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Conversa de Portão
by Nós, Mulheres da Periferia.
Um encontro semanal onde a conversa entre mulheres vira notícia Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperiferia e faça parte da nossa comunidade.
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EP31: Do início ao recomeço: uma conversa com a rapper Drik Barbosa
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o EP31 do podcast Vizinha, cê tá ligada?Neste episódio, “Do início ao recomeço: uma conversa com a rapper Drik Barbosa”, a repórter Beatriz de Oliveira, do Nós, apresenta a trajetória da artista Drik Barbosa — cantora e compositora paulistana que começou a escrever rap ainda na adolescência e encontrou no hip-hop um espaço para expressar sentimentos, vivências e reflexões sobre ser uma mulher negra na sociedade brasileira.A partir da reportagem, o episódio percorre momentos marcantes da carreira da artista: as primeiras rimas na Batalha do Santa Cruz, a construção de sua identidade musical entre o rap e o R&B e a força do coletivo feminino no hip-hop, como no grupo Rimas & Melodias.Também falamos sobre pausas, recomeços e o processo de amadurecimento artístico de Drik — uma caminhada que envolve cura, autoestima e a potência da música como ferramenta de expressão e transformação.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 E compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📖 Leia a matéria completa no site:✔️ Do início ao recomeço: a trajetória da artista Drik Barbosa📰 Outras matérias citadas neste episódio:✔️Um brinde a ela: caso da primeira mulher negra dona de uma vinícola no país✔️Danielle Marcola transforma panelas de ferro-velho em negócio sustentável✔️Entre o quilombo e o palco: a música de Ana Cacimba nasce da ancestralidade
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EP30: Fibromialgia: a dor invisível que atravessa uma vida inteira
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o EP30 da série “Vizinha, cê tá ligada?”, com a repórter Amanda Stabile.Neste episódio, “Fibromialgia: a dor invisível que atravessa uma vida inteira”, a gente conversa sobre uma condição marcada por dores crônicas, cansaço extremo e sintomas que nem sempre aparecem nos exames — mas que impactam profundamente a vida de quem convive com ela. A reportagem aborda os desafios do diagnóstico, o descrédito enfrentado por muitas mulheres e a importância de olhar para essa dor com mais informação, escuta e acolhimento.A fibromialgia escancara como a saúde das mulheres ainda é atravessada por silenciamentos e invisibilizações. Por isso, falar sobre o tema é também falar de cuidado, direitos e dignidade.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📖 Leia a matéria completa no site: Fibromialgia: quando a dor não aparece no exame, mas atravessa a vida inteira🗂️ Outras matérias relacionadas:De Bacabal a Belford Roxo: por que o Estado demora a encontrar crianças negras?8 museus para conhecer a história negra que construiu o Brasil
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EP29: Obirin faz história como 1º bloco feminino de samba-reggae do Recife
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o EP29 do podcast “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Obirin faz história como 1º bloco feminino de samba-reggae do Recife”, a repórter Beatriz Oliveira conta a trajetória do Obirin, o primeiro bloco feminino de samba-reggae da capital pernambucana. Criado por Ana Paula Guedes, o grupo transforma o carnaval em espaço de resistência, formação política e fortalecimento de mulheres negras no Morro da Conceição e arredores.Ao longo do ano, promove oficinas, constrói enredos que valorizam religiões de matriz africana e reafirma o protagonismo das mulheres negras nas ruas do Recife.🎧Dá o play e vem conhecer essa história de pioneirismo e potência coletiva!▶️Depois, conta pra gente o que achou e compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso.📖 Leia a matéria completa no site:“Obirin faz história como primeiro bloco feminino de samba-reggae do Recife (PE)”🔎 Outras matérias relacionadas:Caso Sônia Maria de Jesus expõe omissão do judiciário frente ao trabalho escravo domésticoÀ espera de um lar: pesquisadora aborda os dois lados da fila de adoçãoFibromialgia: quando a dor não aparece no exame, mas atravessa a vida inteira
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EP28: O legado de Neusa Santos para a psicanálise e as relações raciais
🎧 Alô, vizinha!Já está no ar o EP28 da série “Vizinha, cê tá ligada?” Neste episódio, “O legado de Neusa Santos para a psicanálise e as relações raciais”, a repórter Beatriz Oliveira nos conduz por uma reflexão profunda e necessária sobre a obra de Neusa Santos Souza e sua contribuição fundamental para compreender como o racismo estrutura a subjetividade no Brasil.A partir do livro Tornar-se negro, Neusa escancarou as marcas deixadas pelo racismo na psique da população negra, especialmente no campo da saúde mental, abrindo caminhos para debates que seguem urgentes até hoje. O episódio resgata esse legado com uma linguagem acessível, acolhedora e conectada ao nosso cotidiano, mostrando por que suas ideias seguem tão atuais.🎧 Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 E compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📖 Leia a matéria completa no site:✔️ Neusa Santos Souza e as marcas do racismo na psique brasileira📚 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:A marcha de Lenny Blue: quando a velhice negra exige ser vistaCaso Ágatha e Allan: o que fazer quando alguém desaparece?
