PODCAST · arts
Afago literário - Icléia Caires
by Professora Icléia Moreira
Este podcast foi criado para incentivo à leitura, literária ou não, de modo que se possa refletir e alargar os horizontes de expectativa daqueles que o acompanham. Espero que ao ouvir os fragmentos, poemas, ou pequenas narrativas as pessoas se sintam instigadas a acessar as obras completas, ou mesmo procurar saber mais sobre os autores divulgados. Icléia Caires Moreira💝🍀🥰🙌
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Afago literário 32 - "Uma esperança", de Clarice Lispector
O afago literário de hoje traz para vocês um conto do livro " Laços de família", publicado em 1960, livro que deu a Clarice Lispector o prêmio Jabuti de literatura, no ano seguinte. Deleitem-se com essa preciosidade, simultaneamente, delicada e profunda.
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Afago literário 31 - "Os Estatutos do homem", de Thiago Mello
Amadeu Thiago Mello foi lei da brasileiro de grande importância. Amazonense perseguido pela ditadura , escreveu lindos poemas que valorizava as pessoas. Sua obra o fará viver para sempre entre nós.
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Afago literário 30 - " Os ombros suportam o mundo", de Carlos Drummond de Andrade
Poeta brasileiro nascido em 1902 e falecido em 1987, Drummond nos possibilita ver como os reflexos do tempo em que viveu passaram sua existência, além de podermos ressignificar sua obra nas nossas condições de produção hoje!
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Afago literário 29 - Pensar é transgredir, de Lya Luft
Nossa homenagem hoje é para a escritora, professora, tradutora Luft que nasceu em 15 de setembro 1938 e nos deixou dia 30 de dezembro de 2021. Que a vida de Lya ressigfique a cada leitura dos escritos que nos deixou!
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Afago literário 28 - A complicada arte de ver, de Rubem Alves
Rubem Alves e suas contribuições para o existir, sua sutileza e assertividade em tratar da profundidade das coisas simples. Boa leitura/escuta para todos. Que vocês possam mais que ver, exergar...a si e aos outros, em perspectivas para além das obviedades. 🥰🍀
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Afago literário 27 - O inexato, de Elisa Lucinda.
Elisa Lucinda Campos Gomes é poetisa contemporânea, tem 63 anos, é atriz, jornalista e cantora. Dedicou sua vida a arte e a luta pelo direito de ser singular! O poema eleito para homenageá-la e fazer com que vocês conheçam um pouco sobre sua obra é "O inexato", criado em 2017 e que está dentro da canção "De toda cor de Renato Luciano" como um carinha é uma forma de passar uma mensagem de respeito a toda forma de ser!
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Afago literário 26 - "O professor está sempre errado", de Jô Soares
Este texto de José Eugênio Soares, o nosso Jô Soares, há pelo menos uns 17 anos na esfera educativa e midiática brasileira. Ele traz alguns estereótipos sobre o que é ser professor. Nada mais atual e simbólico para a data de hoje. Venha conferir!
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Afago literário 25 - A vida não é útil I - Ailton Krenak
Segue um fragmento do livro "A vida não é útil", de Ailton Krenak. Escritor e defensor dos direitos dos povos indígenas, grande referência político-social do nosso tempo!
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Afago literário 24 - " Medo da eternidade", de Clarice Lispector
Está crônica data de 1970, foi publicada pela primeira vez no jornal do Brasil. Mas pode também se encontrada no livro " A descoberta do Mundo", de 1984, ou ainda na obra " Todas as crônicas", de 2018. Boa escuta!
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Afago literário 23 - " Amigos", de Vinícius de Moraes
Feliz dia do amigo para todos vocês!
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Afago literário 22- " Os Três mal-amados", de João Cabral de Melo Neto
Hoje temos em nosso podcast um texto de 1943, de autoria de João Cabral de Melo Neto. Venha conhecer!Já publiquei este texto, mas gosto revistar algumas leituras que me tocam profundamente. Cada leitura é inaugural! Seus efeitos de sentidos, são sempre irrepetíveis!🥰🌷
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Afago literário 21 - "O tempo", de Rubem Alves
Crônica publicada em 2010, no livro " Do universo à jabuticaba". Pesquise sobre o autor e sua obra, vai se encantar com suas escrituras!🥰😉💖
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Afago literário 20 - "Um Apólogo", de Machado de Assis
Este conto machadiano data de 1885, trata-se de um texto em que os objetos assumem características humanas para nos fazer refletir. Deileitem-se!
