PODCAST · business
Macro Review
by C6 Bank
Uma visão original sobre os fatos econômicos do Brasil e do mundo. Toda semana, a equipe econômica do C6 Bank, liderada por Felipe Salles, analisa os indicadores que ajudam a entender para onde vão o Brasil e a economia global. Ouça aqui reflexões sobre juros, inflação, PIB, dólar e tudo aquilo que impacta seus investimentos. O podcast tem participação quinzenal de Gabriela Santos, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, que analisa o movimento nos mercados globais.
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#216 | Nos EUA, a ameaça da inflação e dos juros mais altos
A maré dos juros americanos mudou totalmente desde o começo do ano. No começo de 2026, analistas de mercado esperavam por um ciclo de cortes nas taxas dos EUA. Depois, a expectativa mudou para estabilidade, e, mais recentemente, os cálculos passaram a incorporar uma alta nos juros. Os analistas estão de olho em dois aspectos que sugerem que o aperto pode ser inevitável: primeiro, o emprego voltou a aquecer e, segundo, a inflação bateu o maior nível em três anos. Quando e como o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pode agir para conter a inflação? No minuto 07:06, a economista Claudia Moreno, do C6 Bank, analisa o que se pode esperar da primeira reunião do Fed sob o comando de Kevin Warsh. Entenda, ainda: Na Europa, juros já começaram a subir; EUA e Irã avançam em acordo de paz; Inflação brasileira estoura o teto de tolerância da meta.
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#215 | Europa vive mais uma vez o pesadelo da crise de energia
A Europa mal teve tempo de esquecer a última crise de energia que abalou sua economia. Quatro anos depois de ter seu fornecimento de petróleo e gás natural afetado pela guerra entre Rússia e Ucrânia, os europeus sentem agora as restrições de oferta provocadas pelo conflito no Oriente Médio. A nova crise de energia deve frear mais uma vez o crescimento econômico europeu? O que esperar da inflação e dos juros por lá? No minuto 06:05, Claudia Rodrigues, responsável pela cobertura internacional na equipe econômica do C6 Bank, explica como a guerra é um risco não só para a economia europeia, mas para o mundo todo. Entenda também: Emprego volta a aquecer nos EUA; Brasil pode enfrentar novas tarifas comerciais americanas.
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#214 | O “filme e a foto” do PIB brasileiro
O PIB do Brasil cresceu 1,1% no 1º trimestre do ano. É um resultado ainda forte, mas que não reverte a trajetória de desaceleração gradual da economia brasileira causada pelos juros elevados.Com a Selic ainda perto do maior patamar da história, o crédito está sob aperto. No sentido contrário, algumas medidas de estímulo do governo buscam garantir uma demanda mais forte das famílias e empresas.Qual força vai prevalecer sobre o PIB – o aperto dos juros mais altos ou o impulso do governo ao consumo e investimentos?Entenda também: Mercado de trabalho aquecido é mais um desafio para inflação;Câmara aprova projeto que reduz jornada de trabalho;Nos EUA, preços continuam a subir na esteira da guerra no Irã.No minuto 10:18, Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, atualiza o que tem movimentado os mercados globais.
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#213 | Queda nos estoques de petróleo preocupa o mundo
Os estoques globais de petróleo estão emitindo um sinal de alerta. Com a guerra no Irã prestes a completar três meses, especialistas se preocupam com a possibilidade de preços ainda mais elevados e, no pior dos casos, de desabastecimento. Apesar da expectativa por um acordo e das notícias recentes de que alguns navios conseguiram atravessar o Estreito de Ormuz – região entre o Irã e Omã por onde passam 20% da produção global de petróleo e gás –, a rota continua praticamente fechada, pressionando a oferta de energia mundo afora. Quais podem ser os próximos efeitos da guerra no Oriente Médio? Para além da alta dos preços, existe risco de faltar petróleo? No minuto 06:28, a economista Claudia Rodrigues explica o que alguns países têm feito para tentar remediar a crise, seja liberando suas reservas estratégicas de petróleo ou reduzindo o consumo de energia. Entenda também: No Reino Unido, inflação e desemprego são riscos para o governo; Preços ao produtor no Brasil mostram reflexos da guerra no Oriente Médio.
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#212 | Carros elétricos, chips, baterias: uma nova era de exportações da China
As exportações da China somaram US$ 1,3 trilhão de janeiro a abril de 2026, uma alta de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior. A venda para o exterior tem sido um dos grandes motores do PIB chinês, principalmente depois da crise do setor imobiliário. O próprio perfil das exportações mudou. De vendedora de produtos de menor valor agregado (brinquedos, vestuário, calçados), a China agora é grande fornecedora global de chips, baterias, carros elétricos e outros produtos industriais de ponta. O impulso às exportações e indústria serão capazes de sustentar o crescimento chinês no longo prazo? No minuto 06:55, a economista Claudia Rodrigues aprofunda a análise sobre os rumos da economia chinesa e os desafios que o país ainda enfrenta. Entenda também: Preços em alta nos EUA são desafio para novo presidente do Fed; No Brasil, inflação também sobe; Sinais de uma economia mais forte no começo de 2026.
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#211 | Uma nova realidade no mercado de trabalho dos EUA
Os Estados Unidos criaram em média 48 mil vagas de emprego por mês no último trimestre. É menos do que a média dos últimos anos. O que parece ser um sinal de desaceleração do mercado de trabalho pode ser, na verdade, uma mudança na dinâmica do emprego americano. O menor fluxo de imigrantes no país e o envelhecimento da população nativa causaram uma redução na força de trabalho. Os efeitos já são vistos na menor geração de empregos e na dificuldade das empresas americanas de encontrar trabalhadores. Como a transformação do mercado de trabalho americano pode afetar as decisões do Federal Reserve (banco central dos EUA)? No minuto 07:19, a economista Claudia Moreno também explica o que podemos esperar para o comportamento do dólar no Brasil. Entenda, ainda: Petróleo cai, mas guerra no Irã segue sem solução; Caminho mais incerto para a Selic.
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#210 | Selic diminui, mas dúvidas aumentam
O Banco Central decidiu continuar o ciclo de cortes de juros no Brasil e reduziu a taxa Selic para 14,5% na semana passada. O corte, de apenas 0,25 ponto percentual, era amplamente esperado pelo mercado – em um cenário em que a guerra no Oriente Médio eleva os riscos para a inflação e exige mais cautela da política monetária. Não por acaso, em outras economias, os bancos centrais decidiram esperar: Estados Unidos, zona do euro e Reino Unido mantiveram os juros inalterados diante das incertezas. Quais razões estão por trás da decisão do Brasil de seguir cortando juros nesse ambiente? E até onde a Selic pode cair? Entenda também: Acordo entre União Europeia e Mercosul entra em vigor; Nos EUA, Fed pode não ter espaço para cortar juros; Europa avalia alta de juros por causa da guerra. No minuto 13:11, contamos ainda com a participação da Marina Valentini, estrategista do J.P. Morgan Asset Management, para analisar o que tem mexido com os mercados globais.
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