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PODCAST · education

Fluida Cast

Empreendedorismo Feminista

  1. 80

    126. A armadilha da empresária que aprende tudo sozinha

    Mari fala sobre o lado perigoso de ser uma empresária autodidata e como o hábito de aprender tudo sozinha pode começar a atrapalhar o crescimento da empresa. Entre reflexões sobre eficiência, diversão e gestão do tempo, ela mostra por que, em certos momentos da jornada empreendedora, pagar por conhecimento organizado é muito mais inteligente do que gastar meses tentando descobrir tudo por conta própria.

  2. 79

    125. As vozes da sua cabeça podem ser o melhor conteúdo da sua empresa

    Mari compartilha sua visão nada convencional sobre produção de conteúdo e explica por que os conteúdos mais espontâneos — feitos a partir das “vozes da cabeça” — sempre foram os que mais geraram conexão, vendas e identificação com a audiência. Entre reflexões sobre autenticidade, excesso de regras no marketing digital e bastidores da própria trajetória criando conteúdo, ela mostra como tentar encaixar sua comunicação em fórmulas prontas pode sufocar justamente aquilo que torna sua marca única.

  3. 78

    124. Lembre-se de que você não é igual ao seu time

    Neste episódio, Mari expõe as decisões mais difíceis e solitárias da vida de uma empresária — aquelas que envolvem pessoas, emoções e o risco real do negócio. Ela mostra por que liderar exige separar empatia de responsabilidade, tomar decisões racionais mesmo quando doem e entender que preservar a empresa é, muitas vezes, cuidar de todos — inclusive de quem precisa sair.

  4. 77

    123. Como adaptar o seu modelo de negócio se você é neurodivergente

    Nesse episódio Mari explica como adaptar seu modelo de negócio sendo neurodivergente.

  5. 76

    122. No mundo da automação vai ganhar quem tiver Gestão

    Mari explica por que, na era da automação e da inteligência artificial, quem vai vencer não é quem usa mais ferramentas, mas quem tem gestão bem documentada. A partir de exemplos reais da Fluida, ela mostra como processos, metodologias e decisões registradas permitem escalar serviços com tecnologia, reduzir dependência de pessoas e transformar conhecimento em ativos que trabalham por você, agora e no futuro.

  6. 75

    121. Quando tudo que vc quer é jogar a toalha - o pensamento secreto que toda empresária esconde até de si mesma.

    Neste episódio, Mari dá nome a um pensamento secreto que quase toda empresária ambiciosa já teve: “será que não seria mais fácil ter escolhido um caminho estável?”. Ela explica por que o desejo por estabilidade não é fracasso nem arrependimento, mas um sinal do sistema nervoso pedindo menos mudanças e como aprender a diferenciar ambição saudável de exaustão constante pode ser a chave para continuar crescendo sem se perder de si mesma.

  7. 74

    120. Seja menos ambiciosa - quando todo mundo te acha foda mas vc ainda acha que fez pouco

    Neste episódio, Mari fala com mulheres extremamente ambiciosas que se sentem sempre atrasadas, mesmo estando anos à frente de muita gente. Ela mostra por que enxergar longe demais cria uma sensação constante de urgência e como ser “menos ambiciosa no curto prazo” é a única forma inteligente de chegar longe sem se exaurir, aprendendo a dosar energia, respeitar o tempo real e se permitir viver antes da linha de chegada.

  8. 73

    119. Crie coisas marromeno - porque sua síndrome da excelência está matando a escala da sua empresa

    Neste episódio, Mari entrega um dos conselhos mais contraintuitivos da sua trajetória: faça as coisas mais ou menos. Ela explica por que o seu nível de exigência é muito maior do que o do seu cliente, como o perfeccionismo trava escala e lucro, e por que “pior” para você ainda é excelente para quem consome. Um convite direto para abandonar o excesso de esforço, parar de subir o Himalaia sozinho e construir uma empresa que cresce com menos trabalho e mais dinheiro.

  9. 72

    118. Não divida nada 50/50 com o seu marido. Porque mulheres se sentem tão desconfortáveis quando os homens pagam as contas

    Mari fala abertamente sobre o desconforto que muitas mulheres sentem ao aceitar ajuda, especialmente financeira, de seus parceiros. Ela desmonta a confusão entre dependência e apoio, mostra por que a divisão “50 a 50” é um mito injusto nos relacionamentos hétero e explica como aceitar ajuda, delegar e aliviar a própria carga não é fraqueza, mas estratégia. Um episódio para quem quer mais dinheiro, mais leveza e mais liberdade, sem cair em discursos romantizados ou armadilhas do patriarcado disfarçado de modernidade.

