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Conversas Vermelhas
by Conversas Vermelhas
No momento actual, de amplo domínio do reformismo nas lutas operárias e nas ditas “organizações de esquerda” e de profunda crise do comunismo e do movimento operário, nada nos parece mais importante que retomar o princípio da independência da organização política do proletariado e da hegemonia da classe operária na luta das classes dominadas e de criação de uma corrente nova comunista/marxista revolucionária anticapitalista em ruptura crítica com as diversas variantes comunistas surgidas após a revolução russa de 1917 .
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A Actualidade do Pensamento de Francisco Martins Rodrigues - Parte 2
Debate preparatório da iniciativa FMR 21 (a realizar em Setembro / Outubro de 2021), dedicada aos trabalho teórico de Francisco Martins Rodrigues em prol do regaste da teoria marxista das deturpações a que tem sido sujeita desde os anos 30 do século 20. Nesta segunda parte fala-se dos passos a dar para a reconstrução de uma nova corrente de ideias comunista, revolucionária e anti-anticapitalista, condição necessária para a organização política do proletariado enquanto classe com interesses próprios, distintos dos das outras, e com um projecto de sociedade onde não haja exploração dom homem pelo homem. Nele se faz igualmente o anúncio público do Ciclo de Debates FMR 21.
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A Actualidade do Pensamento de Francisco Rodrigues Martons - Parte 1
Debate preparatório da iniciativa FMR 21 (a realizar em Setembro / Outubro de 2021), dedicada aos trabalho teórico de Francisco Martins Rodrigues em prol do regaste da teoria marxista das deturpações a que tem sido sujeita desde os anos 30 do século 20.Esta primeira parte trata do interesse crescente pelas as suas ideias (em particular a sua obra Anti-Dimitrov, 50 anos de derrotas da revolução) junto de jovens militantes descontentes com a esquerda tradicional.
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Crise do Imperialismo (Parte 2)
O agravamento das contradições internas das potências e blocos imperialistas passa necessariamente pelo acirramento das disputas territoriais entre essas potências e blocos. Tendência esta explicada pela natural e inevitável concentração de capitais, processo que é inerente ao desenvolvimento e fortalecimentos do capital monopolista, feito à custa da crescente exploração dos operariado e do subdesenvolvimento dos países periféricos. Esta segunda parte incide sobre as consequências, para as classes trabalhadoras e o proletariado em particular, do novo estádio do imperialismo.
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Crise do Imperialismo (Parte 1)
O agravamento das contradições internas das potências e blocos imperialistas passa necessariamente pelo acirramento das disputas territoriais entre essas potências e blocos. Tendência esta explicada pela natural e inevitável concentração de capitais, processo que é inerente ao desenvolvimento e fortalecimentos do capital monopolista, feito à custa da crescente exploração dos operariado e do subdesenvolvimento dos países periféricos. Nesta primeira faz-se a caracterização do imperialismo actual.
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No momento actual, de amplo domínio do reformismo nas lutas operárias e nas ditas “organizações de esquerda” e de profunda crise do comunismo e do movimento operário, nada nos parece mais importante que retomar o princípio da independência da organização política do proletariado e da hegemonia da classe operária na luta das classes dominadas e de criação de uma corrente nova comunista/marxista revolucionária anticapitalista em ruptura crítica com as diversas variantes comunistas surgidas após a revolução russa de 1917 .
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