É sobre isso.

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É sobre isso.

É sobre isso. É sobre ter um espaço de fala desordenada da humana anterior à Psicanalista, mãe e mulher que sou. Me ouvindo vão perceber que estou omitindo outras facetas. Porque é sobre isso. Sobre uma existência complexa de se descrever, mas que eu - teimosa ou persistente - não desisto de tentar decifrar. Um espaço pra falar sobre o que suscitar sem a pretensão da erudição, nem tampouco buscando comprovar absolutamente nada. Vamos degustar ideias e pensamentos. Porque é sobre isso.IG @maira.engelmann

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    #18 Relacionamentos: Histórias de amor melhores

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  2. 126

    #17 Relacionamentos: Você ama de forma clássica ou romântica

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  3. 125

    #16 Solteiros e términos de relacionamentos

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    #15 É possível viver a monogamia de forma menos opressora? II

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    #14 É possível viver a monogamia de forma menos opressora?

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    #13 Relacionamentos - Como podemos nos apaixonar?

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  7. 121

    #12 Relacioamentos: Paixão com maturidade

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  8. 120

    #11 Relacionamentos: Comunicação nos relacionamentos

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  9. 119

    #10 Relacinamentos: Boas maneiras e segredos

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    #9 Relacinamentos: Culpa e amor

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    #8 Relacionamentos: Frustrações no amor como evitar?

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    #7 Relacionamentos: Devemos amar o outro como ele é

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    #6 Relacionamentos: Amar e ser amado

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    #5 Relacionamentos: O parceiro como criança

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    #4 Relacionamentos: Os problemas da intimidade nas relações

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    #3 Relacionamentos: Transferência

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    #2 Relacionamentos: Como escolhemos por quem nos apaixonamos?

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    #1 Relacionamentos: Pós-romantismo

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  19. 109

    Por que perdoar a traição?

    Que tal olhar pra dentro? Falar em traição dá ibope porque distrai. Reforça um sistema de crenças de que o outro é "propriedade". Quando for julgar uma traição observe: enquanto você aponta um dedo pro outro tem quatro apontando pra você. Já traí e já fui traída. Levo como lição sobre a ilusão da posse. Atendo muitos casais e quase todos já traíram e foram traídos, mas é lógico que eles só se sentem confortáveis em falar pra mim porque sabem que eu não julgo. É lindo ver casais que amadureceram justamente a partir de um evento de traição, porque ao invés de negarem os fatos, decidiram aprender com eles. Chega de tentar catequizar os desejos. Vamos cada um olhar pros seus desejos e aprender o que eles tem pra te ensinar. A vida é escola, não tribunal. #traição #relacionamento #terapiadecasal #Psicanálise

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    #5 Mulheres que correm com os lobos - Conto MANAWEE

    O conto "Manawee" faz parte da obra incrível publicada em 1992, "Mulheres Que Correm Com Os Lobos" da psicóloga Clarissa Pinkola Estés. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, ela descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Este livro ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a autora, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações “psíquico-arqueológicas” nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Nesse primeiro vídeo trago o conto "Manawee". O conto Manawee (lenda afro-americana), fala sobre o desejo das mulheres de que os homens realmente as conheçam, e para decifrar esse conhecimento mútuo necessário para a construção do relacionamento amoroso, esse conto mostra que o parceiro ideal deve entender profundamente a dualidade natural da mulher. Ainda não tem o livro? Se quiser, compre por aqui: https://amzn.to/2KjKE6V Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho e sobre a Terapia em Grupo de Mulheres que conduzo utilizando como base os contos deste livro, clique no link abaixo. Vou adorar me conectar com você! https://linktr.ee/maira.engelmann

  21. 107

    #4 Mulheres que correm com os lobos - Conto VASALISA

    O conto "Vasalisa" faz parte da obra incrível publicada em 1992, "Mulheres Que Correm Com Os Lobos" da psicóloga Clarissa Pinkola Estés. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, ela descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Este livro ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a autora, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações “psíquico-arqueológicas” nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Nesse primeiro vídeo trago o conto "Vasalisa". Vasalisa é uma história da transmissão da bênção do poder da intuição das mulheres de mãe para filha, de uma geração para a outra. Esse enorme poder, o da intuição, tem a rapidez de um raio e é composto de visão interior, audição interior, percepção interior e conhecimento interior. Ainda não tem o livro? Se quiser, compre por aqui: https://amzn.to/2KjKE6V Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho e sobre a Terapia em Grupo de Mulheres que conduzo utilizando como base os contos deste livro, clique no link abaixo. Vou adorar me conectar com você! https://linktr.ee/maira.engelmann