  10. 71

    117. O dia em que decidi não ser feita de trouxa

    Mari conta a história hilária e revoltante de quando comprou uma “jaqueta de couro” falsa numa feira e decidiu não aceitar levar prejuízo. A partir dessa saga digna de BBB, ela mostra como romper com o padrão de ser feita de trouxa, acessar o próprio poder e assumir o protagonismo nas relações, nas negociações e nos negócios. Entre fofocas, investigação nível CSI e lições profundas sobre autoestima e liderança, você vai entender o que acontece quando uma mulher decide ser “louca” o suficiente para não ser passada para trás.

  11. 70

    116. Porque você procrastina tanto para demitir um funcinário

    Mari destrincha por que tantas líderes procrastinam para demitir alguém, mesmo quando já sabem que a pessoa não deveria estar ali. Com analogias afiadas, humor ácido e uma dose de realidade, ela mostra como a socialização feminina nos condiciona a aceitar menos do que precisamos e a proteger mais o outro do que o próprio negócio. Mari ensina o único critério que realmente importa: não é sobre ter motivo para demitir, e sim motivo para manter. Um episódio para te ajudar a parar de perfumar o lixo e finalmente assumir a régua da sua empresa.

  12. 69

    115. A Transição da Operação Para o Estratégico (Sem Travar)

    Neste episódio, Mari revela como muitos empreendedores sem perceber treinam o próprio sistema nervoso para só funcionar na adrenalina, vivendo no modo “apagar incêndios”. Ela explica por que, ao sair da operação e perder as urgências, tantos empresários travam, procrastinam e acham que “perderam a habilidade de executar”. Com exemplos práticos, Mari mostra como retreinar o corpo e a mente para trabalhar sem colapso, criando novas rotinas, desacelerando e reconstruindo um senso de prioridade saudável. Um guia essencial para quem quer empreender com mais clareza, produtividade real e um sistema nervoso regulado porque boas decisões começam no corpo, e boas decisões colocam dinheiro na conta.

  13. 68

    114. Se é tão fácil enriquecer por que não tá todo mundo rico?

    Mari aprofunda por que enriquecer parece simples, mas quase ninguém faz. Ela explica como o verdadeiro enriquecimento nasce de decisões pequenas e consistentes ao longo dos anos, e mostra, com exemplos reais, como disciplina financeira, construção de caixa e escolhas conscientes garantem liberdade, segurança e poder para mulheres empreendedoras.

  14. 67

    113. Como enriquecer sendo empresária

    Mari desmonta a ideia romantizada de “ficar rica” e mostra, de forma direta e prática, o que realmente significa enriquecer sendo empresária: acumular patrimônio, construir caixa, gerir o dinheiro com estratégia e criar ativos que trabalhem por você. Ela explica passo a passo como proteger sua empresa, sua vida pessoal e seu futuro até chegar ao ponto em que trabalhar vira uma escolha, não uma obrigação. Uma conversa essencial para quem quer parar de só faturar e começar, de verdade, a enriquecer.

  15. 66

    112. Como manter um relacionamento hétero saudável sendo uma empresária ambiciosa (e sem paciência pra ensinar macho a ser adulto funcional)

    Mari fala sobre o grande tabu que ronda as mulheres empresárias: o impacto do crescimento profissional e da autonomia financeira nos relacionamentos heterossexuais.Quando a mulher começa a dominar gestão, liderança e poder de decisão, ela muda mas o homem da mesma geração, em geral, não acompanha esse ritmo. E isso cria uma bomba-relógio emocional e estrutural dentro de casa.

  16. 65

    111. Sobre ser de verdade e ter clientes de verdade - Coisas na Fluida que aquecem meu coração e vão aquecer o seu também

    Mari abre o coração para falar sobre o maior valor da Fluida: a verdade. A verdade que sustenta relações reais, que atravessa contratos e ciclos, e que faz ex-clientes continuarem presentes, celebrando vitórias e dividindo vulnerabilidades.