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EP27: Viver com medo: a normalização da violência contra mulheres em todos os lugares
🎧 Alô, vizinha!Já está no ar o EP27 da série “Vizinha, cê tá ligada?”.Neste episódio, “Viver com medo: a normalização da violência contra mulheres em todos os lugares”, a repórter Amanda Stabile parte de seis casos recentes para discutir como a violência contra mulheres atravessa todos os espaços da vida — do trabalho à casa, da rua às instituições — e como o medo acaba sendo naturalizado como parte da existência feminina. Com uma abordagem acolhedora e informativa, o episódio conecta dados, relatos e contexto social para mostrar que a violência não é exceção, mas estrutura.🎧 Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso.🔗 Leia a matéria completa:✔️ 6 casos que comprovam que não há lugar seguro para ser mulher📚 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:✔️ Além da esquerda e direita: o que move as mulheres brasileiras em relação à política✔️ 4 casos e um mesmo problema: a violência contra mulheres no ambiente profissional
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EP26: O trabalho de limpar e a herança da escravidão
🎧 Alô, vizinha!Já está no ar o EP26 da série “Vizinha, cê tá ligada?” 💬Neste episódio, “O trabalho de limpar e a herança da escravidão”, a repórter Amanda Stabile propõe uma conversa necessária sobre como o ato de limpar — casas, ruas e cidades — nunca foi neutro no Brasil.A partir da matéria do Nós, Mulheres da Periferia, o episódio retoma a história da limpeza como um trabalho racializado, herdado da escravidão e mantido até hoje na precarização. Entre o trabalho doméstico e a varrição das ruas antes do amanhecer, são, majoritariamente, mulheres negras, pobres e periféricas que seguem sustentando a higiene da cidade, enquanto permanecem invisibilizadas, desvalorizadas e expostas a jornadas exaustivas, baixos salários e poucos direitos.Com uma linguagem acessível e acolhedora, o episódio convida a refletir: quem tem o privilégio de sujar? Quem é empurrada para limpar? E por que seguimos achando isso “normal”?▶️ Dá o play, escuta com atenção e depois conta pra gente o que achou.📢 Compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir essa conversa.🔗 Leia a matéria: Por que achamos normal que outras pessoas limpem a nossa sujeira?📚 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:Venezuela: “O que nós queremos acima de tudo é viver com dignidade, sem violência, sem fome e sem repressão”Entre ondas de calor e aumentos de tarifa: 5 acontecimentos que abriram 2026
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EP25: Entre crise política e aumento de tarifas: acontecimentos que já pesam em 2026
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o EP25 da série “Vizinha, cê tá ligada?”, com reportagem de Amanda Stabile.Neste episódio, “Entre crise política e aumento de tarifas: acontecimentos que já pesam em 2026”, a gente conversa sobre como o ano mal começou e já trouxe mudanças que muita gente sente no corpo e no bolso. De conflitos internacionais a decisões locais que encarecem o custo de vida, o episódio analisa cinco acontecimentos que ajudam a entender por que 2026 já impacta de forma desigual quem mora nas periferias.Ondas de calor extremo, aumento das tarifas de transporte e água, o fim de sistemas que atendiam regiões periféricas e uma crise política internacional mostram como escolhas feitas longe dos bairros atravessam o cotidiano de milhões de pessoas — principalmente das mais vulnerabilizadas.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 E compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📖 Leia a matéria completa no site:✔️ Entre ondas de calor e aumentos de tarifa: 5 acontecimentos que abriram 2026📰 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:✔️ “E se fosse eu?”: endometriose, adenomiose e o medo de buscar ajuda médica✔️ Por que achamos normal que outras pessoas limpem a nossa sujeira?
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EP24: Maria Firmina dos Reis, a mulher que escreveu liberdade antes da abolição
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o EP24 da série “Vizinha, cê tá ligada?” ✨Neste episódio, “Maria Firmina dos Reis, a mulher que escreveu liberdade antes da abolição”, a repórter Beatriz de Oliveira apresenta a trajetória de uma das maiores intelectuais da história do Brasil — e que por muito tempo foi silenciada.Primeira romancista brasileira, Maria Firmina dos Reis escreveu, ensinou e sonhou liberdade em pleno século XIX, quando o país ainda vivia sob a escravidão. O episódio resgata sua atuação como educadora, escritora antiescravista e mulher negra que colocou pessoas negras no centro da narrativa literária, desafiando o racismo e o patriarcado da época. Uma história de coragem, afeto e resistência que segue inspirando meninas e mulheres negras até hoje.▶️ Dá o play e vem escutar com a gente.📣 Depois, compartilhe com aquela vizinha que precisa ouvir essa história.🔗 Leia a matéria: ✔️ Maria Firmina dos Reis, a mulher que escreveu liberdade antes da abolição📚 Outras matérias relacionadas: ✔️ Quando a lei avança, mas a cultura resiste: por que o feminicídio não diminui no Brasil? ✔️ Entre rios e bicas: a trajetória das lavadeiras brasileiras
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EP23: Classe média ou ‘pobre premium'? Os impasses da ascensão social no brasil
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o vigésimo terceiro episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, Amanda Stabile, repórter do Nós, mergulha nas contradições e nos desafios de quem vive entre o sonho da ascensão social e o aperto do fim do mês. Em “Classe média ou ‘pobre premium’? Os impasses da ascensão social no Brasil”, a gente conversa sobre o que realmente significa “ser classe média” no país — não só na renda, mas no peso das expectativas, no medo de voltar para trás e nas desigualdades que continuam marcando o dia a dia de tantas famílias.A partir de histórias reais e da análise de especialistas, o episódio ajuda a entender por que tanta gente que aparece nas estatísticas como classe média ainda se percebe num lugar frágil, oscilando entre conquistas materiais e insegurança constante. Quem é essa classe média? O que muda — e o que continua igual — na vida de quem tenta ocupar esse espaço?🎧 Dá o play e depois conta pra gente o que você achou. 📲 E compartilhe com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📚 Leia a matéria completa no site: ✔️Entre o sonho e o aperto: afinal, quem é a classe média brasileira?🟩 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:Da Roda dos Expostos ao ECA: como o Brasil ainda lida com a ideia de “pegar para criar”Por que achamos normal que outras pessoas limpem a nossa sujeira?
