MVP - um podcast do Startups.com.br

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MVP - um podcast do Startups.com.br

Tecnologia, inovação e negócios de um jeito que você nunca ouviu

  1. 125

    MVP Especial feat. Emerging Giants #14 | Vitor Asseituno, presidente da Sami

    O setor de saúde desponta como uma das principais apostas do ecossistema de startups para revelar o próximo unicórnio brasileiro. Entre as empresas mais observadas pelo mercado está a Sami Saúde, uma healthtech que busca ampliar e democratizar o acesso à saúde no país.Um dos desafios que a startup busca resolver é um olhar mais completo para a jornada do paciente, dor que o médico de formação Vitor Asseituno, presidente da Sami, identificou ainda na universidade. "A medicina hoje é muito mais do que apenas o corpo. Muitas pessoas não conseguem comprar medicamentos porque são muito caros, ou não fazem uma cirurgia porque o plano não cobre. Exercer a medicina é muito mais do que pensar: paciente, doença, medicamento. Só que todo o resto, muitas vezes os médicos ignoram. Na faculdade de Medicina, eu fazia perguntas sobre isso", conta ele. O executivo foi o convidado desta semana do podcast MVP com o Emerging Giants, da KPMG. Durante a conversa, Vitor fala sobre sua trajetória empreendedora, desde a empresa júnior que criou na universidade, até fundar a Sami em 2018.Na visão do fundador, o setor de saúde enfrenta desafios significativos na implementação de inovações, em um contexto marcado por baixíssima margem para erros. "Se você comete um erro, o paciente pode morrer. Se um médico te oferece uma cirurgia inovadora, nem sempre isso vai ser recebido bem", compara. Os episódios vão ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG, com entrevistas conduzidas por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.

  2. 124

    A IA vai substituir os vendedores? | Juliano Melchior, cofundador da Leads Per Hour (LPH)

    Um dos efeitos mais temidos do avanço da inteligência artificial é o impacto no mercado de trabalho. Mas ao mesmo tempo em que já há empresas demitindo funcionários para priorizar recursos na área de tecnologia, empresas de IA como OpenAI e Anthropic também não param de contratar vendedores. Será esse o início de uma nova era para as vendas?Esse foi o tema do podcast MVP desta semana, que contou com a participação de Juliano Melchior, cofundador da Leads Per Hour (LPH). Em um bate-papo com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, ele diz acreditar que a IA não substitui os vendedores, mas aumenta o seu potencial. "O processo de vendas, de forma geral, possui etapas extremamente operacionais e repetitivas, como o pré-vendas, onde há uma janela de oportunidades. E aí, sim, quando se fala de execução de tarefas, estamos falando de agentes de IA que podem escalar isso. Mas uma substituição completa de ser humano, principalmente vendedor, é uma coisa muito distante", afirma. Para ele, a IA vai substituir profissionais que não sabem usar a tecnologia a seu favor no trabalho, automatizando funções e tarefas de uma maneira inteligente. O conselho do executivo é para que os profissionais comecem a experimentar ferramentas como ChatGPT, Claude, Gemini, entre outras, para entender de que forma elas podem tornar sua rotina mais eficiente.Durante a conversa, Juliano também fala sobre a incorporação de agentes de IA às equipes de vendas, os melhores canais, e como a Leads Per Hour (LPH) tem se movimentado em um mercado que está se tornando cada vez mais concorrido.O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  3. 123

    As dores e as delícias da IA | Berthier Ribeiro-Neto, CTO da Ume

    Berthier Ribeiro-Neto foi o funcionário nº 1 do Google no Brasil e liderou por 19 anos a engenharia da big tech no país, ajudando a transformar Belo Horizonte em um dos polos globais de tecnologia da companhia. Depois de uma trajetória que combina pesquisa, empreendedorismo e escala mundial, ele voltou ao ecossistema de startups em 2024 como CTO da Ume, fintech de crédito para o varejo. O executivo é o convidado desta semana do podcast MVP, com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, onde conversaram sobre os impactos da inteligência artificial para os negócios, incluindo para o Software as a Service."A gente tem que separar a tecnologia do discurso exagerado. A IA generativa é altamente disruptiva. Esse discurso de que Software as a Service acabou... depende. Tem muito software que está entranhado no negócio e não vai ser removido facilmente. Tem software que não é tão essencial. Essas empresas que vendem software que são complementos, acho que estão em risco sim", disse Berthier.Para ele, no entanto, existe um desafio que as empresas de SaaS vão precisar enfrentar: "Ou você incorpora a tecnologia e passa a prover um serviço enriquecido com a tecnologia, ou você vai ficar para trás".Durante o bate-papo, o CTO da Ume também falou sobre a incorporação de inteligência artificial à rotina da companhia, e os desafios que envolvem treinamento dos modelos e um período de adaptação. No fim das contas, porém, ele acredita que o saldo da adoção de IA à rotina corporativa é positivo."Tem que usar a tecnologia para criar produtos que você não criaria se não fosse a tecnologia. O mundo daqui a 10, 15, 20 anos, as pessoas vão estar fazendo coisas que a gente sequer imagina. A pergunta que nós estamos nos fazendo é: o que as pessoas vão estar fazendo no mercado de crédito?".O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  4. 122