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Afago filosófico - fragmento 2 de "A ordem do discurso", de Foucault
Seguem mais um fragmento, p.8-10, da obra "A ordem do discurso", a aula inaugural dada por Foucault ao Collège de France em 1970. Vamos problematizar com Foucault os meandros da sociedade, via discurso, saberes e poderes.
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Afago filosófico 1 - fragmento de "A Ordem do Discurso"
Abertura do livro p. 5-8 . Esta obra é o registro da aula inaugural do collège de France, proferida em 2 de dezembro de 1970.
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Afago Literário 19: "As exigências da vida moderna", de Luís Fernando Veríssimo
Contemplemos o recado de Luís Fernando Veríssimo!
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Afago literário 18 - " A Mãe do Brasil é Indígena", de Myrian Krexu
Este texto celebra, hoje (21-03-2021), o dia Internacional contra a discriminação racial, instituído pela ONU em 1966. Ele é um texto de autoria de Myrian Krexu, uma das primeiras indígenas a se tornar médica no Brasil, em 2013. Myrian é da nação Guarani Mbyá e medica cirurgiã cardiovascular, ativista no combate à discriminação racial dos indígenas.
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Afago literário 17 - "Os três Mal-amados" - De João Cabral de Melo Neto
Hoje, vamos celebrar os 101 anos de João Cabral de Melo Neto, poeta modernista (geração de 1945) nascido em 09-01-1920 e que nos deixou fisicamente em 09-10-1999. "Os três mal-amados" é um exemplo da lírica de amor cabralina. Os longos versos descrevem, na tentativa sempre faltosa do sujeito, as consequências que o amor operou na vida do eu-lírico. Publicado em 1943, quando o autor tinha apenas 23 anos, o poema é das mais belas manifestações de amor presente na literatura brasileira. Apesar da dificuldade de se escrever sobre o amor devido a sua incomunicabilidade e da particularidade de cada relação, João Cabral consegue concentrar em seus versos sentimentos que parecem comuns a todos aqueles que já algum dia se apaixonaram. Uma curiosidade: João Cabral escreveu Os três mal-amados depois de ler e se encantar com o poema Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade. Essa é nossa contribuição literária para vocês!
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Afago literário 16 - "As águas do mundo" - De Clarice Lispector
"As águas do Mundo" faz parte do livro "Felicidade Clandestina", de Clarice Lispector, publicado em 1971. Espero que gostem da leitura e reflitam com ela! Trechinhos para aguçar a curiosidade: "Por que é que um cão é tão livre? Por que ele é o mistério vivo que não se indaga." "Nessa hora ela se conhece menos ainda do que conhece o mar. Sua coragem é a de, não se conhecendo, no entanto prosseguir. É fatal não se conhecer, e não se conhecer exige coragem." "Porque sabe - sabe que fez um perigo. Um perigo tão antigo quanto o ser humano."
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Afago literário - "Perdoando Deus", de Clarice Lispector
Aproveite a leitura deste conto, ele é uma provocação às convicções que nos constituem! "Perdoando Deus", está contido na coletânea "Felicidade Clandestina", publicada em 1971. Recomendo a leitura dos outros contos, para ampliação de seu horizonte de expectativa. Espero que essa leitura tenha tocado sua alma de modo especial! Abraços! Trechinhos para aguçar sua curiosidade! "Porque eu me imaginava mais forte. Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões, é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil." "Porque enquanto eu amar a um Deus só porque não me quero, serei um dado marcado, e o jogo de minha vida maior não se fará."
