Facto Político

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Facto Político

Entre todos os factos que nos passam pelas mãos, os factos políticos são os nossos favoritos. Com o jornalista Diogo Teixeira Pereira, vamos tentar descobri-los nas entrelinhas dos discursos e nas conversas com os protagonistas da semana política. No final, fazemos uma previsão da meteorologia política para os dias seguintes que, se tudo correr como o previsto, vai falhar quase sempre. Facto Político, todos os sábados na SIC Notícias e em podcast.

  1. 59

    Francisco César sobre promulgação da Lei da Nacionalidade: “Presidente terá quota de responsabilidade”

    Agora que a reforma laboral do governo está na Assembleia da República, o Partido Socialista quer esperar para perceber que versão das negociações vai chegar, mas não se exclui do processo negocial. Em entrevista ao Facto Político, o deputado do PS Francisco César diz que “é normal que o PS faça propostas de alteração”, mas a “reforma laboral está condenada à partida”.Nesta entrevista na SIC Notícias, o socialista olhou ainda para o desempenho do Presidente da República, sem apontar grandes reparos, mas assumindo uma divergência quanto à promulgação da Lei da Nacionalidade. Vincando que “é uma má lei”, associa António José Seguro a eventuais consequências negativas: “Presidente terá quota de responsabilidade”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  2. 58

    Manuel Monteiro: “O Chega não é um partido de direita. Só tem uma pessoa de direita: Diogo Pacheco Amorim”

    Há quase 20 anos, Manuel Monteiro fez uma declaração que haveria de lhe ficar colada à pele: “A maioria da classe política está à cabeça de um imenso polvo que faz leis anticorrupção para esconder a origem do património acumulado”, acusou para logo a seguir usar a palavra “sanguessugas” caracterizando os deputados da Assembleia da República.  A entrevista ao Facto Político surge numa semana que acabaria por ficar marcada pelos ecos do discurso do Presidente da Assembleia da República no 25 de Abril onde lamentou o “reality show” em que se transformou a vida política portuguesa. Manuel Monteiro contextualiza as declarações de 2008, mas não recua na ideia de que “um país que necessita permanentemente de leis e de regulamentos para decretar a ética, é um país doente. A ética, a seriedade e a honra não se decretam. Ou se têm ou não se têm”. Manuel Monteiro já tinha revelado que o Chega o tinha sondado para a possibilidade de vir a ser candidato com o apoio do partido às eleições presidenciais. A ideia não se concretizou e, apesar de dizer abertamente que votou AD nas Legislativas, não responde quando a pergunta é sobre qual foi o quadradinho em que pôs a cruz na segunda volta das presidenciais. Mas fica a análise: “O Chega não é um partido de direita. Só tem uma pessoa de direita: Diogo Pacheco Amorim”See omnystudio.com/listener for privacy information.

  3. 57

    Pedro Pinto: “Não podemos perseguir pessoas por serem doadores do Chega”

    Pedro Pinto chega à entrevista no Facto Político com a polémica em torno da lei de financiamento dos partidos a fazer manchetes. O líder parlamentar do Chega garante que quer que “o processo seja mais transparente e evitar sanções aos partidos”, mas também deixa fugir um desabafo: “Não podemos perseguir pessoas por serem doadores do Chega”. Com uma semana sem que o governo consiga encontrar uma luz ao fundo do túnel para o pacote laboral, o Chega coloca-se já na posição da frente para dar a mão a Luís Montenegro. Avisa que “o governo ou fala com o PS ou fala com o Chega” para logo acrescentar que está “disponível para viabilizar o pacote laboral. Certamente que, como fizemos na Lei da Nacionalidade, iremos chegar a um consenso”. Na atualidade nacional, o Chega começa a marcar diferenças para os seus aliados. Primeiro, o derrotado Viktor Orbán: “As decisões de Orbán são decisões de Orbán, não são de André Ventura. O importante das eleições húngaras é que a esquerda desapareceu do Parlamento”. Segundo, o presidente americano: “Reconhecemos que Trump tem cometido erros”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  4. 56

    Pedro Mota Soares: “Estou confiante de que pode haver um acordo. Quero elogiar o Presidente da República: Já uma vez conseguiu, pelo poder da sua palavra, sentar os parceiros sociais à mesa”+

    Foi Ministro do Trabalho num dos períodos mais conturbados do país, com uma intervenção externa que justificou medidas de austeridade. Agora, em entrevista ao Facto Político, defende as reformas que foram feitas na vigência da governação de Passos Coelho, mas explica que prefere fazê-las quando os ciclos económicos são positivos. Apesar do chumbo da UGT, Pedro Mota Soares mantém-se confiante na viabilização do acordo laboral desenhado por Maria do Rosário Palma Ramalho e até elogia António José Seguro: “Estou confiante de que pode haver um acordo. Quero elogiar o Presidente da República: Já uma vez conseguiu, pelo poder da sua palavra, sentar os parceiros sociais à mesa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  5. 55

    Francisco Assis: “Carneiro deve candidatar-se à liderança do governo em 2029. Convulsão é sempre negativa”

    Apesar de ser um congresso socialista sem grandes sobressaltos para o Secretário-geral, continuam na sombra os rostos de alguns camaradas que têm feito reparos ao caminho seguido. Francisco Assis só não gostou da viagem à Venezuela, diz que “foi um erro”, mas desvaloriza eventuais consequências negativas para o partido. Em quase tudo o resto está alinhado com a atual liderança. Sobre a polémica escolha de Juízes do Tribunal Constitucional, não vê vantagem em estar-se a associar este tema ao chumbo do orçamento do estado e vai mais longe: “Neste contexto Seria de uma irresponsabilidade criminosa os dois partidos centrais da política portuguesa cortarem relações entre si”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  6. 54

