PODCAST · society
Desculpa o Transtorno
by Tati Bernardi e Christian Dunker
O programa "Desculpa o Transtorno" é um podcast com Chris Dunker e Tati Bernardi. Nele, os dois leem e-mails com pequenas e divertidas neuroses e fazem comentários.Mande seu e-mail para [email protected]
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Meu filho quer ter O MESMO nome do pai! | Desculpa o Transtorno #26 com Christian Dunker
Ele quer ser o pai… até no nome | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker e Tati Bernardi Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mãe preocupada com o filho de 13 anos que insiste em ser chamado pelo nome do pai. O que começou como uma brincadeira na infância se manteve ao longo dos anos e passou a gerar conflitos, especialmente quando a escola passa a reconhecer esse novo nome. Tati Bernardi e Christian Dunker discutem o que está em jogo quando uma criança não apenas quer ser como o pai, mas afirma ser o pai. A conversa passa por identificação, fantasia, função do nome e os limites entre brincar e acreditar. O episódio também levanta uma hipótese importante: o desejo do menino pode estar atravessado pela história do próprio pai, que cresceu sem o nome do pai biológico — mostrando como certos conflitos se transmitem de geração em geração. Mais do que decidir entre apoiar ou proibir, a análise aponta para a necessidade de sustentar a pergunta: por que esse nome? E o que acontece com “Igor” nessa escolha? Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: [email protected] Trecho inicial da carta “Meu filho começou a afirmar na escola que seu nome era o mesmo do pai. No início parecia uma brincadeira, mas ele passou a insistir nisso de forma séria.” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duke Contato: [email protected] Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda
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O feliz assintomático: não ter problema também é problema! | Desculpa o Transtorno #25
Curso "CAMINHOS DA PSICOPATOLOGIA" – por Christian Dunkerhttps://www.cursopsicopatologia.comSou feliz demais… isso é um problema? | Desculpa o Transtorno #25 com Christian DunkerNeste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de um homem de 33 anos que afirma algo raro e desconcertante: ele é feliz há muito tempo e não encontra em si sintomas, traumas ou grandes conflitos. Em um mundo onde o sofrimento costuma ser a porta de entrada para a escuta, ele se pergunta se há algo de errado justamente por não sofrer.Prático, racional e atento, ele descreve uma vida organizada, onde sentimentos são observados e administrados com controle. Ao contrário da mãe, marcada por sofrimento e instabilidade emocional, ele construiu uma forma de existir baseada na ordem, na previsibilidade e na escolha consciente de onde investir seus afetos.Tati Bernardi e Christian Dunker partem dessa inversão para discutir controle emocional, adaptação, normalidade e o que a psicanálise entende como sintoma. A conversa atravessa temas como hipervigilância, excesso de racionalidade, identificação pelo contraste com figuras parentais e a ideia de uma vida “sem atrito”.Entre humor e psicanálise, o episódio propõe uma inversão importante: talvez não seja preciso “ter um problema” para se investigar, mas sim sustentar a pergunta sobre o que, em nós, permanece fora de questão.Comenta aqui o que você achou do episódio!⸻O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento.Sigam nossas redes sociaisTati Bernardi — @tatibernardiChristian Dunker — @chrisdunkerParticipe enviando sua carta para:[email protected]⸻Trecho inicial da carta:“Sou feliz há muito tempo. Não tenho grandes preocupações, nem traumas, nem conflitos. E é justamente isso que tem me inquietado: será que há algo de errado em não sofrer?”⸻CRÉDITOS:Uma produção Estúdio DukeCONTATO: [email protected]ção: Lucas BuliProdução: Gerson Freitas (Jack) e Giulia LozanoFotografia: Marco Antonio D’AngeloEdição: Rafael GarciaIdentidade visual e trilha sonora: Zamunda
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Por que você sabota o que mais quer? | Desculpa o Transtorno #24 com Christian Dunker
Curso "Caminhos da Psicopatologia" — por Christian Dunker https://www.cursopsicopatologia.com Ao se inscrever na lista de espera, você receberá acesso à aula gratuita sobre transtornos neurocognitivos e transtornos do neurodesenvolvimento, além de desconto na sua inscrição. Ela tem tudo. Então por que não consegue escrever? | Desculpa o Transtorno #24 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mulher de 47 anos que, à primeira vista, tem a vida que muitos desejariam: estabilidade financeira, família estruturada, tempo livre e reconhecimento inicial como escritora. Ainda assim, ela se vê travada diante da própria ambição artística, incapaz de sustentar o gesto mais simples — sentar e escrever. Entre cursos, viagens, leituras e projetos, a escrita permanece no campo da promessa. Surge então a pergunta incômoda: por que sabotamos justamente aquilo que mais desejamos? E mais — será que a criação depende de sofrimento real ou estamos apenas romantizando a dor como condição para produzir? Tati Bernardi e Christian Dunker conversam sobre procrastinação, idealização da vida artística, disciplina, culpa, privilégio e o conflito entre desejo e realização. A análise passa pela relação entre criação e ritual, a necessidade de um “outro” que cobre, a fantasia de liberdade total na arte e o peso do narcisismo na hora de produzir. O episódio também discute um ponto central: escrever não é apenas expressão — é trabalho, repetição e confronto com limites. E, muitas vezes, o bloqueio não vem da falta de talento ou de dor, mas da dificuldade de sustentar um desejo sem garantias, sem validação prévia e sem a promessa de grandeza. Entre humor e psicanálise, a conversa aponta para um deslocamento importante: talvez o problema não seja a falta de sofrimento, mas a dificuldade de transformar o próprio conflito em matéria de criação — em vez de usá-lo como justificativa para não começar. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: [email protected] Trecho inicial da carta “Tenho 47 anos e, teoricamente, tudo para estar em paz. Tenho uma família que amo, estabilidade financeira, tempo livre — e ainda assim não consigo escrever. Minha vida artística insiste em ficar estacionada no campo do sonho, como se meu próprio livro fosse apenas um souvenir de uma viagem que nunca fiz.” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duke Contato: [email protected] Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda
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E se o problema for você? | Desculpa o Transtorno #23 com Christian Dunker
Curso "Caminhos da Psicopatologia" — por Christian Dunker https://www.cursopsicopatologia.com Ao se inscrever na lista de espera, você receberá acesso à aula gratuita sobre transtornos neurocognitivos e transtornos do neurodesenvolvimento, além de desconto na sua inscrição. E se o problema for você? | Desculpa o Transtorno #23 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de um homem de 35 anos que se define como um “Hamlet periférico”: alguém que sempre acreditou ser destinado a algo grande, mas que hoje se vê paralisado entre o desejo de viver de arte, a frustração com a falta de reconhecimento e a sensação incômoda de ter ficado para trás. Entre a morte do pai, o retorno à casa da mãe, os trabalhos freelas e a compulsão de achar que “quando terminar tal livro, série ou filme, tudo finalmente vai dar certo”, ele tenta entender se está diante de um fracasso real ou preso a uma fantasia de grandeza que o impede de agir. Tati Bernardi e Christian Dunker conversam sobre vocação artística, narcisismo, idealização de sucesso, procrastinação, luto, reconhecimento e o abismo entre “ser artista” e “trabalhar como artista”. A conversa passa por temas como ambição, fantasia de grande virada, compulsão intelectual, comparação social e a dificuldade de construir uma trajetória quando a vida parece feita de saltos interrompidos, freelas, desvios e expectativas altas demais. Entre humor e psicanálise, o episódio discute como o excesso de pensamento pode virar prisão, como certas fantasias de destino grandioso sabotam o fazer concreto e por que, às vezes, o sofrimento não está em estar parado de fato, mas em interpretar a própria vida como imóvel. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: [email protected] Trecho inicial da carta “Encontro-me numa situação estranha. Sempre fui o melhor em tudo. Tudo vinha fácil, mas agora absolutamente nada dá certo. Durante a juventude e até a beira dos 30, isso não me incomodava. Pelo contrário, usava propositalmente o semblante de um certo fracasso como charme. Decidi então levar a sério, largar empregos normais e terríveis, juntei um dinheiro e agora vou ser o artista que sempre fui.” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duke Contato: [email protected] Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda
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Acho que nunca vou ser amada de verdade | Desculpa o Transtorno #22 com Christian Dunker
Curso "Caminhos da Psicopatologia" — por Christian Dunker https://www.cursopsicopatologia.com Ao se inscrever na lista de espera, você receberá acesso à aula gratuita sobre transtornos neurocognitivos e transtornos do neurodesenvolvimento, além de desconto na sua inscrição. Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma jovem que vive com a sensação dolorosa de nunca ser a escolha de ninguém. A partir de uma cena doméstica aparentemente banal — uma disputa silenciosa por atenção, comida e reconhecimento dentro de casa — ela relata o sentimento de que sua mãe prefere o irmão e de que talvez nunca seja amada de verdade. Tati Bernardi e Christian Dunker conversam sobre rivalidade entre irmãos, favoritismo familiar e a maneira como a mente neurótica antecipa conflitos, cria cenários imaginários e transforma pequenas situações em grandes provas de desamor. A conversa passa por temas como inveja, fantasia, expectativa de reconhecimento e a dificuldade de sair do lugar psíquico de quem já espera ser rejeitado. Entre humor e psicanálise, o episódio discute como certas histórias que contamos para nós mesmos podem aprisionar nossos vínculos e como a busca por ser “o preferido” pode atravessar toda a vida, da família aos relacionamentos amorosos. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: [email protected] Trecho inicial da carta “Hoje ocorreu a seguinte situação: não havia o que comer para o jantar. Pensei em pedir para minha mãe comprar algo, mas já imaginei o que ela diria. Então fui ao mercado sozinha. No caminho, comecei a pensar que, se fosse meu irmão, talvez ela simplesmente comprasse para ele…” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duke Contato: [email protected] Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda
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Posso ser assexual sem isso ser um problema? | Desculpa o Transtorno #21
Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mulher que relata incômodo com o sexo, indignação diante do prazer alheio, dificuldades de se relacionar e a sensação de não se reconhecer nos modelos de sexualidade que vê ao redor. Tati e Christian conversam sobre assexualidade, prazer, gozo, fantasia e o desconforto diante do prazer do outro, explorando a diferença entre sexualidade, satisfação e desejo. Mais do que rotular, o episódio propõe uma pergunta central: quando a ausência de prazer é apenas um modo de ser? E quando ela se torna um sofrimento? Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta anônima para: [email protected] Trecho inicial da carta: “Oi, Tati e Dunker. Sou fã de vocês. Resolvi escrever para compartilhar uma questão que me acompanha há muito tempo. Fiz análise durante quase três anos, mas nunca tive coragem de contar todas as minhas questões. Uma delas é justamente essa: eu não gosto de sexo. Ou pelo menos acho que não gosto. Meu analista era homem, jovem, super bem recomendado, mas para ser sincera, eu achava ele muito bonito para conseguir falar de certas coisas. Por exemplo, sexo.” CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Tenho PAVOR de vomitar! Isso está DESTRUINDO minha vida | Desculpa o Transtorno #20
Tenho PAVOR de vomitar! Isso está DESTRUINDO minha vida | Desculpa o Transtorno #20 Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma ouvinte que relata sua fobia de vomitar desde a infância. O medo começou depois de presenciar o pai muito bêbado, passando mal, e desde então o enjoo deixou de ser apenas um sintoma físico para se tornar sinal de perigo, descontrole e angústia. Hoje, mesmo após anos de terapia, a possibilidade de vomitar ainda a apavora — especialmente diante do desejo de engravidar. Tati e Christian conversam sobre como certas experiências corporais podem se transformar em fobias quando se ligam a camadas de medo, vergonha e perda de controle. O episódio atravessa a diferença entre o “enjoo que é só vomitar” e aquele que carrega pânico junto, explorando a relação entre corpo, linguagem e memória. Entre associações, significantes e relatos pessoais, surge a pergunta: o que exatamente está em jogo quando o corpo ameaça “expulsar” algo? O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta anônima para: [email protected] Trecho inicial da carta: “Gostaria de compartilhar com vocês a minha fobia de vomitar. Desde pequena sofro muito com isso… Tenho muita vontade de engravidar, mas a possibilidade de ser uma daquelas mulheres que enjoam os nove meses de gravidez me causa pânico.” CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antônio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Presoto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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É possível amar alguém com passado? | Desculpa o Transtorno #19 com Christian Dunker e Tati Bernardi
É possível amar alguém com passado? | Desculpa o Transtorno #19 com Christian Dunker e Tati Bernardi Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de um homem de 27 anos que vive seu primeiro namoro e se vê tomado por uma angústia intensa ao se relacionar com uma mulher que já tem um filho. O ciúme do passado, a presença constante do ex e a criança como “prova viva” de relações anteriores despertam culpa, vergonha e uma sensação de infantilidade que ele próprio reconhece. A conversa percorre temas como ciúme não nomeado, sexualidade, fantasmas do passado amoroso e a dificuldade de amar quando o amor deixa de ser exclusivo. Tati e Christian refletem sobre como a presença de filhos — próprios ou do outro — convoca uma transformação na forma de amar: do amor a dois para o amor compartilhado. Comenta aqui o que você achou do episódio. O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta anônima para: [email protected] Trecho inicial da carta: “Tenho 27 anos, estou começando meu primeiro namoro e a amo muito. Mas sofro com o fato de ela ter um filho. Sinto uma dor insuportável, me culpo, me odeio e me sinto uma criança chorona usando uma máscara de adulto.” CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Estudei tanto que desaprendi a viver! | Desculpa o Transtorno #18 com Christian Dunker e Tati Bernardi
Estudei tanto que desaprendi a viver | Desculpa o Transtorno #18 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de Leonardo, 37 anos, que descreve uma transformação brutal: de um jovem apaixonado por música, sensações e encontros para alguém que passou anos vivendo em função da universidade, até sentir que “desaprendeu a viver”. Tati e Christian conversam sobre como a lógica universitária pode funcionar como uma máquina de renúncia contínua: o “desejo de saber” vira rotina administrada, burocracia, desempenho, comparação e cobrança interna. Quando a raiva de ser engolido por esse sistema não encontra destino, ela retorna para dentro — vira autoexigência, supereu e autocarrasco. Comenta aqui o que você achou do episódio. O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta anônima para: [email protected] Trecho inicial da carta: “Durante minha adolescência eu sentia muito, me apaixonava loucamente, adorava música… Mas depois de anos vivendo em função da universidade, comecei a adoecer. E hoje parece que desaprendi a viver. Me sinto um zumbi, cumprindo as tarefas para receber o salário.” CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Aspirante a beata após um ménage | Desculpa o Transtorno #17 com Christian Dunker