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Afago literário 14 - "O mundo", de Eduardo Galeano
Eduardo Galeano nasceu em 3 de setembro de 1940 em Montevidéu, Uruguai, é primeiro dos três filhos. Iniciou sua carreira jornalística no início da década de 1960 como editor do Marcha, influente jornal semanal. Foi também editor do diário Época e editor-chefe do jornal universitário por dois anos. Em 1971, escreveu sua obra-prima As Veias Abertas da América Latina. Em 1973, com o golpe militar do Uruguai, Galeano foi preso e mais tarde seu nome foi colocado na lista dos esquadrões da morte e, temendo por sua vida, exilou-se na Espanha, onde deu início à trilogia Memória do Fogo. Em 1985, com a redemocratização de seu país, Galeano retornou a Montevidéu, onde viveu até sua morte, em 2015. Em princípios de 2007 Galeano caiu seriamente doente, mas recuperou-se, após uma bem-sucedida cirurgia em Montevidéu. Galeano foi internado dia 10 de abril e morreu próximo das 9h em 13 de abril de 2015, em Montevidéu, de câncer no mediastino, após o tumor provocar metástase. O Livro dos Abraços, de 1991, é uma coleção de histórias curtas e muitas vezes líricas, apresentando as visões de Galeano em relação a temas diversos como emoções, arte, política e valores. A obra também oferece uma crítica mordaz à sociedade capitalista moderna, com o autor defendendo aquilo que acredita ser uma mentalidade ideal à sociedade. Neste link, você encontra essa e outras obras interessantes e construtivas! Divirta-se! https://farofafilosofica.com/2017/03/29/literatura-latino-americana-5-livros-para-ler-antes-de-morrer/
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Afago literário 13 - "O amanhã não está a venda", de Ailton Krenak
Ailton Krenak nasceu em 1953 no estado de Minas Gerais, na região do Médio Rio Doce. Aos dezessete anos de idade, mudou-se com sua família para o estado do Paraná, onde se alfabetizou e se tornou produtor gráfico e jornalista. Na década de 1980, passou a dedicar-se exclusivamente ao movimento indígena. Em 1985, fundou a organização não governamental Núcleo de Cultura Indígena, que visa a promover a cultura indígena. Teve emenda popular assegurando sua participação no Congresso Nacional do Brasil para o processo constituinte em 1986. Ailton participou da Assembleia Nacional Constituinte que elaborou a Constituição Brasileira de 1988. Foi durante a Assembleia Constituinte, em 1987, que Ailton protagonizou uma das cenas mais marcantes da mesma: em discurso na tribuna, pintou o rosto com a tinta preta do jenipapo, segundo o tradicional costume indígena brasileiro, para protestar contra o que considerava um retrocesso na luta pelos direitos dos índios brasileiros. Em 1988, participou da fundação da União dos Povos Indígenas, organização que visa a representar os interesses indígenas dentro do cenário nacional. Hoje vamos conhecer um trecho da obra: · O amanhã não está à venda. São Paulo: Companhia das Letras, 2020. Neste livro, Krenak reflete sobre a Pandemia da Covid-19 e as questões capitalistas, colonialistas que assolam a humanidade. Aos que desejam ler por inteiro, vale muito a pena! https://books.google.com.br/books/about/O_amanh%C3%A3_n%C3%A3o_est%C3%A1_%C3%A0_venda.html?id=blndDwAAQBAJ&printsec=frontcover&source=kp_read_button&redir_esc=y#v=onepage&q&f=false
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Afago literário - Cascata, de Stella Rayane P. Fernandes
Este texto é de uma aluna minha, hoje acadêmica de medicina, mas com um veio para a literatura de mistério. Ela tem um blog chamado simpoetizando.blogspot.com, nele há outras narrativas para apreciação. Sugiro que acessem! Estou muito feliz que ela tenha seguido minha indicação de divulgar suas criações!