  22. 106

    #3 Mulheres que correm com os lobos - Conto BARBA AZUL

    O conto "Barba Azul" faz parte da obra incrível publicada em 1992, "Mulheres Que Correm Com Os Lobos" da psicóloga Clarissa Pinkola Estés. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, ela descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Este livro ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a autora, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações “psíquico-arqueológicas” nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Nesse primeiro vídeo trago o conto "Barba Azul". A narrativa gira em torno de uma jovem que se casa com um homem misterioso chamado Barba Azul. Ao desafiar as ordens dele de não entrar em uma sala específica, ela descobre segredos sombrios. O conto oferece uma reflexão sobre o poder da curiosidade e os perigos de desobedecer regras. "Vá a qualquer lugar do palácio. Mas proíbo-lhe terminantemente de entrar naquele quartinho e, se abrir nem que seja uma fresta da porta, nada irá protegê-la da minha ira.(...) Em prantos a pobre mulher se atirou aos pés do marido, chorando e implorando perdão, jurando arrependimento genuíno por tê-lo desobedecido. O seu sofrimento teria comovido um coração de Pedra, mas o coração de Barba azul era mais rigoroso do que um rochedo." Ainda não tem o livro? Se quiser, compre por aqui: https://amzn.to/2KjKE6V Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho e sobre a Terapia em Grupo de Mulheres que conduzo utilizando como base os contos deste livro, clique no link abaixo. Vou adorar me conectar com você! https://linktr.ee/maira.engelmann

  23. 105

    #2 Mulheres que correm com os lobos - Conto OS QUATRO RABINOS

    O conto "Os quatro rabinos" faz parte da obra incrível publicada em 1992, "Mulheres Que Correm Com Os Lobos" da psicóloga Clarissa Pinkola Estés. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, ela descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Este livro ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a autora, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações “psíquico-arqueológicas” nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Nesse primeiro vídeo trago o conto "Os quatro rabinos". Quem viu o quê na Sétima Abóbada do Sétimo Céu, não sabemos. Mas sabemos, sim, que o contato com o mundo onde residem as Essências faz com que percebamos algo fora do conhecimento normal dos seres humanos e nos preenche com uma sensação de amplitude e de grandeza. Quando tocamos Aquela Que Sabe, isso provoca uma reação nossa e nos faz agir a partir da nossa natureza integral mais profunda. A história recomenda que a melhor atitude para vivenciar o inconsciente profundo é a do fascínio sem exagero ou retraído, sem excessos de admiração ou de cinismo; com coragem, sim, mas sem imprudência. Ainda não tem o livro? Se quiser, compre por aqui: https://amzn.to/2KjKE6V Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho e sobre a Terapia em Grupo de Mulheres que conduzo utilizando como base os contos deste livro, clique no link abaixo. Vou adorar me conectar com você! https://linktr.ee/maira.engelmann

  24. 104

    #1 Mulheres que correm com os lobos - Conto LA LOBA, A Mulher Lobo

    O conto "La Loba, A mulher-lobo" faz parte da obra incrível publicada em 1992, "Mulheres Que Correm Com Os Lobos" da psicóloga Clarissa Pinkola Estés. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, ela descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Este livro ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a autora, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações “psíquico-arqueológicas” nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Nesse primeiro vídeo trago o conto "La Loba". La Loba é um conto mexicano que conta a história de uma mulher sábia e selvagem que vive no deserto e coleta ossos, principalmente de lobos. A sua missão é encontrar os restos de criaturas abandonadas ou esquecidas, e tem a capacidade de dar vida a esses ossos. Quando encontra um esqueleto de lobo completo, ajoelha-se ao lado dele e, através do canto, começa a reconstruir a carne e o pelo. Depois de cantar uma última vez, o lobo respira, levanta-se e corre pelo deserto, transformando-se num ser livre e selvagem. O canto, para La Loba, significa usar a voz da alma, dizer a verdade do poder e da necessidade de alguém. Cantar sobre os ossos é convidar a parte selvagem para as vidas, que muitas vezes permanece oculta ou reprimida. Ainda não tem o livro? Se quiser, compre por aqui: https://amzn.to/2KjKE6V Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho e sobre a Terapia em Grupo de Mulheres que conduzo utilizando como base os contos deste livro, clique no link abaixo. Vou adorar me conectar com você! https://linktr.ee/maira.engelmann