    Ecossistemas fortes têm o poder de virar banco | Cesario Martins, CEO da Zoop

    Pagamentos e serviços financeiros deixaram de ser apenas uma camada operacional para se tornar uma poderosa alavanca de crescimento dentro dos ecossistemas digitais. No novo episódio do podcast MVP, que tem o apoio da Zoop, Gustavo Brigatto conversa com Cesario Martins sobre como empresas com um core forte e uma relação próxima com seus parceiros podem transformar seus ecossistemas em verdadeiras fintechs.Gravado na sede da Zoop, em Osasco, o episódio explora a tese que vem guiando a companhia desde sua origem: ecossistemas fortes têm o poder de virar banco. Cesario relembra como a Zoop já era a infraestrutura que permitiu a existência do iFood Pago e explica como essa visão evoluiu para impulsionar diferentes segmentos por meio de serviços financeiros, sempre com foco em pagamentos e inovação.A conversa também passa pelos resultados recentes da empresa, que entregou R$ 1 bilhão de receita no último ano fiscal, superando com folga a meta estabelecida e iniciando um novo ciclo com o objetivo de dobrar esse número. Mais do que o resultado financeiro, o marco ajuda a comprovar a tese da Zoop de que fintechs bem-sucedidas nascem de ecossistemas conectados ao negócio principal, em uma relação simbiótica na qual o crescimento da empresa fortalece também toda a rede de parceiros.Ao longo do episódio, Cesario detalha alguns dos principais produtos da Zoop, chamados internamente de “diamantes”, como o split de pagamentos — desenvolvido desde os primeiros anos da companhia — e o tap to pay, uma das apostas mais estratégicas da casa. A evolução dessa tecnologia mostra o potencial de escala quando o pagamento deixa de depender de hardware e passa a operar via software: a empresa saiu de 50 mil maquininhas para mais de 1 milhão de dispositivos habilitados.O papo também olha para o futuro, com destaque para pagamentos em agentes conversacionais, uma fronteira que deve ganhar espaço nos próximos anos. Se no presencial o tap to pay já se consolidou como solução, no ambiente online o desafio passa a ser outro: como reduzir fraudes e tornar a jornada de pagamento cada vez mais fluida e segura.O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  5. 121

    De olho no futuro | Renata Petrovic, head de Inovação do Bradesco, e Paulo Emediato, do Inovabra

    O mundo está mudando rápido e, mais do que nunca, as áreas de inovação se mostram fundamentais para companhias que desejam se manter relevantes no futuro. No setor bancário, um dos segmentos mais tradicionais da indústria, a tecnologia nunca esteve tão presente – dos ativos digitais à computação quântica, passando pela inteligência artificial e cibersegurança. "O Inovabra tem a missão de olhar para a frente e antecipar o que vai vir, trabalhando no aumento da prontidão do Bradesco para tecnologias emergentes. Tem várias tecnologias amadurecendo ao mesmo tempo, e precisamos olhar para essa convergência", conta Renata Petrovic, head de Inovação do Bradesco.A executiva esteve na edição deste ano do South Summit, ao lado de Paulo Emediato, novo head de Growth e Comunicação do Inovabra. No evento, eles conversaram com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, sobre o papel da inovação em um dos maiores bancos do país.O Inovabra encerrou o ano de 2025 com 350 startups entre os membros, além de 50 corporações conectadas. "O Bradesco é um ecossistema próprio, que tem uma estrutura gigantesca por si só. Um pouco da minha missão é entender como costurar relacionamentos mais sólidos com o mercado, como construir mais valor, gerar mais eficiência", aponta Paulo.Segundo ele, o mercado está passando por um momento de inflexão, em que é preciso repensar o playbook de práticas de inovação corporativa como um todo. "Parte do que me motiva em estar aqui é esse convite para repensar o futuro dessa prática", acrescenta. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  6. 120