  17. 64

    110. Como ser menos disciplinada vai salvar a sua PF

    Mari traz uma reflexão profunda sobre o mito da disciplina. Conhecida por ser a pessoa da organização e da responsabilidade, ela questiona suas próprias regras e convida outras empresárias a fazerem o mesmo: será que toda disciplina é saudável, ou algumas viraram prisões invisíveis?Entre histórias reais, fichas caindo e provocações práticas, Mari mostra que talvez o desafio não seja trabalhar mais ou ser mais disciplinada, mas sim ter coragem de viver mais.Um episódio para quem sente que trabalha demais, se cobra demais e precisa reaprender a colocar a PF antes da PJ e entender que, sim, o mundo (e o negócio) continuam funcionando quando a gente se escolhe.

  18. 63

    109. Bastidores da Dona Fluida: habilidades que ainda não domino

    Mari abre o jogo sobre os bastidores reais da Fluida e compartilha como as recentes viagens a trabalho têm bagunçado a rotina e a forçado a desenvolver novas habilidades — desde manter a alimentação e os exercícios em dia até conciliar entregas presenciais e online ao mesmo tempo.Mais do que falar das dificuldades, ela quer mostrar como cada novo desafio é também uma oportunidade de evolução. Afinal, se estamos fazendo algo que ainda não sabemos, significa que estamos crescendo.

  19. 62

    108. Tá tudo bem sua equipe te achar uma grandessíssima chata

    Mari provoca uma reflexão importante: e se a sua equipe achar você chata, e daí? Ser líder muitas vezes significa ser firme, cobrar, corrigir e sustentar padrões e isso pode render o rótulo de “cricri”. Mas é justamente essa postura que garante excelência, cultura forte e resultados consistentes. O problema não é ser vista como chata, e sim como incompetente.

  20. 61

    107. Se aposentar como empresária, existe isso?

    Um chá de realidade para de dar taquicardia. Um alerta para mulheres empreendedoras sobre o risco de depender apenas do INSS e do lucro imediato da empresa. Mari mostra como desigualdades aumentam a vulnerabilidade feminina na aposentadoria e apresenta caminhos práticos — previdência privada, planejamento financeiro e transformar a empresa em um ativo vendável — para garantir segurança e autonomia no futuro.

  21. 60

    106. Desconforto é catalisador de intimidade

    Neste episódio, Mari fala sobre um tema crucial para qualquer liderança: confiança. Ela explica por que o verdadeiro vínculo com a equipe não nasce apenas de elogios ou harmonia constante, mas da coragem de enfrentar os desconfortos. A partir da ideia de que “o preço da intimidade é o conflito”, Mari mostra como conversas difíceis — quando conduzidas com respeito e clareza — podem fortalecer laços, gerar segurança psicológica e abrir espaço para feedbacks sinceros.Um episódio essencial para líderes que desejam construir times confiáveis, transparentes e comprometidos de verdade.

  22. 59

    105. Eu não sou conselheira de empresas

    Neste episódio, Mari aprofunda a diferença entre ser conselheira de uma empresa e ser conselheira de um empresário. Ela mostra como toda PJ nasce de uma PF — com sonhos, desejos, limites e estilo de vida próprios — e por que o planejamento estratégico de um negócio só faz sentido quando está alinhado ao que o fundador realmente quer para si. Ao longo da conversa, Mari desafia a lógica tradicional do “crescer para vender” e provoca: será que o sucesso da empresa vale a pena se a vida do fundador não acompanha esse sucesso?Um episódio essencial para empreendedores que querem construir empresas que não apenas crescem, mas que também fazem sentido para suas vidas.

  23. 58

    104. Conquistas da fluida - A doidera de dar certo e reflexões sobre se autorizar a fazer o fácil pra ter sucesso

    Neste episódio, Mari conta como decidiu se afastar da própria empresa por alguns meses e como, para surpresa dela, o negócio não apenas sobreviveu, mas cresceu.Entre bastidores de decisões difíceis, dilemas sobre controle e reflexões sobre liberdade, ela mostra como empreendedoras muitas vezes ficam presas à crença de que precisam estar no comando o tempo todo para que as coisas funcionem. E como, na prática, soltar as rédeas pode abrir espaço para novas soluções, eficiência e até lucro maior.Com franqueza e humor, Mari entrega aprendizados sobre delegar, confiar e redesenhar o próprio papel na empresa. Um convite a repensar o quanto você realmente precisa estar presente para que seu negócio prospere.