  25. 103

    Como escutar histórias com a alma?

    O livro “Mulheres Que Correm Com Os Lobos" da psicóloga Clarissa Pinkola Estés foi publicado em 1992. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, ela descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Este livro ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos. Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a autora, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações “psíquico-arqueológicas” nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Antes de entrar no primeiro conto da obra, a autora nos explica a importância de se "escutar o conto com a alma". Ela diz o seguinte: "Seria de grande ajuda se compreendessemos as histórias como se estivessemos dentro delas, em vez de as encararmos como se elas fossem alheias a nós." Quer saber mais sobre essa forma especial de escuta? Assista o vídeo completo e me conta o que achou. Ainda não tem o livro? Se quiser, compre por aqui: https://amzn.to/2KjKE6V Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho e sobre a Terapia em Grupo de Mulheres que conduzo utilizando como base os contos deste livro, clique no link abaixo. Vou adorar me conectar com você! https://linktr.ee/maira.engelmann

  26. 102

    O que é a Mulher Selvagem?

    O arquétipo da mulher selvagem foi desenvolvido por Clarissa Pinkola Estés, psicóloga e analista junguiana, e está baseado na psicologia analítica junguiana. O arquétipo da mulher selvagem é uma expressão da energia feminina que se manifesta de forma livre, intuitiva e criativa. É a voz da alma, o Self instintivo inato, a alma feminina, a mãe da vida e da morte em sua forma mais antiga. A mulher selvagem é aquela que não se deixa aprisionar por padrões, normas ou expectativas impostas pela sociedade. É essencial à saúde mental e espiritual da mulher. Para encontrar a mulher selvagem, é necessário que as mulheres se voltem para suas vidas instintivas, sua sabedoria mais profunda. A mulher selvagem se comunica através de sonhos, imaginação, fantasia e linguagem simbólica. O primeiro passo para libertar a mulher selvagem é ter coragem para se destacar da massa e seguir seu próprio caminho.O livro “Mulheres Que Correm Com Os Lobos" da psicóloga Clarissa Pinkola Estés foi publicado em 1992. Ao investigar o esmagamento da natureza instintiva feminina, ela descobriu a chave da sensação de impotência da mulher moderna. Este livro ficou durante um ano na lista de mais vendidos nos Estados Unidos.Abordando 19 mitos, lendas e contos de fada, Estés mostra como a natureza instintiva da mulher foi sendo domesticada ao longo dos tempos, num processo que punia todas aquelas que se rebelavam. Segundo a autora, a exemplo das florestas virgens e dos animais silvestres, os instintos foram devastados e os ciclos naturais femininos transformados à força em ritmos artificiais para agradar aos outros. Mas sua energia vital, segundo ela, pode ser restaurada por escavações “psíquico-arqueológicas” nas ruínas do mundo subterrâneo. Até o ponto em que, emergindo das grossas camadas de condicionamento cultural, apareça a corajosa loba que vive em cada mulher. Se você quiser saber mais sobre o meu trabalho e sobre a Terapia em Grupo de Mulheres que conduzo utilizando como base os contos deste livro acessa o link https://linktr.ee/maira.engelmann. Vou adorar me conectar com você!

  27. 101

    Libera o beijo na boca! Beijinho no ombro 

    Estava no salão de beleza e uma pessoa contou horrorizada que duas pessoas estavam em um salão de festas se "atracando" em um beijo bem intenso. Não aguentei e na hora falei: "Uau! Que delícia!" E senti o quanto isso gerou um incomodo, mas continuei minha declaração à favor do beijo com tesão em todos os lugares onde não houver plaquinha ou regulamento que o proíba, porque beijar é muito bom! E você? Como é pra você ver um casal dando aquele beijo molhado e demorado perto de você? Também te incomoda? Então me escuta.