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Afago Literário 11- "O menino que carregava água na peneira", de Manoel de Barros
Manoel de Barros (1916-2014) é um dos mais importantes poetas contemporâneos. Autor de versos nos quais elementos regionais se conjugavam a considerações existenciais e uma espécie de surrealismo pantaneiro. Manoel Wenceslau Leite de Barros (1916-2014) nasceu em Cuiabá, Mato Grosso, no dia 19 de dezembro de 1916. Estudou em colégio interno em Campo Grande. Publicou seu primeiro livro de poesias, “Poemas Concebidos Sem Pecados”, em 1937. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou bacharel em Direito, em 1941. Manoel de Barros foi um poeta espontâneo, um tanto primitivo, que extraía seus versos da realidade imediata que o cercava, sobretudo a natureza. Mostrava-se distante do rótulo de “Jeca Tatu do Pantanal”, que lhe tentaram impingir. Na verdade, ele tinha uma formação cosmopolita, pois viveu no Rio de Janeiro, viajou para a Bolívia e o Peru, conheceu Nova York e era familiarizado com a poesia modernista francesa. A partir de 1960 passou a se dedicar a sua fazenda no pantanal, onde criava gado. Sua consagração como poeta se deu ao longo das décadas de 1980 e 1990. Recebeu o Prêmio da Crítica/Literatura, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Recebeu o Prêmio Jabuti de Poesia, concedido pela Câmara Brasileira do Livro, pela obra “O Guardador de Águas”. Manoel de Barros publicou mais de vinte livros, entre eles, “Face Imóvel” (1942), “Poesias” (1946), “Compêndio Para Uso dos Pássaros” (1961), “Gramática Expositiva do Chão” (1969), “Matéria de Poesia” (1974), “O Guardador de Águas” (1989), “Livro Sobre Nada” (1996), “Retrato do Artista Quando Coisa” (1998), “O Fazedor de Amanhecer” (2001), e “Portas de Pedro Vieira” (2013). Em seus últimos anos de vida passou a residir na região central de Campo Grande. Gostava de invenções verbais e neologismos como “eu me eremito”. Manoel de Barros faleceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no dia 13 de novembro de 2014, deixando muita saudade em nossos corações.
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Afago literário 10 - "Invictus", de W. Ernest Henley
Escrito em 1875 e publicado inicialmente em 1888, no Book of Verses de Henley, "Invictus" é um poema vitoriano de autoria do poeta inglês W. Ernest Henley (1849–1903), que inspirou nada mais nada menos que Nelson Mandela - o maior símbolo da luta contra o Apartheid na Africa do Sul. Os versos fortes inspiraram Mandela em seus dias mais difíceis: os vinte e sete anos de cativeiro, período em que o líder sul africano foi submetido, a humilhações de todas as ordens e a executar trabalhos forçados. Os versos de Henley o confortaram Mandela e deram suporte emocional para resistir, bem como esperança para acreditar em dias melhores. O próprio Mandela admitiu que sempre que começava a perder suas esperanças relia o poema em busca de conforto, para enfrentar toda a dor que sofreu, na busca pela liberdade!
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Afago literário 9 - "Chutei o Balde", de Silvia Schmidt
Silvia Schmidt é Natural de São Paulo, Capital, é professora de Português, Inglês e Literatura. É formada pela Universidade de São Paulo. Filha única de pais alemães, herdou a vocação para as letras pelo lado materno e para a música, do lado paterno. No terceiro ano da Escola Primária começou a escrever poesias e peças infantis. Produções: Linhas Levianas, 1981 - Poesias Fuga Noite a Dentro, 1986 - Poesias Sonetos de Guetos, 1992 - Poesias Encontros & Desencontros, 1996 - Poesias Nossas Raízes, 1998 - Prosa e Poesia Poesia, Melhor não Ler, 1999 - Poesias Preces Sem Pressa, 1999 - Orações Sorte é pra quem quer, 2000 - Auto Ajuda Portas da Razão e dos Sentimentos, 2004 - Mensagens e Poesias Com centenas de mensagens em páginas na internet, Silvia é, sem duvida, uma das poetisas brasileiras contemporâneas mais lidas do mundo virtual.
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Afago literário 8 - "O Ratinho e o Pajé" - De Kaká Werá Jecupé
O nosso Afago Literário de hoje homenageia KaKá Werá Jecupé, escrito e terapeuta espiritualista indígena, da etnia Tapuia, grande conhecedor das questões indígenas, difusor dos caminhos evolutivos do xamanismo, da história e da memória Tupi-guarani. Escritor de várias obras, o autor nos brinda com As fabulosas fábulas de iauaretê, publicado em 2007, pela editora Petrópolis. Nossa leitura parte da fábula "O Ratinho e o Pajé", presente na página 16 do livro. Quer conhecer mais sobre kaká? Assista o programa Roda Viva que o entrevistou: https://www.youtube.com/watch?v=iwU5KNMf014&ab_channel=RodaViva Abraços!
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Afago literário 7- " Murar o Medo"- Mia Couto
Discurso proferido, em 2011, durante a Conferência do Estoril. Mia Couto é um escritor moçambicano, de prosa e poesia, ganhador do prêmio Camões, em 2013. Um biólogo que se apaixonou pela linguagem e a uniu o amor à vida! Nos brindando com escritos brilhantes!