  24. 57

    103. Pare de vender água na Amazônia

    Neste episódio, Mari desmantela o mito da empresária perfeita e questiona o imaginário glamouroso que muitas mulheres carregam sobre o que é "ter sucesso nos negócios". A partir da história de uma cliente que se sentia mais funcionária do que dona da própria empresa, Mari provoca uma reflexão poderosa: será que você está explorando suas habilidades no lugar onde elas realmente são valorizadas?Com a metáfora de vender água no deserto vs. na Amazônia, ela mostra como muitas empreendedoras complicam seus caminhos por estarem mais preocupadas com a aparência de sucesso do que com o sucesso real. Glamour, status e validação social podem estar te distraindo do essencial: fazer dinheiro de forma inteligente, sustentável e coerente com a vida que você quer.

  25. 56

    102. O dia em que larguei tudo no meio da aula

    Neste episódio, Mari compartilha a história real e inesperada do momento em que tudo mudou: o dia em que ela percebeu, no meio de uma aula de cursinho para concurso, que aquela não era a vida que queria pra si.Entre memórias da faculdade de Biologia, aulas particulares, coordenação escolar e madrugadas estudando para o STJ, ela narra a trajetória intensa e cheia de reviravoltas que a levou a sair — literalmente — no meio de uma aula com a certeza de que precisava seguir outro caminho.Com humor e vulnerabilidade, Mari mostra como nem sempre nossas decisões mais importantes vêm de longas reflexões. Às vezes, a ficha simplesmente cai e tudo muda. Uma história sobre escutar sua intuição, abandonar o script e criar uma vida profissional que faz sentido pra você.

  26. 55

    101. Abra mão dos seus ideais

    Neste episódio provocador e sensível, Mari convida você a repensar até que ponto seus ideais estão servindo à sua liberdade — ou te prendendo. A partir de experiências pessoais e reflexões profundas, ela questiona o peso que damos às revoluções coletivas e propõe um olhar mais pragmático: qual revolução está te custando a sua própria vida?Empreender, para muitas mulheres, é também um ato político — uma forma de resistir e expressar valores. Mas quando o apego aos ideais começa a dificultar sua liberdade financeira, seu conforto ou sua paz, talvez seja hora de flexibilizar.

  27. 54

    100. Sobre não pegar responsabilidades que não são suas

    Neste episódio do FluidaCast, a reflexão é sobre aquelas responsabilidades que parecem ser suas — e que você até gostaria que fossem — mas que, na verdade, não são. A partir de um exemplo pessoal envolvendo sua relação com o sobrinho, Mari compartilha como transformou uma escolha afetiva em compromisso inegociável, a ponto de abrir mão de oportunidades profissionais importantes.A conversa gira em torno da culpa, da rigidez e da confusão entre vida pessoal e vida profissional que muitas mulheres empreendedoras enfrentam. Um episódio sobre flexibilidade, autoconsciência e liberdade empreendedora. Porque se a gente não aproveita os benefícios de não ter certas responsabilidades agora, talvez, no futuro, a gente deseje ter tido essa leveza.

  28. 53

    99. Não se deixe convencer que a seus dons são defeitos

    Não se deixe convencer que a seus dons são defeitos. Quando quem se beneficia da sua sobrecarga te convence que vc se sobrecarrega porque vc quer.Neste episódio visceral, Mari rasga o véu da “mulher que faz tudo acontecer” e entrega uma verdade crua: quem mais se beneficia da sua sobrecarga é quem menos valoriza suas habilidades.Se você é aquela que organiza, lidera, antecipa e realiza - no trabalho, na família, nas amizades - provavelmente já foi culpada pela sua própria exaustão. E pior: talvez tenha começado a ver seus dons de gestão e liderança como defeitos.Esse episódio é um chamado à lucidez: não suavize suas habilidades. Mas também não desperdice com quem não reconhece.

  29. 52

    98. A culpa por dar certo

    O que acontece quando você finalmente conquista aquilo que sempre quis e, em vez de comemorar, sente culpa? Neste episódio, Mari fala sobre um sentimento silencioso que muitas mulheres empreendedoras vivem: o desconforto de crescer, faturar alto e se destacar, especialmente quando isso significa ganhar mais do que pessoas que amamos. Um papo íntimo sobre merecimento, ancestralidade, desigualdade e a importância de entender que crescer não é egoísmo é abrir caminhos.