    Rui Gomes da Silva: “Haverá eleições antecipadas”

    Rui Gomes da Silva é o ministro-sombra do Chega para a Justiça e vem ao Facto Político numa altura em que se mantém o impasse para a escolha dos juízes designados pela Assembleia da República para o Tribunal Constitucional. O antigo ministro de Santana Lopes sugere que “em todos os órgãos devia ser seguido o método de Hondt”, para evitar bloqueios. O Facto Político foi emitido na SIC Notícias, a 21 de março. Clique aqui para ver a verão vídeo deste episódioSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  7. 53

    Rui Rocha: “Uma proposta liberal deve ser anti-woke”

    Rui Rocha abandonou a liderança da Iniciativa Liberal depois de umas eleições legislativas em que reforçou a presença do partido na Assembleia da República. Agora, poucos meses depois de ter largado o cargo, volta a fazer-se notar nas redes sociais com publicações em que critica os adversários. O regresso ao palco, garante, não serve para se lançar numa candidatura que lhe permita voltar a controlar o partido de que foi líder até julho: “Não estou na posição de Passos Coelho. Não estou a fazer uma OPA hostil” à liderança da Iniciativa Liberal. Nesta entrevista ao Facto Político, revela que não se inscreveu no movimento político criado por Cotrim Figueiredo depois do terceiro lugar nas presidenciais, mas garante que a iniciativa “soma aos reformistas e não tem ambição de sobreposição com a Iniciativa Liberal”. E até deixa um conselho a Mariana Leitão: “Não tem que ter receio, tem que aproveitar as oportunidades”. Sobre o pacote laboral, critica o novo presidente da República por ter criado um “consenso anti-reforma laboral” e pede a Montenegro que siga o conselho de Passos Coelho e avance com a lei para o Parlamento mesmo sem aprovação na Concertação Social.  Esta emissão aconteceu na SIC Notícias a 14 de março, ouça aqui o programa do jornalista Diogo Teixeira Pereira em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  8. 52

    Rui Tavares: “O Irão tem um programa nuclear. Todo o mundo o vê”

    A utilização da Base das Lajes, nos Açores, pôs a intervenção israelo-americana no Irão no centro da discussão política nacional. No Facto Político desta semana em podcast, Rui Tavares não defende o rasgar do acordo que permite aos americanos a utilização da base sediada na ilha Terceira, mas acusa o governo de se ter posto “numa situação de ignorância voluntária”. Sobre o Irão, o porta-voz do Livre não tem dúvidas de que “tem um programa nuclear” que “todo o mundo vê” e defende as sanções internacionais que possam isolar o regime e fazê-lo recuar. Recuando ao resultado das presidenciais que deixou o candidato apoiado pelo Livre em terceiro lugar, Rui Tavares continua a defender o papel de Jorge Pinto na campanha e olha para Seguro como uma “esperança” por se “poder inspirar no exemplo de Sampaio”. O Facto Político foi emitido a 07 de março, na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  9. 51

    Mariana Vieira da Silva acredita que Carneiro deve ir a legislativas, “a menos que o PS decida mudar de líder”

    Quando Pedro Nuno Santos deixou o Partido Socialista em terceiro lugar na Assembleia da República e José Luís Carneiro decidiu avançar sozinho para a liderança do partido, Mariana Vieira da Silva pediu um período de reflexão. Esse período não existiu e seis meses depois das diretas a antiga ministra da Presidência constata que “reflexão não foi feita”, mas recusa candidatar-se. Em entrevista no Facto Político pede ao Secretário-Geral do partido para “virar a agulha para o Parlamento” e deixe de “mandar cartas”. Sobre se Carneiro deve disputar eleições legislativas, não descarta que aparece um socialista a fazer ao atual líder o que António Costa fez a António José Seguro: Carneiro deve ir a eleições, “a menos que o PS decida mudar de líder”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  10. 50

    Eurico Brilhante Dias: “Presidenciais foram recado para Montenegro. Os eleitores são contra entendimentos com a extrema-direita”

    Embalado pelo resultado de António José Seguro nas Eleições Presidenciais, Eurico Brilhante Dias vem ao Facto Político pedir a Luís Montenegro para ler com atenção os resultados eleitorais: “Os eleitores são contra entendimentos com a extrema-direita”.  Sobre a paciência de José Luís Carneiro - que se está a esgotar depois de ter enviado cinco cartas com propostas ao Primeiro-Ministro -, o líder parlamentar do PS explica que a consequência da falta de resposta será o governo a ter que se entender exclusivamente com o Chega para viabilizar a legislatura. Sem eleições marcadas a breve prazo, Brilhante Dias não diz perentoriamente que a legislatura é para levar até ao fim: “Depende exclusivamente do governo”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  11. 49

    Mau tempo apaga campanha presidencial

    À entrada para a segunda volta da campanha eleitoral, os candidatos concentram o discurso nos efeitos do mau tempo com críticas ao governo e pedidos de responsabilidade. Nesta edição do Facto Político há sol e sombra na estrada com as caravanas de António José Seguro e André Ventura.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  12. 48

    Marta Temido: Vitória “é inteiramente de Seguro, é muito mais do que do PS”