Estão oficialmente abertas as vagas do clube de leitura e escrita “Fale mal, mas fale de você”. Se você quer participar, acesse o site https://www.tatibernardi.com/. As vagas são limitadas, assim como o desconto de 20%. Aspirante a beata após um ménage | Desculpa o Transtorno #17 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos o e-mail de uma jovem que viveu um ménage com a melhor amiga e, depois da experiência, mergulhou numa espiral de culpa tão intensa que acabou recorrendo ao terço para conseguir dormir. Entre prazer, fantasia, amizade, limites, moral religiosa e culpa, a carta revela o conflito entre o desejo vivido e os significados que vêm depois — quando o corpo já foi, mas a cabeça insiste em voltar. Comenta aqui o que você achou do episódio. O programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Contato e parcerias: [email protected] Trecho inicial da carta: “Recentemente tive uma experiência sexual que eu nunca havia tido antes mas sempre fantasiei: um ménage. Foi completamente inesperado. Acabei vivendo isso com uma das minhas melhores amigas e um cara que eu nem conhecia pessoalmente. Eu gostei muito e gostaria de repetir. Com outras pessoas, porque descobri depois que o cara é um babaca. Minha melhor amiga e eu temos vivido várias aventuras. Costumamos arranjar dates uma para a outra e curtir a solteirice juntas. Nos conhecemos desde os 10 anos e chamamos uma a outra de ‘sócia’, porque temos vários planos de trabalho para o futuro. Nunca havíamos ficado e tratamos isso como se fosse mais uma das nossas aventuras. Apesar de ter sido bom, me senti culpada depois. Achei um pouco incestuoso ter ficado com uma amiga tão próxima — além de nada profissional, já que somos ‘sócias’.” Participe do Desculpa o Transtorno enviando sua carta anônima para: [email protected] CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Ele é meu grande amor... mas nem sabe | Desculpa o Transtorno #16
Ele é meu grande amor... mas nem sabe | Desculpa o Transtorno #16 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos o e-mail de uma mulher que, há mais de dez anos, vive uma paixão platônica — um amor que insiste em retornar, mesmo quando a vida segue em outros relacionamentos — e que agora se pergunta se chegou o momento de finalmente se declarar. Entre encontros espaçados, fantasias de futuro, crenças sociais sobre quem pode ou não demonstrar desejo e o peso do tempo, a carta traz a angústia de reconhecer algo como amor e, ao mesmo tempo, o medo do que pode acontecer quando isso sai do silêncio. Comenta aqui o que você achou do episódio. O programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Contato e parcerias: [email protected] Trecho inicial da carta: “Ele tem 50 anos e eu tenho 33. Conheci ele quando tinha 22 e desde o momento em que ouvi ele me apaixonei. Tive outros relacionamentos, fui em muitos dates, transei com muitas pessoas nesse tempo, tive dois relacionamentos sérios… Mas toda vez que reencontro ele, volto a ter sentimentos por ele. Imaginar casamento, filhos e tudo. Entendo que a subjetividade dele parece muito complementar à minha própria subjetividade. Eu nunca falei para ele que gostava dele por acreditar que mulheres não fazem o approach ou demonstram interesse em homem (crença social). Mas depois de muita análise, reparei que é amor. Considero que é um grande amor. Então estou planejando falar isso para ele, sobre meus sentimentos. Mas me assusta o fato de ele ter 50 anos e nunca casou.” Participe do Desculpa o Transtorno enviando sua carta anônima para: [email protected] CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Tem algo errado comigo ou penso demais? | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker e Tati Bernardi
Tem algo errado comigo ou eu só penso demais? | Desculpa o Transtorno #15 com Christian Dunker e Tati Bernardi Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mulher com um “mundo interno ativíssimo”: insônia desde a infância, sonhos intensos, uma lista extensa de tentativas de cuidado (terapias, práticas corporais, meditação, CBD) e uma constelação de diagnósticos que parecem tentar dar nome a algo maior — uma sensação de desconexão que atravessa a vida e retorna como uma solidão indescritível. Tati Bernardi e Christian Dunker conversam sobre como, às vezes, não é apenas o conteúdo do relato que importa: o jeito de escrever e de ser lida também produz efeitos — embaraços, quebras, passagens para a oralidade e uma necessidade constante de confirmação do outro. A partir daí, eles desenham um eixo transversal (mais do que um rótulo fechado) para pensar traços dissociativos/esquizoides: dificuldade com transições, começos e interrupções; a busca de continuidade como forma de sobreviver ao mal-entendido. No fim, a aposta é simples e forte: escrever, mas sem “normalizar” o caos. Se a solidão parece indizível, talvez a escrita seja um modo de dar forma ao que atravessa, sem precisar apagar as contradições. Comenta aqui o que você achou do episódio. O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta anônima para: [email protected] Trecho inicial da carta: “Eu tenho um mundo interno ativíssimo. Todo momento, tô na minha cabeça me acalmando com palavras que me dão um respiro para não estar transtornada. (…) Tenho insônia desde os 9 anos. (…) Já fiz psicanálise, gestalt, somaterapia, yoga, rituais com ayahuasca, tomo CBD. (…) Mas a sensação de solidão é indescritível.” CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Quanto mais fico íntimo, mais próximo estou do fim | Desculpa o Transtorno #14 com Christian Dunker