    Cripto entra no jogo do crédito | Guilherme Pimentel e Otávio Costa, do Mercado Bitcoin

    Crédito sempre foi um tema central - e complexo - na economia brasileira. Caro e restrito, ele faz parte da vida de praticamente todo mundo, seja em momentos de aperto ou como ferramenta para viabilizar planos. Mas, em meio a um mercado ainda pouco eficiente, começam a surgir novas alternativas para fazer essa roda girar.No novo episódio do podcast MVP, que conta com o apoio do MB | Mercado Bitcoin, Guilherme Pimentel e Otávio Costa falam sobre como o uso de criptoativos como garantia pode abrir espaço para um modelo de crédito mais acessível.Enquanto o mercado ainda opera, em grande parte, com modelos tradicionais, o MB aposta em ativos como bitcoin e ethereum como base para concessão de crédito - uma inovação que ganha força à medida que cresce a adoção de cripto no país.Hoje, mais de 20 milhões de brasileiros já têm algum tipo de investimento em criptoativos. Ao mesmo tempo, o mercado de crédito para pessoa física gira em torno de R$ 4 trilhões, sendo cerca de R$ 1 trilhão em crédito direto ao consumidor.Para os executivos, a combinação desses dois universos cria uma grande oportunidade, ao permitir o uso de cripto como garantia para acessar crédito mais barato e ampliar as possibilidades para o consumidor.Ao longo da conversa, eles detalham como estão enxergando esse cenário, os desafios de estruturar esse tipo de produto e o potencial de transformação desse mercado no Brasil.O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  7. 119

    Uma deeptech brasileira que nasceu legaltech | Daniel Bichuetti, cofundador da Forlex

    Recém-chegada aos Estados Unidos, a Forlex nasceu como legaltech, mas tem buscado se consolidar como uma deeptech, especializada no treinamento de modelos de IA. A startup desenvolveu um agente de IA com conhecimento jurídico específico, baseado no contexto regulatório brasileiro, e já vem rodando provas de conceito fora do país, com base em outros sistemas jurídicos.Em entrevista a Gustavo Brigatto para o podcast MVP desta semana, Daniel Bichuetti, cofundador e CTO da Forlex, conta que a empresa desenvolveu um modelo 10 vezes menor e 10 vezes mais barato para o GPT-5, com o mesmo nível de eficiência, para o mercado jurídico. Segundo ele, um dos diferenciais da Forlex é trabalhar com treinamento de modelos. "A gente começa fazendo um caminho diferente: não começamos aplicando modelos para trabalhar em cima. Nós tentamos fazer essa aplicação, percebemos que o índice de alucinação era grande demais, e começamos a fazer alguns trabalhos internos. Na época, partimos para fine tune de modelos. Hoje, usamos técnicas mais complexas, como CPT, reinforcement learning", conta Daniel. Durante a conversa, o executivo comentou sobre o mercado de modelos de linguagem especializados (SLMs) e o papel de grandes players como OpenAI e Anthropic nesse segmento. Daniel também abordou a capacidade do Brasil para o desenvolvimento e exportação de tecnologia de ponta. "Falta no Brasil um pouco mais de coragem para assumir risco de alguns fundos de investimento nacionais. Porque não falta mão de obra, não falta profissional qualificado e não falta empreendedor com condição de tocar o negócio. Acho que falta um pouco de trabalho conjunto do capital para que se alavanque startups dessa maneira", avalia. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  8. 118

