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História Preta

Podcast narrativo/documental sobre a memória histórica da população negra no Brasil e no Mundo.

  1. 138

    Luiz Gama | 4. Sonhos Ancestrais

    Luiz Gama inventa a própria liberdade com papéis roubados e parte em busca da mãe perdida no Império. Mas é numa cela militar, em 1854, que tudo o que ele sabe vai virar do avesso pra sempre.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores.  Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: [email protected] LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA AZEVEDO, Elciene. Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas: Editora Unicamp, 1999. CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. GAMA, Luiz. Carta a Lúcio de Mendonça. São Paulo, 25 jul. 1880. In: LIMA, Bruno Rodrigues de (org.). Luiz Gama: obras completas. v. 8: Liberdade, 1880-1882. São Paulo: Hedra, 2021. pp. 59-68. GOMES, Laurentino. Escravidão: do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares. v. 1. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2019. LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  2. 137

    Luiz Gama | 1E. Luiza Mahin

    Em 1880, Luiz Gama escreveu uma carta e deu vida à mãe que perdera aos sete anos. Luiza Mahin foi transformada pelo tempo em mito, heroína e símbolo do movimento negro.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores.  Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: [email protected] LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  3. 136

    Luiz Gama | 3. Via Crucis

    Luiz Gama tinha dez anos quando foi vendido como escravo pelo próprio pai. Nascido livre, escravizado ilegalmente. Esse episódio reconstrói sua via crucis do Cais do Valongo ao cativeiro em São Paulo.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores.  Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: [email protected] LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA AZEVEDO, Elciene. Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas: Editora Unicamp, 1999. CHALHOUB, Sidney. A força da escravidão: ilegalidade e costume no Brasil oitocentista. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. GAMA, Luiz. Carta a Lúcio de Mendonça. São Paulo, 25 jul. 1880. In: LIMA, Bruno Rodrigues de (org.). Luiz Gama: obras completas. v. 8: Liberdade, 1880-1882. São Paulo: Hedra, 2021. pp. 59-68. GOMES, Laurentino. Escravidão: do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares. v. 1. Rio de Janeiro: Globo Livros, 2019. GRAHAM, Richard. Nos tumbeiros mais uma vez? O comércio interprovincial de escravos no Brasil. Afro-Ásia, Salvador, n. 27, pp. 121-160, 2002. LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do Levante dos Malês em 1835. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.   APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  4. 135

    Luiz Gama | 2. Tábua de Esmeralda

    Depois de publicar o primeiro episódio sobre Luiz Gama, Thiago André acreditava ter contado a história completa. Não tinha. Uma mensagem do pesquisador Bruno Lima mudou tudo. Seguindo as pistas que o próprio Luiz Gama deixou em sua carta autobiográfica, esse episódio reconstrói as sucessivas traições do pai contra o filho, revelando o passado oculto de Luiz Gama.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores.  Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: [email protected] LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA AZEVEDO, Elciene. Orfeu de carapinha: a trajetória de Luiz Gama na imperial cidade de São Paulo. Campinas: Editora da Unicamp, 1999. GAMA, Luiz. Carta a Lúcio de Mendonça, 25 jul. 1880. In: LIMA, Bruno Rodrigues de (org.). Obras completas de Luiz Gama, v. 8, Liberdade, 1880-1882. São Paulo: Hedra, 2021. p. 59-68.​ LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024.l LIMA, Bruno Rodrigues de. Pai contra mãe: as origens perdidas de Luiz Gama. São Paulo: Hedra, 2026. LIMA, Bruno Rodrigues de. Entrevista concedida a Thiago André. [S.l.], 2026. 1 arquivo de áudio (aprox. 2h).   APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  5. 134