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EP22: A força das trabalhadoras rurais na Marcha Nacional das Mulheres Negras
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o EP22 da série “Vizinha, cê tá ligada?”!Neste episódio, Beatriz de Oliveira traz histórias potentes de mulheres que cruzaram estradas, territórios e desafios para ocupar Brasília na Marcha Nacional das Mulheres Negras. Em “A força das trabalhadoras rurais na Marcha Nacional das Mulheres Negras”, você vai conhecer a realidade de Elisangela, Maria Janaína e Maria Samara — mulheres rurais que enfrentam jornadas exaustivas, racismo, machismo e ainda assim transformam luta em resistência coletiva.Do calor das lavouras à força das ruas, elas mostram como reivindicar direitos, visibilidade e bem viver no campo é urgente. E reforçam que a marcha não termina: ela continua no cotidiano, na organização e na coragem de cada mulher negra.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📤 Compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📰 Leia a matéria completa no site:Do campo às ruas de Brasília: a força das trabalhadoras rurais na Marcha das Mulheres Negras🟩 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:A marcha de Lenny Blue: quando a velhice negra exige ser vistaCrianças criam soluções para o clima em projeto que une literatura e sustentabilidade
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EP21: Os impactos da Crise Climática nas periferias
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o vigésimo primeiro episódio da nossa série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, Amanda Stabile, repórter do Nós, te convida para uma conversa essencial sobre como a crise climática ultrapassa a ideia de “destruição das florestas” e atinge diretamente o dia a dia de quem vive nas periferias.Em “Os impactos da Crise Climática nas periferias”, você vai entender, de forma acolhedora e direta, como enchentes, ondas de calor, falta de infraestrutura, desigualdade ambiental e outros desafios tornam as periferias ainda mais vulneráveis — e por que falar sobre isso é urgente.Amanda explica os principais impactos, revela histórias de quem já sente essas mudanças no cotidiano e mostra como essa pauta é, antes de tudo, uma questão de justiça social.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 E compartilhe com aquela vizinha que precisa ouvir isso! 📰 Leia a matéria completa no site: A crise climática não afeta só as florestas: 7 impactos nas periferias🟩 Outras matérias citadas ou relacionadas neste episódio:Entre o sonho e o aperto: afinal, quem é a classe média brasileira?Por que achamos normal que outras pessoas limpem a nossa sujeira?
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EP 20: O que significa marchar por reparação, segundo Lúcia Xavier
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o vigésimo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “O que significa marchar por reparação, segundo Lúcia Xavier”, a repórter Beatriz Oliveira conversa sobre o significado da Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, que vai reunir mulheres de todo o Brasil em Brasília, no dia 25 de novembro.Dez anos depois da histórica Marcha Nacional das Mulheres Negras, o movimento segue firme — agora com um novo elemento central: a reparação. No episódio, a ativista e assistente social Lúcia Xavier, cofundadora da ONG Criola, reflete sobre como reparar é reconhecer os danos da escravidão e construir uma sociedade justa, que redistribua riquezas, oportunidades e dignidade.📻 Dá o play e depois conta pra gente o que achou!📲 E compartilhe com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📖 Leia a matéria completa no site: 👉 Ao marchar por reparação, mulheres negras reivindicam uma nova nação🗞️ Outras matérias citadas neste episódio:✅Conheça 8 agências de afroturismo lideradas por mulheres✅Maria Firmina dos Reis, a mulher que escreveu liberdade antes da abolição
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EP19: O que muda quando uma favela ganha um CEP?
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo nono episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “O que muda quando uma favela ganha um CEP?”, a repórter Amanda Stabile conversa sobre o impacto que o registro oficial traz para as comunidades em situação de vulnerabilidade. Ter um CEP vai muito além de um número — é acesso a direitos, pertencimento e reconhecimento.A partir de dados do IBGE e histórias reais, o episódio mostra como o Código de Endereçamento Postal pode transformar a relação das favelas com o Estado e garantir políticas públicas mais justas para quem vive nesses territórios.📻 Dá o play e depois conta pra gente o que achou!📲 E compartilhe com aquela vizinha que precisa ouvir isso!🔗 Leia a matéria completa no site: 👉 O que muda quando uma favela ganha um CEP?📚 Outras matérias citadas neste episódio: ✅ Entre o sonho e o aperto: afinal, quem é a classe média brasileira? ✅ Moradores de periferia de SP se mobilizam contra instalação de incinerador de lixo
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EP18: A trajetória de Valdecir Nascimento, fundadora do Instituto Odara
🎧 Alô, vizinha! Tá no ar o décimo oitavo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “A trajetória de Valdecir Nascimento, fundadora do Instituto Odara”, Beatriz de Oliveira, repórter do Nós, apresenta a história de uma das principais referências do movimento de mulheres negras no Brasil.Ativista, educadora e pesquisadora, Valdecir Nascimento atua há mais de 40 anos na luta antirracista e na construção de políticas públicas voltadas para mulheres negras. Fundadora do Instituto Odara – Organização de Mulheres Negras, ela acredita que as mulheres negras são a ponta de lança para transformar o Brasil.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 E compartilha com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📰 Leia a matéria completa no site:✅ A trajetória de Valdecir Nascimento, fundadora do Instituto Odara📚 Outras matérias citadas neste episódio: ✅ “Ser mulher negra é ser alvo o tempo inteiro, mesmo na internet” ✅Neusa Santos Souza e as marcas do racismo na psique brasileira
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EP17: Movimentos que antecederam a Marcha Nacional das Mulheres Negras
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo sétimo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Movimentos que antecederam a Marcha Nacional das Mulheres Negras”, Amanda Stabile, repórter do Nós, relembra cinco encontros marcantes que antecederam a Marcha e ajudaram a construir esse processo coletivo de luta por reparação histórica, justiça social e equidade para mulheres negras.A Marcha Nacional das Mulheres Negras é um marco. Mas como todo movimento, ela tem um caminho ancestral — feito de articulação, resistência e referência. Desde os anos 1950, mulheres negras já se organizavam em associações e grupos locais, e foi a partir das décadas de 1970 e 1980 que suas vozes ganharam ainda mais força.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir! 📰 Leia a matéria completa no site:✅Movimentos que antecederam a Marcha Nacional das Mulheres Negras📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Sudeste: esperas e viagens para acessar um direito reprodutivo previsto em lei✅Dos hospitais aos rituais de cuidado: os usos da placenta no Brasil
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EP16: Palhaçaria negra: o riso político de Juliene Lellis