Quanto mais fico íntimo, mais próximo estou do fim | Desculpa o Transtorno #14 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos o e-mail de um homem que enfrenta um profundo bloqueio afetivo e tenta entender por que construir vínculos reais parece algo tão ameaçador. Comenta aqui o que você achou do episódio. O programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Contato e parcerias: [email protected] Trecho inicial da carta: “Tenho muitas questões para resolver quanto ao meu desejo – que eu carinhosamente chamo de ‘desejo cindido’. Para começar, vou dizer que tenho 36 anos, sou gay e moderadamente satisfeito com minha vida profissional de advogado autônomo. Se tem relação com o meu desejo, eu não sei. Fiz análise com uma terapeuta junguiana por dois anos, mas parei. Basicamente eu me atraio afetiva e psicologicamente por homens que se identificam como passivos. Mas minha atenção e meu prazer sexual se dão com homens ativos. Há um plus nesse desejo: eu só gosto de ser ativo com homens bissexuais e/ou enrustidos — com uma postura viril de ‘macho’ mesmo.” Participe do Desculpa o Transtorno enviando sua carta anônima para: [email protected] CRÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: Zamunda Uma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Por que eu não suporto ver meu ex feliz? | Desculpa o Transtorno #13 com Christian Dunker
Não suporto que sejam felizes sem mim! | Desculpa o Transtorno #13 com Christian DunkerNeste episódio do Desculpa o Transtorno, vamos ler o e-mail de uma jovem que não suporta que sejam felizes sem ela!Este episódio tem novamente patrocínio da @appdaki, que está com descontos progressivos que chegam a até 60% nesta Black November. Use o cupom DESCULPADAKI para ganhar R$ 25 de desconto na sua primeira compra acima de R$ 100.Baixe o app da DakiComenta aqui o que você achou do episódio.O programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunkerContato e [email protected] inicial da carta“Tenho 24 anos e passo de um relacionamento para o outro desde os 14. Nunca vivo o presente: estou sempre apaixonada pelo anterior, sofrendo por quem já foi — mesmo quando a pessoa nova é melhor para mim.Quando um ex melhora de vida, eu odeio. Quando segue em frente, eu desejo o pior.Sei que isso veio do abandono do meu pai, sei de onde tudo nasce… mas saber não resolve.Eu não sei terminar nada — e, quando acaba, eu não suporto que o outro seja feliz sem mim.”ParticipeEnvie sua carta anônima para: [email protected]ÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: ZamundaUma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Quero um tio comprometido para DAR ALEGRIA a ele | Desculpa o Transtorno #12 com Christian Dunker
Quero um tio comprometido para DAR ALEGRIA a ele | Desculpa o Transtorno #12 com Christian DunkerO programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e [email protected] inicial da carta"Olá, tudo bem? Tenho 24 anos e tenho um certo fetiche por homensmais velhos e comprometidos. Desde nova sempre achei os rapazes mais velhos bonitos — era o namorado de uma tia, o rapaz do T.I. que trabalhava na escola etc. Hoje sei que sou uma moça bonita, gostosa e simpática. Quando entendi que meu jeito mais espontâneo desperta mais atração nas pessoas, principalmente em homens, comecei a usar isso a meu favor e sempre me sinto confiante quando avisto algum homem mais velho e interessante, mesmo (e principalmente) se ele for comprometido".Participe do Desculpa o TranstornoEnvie sua carta anônima para: [email protected]éditos Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: ZamundaUma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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Ela ACHOU que queria CASAR, mas queria SÓ a CASA | Desculpa o Transtorno #11 com Christian Dunker
Achei que queria casar, mas queria somente a casa | Desculpa o Transtorno #11 com Christian Dunker---Com a promoção Casa Daki, você junta selos e troca por produtos exclusivos!Todas as compras no app Daki acumulam selos! Se você já for assinante do Daki do Clube, a cada R$20 em compras você ganha 01 selo. Agora, se você ainda não for membro Daki do Clube, você ganha 01 selo a cada R$ 30 em compras e ainda tem os produtos multiplicadores, que valem mais.Aproveita o nosso cupom DESCULPA25 e ganhe 25 reais de desconto em compras acima de 149 reais!Baixe o app: https://soudaki.onelink.me/FYIE/DesculpaOTranstorno---O programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e [email protected] inicial da carta:"Atualmente tenho 28 anos e desde os 18 ou 19 eu passei muitos anos completamente obcecada pela ideia de me casar.Mas depois que consegui sair da casa da minha mãe e comprei meu próprio apartamento, percebi que o desejo pelo casamento simplesmente desapareceu.Com o tempo, entendi que o que eu queria mesmo não era casar — era só ter a minha casa."ParticipeEnvie sua carta anônima para: [email protected]éditos Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: ZamundaUma produção DUKE Estúdio, gravado no estúdio da Compasso Coolab.
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A Modelo Solteira: Ser linda não garante amor | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
A Modelo Solteira: ser linda não garante amor | Desculpa o Transtorno #10 com Christian DunkerO programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e [email protected] inicial da carta:"Olá Tati e Christian, tenho 21 anos e a minha questão é que sou bonita demais. Eu trabalho como modelo há 3 anos, mas isso é só mais uma coisa a mais que eu faço. Sou estudante de graduação em psicologia (completamente influenciada pela Tati a fazer esse curso), já faço pesquisas, estudo muito e sou muito preocupada e atenciosa com as minhas relações. Faço muitos exercícios, leio muito e falo 3 línguas fluentes."ParticipeEnvie sua carta anônima para: [email protected]éditos Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: ZamundaUma produção DUKE ESTÚDIO gravada no estúdio da Compasso Coolab.