    Luiz Gama | 1. Pai Contra Filho

    Em 1881, Luiz Gama liberta Francisco, menino escravizado pelo próprio pai, revivendo sua própria tragédia: vendido aos 10 anos pelo pai endividado através de documentos falsificados.APOIE Este episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores.  Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapreta Chave Pix: [email protected] LOJA Acesse loja.historiapreta.com.br e vista nossa história. FICHA TÉCNICA Pesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago André Nos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta BIBLIOGRAFIA CASTILLO, Lisa Earl; ALBUQUERQUE, Wlamyra. Família, insurgências e contravenções: memória e história de Luiz Gama na Bahia. Afro-Ásia, Salvador, n. 71, pp. 1-49, 2025. GAMA, Luiz. Carta a Lúcio de Mendonça. São Paulo, 25 jul. 1880. In: LIMA, Bruno Rodrigues de (org.). Luiz Gama: obras completas. v. 8: Liberdade, 1880-1882. São Paulo: Hedra, 2021. pp. 59-68. LIMA, Bruno Rodrigues de. Luiz Gama contra o Império: a luta pelo direito no Brasil da escravidão. São Paulo: Contracorrente, 2024. MENDONÇA, Lúcio de. Luiz Gama. In: LISBOA, José Maria (org.). Almanaque literário de São Paulo para o ano de 1881. São Paulo: Tipografia da Província, 1880. pp. 50-62. REIS, João José. Rebelião escrava no Brasil: a história do Levante dos Malês em 1835. 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.   APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  6. 133

    Luiz Gama | Trailer

    O menino vendido pelo pai, se tornou o maior abolicionista do seu tempo. Tudo isso, no coração do escravismo brasileiro. Luiz Gama, a próxima temporada do História Preta APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  7. 132

    Apartheid Tropical | 10. Movendo Estruturas

    Benedita da Silva articula com outros deputados negros e lideranças do movimento negro para inserir dispositivos históricos na Constituição: criminalização do racismo, educação antirracista, proteção da cultura afro-brasileira e titulação de terras quilombolas, lançando as bases legais para reverter 100 anos de Apartheid Tropical.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  8. 131

    Apartheid Tropical | 9. O Movimento Negro

    Em 1978, Robson Silveira da Luz é torturado e morto pela polícia por furtar frutas. Seu assassinato, junto a outros casos de violência racial, mobiliza organizações negras fragmentadas a criarem o Movimento Negro Unificado. Em plena ditadura militar que nega o racismo e defende a "democracia racial", o MNU contesta abertamente a ideologia oficial, ganha capilaridade nacional e infiltra militantes na política institucional para mudar as leis do país.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  9. 130

    Apartheid Tropical | 8. Terra de Preto

    A Lei de Terras de 1850 estabelece que apenas pela compra se adquire propriedade no Brasil, impedindo que ex-escravizados tenham terra própria. No Quilombo do Frechal, comunidade maranhense de 200 anos, a luta pelo direito à terra própria abre aminho para centenas de comunidades negras rurais conquistarem titulação de suas terras.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  10. 129

    Apartheid Tropical | 7. Caminhos Tortos

    Ironides Rodrigues, menino negro de Uberlândia, consegue extraordinariamente ingressar na escola pública nos anos 1920. Mas o estado brasileiro criou barreiras veladas que excluem negros da educação: escolas públicas cobram taxas, exigem exames de admissão, e o ambiente escolar é profundamente hostil. Para sobreviver ao Apartheid Tropical educacional, comunidades negras criam suas próprias escolas de alfabetização.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. Essas são as “micro-histórias”. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  11. 128

    Apartheid Tropical | 6. Justiça de Xangô

    Agamenon Magalhães, interventor de Getúlio Vargas em Pernambuco, declara guerra aos terreiros de candomblé em 1938. Baixa leis proibindo "cultos africanos", autoriza invasões policiais e apreensão de objetos sagrados. Enquanto a repressão avança, o Sítio do Pai Adão esconde suas tradições centenárias no tronco de uma árvore sagrada para sobreviver à perseguição.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. Essas são as “micro-histórias”. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  12. 127

    Apartheid Tropical | 5. O Voto Negro

    Monteiro Lopes, advogado negro filho de africanos, é eleito deputado federal em 1909 sob ataques racistas que tentam anular seu mandato. Sua mobilização nacional inspira a criação da Frente Negra Brasileira em 1931, que se torna o primeiro partido político negro do Brasil.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. Essas são as “micro-histórias”. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  13. 126

    Apartheid Tropical | 4. Prefere-se branco

    O Brasil proíbe a entrada de africanos e financia massivamente a imigração europeia para embranquecer a nação em três gerações. Anúncios de emprego estampam "prefere-se branco". Mas no extremo sul, operários negros como Antônio Baobab criam sindicatos, jornais e organizações coletivas, resistindo ao projeto de extinção e construindo comunidades negras duradouras.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. Essas são as “micro-histórias”. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  14. 125