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo sexto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Palhaçaria negra: o riso político de Juliene Lellis”, Beatriz de Oliveira, repórter do Nós, apresenta a história da artista que encontrou na palhaçaria uma forma de provocar riso — mas também de resistência, crítica e reconstrução de identidade.Juliene faz parte de uma geração de mulheres negras que subvertem o riso como ferramenta política, desafiando os estereótipos racistas e de gênero presentes no mundo das artes. Sua trajetória mostra que é possível ocupar a cena com afeto, ancestralidade e liberdade.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ Palhaçaria negra: o riso político de Juliene Lelli 📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Marcha das Mulheres Negras lança manifesto econômico✅Saiba quem são as 11 cantoras negras brasileiras indicadas ao Grammy Latino ✅Reforma do Imposto de Renda: 5 mudanças que podem impactar o seu bolso
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EP15: A primeira infância em territórios de exclusão e desigualdade social
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo quinto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “A primeira infância em territórios de exclusão e desigualdade social”, Amanda Stabile, repórter do Nós, fala sobre os desafios enfrentados por crianças de 0 a 6 anos que vivem nas periferias e favelas do Brasil — desde a insegurança alimentar até a falta de áreas verdes e acesso a creches.Mesmo representando 8,9% da população, crianças dessa faixa etária são as mais afetadas por eventos climáticos extremos, precariedade habitacional e ausência de políticas públicas eficazes. Quando somadas a marcadores como raça, gênero e território, as desigualdades se aprofundam, impactando diretamente o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo dessas crianças▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ A primeira infância em territórios de exclusão e desigualdade social📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅5 encontros precursores da Marcha Nacional das Mulheres Negras✅Dos hospitais aos rituais de cuidado: os usos da placenta no Brasil
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EP14: Conheça Maria Punga, a mulher negra dona do primeiro café de São Paulo
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo quarto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Conheça Maria Punga, a mulher negra dona do primeiro café de São Paulo”, Beatriz de Oliveira, repórter do Nós, conta a história de Maria das Dores Punga, a primeira mulher negra a abrir um café em São Paulo, ainda nos anos 1850.Mais do que servir bebida, Maria criou um espaço de acolhimento, cultura e resistência para artistas e pessoas negras — num tempo em que a presença negra nesses ambientes era quase sempre recusada.Hoje, sua trajetória inspira a memória e a ocupação de novos espaços por mulheres negras empreendedoras.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Compartilhe com aquela vizinha que precisa ouvir isso!📰 Leia a matéria completa no site: ✅Maria Punga: a barista negra dona do primeiro café de São Paulo📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Saúde mental: “se o profissional não for preto, como vai entender o que eu vivo?” ✅Psicólogas falam sobre tratamento de transtorno do jogo no CAPS
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EP13: O peso do racismo na saúde mental de mulheres negras
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo terceiro episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “O peso do racismo na saúde mental de mulheres negras”, Amanda Stabile, repórter do Nós, mostra como o racismo impacta profundamente o bem-estar psicológico de mulheres negras, e por que ainda é tão difícil encontrar profissionais que compreendam essas vivências.Se, por um lado, os dados mostram que mulheres negras são as que mais sofrem com transtornos mentais, por outro, são as que menos têm acesso a tratamento e quando têm, esbarram em olhares e escutas atravessadas pelo racismo estrutural.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ O peso do racismo na saúde mental de mulheres negras📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅O salário que Maria não vê: quase 20% vai embora em impostos✅Moradores de ocupação de Embu das Artes resistem em meio às ameaças do poder público
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EP12: Nem todo sofrimento precisa de diagnóstico, mas de justiça social
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo segundo episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Nem todo sofrimento precisa de diagnóstico, mas de justiça social”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, conversa sobre a importância de politizar o sofrimento e entender que ele não é universal — varia conforme gênero, raça e classe.A proposta da psicóloga entrevistada é clara: nem todo sofrimento é um transtorno. Muitas vezes, o que nos adoece está ligado a desigualdades sociais, e não a um "problema individual".A medicalização da vida transforma questões sociais, culturais e políticas em diagnósticos, mascarando o que realmente precisa ser enfrentado: a injustiça estrutural.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ Nem todo sofrimento precisa de diagnóstico, mas de justiça social 📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅7 clubes de leitura conduzidos por mulheres para você conhecer ✅Mapa Nacional aponta que 14 milhões de mulheres negras sofreram violência doméstica em 2023 ✅Menopausa: mulheres negras sofrem mais e têm menos acesso a cuidados
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EP11: Pobre não tem tempo nem pra adoecer mentalmente
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo primeiro episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Pobre não tem tempo nem pra adoecer mentalmente”, Amanda Stabile, repórter do Nós, fala sobre como a exaustão, a ansiedade e a falta de acesso ao cuidado psicológico afetam profundamente a saúde mental de quem vive nas periferias.Apesar de o Brasil ser o país mais ansioso do mundo, o acesso ao atendimento psicológico ainda é privilégio de poucos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em países de baixa renda, apenas 12% das pessoas com transtornos mentais recebem tratamento. A mesma organização aponta que 18,6 milhões de brasileiros convivem com ansiedade.Esses números reforçam: não é que o pobre não tenha tempo para adoecer — é que falta acesso ao cuidado. Viver mal pago, em condições precárias, espremida no transporte e exposta à violência desde cedo afeta, sim, a saúde mental.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ Pobre não tem tempo nem pra adoecer mentalmente📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Nova lei garante reconstrução mamária pelo SUS em qualquer causa de mutilação✅Resenha: Os Quatro da Candelária e os sonhos de crianças que seguem sendo interrompidos
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EP10: CAPS não é chacota