    Na primeira volta das eleições presidenciais Marta Temido não quis declarar apoio público ao candidato apoiado pelo Partido Socialista. Agora, a caminho de uma segunda volta entre António José Seguro e André Ventura, não tem dúvidas em dizer que “nenhum democrata deve ter qualquer dúvida” em escolher o antigo Secretário-geral do PS. Entre críticas a Montenegro pela ausência de posição, admite que “ilações políticas têm de ser tiradas” depois da derrota de Marques Mendes. O Facto Político desta semana foi gravado no Parlamento Europeu no dia em que Marcelo Rebelo de Sousa participou, com o Rei de Espanha, numa sessão comemorativa dos 40 anos de Portugal e Espanha à União Europeia.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  13. 47

    Onde está o sol e a sombra de cada candidato presidencial? Edição especial do Facto Político

    A cerca de uma semana de os eleitores serem chamados às urnas o Facto Político faz uma ronda pelas diferentes campanhas das Eleições Presidenciais. Os repórteres da SIC no terreno revelam onde está o sol e a sombra de cada candidato. Esta é a eleição presidencial mais imprevisível de sempre com cinco candidatos com reais possibilidades de passar à segunda voltaSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  14. 46

    Ferro Rodrigues: “Regresso de Seguro foi um choque. É difícil haver desistências porque não há um voto de esquerda completo”

    Depois de anunciar que votará em António José Seguro nas próximas eleições presidenciais, Ferro Rodrigues vem ao Facto Político explicar que a escolha é um mal menor: “Com a possibilidade de na segunda volta estar o candidato fascistóide e de não estar ninguém da esquerda democrática, decidi apoiar Seguro. Ia votar em quem?" Mais de uma década depois, usa a luta interna contra António Costa e a colagem ao governo de Passos Coelho para explicar que "é difícil que haja um voto completo à esquerda", atecipando que não haja desistências a favor do candidato apoiado pelo PS. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  15. 45

    Ana Gomes: “Pedro Nuno Santos já me disse que apoia António José Seguro”

    Na semana em que viu arquivada a averiguação preventiva a Luís Montenegro, Ana Gomes vem ao Facto Político garantir que “nada está terminado”. A antiga eurodeputada só apresentará uma nova queixa se tiver novos dados, mas lembra que “a justiça não investigou os conflitos de interesses”.Sobre as eleições presidenciais, revela que Pedro Nuno Santos “apoia António José Seguro e pede aos candidatos à esquerda do antigo secretário-geral do PS para desistirem ou estarão a “fazer o jogo da extrema-direita”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  16. 44

    Carlos Carreiras: “Há um reconhecimento generalizado pelo trabalho que Passos Coelho fez. É capital político”

    Carlos Carreiras pode ser incluído na lista de passistas, os atores políticos próximos de Passos Coelho. Isso ajuda a justificar a escolha do antigo Primeiro-ministro para o prefácio do livro que vai publicar em janeiro. Em entrevista ao Facto Político, o antigo presidente da Câmara de Cascais garante que há muito “capital político” em Passos: “Há um reconhecimento generalizado pelo trabalho que fez”. Sobre o eventual apoio a uma candidatura presidencial, garante que ficaria surpreendido se apoiasse Mendes: “Seria uma incoerência que não é própria dele”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  17. 43

    Cristina Rodrigues sobre a exploração de imigrantes: “A culpa é do PS”

    Depois de André Ventura ter evitado o tema da legislação laboral no debate com o Primeiro-Ministro, a deputada do Chega Cristina Rodrigues vem à SIC garantir que o partido "não vai aceitar nada que restrinja os direitos dos trabalhadores". No dossier imigração, culpa o Partido Socialista pela rede de exploração de imigrantes desmantelada no Alentejo e pede que não se tome a parte pelo todo: "Há muitos policias que trabalham todos os dias pela nossa segurança", lembra quando o foco é colocado nos 11 membros das forças de segurança que estavam envolvidos. Nesta entrevista ao jornalista Diogo Teixeira Pereira fala ainda dos cartazes políticos que vão levar Ventura a tribunal: "Podemos dizer que gostamos mais ou menos dos cartazes, daí a considerar que são ilegais é um passo muito grande". See omnystudio.com/listener for privacy information.

  18. 42

    Mariana Leitão: “Até que ponto faz sentido que o direito à greve se sobreponha a todos os outros?”

    Depois do voto contra no Orçamento do Estado, a Presidente da Iniciativa Liberal vem ao Facto Político alinhar-se com o governo na necessidade de aumentar a flexibilidade do pacote laboral. Mariana Leitão questiona o direito à greve:“Até que ponto faz sentido que o direito à greve se sobreponha a todos os outros?”, pede um alargamento dos serviços mínimos e alerta que “de cada vez que uma escolha fecha, as desigualdades agravam-se”. Sobre a candidatura de Cotrim revela que só soube da intenção do antigo presidente do partido quando este a comunicou oficialmente e pede aos eleitores que fujam do voto útil que “é profundamente nocivo para a democracia”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  19. 41

    Poiares Maduro: “Fiquei com pior impressão sobre Cotrim. Está pressionado para ter um bom resultado”

    Miguel Poiares Maduro garante que não foi um dos apoiantes de Marques Mendes a pedir a Cotrim para desistir da corrida presidencial, mas o episódio deixou-lhe uma marca negativa: “Fiquei com pior impressão sobre Cotrim". Sobre a reforma laboral, lamenta que o govertno não a tenha tentado concretizar ao mesmo tempo que uma reforma fiscal em matéria de mercado de trabalho, mas elogia a chamada da UGT a São Bento. No final desta conversa deixa ainda um recado ao Parlamento e ao governo: “Portugal usa e abusa das escutas porque não há instrumentos que outros países têm de investigação da corrupção”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  20. 40