    Apartheid Tropical | 3. Predam os vadios

    Ismael Silva e os sambistas do Estácio criam a primeira escola de samba enquanto são perseguidos por vadiagem. O Código Penal de 1890 transforma o "não fazer nada" em crime, encarcerando milhares de negros anualmente. O Brasil celebra o samba mas prende o sambista, revelando a sutileza perversa do Apartheid Tropical. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  15. 124

    Apartheid Tropical | 2. Cabeça de Porco

    Após a demolição do cortiço Cabeça de Porco em 1893, centenas de famílias negras sobem o Morro da Providência, criando a primeira favela do Brasil. A reforma urbana de Pereira Passos no Rio de Janeiro inaugura um processo de segregação espacial que empurra pretos e pobres para as margens da cidade republicana.Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. Essas são as “micro-histórias”. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  16. 123

    Apartheid Tropical | 1. O problema preto

    Após a Abolição, a República brasileira constrói um sofisticado sistema de segregação racial que criminaliza práticas culturais negras sem mencionar raça nas leis. O Código Penal de 1890 inaugura o Apartheid Tropical: um racismo dissimulado que persegue capoeiras e terreiros enquanto mantém a imagem de democracia racial.---Sobre este títuloApartheid Tropical conta a história de como, após abolição da escravatura, o Estado brasileiro escondeu em sua leis mecanismos sofisticados de segregação racial com o objetivo de eliminar a população negra do país, se estruturando a partir de micro-histórias que ajudam a reconstruir uma história maior. Cada episódio tem um eixo-temático e pelo menos um personagem negro como fio condutar da narrativa que ajuda a explicar os mecanismos legais de segregação do Brasil. Essas são as “micro-histórias”. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  17. 122

    Lélia Gonzalez | 5. Legado Vivo

    Da Serra da Barriga ao Congresso Nacional, Lélia Gonzalez chega ao topo de sua luta no fim dos anos 1980. Mas enquanto conquista vitórias históricas, o corpo começa a cobrar o preço de décadas de luta.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAlex Ratts e Flávia Rios. Lélia Gonzalez. Selo negro, 2014.Sueli Carneiro. Lélia Gonzalez: um retrato. Zahar, 2024                                           APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  18. 121

    Lélia Gonzalez | 4. Negra em Movimento

    Depois do protesto no Teatro Municipal, o Movimento Negro percebe a necessidade de expandir para além de São Paulo e se espalhar pelo Brasil. Lélia Gonzalez assume a responsabilidade de viajar pelo país e formar novos militantes, mas encontra desafios internos.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAlex Ratts e Flávia Rios. Lélia Gonzalez. Selo negro, 2014.Sueli Carneiro. Lélia Gonzalez: um retrato. Zahar, 2024                                           APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  19. 120

    Lélia Gonzalez | 3. Movimento Negro

    Em plena ditadura, Lélia Gonzalez ajuda a fundar o Movimento Negro Unificado. Mobiliza lideranças, ocupa as ruas e transforma protesto em organização. Surgia ali um novo capítulo da luta antirracista no Brasil.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAlex Ratts e Flávia Rios. Lélia Gonzalez. Selo negro, 2014.Sueli Carneiro. Lélia Gonzalez: um retrato. Zahar, 2024                                                       APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  20. 119

    Lélia Gonzalez | 2. Revolução Interior

    A perda do marido leva Lélia Gonzalez a um reencontro profundo com suas raízes negras. Começava ali uma revolução interior que logo transbordaria para o mundo.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAlex Ratts e Flávia Rios. Lélia Gonzalez. Selo negro, 2014.Sueli Carneiro. Lélia Gonzalez: um retrato. Zahar, 2024                                                                                                                                                  APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  21. 118

    Lélia Gonzalez | 1. Nome e Sobrenome

    Nascida numa família pobre de 18 irmãos, filha de uma mulher índigena e de um operário negro, Lélia Gonzalez parecia ter seu destino traçado. Mas, ainda criança, ela começou a romper com o caminho reservado às mulheres negras no Brasil.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAAlex Ratts e Flávia Rios. Lélia Gonzalez. Selo negro, 2014.Sueli Carneiro. Lélia Gonzalez: um retrato. Zahar, 2024 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  22. 117