  30. 51

    97. Você não tá fazendo errado. Só tá desequilibrando por um bom motivo.

    Sabe aquela sensação de que você tá fazendo tudo errado? De que tá trabalhando demais, ganhando menos e ainda abrindo mão do seu momento PF? Nesse episódio, Mari compartilha uma semana intensa nos bastidores da Fluida e reflete sobre culpa, desequilíbrio e a falácia do “jeito certo de empreender”. Um papo sincero sobre abrir espaço para oportunidades sem se punir por não dar conta de tudo. Spoiler: crescer às vezes é caótico, e tudo bem.

  31. 50

    96. Quando ser responsável faz você se sentir fracassada

    Neste episódio Mari fala sobre a dificuldade (e importância) de manter uma gestão financeira responsável na empresa — mesmo quando parece que todo mundo ao seu redor está vivendo melhor. Discutimos por que reinvestir, formar caixa e resistir à tentação de retirar todo o lucro agora é o caminho mais inteligente para quem quer construir um negócio sólido e sustentável no médio e longo prazo.

  32. 49

    95. O hype das equipes enxutas e das inteligências artificiais - Porque isso pode estar mascarando a sua incompetência em gerir

    Neste episódio, falamos sobre a febre do "tenha uma equipe enxuta" e questionamos a narrativa de que reduzir o time ou substituí-lo por IA é a solução para todos os problemas de gestão. Exploramos como a dificuldade em liderar pessoas está por trás desse discurso, e por que desenvolver habilidades de gestão e comando é mais crucial do que nunca, especialmente em um mundo onde IA e digitalização estão moldando o futuro do trabalho.

  33. 48

    94. Você não é medrosa, só está presa ao que devia largar

    Mari apresenta o conceito de risco-retorno aplicado à vida das mulheres, mostrando como fomos socializadas a focar apenas nos riscos e não nos possíveis ganhos. Com exemplos práticos e diretos, ela te convida a repensar decisões na sua vida e no seu negócio, parar de se sabotar e começar a agir com coragem e estratégia.

  34. 47

    93. O trabalho invisível da gestão

    O trabalho invisível da gestão: o medo inconscientes da sua equipe te achar uma preguiçosaNeste episódio, Mariana destrincha o medo comum entre mulheres líderes de parecerem “dondocas” aos olhos da equipe ao delegarem tarefas. Com uma análise afiada e provocadora, ela mostra como esse medo está enraizado em valores patriarcais e na dificuldade de reconhecer o trabalho de gestão como trabalho real. Uma conversa essencial para empresárias que querem liderar com justiça, autonomia e menos culpa.

  35. 46

    92. Nós mulheres precisamos nos autorizar a sermos incríveis sem precisar de motivo

    Mari compartilha um relato pessoal sobre como, por ser naturalmente boa em muitas coisas, sentiu a necessidade de justificar sua competência — algo que tantas mulheres vivem. Com sensibilidade e firmeza, ela convida você a parar de suavizar seus talentos e a se autorizar a ser excelente sem precisar se explicar. Afinal, você é boa. E ponto.

  36. 45

    91. Estilo de vida e modelo de negócio

    Falamos sobre a importância de alinhar o modelo de negócio ao seu estilo de vida e às suas habilidades. Usando a metáfora do telhado, Mari explica por que muitas empreendedoras estão tentando melhorar detalhes (como “quadros na parede”) quando, na verdade, precisam de mudanças estruturais. Um convite para parar de desperdiçar energia no que não faz sentido e construir um negócio que funcione para você.

  37. 44

    90. Termino a semana sempre devendo tarefas, o que eu faço?

    Um insight poderoso sobre foco e execução: como fazer mais com o tempo que você já tem, evitando a sobrecarga e a culpa constante de estar sempre devendo tarefas. A partir do princípio da gestão feminista do monoprojeto, Mari mostra como duas ou três missões bem escolhidas por semana podem transformar sua produtividade e aliviar a sensação de atraso.

  38. 43

    89. A solidão da mulher 30+ sem filhos

    Neste episódio, abrimos um espaço raro e necessário para conversar sobre a experiência de ser uma mulher 30+ que não é mãe — por escolha ou por circunstância — e os dilemas silenciosos que surgem nisso. Mari reflete sobre as tensões, culpas e saudades que atravessam amizades entre mães e não mães, especialmente no contexto do empreendedorismo feminino e da liberdade. Uma conversa sincera sobre afeto, pertencimento e as complexidades de viver (e conviver) com escolhas diferentes.