    Eduardo Barroso: “Anticorpos que Marques Mendes criou no próprio partido são garantia de independência”

    Nunca foi militante do PS, mas também nunca votou noutro partido que não fosse o PS. Em eleições Presidenciais, não é a primeira vez que foge à indicação do partido de que é simpatizante - votou duas vezes no amigo de infância, Marcelo Rebelo de Sousa -, e agora volta a fazê-lo. É mandatário por Lisboa da candidatura de Marques Mendes por ser "fundamentalista da competência, da eficiência e da experiência". Afasta-se de Seguro porque "nem de esquerda se assumiu": "Da esquerda moderna e moderada sou eu", critica. Sobre Gouveia e Melo, garante que não foi "tocado pela fé no Almirante" e de cada vez que o ouve falar, "fica mais tranquilo" por ter feito a escolha certa.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  21. 39

    Eduardo Cabrita: “A minha demissão foi o meu contributo para a maioria absoluta” de António Costa

    É mais um “Costista” que não assume votar em António José Seguro nas eleições Presidenciais, mas o candidato apoiado pelo PS não está excluído da reflexão que Eduardo Cabrita assume estar a fazer. Mas para já só tem elogios para Henrique Gouveia e Melo, o homem com que mais se identifica no que diz respeito ao poder presidencial de indigitação de um Primeiro-Ministro: “Gostei de ver Gouveia e Melo a interpretar corretamente a Constituição”. Excluídos de todo estão André Ventura e Marques Mendes, um candidato “inconveniente” que está “aprisionado”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  22. 38

    Rui Rio: “Um militar dificilmente é pela bandalheira na imigração”

    É uma das surpresas que Gouveia e Melo deu à campanha presidencial: Rui Rio como seu mandatário nacional. O antigo presidente do PSD vai contra a opção do próprio partido - que declarou apoio formal à candidatura de Marques Mendes porque “não estaria bom da cabeça se fosse votar em alguém que pensa o contrário de mim”. Nesta entrevista ao jornalista Diogo Teixeira Pereira, Rio acusa Mendes de “hipocrisia” quando diz que “Soares, Sampaio e Cavaco são oriundos de partidos e foram presidentes isentos”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  23. 37

    Álvaro Beleza: “PS faz bem em abster-se no orçamento. Não é pelo PS que o governo se deita com o Chega”

    No rescaldo das eleições autárquicas, Álvaro Beleza vem defender o pragmatismo na governação com foco na governabilidade e na resolução de problemas: “Nas autarquias trata-se mais da rotunda e menos de ideologia. Haverá sempre acordos”. Na análise aos resultados em Lisboa, o socialista conclui que “sem o Bloco de Esquerda, o PS tinha tido melhor resultado em Lisboa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  24. 36

    António Leitão Amaro e os primeiros 100 dias do Governo: “Nós e o Chega identificamos os mesmos problemas, mas eles impõem soluções radicais e inaceitáveis”

    Esta semana, Moedas quis que Medina se comparasse a Jorge Coelho mas agora recusa estar na mesma posição e André Ventura diz que não quer Marcelo Rebelo de Sousa viaje mais, seja para um festival de hambúrgueres ou de cidadãos. Hoje, o Governo cumpre 100 dias de trabalho, a imigração foi dos temas mais presentes até agora na legislação. Para fazer um balanço aos dias de trabalho do Governo de Montenegro após o caso Spinumviva, Diogo Teixeira Pereira convida António Leitão Amaro neste programa de 'Facto Político'. Em entrevista, o atual ministro da Presidência, faz várias declarações sobre as acusações ao governo de se colar a uma política de extrema-direita.  “Nós e o Chega identificamos os mesmos problemas, mas ele impõem soluções radicais e inaceitáveis”, argumenta. Ouça aqui o programa em podcast, emitido a 13 de setembro na SIC Notícias. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  25. 35

    Nuno Melo e a defesa: preparações para um ano político e de incêndios

    O regresso do programa "O Facto Político", da SIC Notícias, após as férias de verão, trouxe à tona um dos temas mais quentes e sensíveis do debate público em Portugal: a eficácia dos meios aéreos no combate aos incêndios florestais. Neste episódio, Nuno Melo, Ministro da Defesa e presidente do CDS, foi o convidado central, esclarecendo decisões governamentais, desmistificando polémicas e lançando pistas para o futuro da defesa e da política nacional. Discutiram-se ainda as polémicas declarações de Marcelo Rebelo de Sousa, a preparação do CDS para as autárquicas e presidenciais, e temas como a situação em Gaza e a discriminação de afrodescendentes em Portugal.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  26. 34

    O Chega quer mais fiscalização nos apoios sociais, mas Rita Matias não sabe quanto ganha um beneficiário do RSI

    Neste episódio do Facto Político, da SIC Notícias, a deputada Rita Matias é entrevistada após o debate do Estado da Nação e explica o que quis dizer André Ventura com o adjetivo "frouxo". O clima no Parlamento está tenso, mas o Chega já pensa nas autárquicas e a vice-presidente do Grupo Parlamentar do Chega também está prestes a apresentar o seu programa eleitoral para a Câmara de Sintra, onde quer digitalizar e simplificar para combater a crise na habitação. Numa câmara onde "só alguns projectos passam mediante os amigos e as pessoas certas", o Chega quer mais fiscalização para garantir que pessoas com demonstrações de riqueza não tenham acesso aos apoios sociais, mas, quando confrontada com a pergunta, Rita Matias não soube responder: quanto ganha afinal um beneficiário do RSI?See omnystudio.com/listener for privacy information.