  28. 100

    Jogos Eletrônicos e Férias Escolares - Como controlar?

    Assisti à uma cena alarmante no Shopping de uma criança de aproximadamente 9 anos chorando e gritando: "Eu quero jogar!". O pai a puxou e deu um tapa na sua cabeça. Eu chorei me sentindo impotente e precisei encontrar uma ação para dar vazão ao que senti. Esse conteúdo é essa ação. Não para julgar o pai, mas para trazer informações e possibilidades pra todas as famílias em relação à importância de trabalharmos juntos para não deixar que nossas crianças e adolescentes fiquem abandonadas diante das telas e dos jogos eletrônicos.

  29. 99

    Gente curada demais é gente chata.

    Inspirada pela fala da incrível Nise da Silveira: "Não se curem além da conta. Gente curada demais é gente chata. Todo mundo tem um pouco de loucura. Vou lhes fazer um pedido: Vivam a imaginação, pois ela é a nossa realidade mais profunda. Felizmente, eu nunca convivi com pessoas ajuizadas. É necessário se espantar, se indignar e se contagiar, só assim é possível mudar a realidade."

  30. 98

    Monogamia e Não Monogamia

    "Monogamia, ou sua recusa, não diz respeito à quantidade de parceiros - é uma decisão sobre liberdade", diz a psicóloga Geni Nunez, Doutora em Ciências Humanas e indígena guarani. Neste episódio trago reflexões pessoais sobre este tema, mas principalmente trago a leitura comentada de matérias publicadas na revista Cult em 2022 sobre a ascensão da não monogamia no mundo como um modelo alternativo à monogamia e todas as suas possíveis implicações.

  31. 97

    A utilidade dissolve a solidão.

    Do post it na parede para o Podcast. Apenas reflita e mova-se também pra "fora". Servir pra sentir.

  32. 96

    Divórcio não precisa ser uma tragédia.

    O fim de um casamento é apenas a solução de um problema, não uma tragédia. A verdadeira tragédia é morrer lentamente em um relacionamento infeliz. O número de divórcio de pessoas com mais de 50 anos quase dobrou nos últimos 10 anos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Mas as pessoas com mais de 60 ou 70 também estão se divorciando. E como atravessar esse processo de uma forma construtiva?

  33. 95

    Casamento: como "dar certo", mesmo que possa terminar.

    Na relação conjugal, ambos os parceiros são movidos pelo amor e pelo desejo, cuja origem remonta aos primeiros vínculos amorosos da infância. A escolha amorosa pode ser considerada, assim, o berço fundamental da evolução das ações que englobam a constituição do sujeito. A origem do núcleo rítmico que se estabelece na relação mãe-bebê tem sua reminiscência na formação do casal. O cuidar do outro, acalentá-lo e acariciá-lo, proporciona uma reciprocidade marcada pelo encontro primário com o primeiro objeto de amor. Dessa forma, a criação de um espaço conjunto e dotado de ritmos próprios forma o núcleo eu-casal. Essa experiência compartilhada permite não só a criação de um elo, mas, também, o reconhecimento das diferenças, que possibilita emergir duas subjetividades, dois eus simultaneamente.

  34. 94

    O que você tolera, é o que você merece. Será?

    Entrei em contato com um conteúdo onde um palestrante traz essa fala. Em um primeiro momento, pela forma dele expressar, achei incrível. Em, logo em seguida, senti um aperto no estômago que sempre me indica que tem algo ali que não é digesto. A ideia neste episódio é elaborar sobre esse desconforto que senti. No final, é importante filtrar todo tipo de julgamento que chega até nós, podendo ter mais compaixão do que boa oratória somente.

  35. 93

    Você foi uma criança rejeitada? Ouça.