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o décimo episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “CAPS não é chacota”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, fala sobre os conteúdos que usam os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) como piada.Por trás do tom de humor, essas publicações acabam descredibilizando um serviço público essencial e reforçando o estigma sobre pessoas em sofrimento psíquico.A conversa também evidencia como o racismo estrutura essa lógica:"A maioria das pessoas com transtorno mental grave que foram institucionalizadas são pessoas pretas. Ridicularizar essas pessoas mais uma vez as desumaniza", afirma a psicóloga e psicanalista Késia Rodrigues.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ CAPS não é chacota📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Primeira infância nas favelas: entre o começo da vida e a falta de direitos✅Pagã: “Quero que as pessoas saiam do senso comum de que religião não se discute”
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EP9: Vem cá, vamos conversar sobre sexo entre vulvas
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o nono episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Vem cá, vamos conversar sobre sexo entre vulvas”, Amanda Stabile, repórter do Nós, fala sobre uma ideia que precisa ser desmistificada: sexo não é só penetração, nem depende de pênis para existir.A conversa aborda a importância de reconhecer a diversidade das práticas e afetos entre mulheres que se relacionam com mulheres e de garantir o acesso à informação, cuidado e saúde sexual para todas as pessoas com vulva.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ Vem cá, vamos conversar sobre sexo entre vulvas📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Meninas em defesa da educação escolar quilombola ✅Adultização na internet: ‘criança tem direito à intimidade e à privacidade’✅‘Políticas climáticas que ignoram a primeira infância comprometem o futuro coletivo’, diz pesquisadora
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EP8: Mônica de Menezes, a primeira diplomata negra brasileira
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o oitavo episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Mônica de Menezes, a primeira diplomata negra brasileira”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, relembra a trajetória da mulher que fez história ao se tornar, em 1980, a primeira diplomata negra do Brasil — um feito marcante em uma carreira historicamente dominada por homens brancos da elite, especialmente no contexto do fim da ditadura militar.Apesar de alguns avanços, a diplomacia brasileira segue sendo majoritariamente branca. Segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2020, apenas 11,7% dos diplomatas se declaravam negros, enquanto 58,2% se declaravam brancos e 28,2% não informaram sua raça/cor.A matéria foi publicada em junho de 2024 no nosso site e mostra como mulheres negras se inspiram em Mônica de Menezes para romper barreiras e ocupar espaços ainda restritos.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ Mônica de Menezes: conheça a primeira diplomata negra brasileira 📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Jovens negras somam mais de 70% do trabalho doméstico na faixa dos 16 a 29 anos✅Presas em celas masculinas: os abusos que o Estado insiste em repetir✅Entre traços e histórias: quadrinistas negras que transformam narrativas
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EP7: 5 vezes em que balas perdidas tiveram alvo, cor e endereço certo
🎧 Alô, vizinha!Tá no ar o sétimo episódio do quadro “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “5 vezes em que balas perdidas tiveram alvo, cor e endereço certo”, Amanda Stabile, repórter do Nós, relembra casos em que a violência policial atinge pessoas negras com precisão, em diferentes partes do Brasil.Segundo a Rede de Observatórios da Segurança, a cada 4 horas, uma pessoa negra é morta pela polícia no país — em sua maioria, jovens entre 18 e 29 anos.E os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que, em 2023, mais de 6 mil pessoas foram mortas pela polícia — 71,7% eram crianças, adolescentes ou jovens de até 29 anos, e 82% dessas vítimas eram negras.A matéria foi publicada em abril deste ano no nosso site e evidencia como a chamada “bala perdida” tem cor, classe e território.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅ 5 vezes em que balas perdidas tiveram alvo, cor e endereço certo📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅A Melhor Mãe do Mundo: filme coloca catadora de recicláveis no centro da narrativa ✅“30 dias é o mínimo”: votação sobre o aumento da licença paternidade pode acontecer a qualquer momento
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EP6: Investigando as barreiras enfrentadas por empreendedoras canábicas
Alô, vizinha!Tá no ar o sexto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Investigando as barreiras enfrentadas por empreendedoras canábicas”, Beatriz Oliveira, repórter do Nós, narra a trajetória de mulheres periféricas que atuam no mercado canábico e enfrentam desafios como a insegurança de trabalhar na ilegalidade, o estigma em torno da planta e o medo constante de batidas policiais.A matéria foi publicada originalmente em julho de 2024 e integra o especial “Empreendedoras da Maconha”, que investiga os obstáculos enfrentados por mulheres das periferias para empreender nesse mercado.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅Investigando as barreiras enfrentadas por empreendedoras canábicas📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Jogo do Bem-viver ensina crianças a sonhar e agir coletivamente ✅Elaine Silva: da zona leste de São Paulo (SP) ao Leão em Cannes
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EP5: Por que as mulheres estão sempre "carregando" coisas?
Alô, vizinha!Tá no ar o quinto episódio da série “Vizinha, cê tá ligada?”Neste episódio, “Por que as mulheres estão sempre carregando coisas?” Amanda Stabile, repórter do Nós, narra uma reflexão potente sobre como, além de carregar crianças no colo, as mulheres vivem carregando sacolas, bolsas e tantas outras coisas — símbolos das múltiplas responsabilidades e expectativas que a sociedade impõe sobre nós.A matéria foi publicada em março deste ano no nosso site e levanta questões urgentes sobre as estruturas sociais que naturalizam essa sobrecarga física e mental.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:✅Por que as mulheres estão sempre “carregando” coisas?📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅“Não existem relatórios de fiscalização específicos sobre a realização de episiotomias”, alega Ministério da Saúde✅Valdecir Nascimento: ‘nós [mulheres negras] somos a ponta de lança para a transformação desse país’✅Implanon será oferecido pelo SUS a partir de 2025
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EP4: 1ª Marcha Nacional de Mulheres Negras
🎧 Alô, vizinha!Voltamos com o quarto episódio do quadro "Vizinha, cê tá ligada?" A repórter do Nós, Beatriz de Oliveira, narra sobre a 1ª Marcha Nacional de Mulheres Negras, um momento histórico que aconteceu em 2015. A matéria original foi publicada no nosso site em julho de 2022 e traz depoimentos emocionantes de mulheres ativistas que estiveram presentes naquele dia marcante.▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:O dia em que 50 mil mulheres marcharam em Brasília 📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha: confira a agenda de marchas de 25 de julho ✅Rebecca Aletheia criou coletivo que conecta mulheres negras viajantes ✅Projeto de Lei propõe cartazes críticos ao aborto em unidades de saúde de SP ✅Marisa abre o dia em Taboão da Serra com café e coragem
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EP3: Como jogos de azar online impactam a vida de mulheres periféricas?