  27. 33

    Raimundo, os argumentos da saúde e o regresso do animal feroz

    Esta semana surgiu uma nova ministra da Saúde, saiu a rija para dar lugar à empática; discutiu-se  se ler nomes de crianças no parlamento é liberdade ou discurso de ódio e regressou José Sócrates, o animal feroz. As eleições de 18 de maio deram ao parlamento a representatividade mais inclinada à direita de sempre. A esquerda que suportou o governo mais estável dos últimos 10 anos está relegada para meia dúzia de lugares sem capacidade para influenciar a governação. Em entrevista ao Facto Político, Paulo Raimundo, secretário-geral do Partido Comunista Português, justifica a queda na representação parlamente com “o ambiente que se vive”, revela as ambições autárquicas e acusa Gouveia e Melo apresentar uma “candidatura populista”. O programa foi emitido na SIC Notícias a 12 de julho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  28. 32

    Brilhante Dias, os desafios do PS e a moda dos militares

    António Vitorino está fora, mas o anúncio do anúncio de Santos Silva não garante que António José Seguro vá estar sozinho na corrida presidencial a representar a área socialista. Se Carneiro quiser sobrevoar este ato eleitoral, o homem que escolheu para líder parlamentar não concordará. Pedro Nuno Santos assumiu como prioridade do seu mandato à frente do PS o apoio a um candidato forte que fosse capaz de disputar o regresso de um socialista ao Palácio de Belém. Saiu sem conseguir concretizar a promessa, mas na cúpula do novo PS há quem lhe siga os passos. Em entrevista ao Facto Político, Eurico Brilhante Dias assume esse “ponto de convergência” com o antigo Secretário-Geral: “não nos devemos furtar a esse apoio”. Emitido na SIC Notícias a 28 de junho.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  29. 31

    Negrão, os ministros debaixo dos holofotes e o arroz do PS

    Fernando Negrão foi um dos poucos social-democratas que criticou Luís Montenegro por não ter encerrado a empresa de família quando foi eleito Primeiro-ministro. Passadas as eleições e reforçada a maioria do atual executivo mantém as reservas, mas vira agulhas para o Ministério Pública. Em entrevista ao Facto Político da SIC Notícias, diz que não consegue “encontrar resposta para a entrega à Polícia Judiciária” dos documentos da Spinumviva. “Não quero acreditar que seja o Ministério Público que não se sente capaz de tomar uma decisão relativamente ao Primeiro-Ministro”. O antigo diretor da PJ critica ainda o Procurador-Geral da República que depois do anúncio do arquivamento do processo de Pedro Nuno Santos disse que o de Montenegro tinha sido enviado para a Polícia Judiciária. Amadeu Guerra “não explicou porque é que entregou o processo de Montenegro à PJ, uma vez que o de Pedro Nuno Santos não foi entregue à PJ. Da parte do MP fica sempre alguma coisa por dizer”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  30. 30

    Bruno Nunes, as 10 prioridades do governo e os ataques extremistas

    O programa de governo de Luís Montenegro tem uma moção de rejeição que deve ser reprovada na quarta-feira na Assembleia da República. Chega e Partido Socialista estão disponíveis para deixarem o governo entrar em plenas funções e do lado do partido de André Ventura até há elogios. Em entrevista ao Facto Político, o deputado Bruno Nunes encontra “pontos de contacto” entre o documento e as propostas que tem defendido no parlamento: “há muitas medidas do Chega espelhadas”. Apesar de tudo lamenta que o governo não tivesse aberto um caminho de diálogo relativamente a este processo e critica a “falta de visão para se projetar o país a 10 ou 15 anos”. Bruno Nunes pede que se explique “onde queremos estar na europa, como é que nos identificamos como estado, qual a nossa ligação ao mar” e que se esclareça “a ligação aos EUA e à América Latina”. “Falta ambição”, lamenta nesta emissão do Facto Político de 14 de junho, na SIC Notícias.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  31. 29