    MVP Especial feat. Emerging Giants #13 | Marcos Matos, CEO da eureciclo

    Se você buscar na sua despensa, provavelmente vai encontrar uma embalagem com o selo da eureciclo. A startup é focada em logística reversa e economia circular de embalagens e desde o início da operação já conseguiu que mais de 1,7 milhões de toneladas de resíduos fossem destinados corretamente. Mas apesar de o segmento de reciclagem ser muitas vezes relacionado a filantropia, a startup tem na sua base conceitos econômicos bem claros. Na prática, a eureciclo garante a compensação do material gerado pelas empresas com rastreabilidade e proximidade com todas as etapas da logística reversa. A ideia nasceu de um projeto de MBA de um dos sócios, Thiago Carvalho, que trabalhava no mercado financeiro. Depois disso, entrou Marcos Matos, atual CEO, também com experiência nesse setor. Juntos, eles começaram a transformar o projeto em um negócio, efetivamente. "A gente olhou muito para o mercado europeu. Na década de 90, a Europa era mais ou menos como era o Brasil hoje em taxa de reciclagem, muito baixa. E essas taxas são baixas porque a cadeia não é economicamente viável. No fundo, o crédito de reciclagem é um instrumento financeiro que vai tornar essa cadeia viável", afirma Marcos.O executivo foi o convidado desta semana do podcast MVP com o Emerging Giants, da KPMG. Os episódios vão ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG, com entrevistas conduzidas por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.

  9. 117

    MVP Especial feat. Emerging Giants #11 | Alexandre Borges, cofundador da Grão Direto

    A cadeia do agronegócio representa cerca de um quarto do PIB brasileiro, e um dos segmentos mais importantes desse mercado são as indústrias de grãos, como a soja e o milho. A startup Grão Direto foi pensada justamente para esse público, conectando compradores e vendedores de grãos em sua plataforma.Fundada oficialmente em 2018 e sediada no Triângulo Mineiro, a Grão Direto negociou mais de 8 milhões de toneladas de grãos em 2024, cerca de 3% da produção brasileira, segundo o cofundador Alexandre Borges.O executivo foi o convidado desta semana do podcast MVP com o Emerging Giants, da KPMG. Além de facilitar a comercialização no mercado físico de grãos, a plataforma também possui uma frente de desenvolvimento em inteligência de mercado, tendo lançado este ano seu primeiro índice de soja, assegurado pela KPMG."O agro, especialmente dentro da porteira, já passou por revoluções tecnológicas com impacto muito profundo. E muita gente no mercado pode ter essa percepção de que o produtor é mais conservador, e é o contrário. Eles entendem o valor da tecnologia", afirma Alexandre.Esse é mais um episódio da série especial com os Emerging Giants da KPMG. Os episódios vão ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG, com entrevistas conduzidas por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.

  10. 116

    Empreender para o ecossistema | Rafael de Albuquerque, CEO da Zoox, e Marco Antonio, CEO do i12

    O ecossistema de inovação carioca vem buscando se consolidar nos últimos anos, com a criação de hubs como o Maravalley, na região portuária, e o Instituto 12, no coração do Leblon. Apesar de o papel público ser importante para esse movimento, Rafael de Albuquerque, CEO da Zoox, afirma que os empreendedores também têm uma missão fundamental no desenvolvimento de regiões fora da Faria Lima. A Zoox, que atualmente se especializou em inteligência de dados, é uma das empresas que estão presentes no Instituto 12. O espaço fundado em 2024 possui mais de 250 membros, entre investidores, empreendedores e executivos, além de mais de 15 empresas apoiadoras."Até o Instituto 12 existir, os empreendedores cariocas eram muito desconectados. A gente ia se encontrar em São Paulo. Eu, particularmente, vou para São Paulo toda semana, mas me recuso a me mudar para lá", brinca Rafael, destacando que muitos dos maiores empreendedores do país são cariocas, mas acabaram se mudando para São Paulo em algum momento. Segundo ele, uma mudança nessa tendência depende mais dos próprios empreendedores do que da iniciativa pública. "Eu sinto falta de grandes empreendedores na ajuda real ao empreendedorismo carioca, colocando a mão na massa e fazendo a mudança acontecer", diz. Marco Antonio Mazzonetto, CEO do Instituto 12, destaca que essas iniciativas beneficiam as próprias empresas, que ganham com um ecossistema mais desenvolvido.Rafael e Marco foram os convidados desta semana do podcast MVP, que foi gravado diretamente do estúdio da Zoox no Instituto 12. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  11. 115