🎧 Alô, vizinha!Voltamos com o terceiro episódio do quadro "Vizinha, cê tá ligada?" A repórter do Nós, Beatriz de Oliveira narra sobre os impactos negativos dos jogos de azar na vida das mulheres da periferia.A matéria foi ao ar em nosso site em outubro de 2024 e traz histórias de mulheres que se endividaram e se afastaram da família para sustentar o vício no jogo. ▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site: Jogos de azar e apostas online: como eles impactam a vida de mulheres periféricas? 📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅13º edição do Julho das Pretas conta com centenas de atividades em todo país ✅Livro “Quem limpa?”, de Bianca Santana, convida crianças e adultos a olharem para a sujeira do chão e da história ✅10 anos depois, mulheres que participaram das ocupações secundaristas relatam legados do movimento
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EP2: Episiotomia e ‘Ponto do Marido’: mutilações genitais naturalizadas no Brasil
🎧 Alô, vizinha!Chega mais, que tem episódio novo no ar do Conversa de Portão com a série "Vizinha, cê tá ligada?"Neste segundo episódio, a repórter Amanda Stabile investiga um tema urgente e silenciado: episiotomia e o chamado ‘ponto do marido’, práticas que configuram mutilações genitais naturalizadas no Brasil, principalmente durante o parto, quando mulheres estão em total vulnerabilidade.A matéria foi publicada em 17 de fevereiro no site do Nós, mulheres da periferia, e agora chega em versão falada, porque esse papo precisa ecoar ainda mais!▶️ Dá o play e depois conta pra gente o que achou.📲 Ah, não esquece de compartilhar com aquela vizinha que precisa ouvir!📰 Leia a matéria completa no site:Episiotomia e ‘Ponto do Marido’: mutilações genitais naturalizadas no Brasil📚 Outras matérias citadas neste episódio:✅“Antes, agora e depois”: arte para honrar ancestralidades femininas✅“É preciso contar às pessoas que a comunidade bissexual também é discriminada e carece de políticas públicas”✅Nita de Cotijuba: “Eu sobrevivi a uma vida cruel na periferia de Belém do Pará. Eu sou mestra de sobrevivência!✅Mulheres mostram que hortas comunitárias são aliadas da luta contra insegurança alimentar
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EP 1: Quando o relacionamento vira dívida
Chega mais que o Conversa de Portão tá no ar com a nova série "Vizinha, cê tá ligada?". A gente vai trazer as principais notícias que rolaram em nosso site, narradas pelas nossas repórteres. No episódio de estreia, a repórter Amanda Stabile mergulha em um tema delicado e comum a muitas: o endividamento por causa de relacionamentos. A reportagem, publicada em 9 de maio, fez tanto barulho que resolvemos trazer para o nosso bate-papo. Dá o play!Para conferir a matéria completa em nosso site acesse o link abaixo: Eu estava apaixonada e acreditei As demais reportagens mencionadas ao final da nossa conversa podem ser conferidas aqui: Exame substituto do papanicolauBrasil é o país com a maior diversidade genética do mundoCatadoras promovem sustentabilidade através de cooperativa de recicláveis em SPDe onde vem a grana para as empreendedoras periféricas começarem seus negócios?
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Nós, prefeitas | #4 - O sertão de Dona Noca, a primeira prefeita do Maranhão
Neste quarto episódio da série "Nós, Prefeitas", viajamos para os sertões maranhenses, especificamente para São João dos Patos, para conhecer Joana Rocha dos Santos, a Dona Noca. Em 1934, ela se tornou a primeira mulher prefeita do Maranhão e a segunda do Brasil. Sua trajetória é um exemplo de força e inovação em uma época dominada por homens. Desde jovem, assumiu os negócios da família e, apesar das dificuldades, realizou iniciativas marcantes como prefeita, incluindo a reconstrução de estradas e o apoio à educação. Para entender melhor a trajetória e o impacto de Dona Noca, conversamos com Mayjara Costa, mestre em História Social pela Universidade Federal do Maranhão. Mayjara compartilhou suas descobertas sobre a prefeita que deixou uma marca significativa na sua cidade e na política da época. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres: https://www.catarse.me/nosmulheresdaperiferia Acesse nosso site: https://nosmulheresdaperiferia.com.br
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Nós, prefeitas | #3 - Iraci Cassiano Soares, primeira prefeita indígena da Paraíba
No terceiro episódio da série “Nós, prefeitas”, mergulhamos na trajetória de Iraci Cassiano Soares, a primeira prefeita indígena da Paraíba, quiçá do Brasil. Eleita em 1992 para a prefeitura de Baía da Traição, ela enfrentou grandes desafios e inimigos poderosos em sua jornada para transformar sua cidade natal. Conhecida por seu slogan de campanha “Briga do Beiju contra a Lagosta”, Iraci utilizou essa frase para simbolizar a luta dos indígenas contra as forças externas que ameaçavam seu território, como os latifundiários e os colonizadores. Neste episódio, conversamos com Márcia Cristiane, doutora em Educação pela Universidade Estadual do Ceará e autora da tese “Não posso ser professora da aldeia, mas posso ser prefeita da cidade: biografia de Iraci Cassiano Soares”. A pesquisadora trouxe reflexões valiosas sobre a vida e o impacto de Iraci, oferecendo uma visão detalhada da resistência indígena e das complexidades enfrentadas por mulheres indígenas na política. Também conversamos Glória Rabay, jornalista e doutora em Ciências Sociais, que ofereceu uma análise sobre a presença feminina na política da Paraíba e o efeito da eleição de Dilma Rousseff no aumento de prefeitas mulheres no Brasil. E ouvimos Braulina Baniwa, mulher indígena, cientista e antropóloga que compõe a ANMIGA (Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade) sobre a importância de fortalecer a presença indígena na política e como “aldeiar” a política pode ajudar a garantir a representatividade e os direitos dos povos indígenas. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres: https://www.catarse.me/nosmulheresdaperiferia Acesse nosso site: https://nosmulheresdaperiferia.com.br