    Inspirada em um texto retirado da obra "Mulheres que correm com os lobos" baseada na história "O patinho feio" trago uma reflexão menos dramática sobre a criança que se sentia rejeitada por se diferenciar do seu núcleo familiar. É hora de perder menos tempo com aquilo que seus familiares não lhe deram e dedicar mais tempo à procura de pessoas com quem você se sinta bem. Pode ser que você não pertença absolutamente à sua família original. Você talvez combine com eles em termos genéticos, mas quanto ao temperamento você pode pertencer a outro grupo. Você não é um patinho feio, você é um patinho especial em algum lugar. Busque este lugar sem culpa.

  36. 92

    Solta o grito!

    Em "A paixão segundo GH", Clarice Lispector também nos convida a gritar. Diz ela: "Se eu gritasse ninguém poderia fazer mais nada por mim; enquanto, se eu nunca revelar a minha carência, ninguém se assustará comigo e me ajudarão sem saber; mas só enquanto eu não assustar ninguém por ter saído dos regulamentos."

  37. 91

    A vida não tem ré.

    Rindo aqui lembrando que meu filho essa semana veio me trolar dizendo que o Elon Musk ia desenvolver um foguete que dá ré. Pois é, eu não cai. Afinal, sabemos: nem foguete e nem a vida tem ré. Pensamentos soltos pra relaxar um pouco.

  38. 90

    Não existe experiência de traição que não venha acompanhada de apego.

    Se você traiu ou já foi traído, ouça com carinho. Neste episódio trago um texto que escrevi há um tempo sobre traição e, pra enriquecer nossa conversa, trago também trecho novamente do livro de Nilton Bonder ( A alma imoral ) falando sobre a condição de traído e a definição de traição. Com informação saímos da posição de juízes da vida alheia para a compreensão da existência humana.

  39. 89

    A necessidade de transgredir.

    Leitura de um trecho do livro a "A alma imoral" de Nilton Bonder com alguns comentários e suspiros de uma alma que vibra lendo esta obra incrível que fez com que eu me sentisse menos solitária na arte de transgredir. Segundo Nilton, "(...) transgredir é um processo, e o momento em que nos voltamos para outra direção marca um novo segmento de nossas histórias individuais e coletivas. O corpo e sua moral, por sua vez, percebem esse ato como uma "desorientação". No entanto, transgredir é necessário." Façam sua vida valer a pena, transgridam com moderação, mas transgridam.

  40. 88

    Fantasia é o laço com a realidade.

    É Carnaval! E senti de falar sobre a importância da fantasia para a Psicanálise. O Dicionário de Laplanche e Pontalis resume fantasia a “roteiro imaginário em que o sujeito está presente e que representa, de modo mais ou menos deformado pelos processos defensivos, a realização de um desejo e, em última análise, de um desejo inconsciente”. A fantasia funciona como mediação que gera uma forma de organização da realidade, sendo estruturante. Observe as suas fantasias, pois é a partir delas que você vai se conseguir identificar de onde parte os seus desejos e escolhas que não cansa de repetir.

  41. 87

    Manual de Diálogos Saudáveis - Parte 1

    Já que vocês adoram um "manual", lá vai o meu primeiro. Dialogar é um dos maiores desafios do ser humano. Se entender já é desafiador, imagina entender o outro. Como escreve a Psicanalista Ana Suy: "Para um bom entendedor, as palavras nunca são suficientes. É preciso não entender para convocar o outro a dizer mais. Quando supomos que entendemos o que o outro não disse, não escutamos nada além do nosso próprio narcisismo. O bom entendedor é, na verdade, um mau entendedor." Nessa primeira parte do manual já tem muitas possibilidades para que você possa começar a ter um diálogo mais consciente com todas as pessoas e, se falhar, trabalhe na reparação que está tudo certo.

  42. 86

    Pra que fingir?

    Uma reflexão poética sobre fingir em um dia repleto de verdades.

  43. 85

    O carro quebrado e o casamento.

    Qual a relação de um carro quebrado e o casamento? Eu explico neste episódio inspirada pelo meu carro quebrado hoje. Só ouve e me fala o que você faz quando o carro quebra.

  44. 84

    De quem é a sua lente para o mundo? Talvez não seja sua.