    Bugalho, as ideias de Montenegro e o Presidente que aperta pescoços

    Eurodeputado do PSD vai integrar núcleo político da candidatura presidencial de Luís Marques Mendes por entender que “é positivo termos um par seguro de mãos que conhece as instituições”.Num momento em que Marques Mendes vê fugir muitos atuais e antigos militantes do PSD para a candidatura de Gouveia e Melo, consegue segurar um dos recém-chegados à família laranja. Sebastião Bugalho vem ao Facto Político revelar que vai integrar a comissão política do antigo comentador. O órgão é presidido por Francisco Pinto Balsemão e tem como objetivo ser um núcleo político da candidatura presidencial. “Em tempos de incerteza, termos um par seguro de mãos que conhece as instituições é um dado positivo”, explica Sebastião Bugalho, insistindo na ideia que Gouveia e Melo tenta contrariar: a experiência política é uma das grandes vantagens de Marques Mendes.Nesta entrevista, o antigo comentador deixa ainda uma crítica a Rui Rio, o antigo presidente do PSD que agora apoia a candidatura do Almirante: “Rui RIo não percebeu que era criticado por Marques Mendes porque perdeu 4 eleições. Não eram os críticos políticos que estavam a criticar Rui Rio, eram os eleitores”.Novo governo é “eminentemente europeu” Olhando para o novo elenco governativo e para o discurso que Luís Montenegro fez na tomada de posse, Sebastião Bugalho lembra-se da Europa. “Fala da desburocratização, da segurança e defesa e fala da imigração ilegal que são as prioridades da comissão nos últimos sete meses”.Especificamente na defesa, concede que a meta de 2% do PIB para a defesa já este ano não foi levada para a campanha eleitoral, mas justifica isso com a cimeira da NATO que “trará novas metas e novas obrigações aos membros”, lembrando que existem duas modalidades que podem “ajudar Portugal” a atingir essa meta: “O ReArm que tem 150 milhões de empréstimos que podem vir da Comissão e o EDIP que dá aceso até 1.5 mil milhões até 2027”.Nova Legislatura é para “dialogar com todos” O Parlamento Europeu fragmentado é usado por Sebastião Bugalho como um exemplo de como é possível chegar a acordo com os socialistas para pôr em marcha reformas importantes. Mas não há parceiros preferenciais: “Não excluímos ninguém, e não teremos nenhum interlocutor privilegiado”.Sobre as propostas de José Luís Carneiro para cinco reformas, o eurodeputado do PSD pede aos socialistas que invertam o sentido da política que parecem estar a querer seguir: “Conversaremos e dialogaremos com base no programa da AD. Cabe à oposição manifestar a sua disponibilidade face às nossas ideias, né a nossa disponibilidade face às ideias dos outros”See omnystudio.com/listener for privacy information.

  32. 28

    Isaltino, as manhas de Marques Mendes e os governantes que se despedem

    Presidente da Cãmara de Oeiras é apoiante de Gouveia e Melo na corrida presidencial. Garante que não está a ajustar contas com o passado porque “cada um tem a sua ética”. É uma zanga antiga. Em 2005, o presidente do PSD decidiu não apoiar a candidatura autárquica de Isaltino Morais à Câmara de Oeiras. O Presidente em causa era Marques Mendes e mais de 20 anos depois, tem a oposição do autarca à candidatura presidencial que apresentou em fevereiro. Em entrevista ao Facto Político da SIC Notícias, Isaltino garante que não tem “nenhum rancor”, mas não se esquece que “enquanto o presidente de Oeiras lhe atribuía determinados cargos”, Mendes “conviveu muito bem” com ele “em termos éticos”. “A partir de determinado momento, razões éticas levaram-no a retirar-me o apoio”.Desde então ficaram em lados opostos da barricada e a caminho das eleições presidenciais, Isaltino Morais escolheu sentar-se na primeira fila dos apoiantes a Henrique Gouveia e Melo que “não tem a manha de Marques Mendes” que é “um político com toda a manhosidade”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  33. 27

    Cotrim, a revisão constitucional e a maioria maiorzinha

    Os dias que antecederam as eleições de 18 de maio foram de grande aproximação da Iniciativa Liberal ao governo de Luís Montenegro. Dentro do partido havia já quem fizesse contas aos ministérios que os liberais poderiam ocupar, mas Cotrim Figueiredo assume que este não é um resultado que o satisfaça. É verdade que houve um crescimento na representação parlamentar, mas “a IL é um partido exigente e não faz como outros que mesmo quando decrescem acham que há justificações. Apesar de termos crescido, para nós é insuficiente”. Ouça aqui João Cotrim Figueiredo no programa 'Facto Político' emitido na SIC Notícias a 24 de maio. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  34. 26

    Perestrello, a sondagem da SIC e o telefone estragado da justiça

    “Sempre teve, não vai deixar de ter”. A resposta, rápida, é de Marcos Perestrello quando a pergunta é sobre “maturidade política”. Na entrevista ao Facto Político da SIC Notícias, o socialista ia pedindo uma “atitude responsável” à AD para a eventualidade de o PS ganhar as eleições por uma margem curta quando surge a pergunta: “Se o resultado do ano passado se repetir, o PS terá essa maturidade política?”. Fica assim claro que os socialistas estão disponíveis para voltar a dar a mão à AD se ficar tudo na mesma.O timing da averiguação preventiva: “Não acredito em coincidências desta natureza”Se nas sondagens a AD segue na frente do PS, na Procuradoria-Geral da República está tudo empatado com uma averiguação preventiva para cada lado.Marcos Perestrello não acredita em “coincidências desta natureza”, afirmando que o Ministério Público teve “dois pesos e duas medidas”, optando por “interferir no processo político”.Nesta entrevista ao Facto Político aproveita por estabelecer as diferenças entre os dois casos a envolver os dois principais candidatos a primeiro-ministro: Do lado do PS “todos os documentos foram mostrados e existe disponibilidade para ir prestar esclarecimentos à justiça, do outro lado existe uma cortina de fumo”.Sobre a possibilidade de Pedro Nuno Santos vir a ser constituído arguido, o socialista recusa-se a cenarizar: “É um cenário que está completamente fora do contexto. É uma questão completamente fora da caixa”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  35. 25

    Castro Almeida, os trunfos dos partidos e os debates

    Ministro da Coesão é cabeça-de-lista da AD por Portalegre, o círculo eleitoral onde a coligação não conseguiu eleger nenhum deputado no ano passado. A governabilidade alimenta sempre as semanas que antecedem eleições legislativas. Desta vez há dúvidas sobre o que fará a AD se o PS ganhar as eleições por uma margem parecida à da vitória do ano passado. Manuel Castro Almeida não confirma a reciprocidade pedida pelo PS, mas alerta que, com maioria de direita no parlamento, Pedro Nuno Santos seria líder de um governo “a prazo”. Já sobre entendimentos com a Iniciativa Liberal, a mensagem parece não ter medo de uma fuga de voto útil: “Conviveria num Conselho de Ministros com pessoas da Iniciativa Liberal. Há áreas do programa deles com as quais me identifico”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  36. 24