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Compulsão Alimentar: Quando a Comida Parece Uma Dívida | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
Compulsão Alimentar: Quando a Comida Parece Uma Dívida | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker #09O programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e [email protected] inicial da carta"Quando eu tô com raiva, cansada, ansiosa ou frustrada, eu acabo comendo. Não é só uma vez, acontece várias vezes na semana. Mesmo sabendo que tenho uma doença inflamatória, sinto que só aquela comida vai me trazer paz, como se fosse um carinho que eu mereço.O pior é que no caminho já penso que não devia estar fazendo isso, mas ao mesmo tempo imagino o sabor, a sensação. Às vezes compro comida ruim só pelo ato de comer. Como escondido, até passar mal, e depois jogo o resto no lixo para ninguém descobrir.Na pandemia confessei ao meu namorado e à minha amiga que eu tinha compulsão, foi a primeira vez que falei isso em voz alta. Eu acho que essa relação vem da minha infância, quando meus pais me deixavam com babás que me maltratavam e até comiam minha comida. Hoje ainda repito essa queixa sem conseguir largar dela."Participe do Desculpa o TranstornoEnvie sua carta anônima para: [email protected]ÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: ZamundaUma produção DUKE ESTÚDIO gravado no estúdio da Compasso Coolab
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Me Acho Incapaz no Sexo: É Possível Mudar? | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
Me Acho Incapaz no Sexo: É Possível Mudar? | Desculpa o Transtorno #08 com Christian DunkerPatrocínioLiberte seu tempo, peça na Daki!Compras completas em até 15 minutos na sua porta.Use o cupom DESCULPA25 para ganhar R$25 de desconto em compras acima de R$149.**Baixe o app: https://soudaki.onelink.me/FYIE/DesculpaOTranstornoO programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e [email protected] inicial da carta"Tenho grandes questões com sexo. Já passei dos 50 anos e fiz muito pouco, mas muito pouco sexo na vida. Meu casamento acabou justamente por falta de sexo. Não me vejo como alguém atraente ou capaz de dar prazer, tenho certeza que vou brochar ou ser entediante. Mesmo me masturbando quase todos os dias, não me enxergo competente para estar com uma mulher. Será que consigo sair dessa solidão ou só me resta aceitar a dor?"Participe do Desculpa o TranstornoEnvie sua carta anônima para: [email protected]ÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) Fotografia: Marco Antonio D'Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: ZamundaUma produção DUKE ESTÚDIO gravado no estúdio da Compasso Coolab
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Tenho Pavor de Sapos (e Pererecas): É Medo ou Trauma? | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
Tenho Pavor de Sapos (e Pererecas): É Medo ou Trauma? | Desculpa o Transtorno #07 com Christian DunkerO programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e [email protected] inicial da carta"Tenho fobia de sapos desde a infância. Não é só dos sapos, mas também de pererecas e rãs. Só de olhar já sinto repulsa, mesmo em fotos e vídeos. Uma vez, na cachoeira, um sapo parou no meu pé e entrei em pânico. Hoje, aos 40 anos, sigo convivendo com essa fobia, que me parece irracional, mas que invade até meus sonhos. Será que consigo sair dessa lama?"Participe do Desculpa o TranstornoEnvie sua carta anônima para: [email protected]ÉDITOS Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) Fotografia: Marco Antonio D'Angelo Edição: Rafael Garcia Edição de som: Gabriel Cabeça Técnica de áudio: Victor Prezotto Identidade visual e trilha sonora: ZamundaUma produção DUKE ESTÚDIO gravado no estúdio da Compasso Coolab
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Comprei Minha Casa e Descobri a Solidão | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
Comprei Minha Casa e Descobri a Solidão | Desculpa o Transtorno #06 com Christian DunkerO programa Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e [email protected]"Oi, Tati e Dunker. Sou super fã de vocês.Recentemente, consegui a grande conquista de comprar meu primeiro imóvel aos 33 anos. Sou de uma família de classe média baixa, o que faz com que essa conquista seja realmente grande. Foi muito difícil chegar até aqui.No entanto, eu não pareço estar tão feliz com essa conquista. Me sinto meio regressiva desde que me mudei para minha casa. Penso muito na morte dos meus pais, dos meus avós, dos meus tios, dos meus amigos mais velhos. Até da minha terapeuta.Sou sozinha, não tenho namorado, mas venho de uma família imensa. Estou quase sempre rodeada de família e de amigos.Mas, ainda assim, tenho um medo profundo de estar só. O que antes era um prazer – ficar sozinha em casa – agora parece aterrorizante. Ligo para os meus pais chorando, com muito medo. Penso que um dia eles vão morrer e eu vou ficar completamente sozinha. Eles conseguem me amparar, o que me deixa ainda pior, pois penso que um dia não vou ter esse amparo.Sou uma adulta funcional, que consegue conquistas como títulos acadêmicos e comprar o primeiro imóvel, mas me sinto profundamente infantil.Me sinto numa posição contraditória porque morro de medo de ficar dependente dos meus pais ou de alguém, mas também me sinto profundamente dependente deles nesse momento.E isso puxa muitos medos como medo de não conseguir ser mãe, de nunca conseguir cuidar de alguém por me sentir supostamente dependente dos meus pais. Enfim, está um CAOS viver dentro da minha cabeça.Muitos beijos e abraços! Adoro vcs!!"Participe do Desculpa o Transtorno enviando sua carta anônima para: [email protected]çãoZamunda Studio