  39. 42

    88. Perdi o tesão no meu negócio. E agora?

    Um sentimento comum entre empresárias: a perda de tesão pelo próprio negócio. Mari explora as possíveis causas — desde desequilíbrios de vida, crises existenciais, falta de desafios intelectuais até fatores físicos e emocionais — e mostra como identificar a raiz do problema para agir com clareza. Um episódio profundo, direto e cheio de acolhimento para quem sente que algo “desconectou”, mas sabe que é possível reencontrar sentido e prazer no empreender.

  40. 41

    87. Puxão de orelha sobre deixar de ser eupresa

    Você construiu tudo sozinha e agora tá com dificuldade de compartilhar as decisões do seu negócio? Neste episódio, Mari dá um puxão de orelha carinhoso em quem ainda age como “eu presa” mesmo já tendo equipe e empresa grande. Vem entender por que aprender a dividir dúvidas e delegar problemas é essencial pra continuar crescendo sem pirar

  41. 40

    86. Dilema de empresária: as fronteiras entre pagar bem a sua equipe e quebrar a sua empresa

    Sabe aquela vontade de pagar super bem pra sua equipe porque você quer ser uma líder foda e justa? Mari te mostra onde mora a armadilha disso. Nesse episódio, ela fala sobre a diferença entre ser justa e ser trouxa, e como equilibrar valores, grana e realidade sem quebrar a empresa no caminho. É papo reto pra quem quer fazer diferente, mas sem se sabotar.

  42. 39

    85. ‘‘Eu não tenho maturidade para ser empresária’’

    Neste episódio, Mari desarma um dos maiores bloqueios mentais que impedem mulheres de avançarem nos negócios: a ideia de que é preciso estar “pronta” para agir. Com um papo direto e provocador, ela mostra como a maturidade empreendedora não vem antes — ela se constrói no processo. Um episódio essencial para quem sente que ainda não está pronta, mas quer crescer.

  43. 38

    84. A última plástica da Gretchen

    Um olhar afiado sobre beleza, envelhecimento e o papel das mulheres em uma sociedade que valoriza a juventude feminina a qualquer custo. Um convite à reflexão sobre como o patriarcado lucra com a nossa insegurança, divide gerações de mulheres e impede a transmissão de sabedoria entre nós. Uma chamada urgente à educação feminista e ao fortalecimento coletivo.

  44. 37

    83. A distopia da gominha que cresce cabelo e mais um macho que enriqueceu 250 milhões as custas de nós

    Um desabafo potente sobre marketing, ética e a indústria de produtos que vendem promessas vazias para mulheres. A host questiona o sucesso milionário de uma famosa “gominha para crescer cabelo” — cientificamente ineficaz — e reflete sobre os impactos do patriarcado nas estratégias de venda e no comportamento de consumo feminino. Uma conversa afiada entre indignação, consciência e ação.

  45. 36

    82. Interesseira é o escambau: Peça o que você quer

    Por que nós damos tantas voltas para pedir aquilo que precisamos? Nesse episódio vou te contar um padrão feminino que eu tenho observado na maioria esmagadora dos convites que recebo para parcerias. E ele tem a ver com a gente achar que não pode exigir coisas

  46. 35

    81. O medo dos números grandes e a falácia do “não sei fazer planejamento de longo prazo”

    e eu te pergunto “Quanto você vai faturar no final do ano?” Essa pergunta te soa quase como uma adivinhação em bola de cristal? Se sim é provável que você esteja fazendo menos dinheiros do que poderia

  47. 34

    80. Coisas que nunca me contaram sobre empreender

    Verdades sobre a vida empreendedora que ninguém te contou

  48. 33

    79. Como aumentar o preço sem perder clientes?

    Você é daquelas que acha que precisa cobrar baratinho para vender mais? Ou treme na base na hora de dar o seu preço? O FluidaCast de hoje é pra te dar um passo a passo de como lidar com a temida precificação e como aplicar isso no seu negócio.

  49. 32

    78. Por que você não deve vender curso chamando de mentoria?

    A gente hoje vê vários produtos no mercado que são chamados de mentoria. Parece que todo mundo agora vende a mesma coisa. Mas será que realmente são mentorias ou as pessoas estão enganadas? Como diferenciar um curso de uma mentoria ou consultoria?

  50. 31

    77. A evolução te moldou para ser uma empresária foda e você nem sabe

    Nesse Fluida Cast você vai descobrir que características femininas vistas como fraqueza  na verdade são ouro para o seu negócio

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