    Mariana Leitão, o plano Lili Caneças e uma campanha no Bolhão

    Pelo menos para já, a Iniciativa Liberal não quer apontar ao governo. Em entrevista ao Facto Político, a ainda líder parlamentar diz afirmar que “a influência também se vê na Assembleia da República”. A maioria das sondagens publicadas até este sábado mostram que a Iniciativa Liberal pode ser um dos partidos que mais estão a conquistar eleitorado. As notícias podem antecipar um entendimento com a Aliança Democrática para um eventual futuro governo de direita, mas a avaliar pelas palavras de Mariana Leitão, esse entendimento deve ficar circunscrito à Assembleia da República. Quando a pergunta é sobre se tem intenção de ir para o governo a resposta é rápida: “Não queremos ir para o governo só porque sim”, surgindo o complemento mais à frente: “A influência também se vê na Assembleia da República e quanto maior for o nosso grupo parlamentar, maior será essa capacidade de influenciar a governação”. Emitido na SIC Notícias a 5 de abril. Para ver a versão vídeo deste episódio, clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  37. 23

    Mendonça Mendes, o calendário eleitoral e o sol na Madeira

    Estava na primeira linha do governo de António Costa e agora está consciente de que pode “estar ou não estar” nas listas de candidatos do PS à Assembleia da República. António Mendonça Mendes vem ao Facto Político e responde “sim” sobre se há vida para lá de Pedro Nuno Santos. O programa foi emitido a 29 março na SIC Notícias.  Para ver o programa em vídeo clique aquiSee omnystudio.com/listener for privacy information.

  38. 22

    Fabian Figueiredo e os indecisos à beira da maioria absoluta

    A caminho de eleições antecipadas, o líder parlamentar do Bloco de Esquerda garante que o partido fará uma campanha para se discutirem soluções à esquerda. Sobre o regresso dos fundadores do partido à primeira linha da política restam poucas dúvidas. Ouça aqui a entrevista em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  39. 21

    Pinto Luz e os recordistas das dissoluções

    O ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, vem ao Facto Político garantir que houve uma “vontade enorme” de evitar eleições antecipadas, mas não diz quantas reuniões houve com o Partido Socialista. Sobre o futuro garante que o “não é não” ao Chega é para manter. Este programa foi emitido na SIC Notícias a 15 de março, ouça aqui em podcast. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  40. 20

    Mariana Vieira da Silva, o único culpado da crise e o Presidente ao sol e à sombra

    Aberta a crise política, o PS não aceita voltar com a palavra atrás. Em entrevista ao Facto Político, a antiga número dois de António Costa pede que se olhe para o único responsável pela crise: Luís Montenegro. No programa desta semana pomos ainda o Presidente ao sol e à sombra. Parece inevitável que o país volte a ser chamado para umas eleições legislativas antecipadas. Apesar dos sinais contraditórios que chegam do interior do governo, Luís Montenegro não quer retirar a Moção de Confiança que o vai livrar de responder às perguntas de um Comissão Parlamentar de Inquérito e o PS não quer voltar com a palavra atrás.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  41. 19

    Ribeiro e Castro, a reflexão de Portas e a avença da empresa da família do PM

    Governo está a ser vítima de uma cabala? Ribeiro e Castro diz que “é possível”. Antigo Presidente do CDS vem ao Facto Político deixar claro que não vê com bons olhos uma candidatura presidencial de Paulo Portas. Não se alonga na polémica que envolve o governo e afasta as críticas ao Almirante: “Um militar não é um sectário”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  42. 18

    Delgado Alves e as sanções, as censuras da democracia e os negócios mistério do Primeiro-Ministro

    O deputado socialista Pedro Delgado Alves não tem dúvidas de que “chegamos todos à conclusão de que o debate político tem tido uma degradação sem paralelo nos últimos 50 anos” e por isso é preciso criar regras na Assembleia da República que permitam aos deputados “desempenharem as suas funções sem serem intimidados”. Toda esta conversa vem a propósito de vários episódios protagonizados por deputados do Chega, mas o também vice-presidente da bancada socialista rejeita estar a criar uma lei ad hominem: “Fazer a vitimização do Chega parece-me inaceitável, basta que o Chega deixe de se comportar desta forma para que este debate não fosse necessário”.O Presidente da Assembleia da República tem-se mostrado contra a aplicação de sanções, mas foi o próprio Aguiar-Branco que sugeriu a gravação permanente do que se diz no hemiciclo, uma ideia que parece não encher as medidas de Pedro Delgado Alves: “Gravar, nem se percebe bem o alcance que isso pode ter”, diz em entrevista ao Facto Político receando que o sistema comprometa conversas privadas dos deputados.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  43. 17

    Frazão com críticas para os colegas de partido e a remodelação “poupadíssima”

    Deputado do Chega vem ao Facto Político justificar os insultos dos colegas de bancada com os insultos que recebem do outro lado e revelar que vai ser candidato numa “Câmara importante” da Área Metropolitana de Lisboa. Olhamos ainda para a remodelação “poupadíssima” do governo e para o recente veto presidencial.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  44. 16

    O não-ídolo de Bernardo Blanco, a tradição do PS, e o sol e a sombra em cima do Chega

