PEC dos Precatórios, uma manobra que abre um espaço de 91,6 bilhões de reais no orçamento de 2022, dos quais 83,6 bilhões devem ser destinados ao Auxílio Brasil - programa social que substitui o Bolsa Família - e outras medidas de repasse financeiro, como o 'auxílio diesel' aos caminhoneiros. Ao mesmo tempo, o Supremo Tribunal Federal (STF) forma maioria para manter o veto aos pagamentos do 'orçamento secreto', o conjunto de emendas parlamentares que, segundo críticos, poderá ser utilizado para cooptar apoio político ao governo Bolsonaro no Congresso. O Tribunal de Contas da União (TCU) determina que os procuradores da Lava Jato devolvam os valores gastos com viagens que receberam quando trabalhavam na força-tarefa. O total a ser repassado aos cofres públicos chega a 2,5 milhões de reais. No Rio de Janeiro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anula todas as decisões tomadas contra o senador Flávio Bolsonaro no caso das 'rachadinhas'. E ainda: Vitrine do ministério de Damares Alves, o programa 'Abrace o Marajó' é dominado por ruralistas, pastores evangélicos e amigos do poder. No Chile, eleitores vão às urnas divididos entre a nova esquerda e um fã de Augusto Pinochet. E, na Nicarágua, o presidente Daniel Ortega é reeleito para um quarto mandato com 75% dos votos - enquanto a oposição e a comunidade internacional denunciam irregularidades no pleito.
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A equipe de CartaCapital comenta as principais notícias da semana AO VIVO no programa FECHAMENTO. Neste episódio: O 'partido da Lava Jato' agora é oficial. O ex-juiz Sergio Moro se filiou ao Podemos de Álvaro Dias e, em uma cerimônia transmitida ao vivo, falou como pré-candidato à presidência. O ex-procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa de Curitiba, se licenciou do Ministério Público Federal (MPF) e deve buscar carreira política. Outros ex-integrantes da Lava Jato, como Rodrigo Janot, também avaliam seguir Moro. Como essas movimentações devem afetar as eleições de 2022? O lavajatismo deve roubar votos do bolsonarismo? Enquanto isso, o presidente Jair Bolsonaro, até agora sem partido, deve acertar ao longo dos próximos dias sua filiação ao PL, o Partido Liberal de Valdemar da Costa Neto. O ex-capitão, entretanto, enfrenta queda em sua aprovação, enquanto seu desempenho segue em queda nas pesquisas eleitorais. Veja também: Câmara dos Deputados aprova em segundo turno a PEC dos Precatórios, uma manobra que abre um espaço de 91,6 bilhões de reais no orçamento de 2022, dos quais 83,6 bilhões devem ser destinados ao Auxílio Brasil - programa social que substitui o Bolsa Família - e outras medidas de repasse financeiro, como o 'auxílio diesel' aos caminhoneiros. Ao mesmo tempo, o Supremo Tribunal Federal (STF) forma maioria para manter o veto aos pagamentos do 'orçamento secreto', o conjunto de emendas parlamentares que, segundo críticos, poderá ser utilizado para cooptar apoio político ao governo Bolsonaro no Congresso. O Tribunal de Contas da União (TCU) determina que os procuradores da Lava Jato devolvam os valores gastos com viagens que receberam quando trabalhavam na força-tarefa. O total a ser repassado aos cofres públicos chega a 2,5 milhões de reais. No Rio de Janeiro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anula todas as decisões tomadas contra o senador Flávio Bolsonaro no caso das 'rachadinhas'. E ainda: Vitrine do ministério de Damares Alves, o programa 'Abrace o Marajó' é dominado por ruralistas, pastores evangélicos e amigos do poder. No Chile, eleitores vão às urnas divididos entre a nova esquerda e um fã de Augusto Pinochet. E, na Nicarágua, o presidente Daniel Ortega é reeleito para um quarto mandato com 75% dos votos - enquanto a oposição e a comunidade internacional denunciam irregularidades no pleito.
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