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Nós, prefeitas | #2 - De Lia Varella a Tânia Terezinha: prefeitas negras no poder
No segundo episódio da série “Nós, prefeitas”, exploramos a trajetória de duas mulheres notáveis na política brasileira. Começamos com a história de Lia Varela, a primeira mulher negra a assumir a prefeitura de uma capital brasileira, São Luís, no Maranhão, em 1978. Apesar de seu breve mandato de 30 dias, Lia fez história com suas iniciativas focadas na educação e deixou um legado significativo. Em seguida, mergulhamos na trajetória de Tânia Terezinha, eleita prefeita de Dois Irmãos, no Rio Grande do Sul, em 2010, tornando-se a primeira mulher negra eleita para ocupar tal cargo em um município brasileiro. Tânia também foi a primeira vereadora negra de sua cidade e atuou em diversas áreas da saúde e política local. No episódio, ouvimos a pesquisadora Pâmela Íris, mestre em Antropologia Social Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que compartilhou insights valiosos sobre as mulheres negras na política no Sul do Brasil e discutiu o impacto das desigualdades estruturais nas eleições. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres: https://www.catarse.me/nosmulheresdaperiferia Acesse nosso site: https://nosmulheresdaperiferia.com.br
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Nós, prefeitas | #1 - Alzira Soriano, a primeira prefeita do Brasil
Neste primeiro episódio do especial “Nós, prefeitas”, trazemos à tona a trajetória e os desafios das mulheres que assumem o cargo de prefeitas no Brasil. O país ainda enfrenta profundas barreiras de gênero e raça. Apenas 12% dos municípios brasileiros são governados por mulheres, e menos de 4% das prefeitas são negras. Conversamos com Marina Barros, cofundadora e diretora-executiva do Instituto Alziras, que comentou sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres na política, desde a falta de recursos até o preconceito e assédio. Também ouvimos Cyntia Brasileiro, mestre e doutora em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande e professora na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), sobre a história e o legado de Alzira Soriano, a primeira mulher eleita prefeita no Brasil, que assumiu o cargo em 1929 na cidade de Lajes, no Rio Grande do Norte. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres: https://www.catarse.me/nosmulheresdaperiferia Acesse nosso site: https://nosmulheresdaperiferia.com.br
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Francy Baniwa e Francieli Silva: dois olhares sobre o lixo
Semayat Oliveira e Juliana Albuquerque nos apresentam dois olhares sobre o lixo: o de Francy Baniwa, uma mulher indígena da Amazônia que é doutoranda em Antropologia Social e se dedica ao projeto Amaronai-Ita, produzindo absorventes ecológicos para mulheres da região, e o de Francieli Silva, uma catadora de materiais recicláveis na cidade de São Paulo. O episódio aborda a questão do lixo no Brasil, a importância da reciclagem e a relação do lixo com as mudanças climáticas. Esse foi o 3° Episódio da série "Cuidadoras Ancestrais - Elos entre a cidade e a floresta, pela Justiça Ambiental" realizado e produzido pelo Nós, Mulheres da Periferia e Rede Wayuri de comunicação indígena do Rio Negro, Amazonas. As entrevistas foram produzidas por Beatriz de Oliveira e Cláudia Wanano, com apoio de produção de Carol Moreno. O roteiro foi escrito pela Mayara Penina, a narração é da Semayat Oliveira e a edição de som é da Trilhará.
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Tia Nice e Dona Jacinta: o cuidado com a terra da alimentação à saúde
Juliana Albuquerque e Semayat Oliveira nos levam para conhecer a história de duas cuidadoras ancestrais: Cleunice Maria de Paula, a Tia Nice, que criou um restaurante orgânico na periferia de São Paulo, e Dona Jacinta Sampaio, uma liderança indígena da Terra Indígena Balaio, em São Gabriel da Cachoeira, Amazonas. Ambas lutam pelo meio ambiente e pela justiça social, usando a alimentação como base de tudo. Esse foi o segundo episódio da série "Cuidadoras Ancestrais - Elos entre a cidade e a floresta, pela Justiça Ambiental" realizada e produzida pelo Nós, Mulheres da Periferia e Rede Wayuri de comunicação indígena do Rio Negro, Amazonas. As entrevistas foram produzidas por Beatriz de Oliveira e Juliana Albuquerque, com apoio de produção de Carol Moreno. O roteiro foi escrito pela Mayara Penina, a narração é da Semayat Oliveira e a edição de som é da Trilhará.
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Rosi Waikhon e Juliana Costa: arte pela proteção da terra
Semayat Oliveira e Juliana Albuquerque apresentam Rosi Waikhon e Juliana Costa, duas cuidadoras ancestrais que unem antropologia e arte como defesa do conhecimento indígena e da justiça climática. Esse foi o 1° Episódio da série "Cuidadoras Ancestrais - Elos entre a cidade e a floresta, pela Justiça Ambiental" realizado e produzido pelo Nós, mulheres da periferia e Rede Wayuri de comunicação indígena do Rio Negro, Amazonas. A série conta a história de mulheres que lutam pela sustentabilidade de suas comunidades, desmistificando o papel do ativismo ambiental. As entrevistas foram produzidas por Beatriz de Oliveira e Cláudia Wanano, com apoio de produção de Carol Moreno. O roteiro foi escrito pela Mayara Penina, a narração é da Semayat Oliveira e a edição de som é da Trilhará.