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Afago literário 6 - "Lua Adversa" - De Cecília Meireles
Cecília Meireles foi escritora, jornalista, professora e pintora, considerada uma das mais importantes poetisas do Brasil. Sua obra de caráter intimista possui forte influência da psicanálise com foco na temática social. Embora sua obra apresente características simbolistas, Cecília destacou-se na segunda fase do modernismo no Brasil, no grupo de poetas que consolidaram a "Poesia de 30". Sua literatura recebeu diversos prêmios, dos quais se destacam: Prêmio de Poesia Olavo Bilac, Prêmio Jabuti e o Prêmio Machado de Assis. Caso queiram conhecer um pouco mais da obra de Cecília, segue um link, onde vocês poderão ter acesso a várias produções da autora: https://www.escritas.org/pt/estante/cecilia-meireles Abraços!
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Afago literário 5 - " Sinto vergonha de Mim" - Cleide Canton
Este poema é de autoria de Cleide Canton, poetisa brasileira nascida no interior de São Paulo, professora contribinte da formação de inúmeros brasileiros. Inspirada em um pronunciamento feito ao senado, em 1914, por Ruy Barbosa, a poetisa escreveu "Sinto vergonha de mim". Esta leitura foi eleita para, simbolicamente, refletirmos a conjuntura de nosso Estado-nação, em face do dia 7 de setembro, dia da "independência" do Brasil. Abraços!
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Afago literário 4 - Quem é você? - Icléia Caires
Eis uma reflexão que nasceu de meu gosto pela observação de minhas plantas, da vida, da conjuntura existencial em que nos encontramos. São inquietações que por vezes me perpassam que resolvi partilhar com os amigos que tem prestigiado este podcast. Abraços! Icléia
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Afago Literário 3 - "Elogio da Loucura", Erasmo de Rotterdam
O podcast de hoje, partiu da sugestão de Adailson Moreira, agradecemos a colaboração. O excerto lido foi segmentado da obra "O Elogio da Loucura", publicada pela primeira vez em 1509, em Paris. Estamos especificamente, no intervalo das páginas 45-47, espaço em que a loucura fala de sua relação intrínseca com o "amor próprio dos homens". Ficou curioso? Acesse a obra completa, em breve traremos mais fragmentos para o nosso deleite!
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Afago literário 2 - "Aos que virão depois de nós" - Bertold Brecht
Eis aqui, o afago literário de hoje, com um pezinho na dramaturgia. A poesia declamada, "Aos que virão depois de nós", foi escrita por Bertold Brecht, dramaturgo alemão que experienciou o nazismo. Tendo vivido de 1898 até 1956, Brecht se valeu da dramaturgia e da poesia para conscientizar e politizar as pessoas. Sua obra é fruto das condições de produção de seu tempo, mas pode ser (re)significada a partir das condições de produção da nossa existência. Deleitemo-nos para refletir com ele, a partir dele, para pensar além dele nossa conjuntura histórico-social. Para quem deseja conhecer mais, segue um link com algumas sugestões de leitura: https://farofafilosofica.com/2018/02/07/bertold-brecht-7-livros-para-download-cinco-pecas-uma-antologia-poetica-e-100-poesias/ Agradecemos Renan Leão, nosso amigo que sugeriu a reflexão do podcast de hoje! Icléia Caires
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Afago literário - Clarice Lispector - Uma aprendizagem ou o Livro dos Prazeres
Eis um trecho do primeiro livro de Clarice Lispector , "Uma aprendizagem ou o Livro dos Prazeres", publicado em 1944, extraído especificamente da página 22. Apreciemos o fragmento para a (Trans)forma(ação) do intelecto por meio do acesso à cultura.
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Este podcast foi criado para incentivo à leitura, literária ou não, de modo que se possa refletir e alargar os horizontes de expectativa daqueles que o acompanham. Espero que ao ouvir os fragmentos, poemas, ou pequenas narrativas as pessoas se sintam instigadas a acessar as obras completas, ou mesmo procurar saber mais sobre os autores divulgados. Icléia Caires Moreira💝🍀🥰🙌
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Professora Icléia Moreira
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