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No culto, imaginei o pastor pelado. Foi aí que tudo começou - Desculpa o Transtorno com Chris Dunker
Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e parcerias [email protected] inicial da carta:A primeira vez aconteceu na janela da casa da minha avó. Naquela época, talvez com 14 ou 15 anos, estava participando de uma igreja evangélica para curar o meu desejo: eu, um homem, desejava outros homens. O pecado, a morte, o errado, a punição: tudo isso me perseguia. O período na igreja foi curto. Logo me dei conta, aquilo tudo não passava de uma mega encenação. Ou de uma breve encenação. Um dia, durante um culto, me peguei olhando demasiado para o pastor. Olhando para ele, fui pensando nele despido, pelado. Fui tirando cada uma de suas peças de roupa. Pensei no pau dele, formato, cores e rigidez. Nesse mesmo momento, me veio uma interrogação: O que estou fazendo aqui? Vivia esse momento quando tudo começou.Participe do Desculpa o Transtorno Envie sua carta anônima para: [email protected]ção Zamunda Studio
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Falo demais e me arrependo: O drama do sincericídio | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunkerContato e parcerias [email protected]:Olá, Tati e Dunker.Tenho 40 anos e sou casado, sem filhos. Me considero um homem sensível e inteligente. Tenho uma excelente relação com minha esposa. Fiz análise durante 1 ano, mas por problemas financeiros, tive que interromper o tratamento. Sinto que após a análise passei a falar muito abertamente sobre meus problemas, o que não seria problema algum, no entanto, percebo que não respeito muito o contexto, sempre superestimando a intimidade que tenho com as pessoas.Sempre fui uma pessoa muito passional, emotiva e impulsiva, mas sinto que no último ano passei a me afeiçoar muito rapidamente pelas pessoas, basicamente por qualquer um que me dê um pouco de atenção. De assuntos antes recalcados, agora falo sobre eles com uma facilidade que não respeita os ambientes.Por exemplo, sou capaz de falar sobre abusos sofridos na infância, compulsão sexual, agressividade, pensamentos dos mais vergonhosos, alguns explícitos, na fila do pão, para o caixa do supermercado, na fila do cinema, sempre que tenho a oportunidade. Sinto, no fundo, que estou clamando por atenção. Uma necessidade muito grande de compaixão, de mostrar minha inteligência, meu suposto bom humor, meu valor. Ao final das minhas conversas sempre sinto que deixei as pessoas boquiabertas com o excesso de informação, graças ao meu sincericídio.Sim, estão certos se pensam tratar-se de uma projeção da falta de carinho e atenção dos pais na infância. Meus pais perderam meu irmão para o câncer com 8 anos quando eu tinha apenas 4 anos, e sinto que durante o luto deles, fiquei um pouco escanteado.Essa questão de falar sobre assuntos bem pessoais para qualquer pessoa, principalmente os mais próximos, é recente. Antes era uma pessoa agressiva e impulsiva, simplesmente. Após a análise minha agressividade abaixou, até demais, parece ter se deslocado para a carência. Sempre fico com a sensação de que falei demais. Falo também dos outros, meio que metido a analista, às vezes.Por favor, me ajudem a pensar melhor sobre isso, não quero ser aquela pessoa super sincera, que não respeita o ambiente, o contexto, o momento e a própria intimidade com as pessoas. Como fui muito sincero com minha analista e sou com minha esposa, falo sobre tudo, acho que todos estão dispostos a me ouvir, me dar atenção e ter pena de mim. Ajude esse recém-sincerão dependente da opinião e empatia das pessoas.Assinado, o “sincerão dependente”Participe do Desculpa o Transtorno Envie sua carta anônima para: [email protected]ção Zamunda Studio
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Eu, minha mãe e minha dor de barriga | Desculpa o Transtorno com Chris Dunker
Desculpa o Transtorno - Carta de Suzanne Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos. Sigam nossas redes sociais Tatiane Bernardi @tatibernardi Christian Dunker @chrisdunker Contato e parcerias [email protected] Carta "Me chamo Suzanne, eu sei, mesmo o nome da doida que matou os pais, mas eu sou legal. Mas é justamente sobre meus pais que eu quero falar. Sobre minha mãe, na verdade. Tem uma conexão doida com a minha mãe. Porque é uma conexão feita pelo estômago e não tem nada a ver com receitas de família, comidas gostosas. Tem a ver com enjoos, dores e mal-estares em geral. Tudo no 'estômado'. Quando eu era criança sentia dor de barriga, enjoo, e ia pra cama da minha mãe. Ela cuidava de mim. Às vezes, uma madrugada inteira, coitada. Porque eu vivia com enjoo e dor de barriga. O mais doido é que minha mãe também vivia com enjoo e dor de barriga. E como morávamos somente eu e ela, ela me acordava muitas vezes, queria minha ajuda. E eu era criança. Uma vez ela passou tão mal, tava com cólica, acho. Ela foi vomitar e desmaiou em cima de mim. Daí, sabe o que eu fiz? Comecei a ver que eu ia desmaiar também. E tive que pedir ajuda pra ela. Mas era ela que tava desmaiada, entende? Depois, adolescente, eu às vezes estava numa festa e passava mal. Caía a minha pressão por causa do calor, me dava enjoo, ou a bebida me fazia mal. Alguma amiga dizia calma, eu te ajudo. Mas eu pegava um táxi correndo, uma carona, eu queria minha mãe. Adulta, ainda chamei minha mãe algumas vezes quando eu passava mal e caía a minha pressão. Uma vez mandei meu marido dormir em outro quarto e pedi que minha mãe viesse cuidar de mim. Porque eu estava péssima com alguma coisa que comi. Até que um dia eu comecei a preferir meu marido a ela. Foi diferente. Achei que eu tinha finalmente crescido, e que agora ela podia até morrer, que eu não morreria junto. Na minha gravidez isso mudou de novo, eu aprendi a passar mal sozinha, não queria nem ela e nem meu marido. Eu vomitei demais na gravidez e sempre sozinha, eu levava travesseiro, cobertor, tudo pro banheiro e cuidava de mim. Afinal eu seria mãe, então minha filha nasceu. E agora eu passo mal quando minha mãe chega. Muitas vezes ela vem aqui e me dá enjoo, mal estar… Porque dispara algo estranho em mim, e não é falta de amor por ela, eu a quero perto. Mas muitas vezes eu tenho esses enjoos perto dela, e perto da minha filha eu tô quase sempre me sentindo muito bem." Participe do Desculpa o Transtorno Envie sua carta anônima para: [email protected] Produção Zamunda Studio