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Famílias negras: do trauma ao cuidado
Escravização, racismo, afastamento afetivo, ausência de informações sobre suas origens. As populações negras na diáspora africana têm algo em comum: o trauma causado por uma das maiores catástrofes humanas. No Brasil, a abolição burocrática ocorreu há 134 anos. Entretanto, o racismo faz novas vítimas diariamente. Qual o impacto psicológico que este contexto causa na vida familiar? Este é o assunto que abordaremos com Reymi Solange Chagas, Psicóloga clínica e social, mestre e doutoranda nestas áreas pela PUC SP. Ela é escritora do livro A União Faz a Força: Expressões do Mito Familiar em Famílias Negras.*Este conteúdo foi produzido em parceria com o Instituto SulAmérica como parte da campanha #BemAmarelo O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Samba e mulheres negras: da arte à produção de memória
Samba e mulheres negras: da arte à produção de memória
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Bipolaridade: o impacto para mulheres e cuidados
Muitas vezes o diagnóstico de transtornos mentais causam medo, insegurança e rejeição ao diagnóstico. Neste episódio, conversamos com a psiquiatra Rosilda Antonio, integrante da Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos. A ideia é entender o impacto na vida das mulheres e a importância de dar o primeiro passo para o tratamento. O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Por que a creche é importante e por que precisamos lutar por ela?
Um terço das crianças de 0 a 3 anos mais pobres do Brasil está fora da creche por falta de vaga. Uma Educação Infantil de qualidade tem grande impacto no desenvolvimento de crianças em situação de vulnerabilidade, e influenciar positivamente sua vida - no hoje e no futuro. A pedadoga Luciana Alves é a convidada desta semana para explicar os motivos pelos quais devemos lutar pela creche. Este episódio tem o apoio da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal no contexto da campanha “Eleições 2022: Escolha pelas mulheres e pelas crianças” O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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A importância da transferência de renda para mães
Não há criança que viva em um ambiente saudável quando a mãe não consegue alimentar a si e aos seus filhos. Neste episódio, a jornalista Mayara Penina conversa com Luana Génot, diretora executiva do ID_BR, sobre a importância de empoderar financeiramente as mães de crianças na primeira infância. Este episódio tem o apoio da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal no contexto da campanha “Eleições 2022: Escolha pelas mulheres e pelas crianças” O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Como são feitas as pesquisas eleitorais
Você já respondeu uma pesquisa de intenção de voto? Sabe como elas funcionam? Pouca gente já teve a oportunidade de ser entrevistado, ver como são os questionários e como são feitas as perguntas, mas todo mundo acompanha as notícias dos resultados. Como analisá-las e como ler os dados? Para responder a estas perguntas, Mayara Penina e Semayat Oliveira conversam com Tainá Pereira, coordenadora política do Mulheres Negras Decidem. Confira! O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Nutricídio nosso de cada dia
O Brasil voltou para o mapa da fome. Já são mais de 33 milhões de brasileiras e brasileiros em insegurança alimentar grave. Mas para além dos números e estatísticas, o que essa alteração alimentar causa em nossos corpos? O que isso significa socialmente? Qual a responsabilidade de quem come? Essas e outras perguntas serão respondidas por Patty Durães, gastrônoma e pesquisadora de alimentos há mais de 20 anos. O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Como lidar com a síndrome do impostor em um país racista?
Sabe aquele sentimento de que você está no lugar errado ou quando prefere esconder suas próprias habilidades por achar que ainda não é boa o suficiente? Caso sim, você pode se identificar com a teoria da Síndrome da Impostora. Neste episódio, falaremos sobre este tema com a mestre em educação na área da psicologia Ariane Kwanza Tena. Embora este assunto seja recorrentemente abordado pela perspectiva de gênero, na nossa conversa, a questão racial aparece em primeiro plano. O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Cotas raciais: o que mudou em 10 anos?
Desde o início dos anos 2000, a ideia de implantar a política de cotas raciais no Brasil causou polêmica. Entre os argumentos contrários, ouviu-se dizer que o racismo aumentaria e que a medida causaria mais desigualdade. A favor, o movimento negro evidenciou a ausência de pessoas negras nas universidades e defendeu a importância de tornar o ensino superior mais acessível. Dez anos depois e às vésperas de um processo de revisão, o Nós, mulheres da periferia conversou com Najara Costa, professora, socióloga e escritora do livro “Quem è negra/o no Brasil”. A obra debate sobre as relações étnicas e raciais no Brasil e avaliação das políticas afirmativas, investigando em especial as fraudes no sistema de cotas da prefeitura de São Paulo. O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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O que fazem as assessoras políticas?
Para quem sempre teve vontade de saber o que faz uma assessora parlamentar, Juliana Gonçalves, assessora parlamentar da deputada estadual Érica Malunguinho, contou para às jornalistas Mayara Penina e Jéssica Moreira, os bastidores do seu trabalho. Juliana compartilhou desafios e alegrias do dia a dia na política institucional. O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Quais pronomes devo usar com você?
Ana Pessoto tem pós-doutorado em Linguística pela Universidade Federal de Santa Catarina e investiga a marcação gramatical de gênero no Português Brasileiro e a demanda pela linguagem inclusiva. Neste papo com as jornalistas Mayara Penina e Jéssica Moreira, ela explica o que é a linguagem inclusiva, defende seu uso e ainda dá dicas de como incorporar no dia a dia. O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com Universa - UOL. Publicamos episódios novos toda terça-feira. A produção é de Carol Moreno e a identidade sonora e edição é da Trilhará.
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Por que a gente atrasa?
Personalidade, contexto social, cultura, momento de vida. São muitos os motivos que podem atribuir a alguém a característica de pontual ou não. Sem caô de meritocracia, Isis Almeida, do projeto “Se organiza, bonita”, discute organização pessoal com as jornalistas Jéssica Moreira e Mayara Penina. “Para falar de organização, a gente precisa lembrar que estamos no Brasil, né? No contexto político que não favorece a organização pessoal de pessoas jovens, pretas, periféricas, mães solos”, diz ela. O Nós, mulheres da periferia está com uma campanha de financiamento recorrente no Catarse. Apoie o jornalismo independente feito por mulheres, apoie o Nós. Acesse catarse.me/nosmulheresdaperieria para nos apoiar. O Conversa de Portão é um podcast produzido pelo Nós, mulheres da periferia em parceria com UOL Plural, publicamos novos episódios toda terça-feira. Com produção de Carol Moreno, identidade sonora e edição: Trilhará.
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