    Lélia Gonzalez | Trailer

    Intelectual, ativista, antropóloga, filósofa brasileira, Lélia Gonzalez foi o principal nome do feminismo negro brasileiro nos anos 70 e 80. Foi pioneira ao pensar o lugar da mulher negra na sociedade brasileira, articulando conceitos de raça e gênero antes mesmo da popularização da ideia de interseccionalidade.Apesar disso, segue sendo o nome que muitos ouviram falar e poucos realmente sabem quem foi. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  23. 116

    Lima Barreto | 8. Dois Mundos

    Enquanto planeja lançar seu livro mais importante, Lima Barreto é assombrado por traumas do passado que ressurgem, aprisionando-o num ciclo devastador de virtudes e vícios destrutivos.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  24. 115

    Lima Barreto | 7. Academia de Letras

    Após deixar o cárcere psiquiátrico, Lima Barreto lança seu melhor livro e entra em conflito com membros da Academia Brasileira de Letras.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  25. 114

    Lima Barreto | 6. Triste Fim

    Depois de amargar repetidos fracassos, Lima Barreto escreve aquele que seria sua maior obra. Porém, velhos fantasmas voltam lhe atormentar.INSIDER STOREAcesse o site da Insider e use o cupom HISTORIAPRETA pra garantir sua Tech T-Shirt com 12% de desconto: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAPRETAAPOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  26. 113

    Lima Barreto | 5. Literatura Militante

    Lima Barreto lança seu primeiro romance, mas é rejeitado pela elite intelectual brasileira. A partir disso, precisará lutar para conquistar seu espaço. INSIDER STOREAcesse o site da Insider e use o cupom HISTORIAPRETA15 pra garantir sua Tech T-Shirt com 15% de desconto: https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAPRETA15 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  27. 112

    Lima Barreto | 4. Contra Todos

    Lima Barreto sonha em conquistar seu espaço como escritor, mas ao lançar um romance polêmico acaba pondo sua carreira em risco--INSIDER STOREEsse episódio está indo ao ar com o apoio da Insider, a loja que cria bem-estar pronto para vestir com peças tecnológicas e atemporais.Para quem errou e deixou a Black Friday escapar, ainda dá tempo de corrigir o curso: esta semana é ultima semana para aproveitar os melhores preços do ano na insiderUsando nosso cupom HISTORIAPRETA15  você garante 15% de desconto em todo site! Combinado com os descontos da Black Insider você pode alcançar até 40% off nos produtos Insider.Acesse https://creators.insiderstore.com.br/HISTORIAPRETA15 e aproveite os descontos exclusivos que a Insider Store separou para nossa comunidade.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  28. 111

    Lima Barreto | 3. Entre Mundos

    Depois do colapso mental de seu pai, Lima Barreto precisa encontrar meios de sustentar a família.  Entre o dever e o sonho de se tornar escritor, ele enfrenta a dura escolha que pode mudar o rumo de sua vida para sempre.--TRAMAS COLONIAISTramas Coloniais é um podcast narrativo em sete episódios sobre a história do colonialismo na África. Uma experiência em áudio que vai te levar por viagens, encontros, reflexões e conversas com personagens do cotidiano e intelectuais africanos que produzem saberes dentro e fora da universidade. Disponível em todas a plataformas🎧https://tramascoloniais.com.br/APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  29. 110

    Lima Barreto | 2. Esperanças Perdidas

    Lima Barreto nasceu destinado a um futuro brilhante, mas sucessivas tragédias familiares vão mudar sua vida na direção de caminhos inesperados.APARTHEID TROPICALApartheid Tropical é a história do Brasil que muitos preferem fingir não saber. Narrado por Thiago André, do @historia_preta, disponível na Audible 🎧https://www.audible.com.br/ApartheidTropicalAPOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago AndréApresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  30. 109