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Gosto de sexo, mas prefiro andar de bicicleta | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tatiane Bernardi @tatibernardi Chris Dunker @chrisdunkerContato e parcerias [email protected]“Eu gosto de tudo o que acontece entre mim e uma mulher. Mas não fico desesperado para transar com ela. Vejo que meus amigos ficam ‘assim’, sobretudo os mais velhos que eu. Não sou gay e até fiquei com um amigo, que não tô nem aí de provar coisas, mas beijei e não senti nada. Não quis transar e foi um beijo só. Eu gosto de mulher, eu sei disso, mas eu gosto de conversar, de chamar pra sair, de jantar, de ser uma noite maravilhosa, de ficar próximo, de fazer piada, de um contar com o outro. Daí obviamente todas acham que eu só quero amizade. Mas não é isso, eu realmente me apaixono, penso nela quando escuto música, quando ando de bicicleta, sonho com ela, quero ver, quero conhecer, sinto tesão. Daí, se isso dura uns seis meses pelo menos, uma hora eu acabo querendo transar. Eu gosto de sexo, mas eu não sou desesperado pelo sexo, entende? Mas quando rola, quando realmente eu quero, eu gosto. E posso fazer tudo com intensidade, fico até meio tarado. Antes que vocês venham com nomes, não me sinto nada disso da modinha: não sou assexual, não sou arromântico, não sou demissexual. Eu sou um cara que se apaixona, que curte mulher, mas não acho que sexo precisa ser feito com essa urgência toda. Eu demoro uns três meses pra beijar, eu não tenho essa urgência. Minha amiga diz que tá tudo errado comigo e todas as mulheres que conheço se irritam demais com isso. Olha, muitas vezes eu vou andar de bicicleta e sinto que meu corpo e a bicicleta viram uma coisa só. Minha cabeça para e eu fico tão bem: não sinto ansiedade e não sinto tristeza. E isso é muito forte. E isso sim me dá urgência e isso me distrai de ser um cara desesperado por sexo e mulheres.”Participe do Desculpa o Transtorno Envie sua carta anônima para: [email protected]ção Zamunda Studio
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Tenho um prazer sádico em ser grossa com homens | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker
Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos.Sigam nossas redes sociais Tatiane Bernardi @tatibernardi Chris Dunker @chrisdunkerContato e parcerias [email protected]"O ódio ao homem me persegue e quando menos espero – mentira, me planejo muitas vezes – já alfinetei um homem e tentei humilhá-lo. Tenho um prazer sádico, inclusive, em ser grossa com homens na frente de outros homens, dos amigos deles e na frente de mulheres. Tiro sarro de tamanho de pau, da autoestima masculina elevada, do flerte, de funções meio básicas de organização, de não acertarem o vaso sanitário. A questão é: eu sei que eu objetifico homens e muitas vezes até me espanto quando escuto a angústia masculina, os anseios, quase esquecendo que eles são humanos mesmo.Com amigos tendo a ser menos agressiva, mas com os homens que estou me envolvendo isso é uma pauta frequente. Aliás, aqui está o ponto: digo que não gosto de homens, mas me relaciono com eles, namoro, transo. Com todos esses sou uma grande mandona e os homens que tendem a se aproximar de mim são todos pau-mandados. Já apareceu até os que gostam de ser cornos. Porém, no sexo, eles precisam mandar em mim e a minha parte preferida é a penetração. Deus me salve das contradições. Não é tanto no caráter do poder, mas sim porque sou uma mulher cansada e sobrecarregada e em algum momento eu quero que alguém assuma o controle das coisas.Especificamente, eu sinto que só não há espaço para meu misandrismo ao lado de um homem específico, o único pelo qual me apaixonei. Além disso, nunca senti atração por nenhuma mulher, enquanto a maioria das pessoas quando me conhece acha que sou lésbica ou bissexual. Uma vez, um ficante me perguntou se eu preferia ter filha ou filho, eu respondi rápido 'se for menino, eu aborto' e depois me assustei. É como se eu olhasse para todas as minhas amigas mulheres ao meu redor e visse todas elas como muito melhores que os homens. Elas são mais inteligentes, mais movimentadas, sagazes e incomparáveis. Todos no meu trabalho brincam que eu estou transformando todas as funcionárias em misândricas e eu respondo, na piada, que eles nos devem uma reparação histórica por tudo que fizeram.Eis a questão dessa jovem mulher, tenho 26 anos. Sou uma misândrica patológica ou apenas uma revoltada com o patriarcado? Grande abraço."Participe do Desculpa o Transtorno Enviando sua carta anônima para: [email protected]ção Zamunda Studio
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O programa "Desculpa o Transtorno" é um podcast com Chris Dunker e Tati Bernardi. Nele, os dois leem e-mails com pequenas e divertidas neuroses e fazem comentários.Mande seu e-mail para [email protected]
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Tati Bernardi e Christian Dunker
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