PODCAST · society
era só o que me faltava
by Ana Lourenço
Entre as ironias da vida adulta, as relações, os recomeços que a gente não pediu e tudo aquilo que atravessa o dia a dia, sempre aparece aquele pensamento: era só o que me faltava.Eu sou Ana Lourenço, psicóloga — mas aqui a ideia não é explicar a vida, nem transformar tudo em teoria (embora às vezes eu tente, sem querer).O podcast nasceu de conversas reais e hoje segue em uma fase mais aberta: às vezes solo, às vezes com convidados, sempre acompanhando as mudanças que a vida traz.Aqui se fala de amor, amizade, repetições, contradições, falta e tudo aquilo que a gente vive antes de conseguir entender.Sem manual, sem respostas prontas e, definitivamente, sem divã.Contato: [email protected]
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entre o jaleco e o divã
Entre o jaleco e o divã, o que existe é escuta — e também expectativa. Neste episódio, converso com Alessandra Fantini sobre a escuta na medicina e na psicanálise, o lugar de autoridade que muitas vezes é atribuído aos profissionais da saúde e as tensões entre ser referência para o outro e continuar sendo sujeito. Uma reflexão sobre identidade, desejo e o que falta — ou o que sobra — quando os títulos ficam de lado e restamos apenas nós.
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10
recomeçar (ou só continuar)
O ano muda, os ciclos mudam e os projetos também.Neste episódio, compartilho uma mudança importante no podcast e falo sobre o que acontece quando algo termina, mas deixa resto.Uma conversa sobre falta, desejo, contradições e sobre seguir em frente sem apagar a história.
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9
passamos ilesas (quase)
Último episódio do ano e, contra todas as expectativas, passamos ilesas. Quase.Nesse episódio a gente fala sobre fechar ciclos, largar pessoas, comportamentos e cobranças que já deram o que tinham que dar — inclusive a obsessão por produtividade, metas mirabolantes e a ideia de que o ano só valeu se rendeu alguma coisa.Teve risada, autoironia e aquele balanço honesto de fim de ano: não viramos pessoas melhores, mas ficamos mais conscientes (e mais cansadas).Se o próximo ano for menos sobre conquistar e mais sobre existir, já está ótimo.
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8
até que a renúncia nos separe
Se amar é renunciar, então estamos todos renunciando mal. Neste episódio, conversamos sobre monogamia, não-monogamia, traições conceituais, desejos inconvenientes e o caos organizado que chamamos de “relacionamento”. Nada de manual, nada de resposta certa — só duas pessoas tentando entender por que amar é tão bonito… e tão complicado.
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7
juntos & editados
Do soft launch ao namorado protagonista: partindo do artigo da British Vogue, falamos sobre mulheres que escondem o namorado como se fosse informação confidencial e outras que transformam o relacionamento em marca registrada. Entre exposição, proteção e confusão, sobra a gente — rindo das contradições e admitindo que ninguém sabe muito bem o que está fazendo.
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6
calma, psicóloga
Neste episódio, inspirado no livro “cartas a um jovem terapeuta”, conversamos sobre os bastidores da vida de quem escolheu ouvir, acolher e sustentar o sofrimento do outro, e o próprio. Falamos sobre o que significa ser psicóloga hoje: o peso das expectativas, o mito da calma constante, e o caminho que vai da faculdade à prática clínica. Entre risadas, memórias e reflexões, revisitamos o que nos fez escolher essa profissão e o que ela, aos poucos, também escolheu em nós.
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5
acordei assim (mentira)
No quinto episódio de “era só o que me faltava”, falamos sobre o mito da beleza e como ele transforma o corpo feminino em campo de julgamento, poder e consumo. Entre desabafos e risadas, questionamos se essa história de “se amar e se sentir linda” realmente liberta ou se só cria mais uma lista de cobranças impossíveis de alcançar.
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4
contato de emergência
No quarto episódio de “era só o que me faltava”, falamos sobre amizades como esse amor que não aparece nas comédias românticas, mas salva sua vida no final do dia. Entre risadas e confissões, lembramos que a amiga que atende sua ligação às 3 da manhã talvez mereça mais prioridade do que o ficante que visualiza e não responde.
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3
desistência, e não resistência
Neste episódio de “era só o que me faltava”, falamos sobre desistências e não resistência: quando é hora de soltar ao invés de insistir. Um desabafo sobre a pressão de “resistir até o fim”, as diferenças de gênero nas relações, a figura do vitimismo masculino e o peso de bancar um relacionamento.
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2
paixão simples
No segundo episódio de “Era Só o Que Me Faltava”, partimos do livro Paixão Simples, de Annie Ernaux, para falar sobre relacionamentos, obsessões e o lugar de objeto nas relações. Às vezes pensamos estar vivendo um grande romance, mas talvez seja apenas… uma paixão simples.
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1
prólogo
No primeiro episódio de “Era Só o Que Me Faltava”, falamos sobre a falta: na psicologia, no amor e na vida. Entre apresentações e reflexões, abrimos um espaço para pensar no que nos move justamente pelo que não está presente.
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Entre as ironias da vida adulta, as relações, os recomeços que a gente não pediu e tudo aquilo que atravessa o dia a dia, sempre aparece aquele pensamento: era só o que me faltava.Eu sou Ana Lourenço, psicóloga — mas aqui a ideia não é explicar a vida, nem transformar tudo em teoria (embora às vezes eu tente, sem querer).O podcast nasceu de conversas reais e hoje segue em uma fase mais aberta: às vezes solo, às vezes com convidados, sempre acompanhando as mudanças que a vida traz.Aqui se fala de amor, amizade, repetições, contradições, falta e tudo aquilo que a gente vive antes de conseguir entender.Sem manual, sem respostas prontas e, definitivamente, sem divã.Contato: [email protected]
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Ana Lourenço
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