    Lima Barreto | 1. Cemitério dos Vivos

    Na manhã de Natal de 1919, a polícia recolheu da rua o corpo inerte de um dos maiores escritores que o Brasil já viu.  Lima Barreto foi levado para um hospício e agora teria que lutar para não se esquecer quem realmente era.--APARTHEID TROPICALApartheid Tropical é a história do Brasil que muitos preferem fingir não saber. Narrado por Thiago André, do @historia_preta, disponível na Audible 🎧https://www.audible.com.br/ApartheidTropicalAPOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta  ou orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André Apresentação: Thiago AndréRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAFrancisco de Assis Barbosa. A vida de Lima Barreto, 1964.Lilia Moritz Schwarcz. Lima Barreto-triste visionário, 2017.Lima Barreto. O cemitério dos vivos, 2004.Lima Barreto. Diário íntimo. 2021 APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  31. 108

    Lima Barreto | Trailer

    A melhor foto de Lima Barreto foi tirada no pior momento de sua vida.Nas capas dos livros, nas pesquisas da internet, em toda parte, Lima Barreto está confinado nesta imagem. No pior de seus dias.Mas ele não foi só este cara da foto,  foi muito mais. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  32. 107

    Palmares | 1B. Rainha Jinga

    No século XVII,  buscando por escravos, os portugueses levantaram guerras contra os reis da África Central. Muitos se curvaram, outros ficaram pelo caminho e poucos conseguiram resistir à invasão. Uma delas foi Jinga, Rainha de Ndongo e Matamba.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_preta APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  33. 106

    Palmares | 6. Depois do Fim

    Depois da derrota de Palmares no Outeiro do Barriga, Zumbi foge com seus aliados e tenta reorganizar a resistência. Mas seu esforço parece em vão, seu destino já estava selado.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAGOMES, Flávio dos Santos. De olho em Zumbi dos Palmares: histórias, símbolos e memória social. In: De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. 2011. LARA, Silvia Hunold. Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação. Edusp, 2021.NASCIMENTO, Rômulo Luiz Xavier; FIUZA, Bruno. Palmares: Os escravos contra o poder colonial. Editora Terceiro Nome, 2019. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  34. 105

    Palmares | 5. Barriga Acabou

    Em uma década, Palmares se recupera, tornando-se maior e mais forte, espalhando medo e insegurança entre os senhores de engenho de Pernambuco. Mas um bandeirante experiente e implacável está determinado a pôr um ponto final nessa história de resistência.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAGOMES, Flávio dos Santos. De olho em Zumbi dos Palmares: histórias, símbolos e memória social. In: De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. 2011. LARA, Silvia Hunold. Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação. Edusp, 2021.NASCIMENTO, Rômulo Luiz Xavier; FIUZA, Bruno. Palmares: Os escravos contra o poder colonial. Editora Terceiro Nome, 2019. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  35. 104

    Palmares | 4. Deus das Guerras

    Zumbi assume a liderança de Palmares e transforma o quilombo em um assentamento militar imbatível. Mas um antigo inimigo reaparece disposto a pôr sua fama à prova.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAGOMES, Flávio dos Santos. De olho em Zumbi dos Palmares: histórias, símbolos e memória social. In: De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. 2011. LARA, Silvia Hunold. Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação. Edusp, 2021.NASCIMENTO, Rômulo Luiz Xavier; FIUZA, Bruno. Palmares: Os escravos contra o poder colonial. Editora Terceiro Nome, 2019. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  36. 103

    Palmares | 3. Acordo de Paz

    Depois de ser derrotado por forças coloniais, Gana Zumba precisa tomar uma decisão: fazer um acordo de submissão com o inimigo ou assistir Palmares ser varrido para sempre da história.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAGOMES, Flávio dos Santos. De olho em Zumbi dos Palmares: histórias, símbolos e memória social. In: De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. 2011. LARA, Silvia Hunold. Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação. Edusp, 2021.NASCIMENTO, Rômulo Luiz Xavier; FIUZA, Bruno. Palmares: Os escravos contra o poder colonial. Editora Terceiro Nome, 2019. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  37. 102

    Palmares | 2. Negros do Palmar

    Após décadas resistindo às forças coloniais, Palmares agora enfrenta seu maior desafio: um sertanista experiente e implacável, determinado a destruir a comunidade em troca de uma generosa recompensa.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAGOMES, Flávio dos Santos. De olho em Zumbi dos Palmares: histórias, símbolos e memória social. In: De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. 2011. LARA, Silvia Hunold. Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação. Edusp, 2021.NASCIMENTO, Rômulo Luiz Xavier; FIUZA, Bruno. Palmares: Os escravos contra o poder colonial. Editora Terceiro Nome, 2019. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  38. 101