    Deputado da Iniciativa Liberal vem ao Facto Político defender as políticas do presidente argentino e pedir a Carlos Moedas que arrume a casa para facilitar um acordo em Lisboa. Mariana Lima Cunha e Luís Pedro Nunes põem à sombra os casos judiciais da semana e o PS mantém a tradição de grandes dificuldades em eleições presidenciais. A convenção do último fim de semana foi suficientemente clara para se perceber que há na Iniciativa Liberal quem tenha Javier Milei como ídolo e quem tente pôr água na fervura. O deputado Bernardo Blanco vem ao Facto Político para garantir que não tem ídolos, mas se fosse argentino não tinha dúvidas para escolher em quem votaria: “Obviamente” que votaria no presidente da motosserra, “não há qualquer dúvida”. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  45. 15

    Ana Gomes, os “espertalhuços” do PS e o estado da arte nas Presidenciais

    Pedro Nuno Santos tem duas possibilidades em cima da mesa: António José Seguro e António Vitorino. É cada vez mais evidente que o Secretário-Geral do PS prefere o antigo Comissário Europeu, mas Ana Gomes só vê riscos nesta escolha. Em entrevista ao Facto Político até lhe elogia o sentido de humor, mas daí em diante só é capaz de apontar fragilidades, a começar pelo “passado de advogado lobista” que, lembra a ex-candidata presidencial, “fez Alfredo Barroso dizer que eleger Vitorino era pôr um lobista de negócios em Belém”. Comparativamente, “é uma espécie de Daniel Proença de Carvalho do PS”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  46. 14

    Marta Temido, o reajuste de Pedro Nuno e os gabinetes de crise do Chega e do Bloco

    É uma das últimas polémicas a envolver o Ministério da Saúde. A demissão do CEO António Gandra d’Almeida levou o Primeiro-Ministro e a Ministra da Saúde a sacudirem para o anterior governo as responsabilidades das incompatibilidades do médico no período em que esteve à frente do INEM do Norte. Esse período coincide com o tempo em que Marta Temido era Ministra da Saúde, mas a agora eurodeputada garante que não conhecia o escolhido de Ana Paula Martins: “Há 150 mil funcionários do SNS, não é possível que se saiba a situação de cada um”, explica no Facto Político lamentando que o governo não tenha dito antes que a seleção “não correu bem”. “Acho muito feio apontar o dedo a alguém”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  47. 13

    João Ferreira quer roubar votos à direita, o puzzle presidencial e as contas de Lisboa e Porto

    A escolha de Alexandra Leitão para encabeçar a lista socialista à Câmara de Lisboa parece feita a pensar na grande frente de esquerda que há quatro anos podia ter garantido a renovação de mandato a Fernando Medina, mas o PCP está fora. Na entrevista que deu ao Facto Político deste sábado, João Ferreira deixou claro que é ele que quer representar a alternativa ao atual presidente de Câmara, tentando mesmo roubar votos de eleitores de direita: “Mesmo um eleitor do PSD e CDS não gosta de ver lixo na rua, nem de passar horas no trânsito”.See omnystudio.com/listener for privacy information.

  48. 12

    Mortágua não gosta dos candidatos do PS e a triagem de Manchester para Belém

    Na vasta lista de possíveis candidatos presidenciais, nenhum encaixa no perfil que Mariana Mortágua tem para as eleições do próximo ano. Em entrevista no Facto Político, a coordenadora do Bloco de Esquerda, diz que “a cada nome que aparece, aumenta a necessidade de um candidato forte que a esquerda possa apresentar”. No rol de críticas, há um destaque especial: António José Seguro, o antigo secretário-geral do PS que “acha que não devemos votar o orçamento, que acha que a lei principal das democracias passa a ser dispensável”. Ouça aqui em podcast o programa emitido na SIC Notícias a 11 de janeiro. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  49. 11

    Rui Tavares, as saudades de Marcelo e o governante a preço de saldo

    Rui Tavares fala sobre as eleições que aí vêem, os salários dos políticos e a relação com o PS de Pedro Nuno Santos. No Facto Político lemos ainda a mensagem de ano novo de Marcelo nas entrelinhas, fazemos contas ao salário do novo membro do governo e pomos a Ministra da Saúde ao sol.  See omnystudio.com/listener for privacy information.

  50. 10

    Pedro Pinto e os Factos Políticos de 2024 com Ricardo Costa e Bernardo Ferrão

    Durante alguns dias o Chega parecia simpatizar com a possibilidade de apoiar um candidato de farda na corrida às eleições presidenciais de 2026, mas essa ideia está afastada. O partido anunciou que terá um candidato próprio e parece ser cada vez mais inevitável que esse candidato seja André Ventura. Nas palavras do líder parlamentar é a opção “mais viável e mais mais válida”. Em entrevista no Facto Político, Pedro Pinto justifica o nome com o facto de ser o “político com mais mediatismo” e a recusa de Gouveia e Melo com o “discurso do coitadinhos dos imigrantes” que o Almirante fez recentemente.See omnystudio.com/listener for privacy information.

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Entre todos os factos que nos passam pelas mãos, os factos políticos são os nossos favoritos. Com o jornalista Diogo Teixeira Pereira, vamos tentar descobri-los nas entrelinhas dos discursos e nas conversas com os protagonistas da semana política. No final, fazemos uma previsão da meteorologia política para os dias seguintes que, se tudo correr como o previsto, vai falhar quase sempre. Facto Político, todos os sábados na SIC Notícias e em podcast.

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Diogo Teixeira Pereira

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