    "Cada um de nós encarna a história de nossos antepassados." É interessante essa passagem do livro de Laura Gutman sobre a Biografia Humana. Conversa com o que escrevi em um post no meu Instagram @maira.engelmann, onde começo assim: "Seu mundo é uma réplica do mundo que foi visto antes de você nascer." Neste episódio trago o texto que escrevi e um trecho do livro de Laura pra falar sobre a importância de termos a consciência de que muito do que vemos não vem do que de fato acreditamos. Por isso é tão importante o processo de autoconhecimento também a partir do contato com outras pessoas, outras lentes. Só assim é possível calibrar a nossa lente pro mundo a cada nova etapa da nossa vida, ampliando a nossa consciência sobre nós mesmos.

  45. 83

    Amor maduro.

    Me separei no final de 2021. Sai da casa no começo de 2022. Foi um momento de crise importante. Me vi madura. Me vi. E gostei tanto do que vi que me amei. Atravessada por tanto amor, escrevi um poema entitulado: AMOR MADURO. Espero que a minha travessia traduzida em palavras te atravesse também.

  46. 82

    A vida é dividida entre crises e intervalos de crises.

    A melhor frase para definir crise é do pai da Psicanálise, Sigmund Freud: "Quando a dor de não estar vivendo for maior que o medo da mudança, a pessoa muda." Essa dor vem no momento onde você precisa mudar. Se você não aceitar, o sofrimento te invade e você adoece ou padece. Toda crise é um convite ao amadurecimento, mas que primeiro te leva para um estágio absurdamente regredido, onde você se sente vulnerável e sem certezas. Se acolha. Se escolha.

  47. 81

    "Terapia em Dia" não valida sanidade mental.

    Fazer terapia não garante que a pessoa esteja, de fato, comprometida com o processo terapêutico. Fazer terapia não torna ninguém melhor do que ninguém. Fazer terapia não te define. Se você publica "terapia em dia", talvez seja interessante analisar isso em terapia.

  48. 80

    A gente tem que perder tempo sim.

    Começo aqui a perder tempo pra falar de tempo. Esse título é uma frase que ouvi Elis Regina falando em uma entrevista. É uma frase que me virou do avesso, já que o natural na nossa sociedade ansiosa é a ideia de "não temos tempo a perder" ou, ainda, "tempo é dinheiro". Mas Elis inverte a ordem e me convida a inverter com ela. Pra enriquecer essa nova forma de olhar o tempo, trago trechos de dois livros: "Encantadores de Vidas" de Eduardo Moreira e "Cabala e a arte de presenciar o ritmo"de Nilton Bonder. Vem perder tempo comigo!

  49. 79

    O que é a mente?

    Atualmente fala-se exaustivamente sobre "doença mental", mas você já parou para pensar sobre o que é a mente? Será que faz sentido que quando adoecemos mentalmente pensemos primeiramente em um remédio psiquiátrico? Trago neste episódio a definição de mente sob a ótica do Budismo e também sob a ótica da Psicanálise. Mas já adianto: a mente não é física, a mente não é o cérebro. E você precisa cuidar melhor do seu sono se quiser evitar adoecer também mentalmente. Pra saber mais, me ouve criatura rs.

  50. 78

    Culpa por descansar.

    É comum que eu escute alguém dizendo: "Você acredita que eu sinto culpa quando estou descansando?". Eu mesma já tive essa sensação. É uma revolução descansar quando a sociedade está desenhada para nos manter cansados e alienados. Descansar é se permitir sentir prazer. Percebe o risco que uma pessoa que ainda sente prazer nas coisas simples oferece ao projeto perverso de nos deixar anestesiados? Enfim, é sobre isso este episódio. Vem comigo e aproveita pra descansar enquanto me escuta. Vem pra revolução dos descansados!

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É sobre isso. É sobre ter um espaço de fala desordenada da humana anterior à Psicanalista, mãe e mulher que sou. Me ouvindo vão perceber que estou omitindo outras facetas. Porque é sobre isso. Sobre uma existência complexa de se descrever, mas que eu - teimosa ou persistente - não desisto de tentar decifrar. Um espaço pra falar sobre o que suscitar sem a pretensão da erudição, nem tampouco buscando comprovar absolutamente nada. Vamos degustar ideias e pensamentos. Porque é sobre isso.IG @maira.engelmann

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Maira Engelmann

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