    Palmares | 1. Negros da mata

    No século XVII, 40 pessoas escravizadas fogiram de um engenho na cidade de Porto Calvo e fundaram uma comunidade de ex-escravizados na Serra da Barriga. Porém, a chegada dos Holandeses em Pernambuco põe a seguraça deles em riscoAPOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAGOMES, Flávio dos Santos. De olho em Zumbi dos Palmares: histórias, símbolos e memória social. In: De olho em zumbi dos palmares: histórias, símbolos e memória social. 2011. LARA, Silvia Hunold. Palmares & Cucaú: o aprendizado da dominação. Edusp, 2021.NASCIMENTO, Rômulo Luiz Xavier; FIUZA, Bruno. Palmares: Os escravos contra o poder colonial. Editora Terceiro Nome, 2019.  APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  39. 100

    Palmares | Trailer

    No século 17, antes do Brasil se chamar Brasil, negros rebeldes fugiram da escravidão e construiram na Serra da Barriga uma terra de liberdade improvavel.Desafiaram reis, governadores e senhores de engenho, e por mais de 100 anos existiram como antítese e a negação da dominação colonial. Contra tudo e contra todas, reinventaram os sentidos de liberdade - juntando tradições africanas aos novos conhecimentos adquiridos nesta terra que se chamaria Brasil.Construíram, a duras penas, a trajetória libertária mais duradoura da nossa história. E fizeram aquilo que parecia impossível: um potentado autônomo, construído por ex-escravos no coração do mundo colonial.Seu nome era Palmares APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  40. 99

    Black Rio | 1B. Tony Tornado

    Nesse episódio exclusivo a gente se aprofunda na trajetória de Tony Tornado, fala de seus embates com a ditadura brasileira e como conseguiu manter uma das carreiras mais profícuas e longevas do Brasil.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição e Desenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAABREU, G. O. D. O NEGRO NA DITADURA: Um estudo acerca da invisibilidade das experiências negras nas narrativas sobre o regime. Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.ESSINGER, S. Batidão: uma historia do funk. Rio de Janeiro: Record, 2005. PEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.PEDRETTI, L. Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022. OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  41. 98

    Black Rio | 5. Segue o baile

    O Movimento Black Rio passa a sofrer críticas da esquerda, que os associa ao neocolonialismo americano, e também da direita, que os acusa de racismo. Mas, mesmo sob ataque, o Movimento não para de bater recordes e segue com o baile.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAABREU, G. O. D. O NEGRO NA DITADURA: Um estudo acerca da invisibilidade das experiências negras nas narrativas sobre o regime. Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.ESSINGER, S. Batidão: uma historia do funk. Rio de Janeiro: Record, 2005. PEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.PEDRETTI, L. Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022. OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  42. 97

    Black Rio | 4. Baile Vigiado

    Temendo um possível levante negro organizado no Brasil, a Ditadura Militar infiltra agentes da polícia política para investigar os bailes black do subúrbio do Rio de Janeiro.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAABREU, G. O. D. O NEGRO NA DITADURA: Um estudo acerca da invisibilidade das experiências negras nas narrativas sobre o regime. Rio de Janeiro: UFRJ, 2021.ESSINGER, S. Batidão: uma historia do funk. Rio de Janeiro: Record, 2005. PEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.PEDRETTI, L. Dançando na mira da ditadura: bailes soul e violência contra a população negra nos anos 1970. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2022. OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  43. 96

    Black Rio | 3. Em alta velocidade

    Dom Filó e seus amigos precisam adequar o conteúdo dos bailes black para conseguir acessar novos espaços, mas isso não os livra do pior: agora estavam na mira da Ditadura.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAPEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  44. 95

    Black Rio | 2. Black Is Beautiful

    No inicio dos anos 70, Dom Filó cria um baile 100% black no subúrbio carioca, devolvendo a autoestima e despertando o interesse político da comunidade negra. Mas ele não sabia que isso lhe traria muitos problemas.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAPEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  45. 94

    Black Rio | 1. Baile da Pesada

    No início dos anos 70, a Soul Music se populariza no Brasil através da rádio e inspira jovens negros do suburbio a criar seus próprios bailes. No meio disso, um jovem chamado Dom Filó tem uma ideia que pode mudar o curso da história.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAPEIXOTO, Luiz Felipe de Lima; SABADELHE, Zé Otávio. 1976: Movimento Black Rio. Rio de Janeiro: José Olympio, 2016.OLIVEIRA, Luciana Xavier de. A cena musical da Black Rio: estilos e mediações nos bailes soul dos anos 1970. Edufba, 2018.  APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  46. 93

    Black Rio | Trailer

    Nos 70 a juventude negra carioca criou um movimento cultural sem precedentes a partir dos bailes black.No meio de tudo isso o Brasil viu uma juventude negra assumindo seu cabelo crespo, orgulhosa de sua identidade racial e extremamente politizada.Tudo isso em plena Ditadura Militar.Black Rio, a nova temporada do podcast História Preta. Dia 20 de Novembro em todas as plataformas de áudio. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  47. 92

    Bossa Negra | 3. GeniAlf

    Depois de anos construindo as bases da Bossa Nova, Johnny Alf embarca para São Paulo em busca de melhores oportunidades, mas fica de fora do nascimento apoteótico da Bossa Nova.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraTrilha Original: Jonatas CristinoRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIARuy Castro. Chega de saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova. Rio de Janeiro: Cia das Letras, 1990.João Carlos Rodrigues. Johnny Alf. Duas ou três coisas que você não sabe. São Paulo: Imprensa Oficial, 2012. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  48. 91

    Bossa Negra | 2. Raro e Solitário

    Na busca de realizar seus sonhos como músico, Johnny Alf encontra barreiras sociais intransponíveis e abraça a solidão como defesa.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraTrilha Original: Jonatas CristinoRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIARuy Castro. Chega de saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova. Rio de Janeiro: Cia das Letras, 1990.João Carlos Rodrigues. Johnny Alf. Duas ou três coisas que você não sabe. São Paulo: Imprensa Oficial, 2012. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  49. 90

    Bossa Negra | 1. Gênio Esquecido

    Nos anos 60 a música brasileira mudou com o surgimento da Bossa Nova, mas diferente do que se imagina, o novo gênero teria vindo ao mundo pelas mãos de um homem negro, filho de uma mulher pobre do subúrbio carioca, que tocava nas noites de Copacabana pra se sustentar.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa e roteiro: Thiago André e Jerônimo CruzApresentação: Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraTrilha Original: Jonatas CristinoRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIARuy Castro. Chega de saudade: A História e as Histórias da Bossa Nova. Rio de Janeiro: Cia das Letras, 1990.Ruy Castro. Noites da Lapa In Luís Martins. Lapa. Rio de Janeiro, José Olympio Editora. 2005.João Carlos Rodrigues. Johnny Alf. Duas ou três coisas que você não sabe. São Paulo: Imprensa Oficial, 2012. APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

  50. 89

    Carolina | 10. Devido Lugar

    Carolina faz uma manobra política arriscada durante os anos da Ditadura e experimenta o gosto amargo do esquecimento. Porém, depois de muitos anos de sua morte, renasce na memória pública através de mulheres negras como ela.APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapretaChave Pix: [email protected] loja.historiapreta.com.br e vista nossa história.FICHA TÉCNICAPesquisa, roteiro e apresentação Thiago AndréEdição de Som: Caio SantosDesenho de Som: Janaína OliveiraTrilha Original: Jonatas CristinoRedes sociais e Gerência da comunidade: Carolina FerreiraIdentidade Visual: Raimundo BrittoNos siga nas redes sociais no twitter @historiapreta e no Instagram @historia_pretaBIBLIOGRAFIAJESUS, Carolina Maria de. Casa de Alvenaria: diário de uma ex-favelada. São PauloFARIAS, Tom. Carolina: uma biografia. Malê, 2017.Com cadernos, relatórios e cartas, acervo inédito da escritora Carolina Maria de Jesus é descoberto, Tom Farias APOIEEste episódio só foi possível graças a contribuição generosa de nossos apoiadores. Se você gosta do nosso trabalho, considere nos apoiar em apoia.se/historiapreta OU orelo.cc/historiapretaChave Pix: [email protected]

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