    MVP Especial feat. Emerging Giants #10 | Francisco Pereira, CEO da Trademaster

    A Trademaster nasceu com a proposta de resolver um gargalo histórico do varejo: crédito na ponta, onde ele realmente acontece. Para Francisco Pereira, CEO e fundador da fintech, a virada de chave veio quando a empresa passou a combinar dados proprietários da indústria e do varejo com modelos de inteligência artificial para tomar decisões mais rápidas e precisas. “A gente usa IA para entender o risco de quem está na base da cadeia, muitas vezes invisível para o sistema financeiro tradicional”, afirma o executivo no novo episódio do podcast MVP com o Emerging Giants, da KPMG.Segundo Rodrigo, a tecnologia não é apenas um diferencial, mas a espinha dorsal do negócio. “Sem automação e modelos proprietários, seria impossível escalar crédito nesse volume com controle de risco”, diz.Em conversa aberta sobre os bastidores da operação, Francisco fala sobre os aprendizados de construir uma fintech B2B em um mercado desafiador, a importância de dados para inclusão financeira e os próximos passos da companhia, que mira expansão de produtos e novas verticais dentro da cadeia de suprimentos.Esse é mais um episódio da série especial com os Emerging Giants da KPMG. Os episódios vão ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG, com entrevistas conduzidas por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.

  12. 114

    De volta ás compras | Luigi Pizzichemi, diretor de M&A da LG Lugar de Gente

    Depois de alguns anos em modo de observação, a HRTech LG Lugar de Gente decidiu voltar ás compras - e ele veio logo no começo deste ano, com a aquislão da Moavi, empresa de work management especializada em varejo.Segundo Luigi Pizzichemi, diretor de M&A da companhia, a operação marca uma virada de página: a LG volta ao jogo de M&A com uma tese mais madura, disciplinada e ancorada em relacionamento de longo prazo. “A gente gosta de conhecer a empresa, acompanhar, ter um namoro longo antes de casar”, resume Luigi, convidado do novo episódio do podcast MVP.Aliás, segundo o executivo, a máquina de M&As deve se manter ligada em 2026, com diversas empresas com potencial de transação no radas e já mantendo conversas com parte delas. A lógica vai além de complementar portfólio: passa por cross-sell, uso intensivo da base instalada e pela ambição de consolidar a LG como uma espécie de “one stop shop” para grandes empresas.Para saber mais sobre os planos da LG e suas expectativas de M&A para este ano, confira a conversa completa no podcast MVP. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  13. 113

    MVP Especial feat. Emerging Giants #10 | Giovani Amianti, CEO da XMobots

    Fundada em 2007, a XMobots é uma empresa brasileira de robótica que nasceu dentro da universidade e está ganhando o mundo com seus drones proprietários. Com sede em São Carlos (SP), a companhia projeta e fabrica 100% das tecnologias que compõem o portfólio de produtos, que atende a indústrias como segurança e defesa, agricultura e meio ambiente. "A gente começou com R$ 1 mil e foi completamente bootstrapped de 2007 até 2018. Quando você vira empreendedor, existe romantismo sobre esse tema. Várias vezes eu não desisti porque sofrer as consequências seria pior do que continuar", conta Giovani Amianti, fundador e CEO da XMobots.Durante um bate-papo descontraído, o executivo fala sobre sua trajetória empreendedora em um momento em que o mercado financiamento de startups era insipiente no Brasil e conta sobre dilemas que enfrentou durante a construção da empresa - que envolveram até mesmo ser jubilado da USP.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  14. 112

    IA é bolha? | Alberto Leite, fundador da FS Security, e Carlos Simonsen, fundador da Upstream

    No último ano, uma enxurrada de capital correu para uma grande protagonista: a inteligência artificial. Mas a dificuldade de alguns dos principais players do setor em gerar caixa e entregar resultados acendeu um alerta no mercado. No fim das contas, a pergunta que não quer calar é: estamos diante de uma bolha?Para responder a esta pergunta, o Startups recorreu a dois especialistas nesse segmento: Alberto Leite, fundador da holding brasileira de cibersegurança FS Security, e Carlos Simonsen, fundador da Upstream Ventures. Em uma conversa descontraída com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, eles falam sobre os mercados de tecnologia e venture capital, as correções esperadas nas empresas de IA, e comportamentos que contribuem para valuations inflados nessas companhias."Historicamente, no mundo de tecnologia, a gente teve a bolha do ponto com, que é diferente da de hoje, mas teve uma em 2021, das telecoms, que teve correções, depois o mercado estabilizou. Acho que a gente vai ter correções pontuais. Mas uma bolha não é provável", afirma Alberto. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  15. 111

    MVP Especial feat. Emerging Giants #09 | Manoela Mitchell, cofundadora e CEO da Pipo Saúde

    Quando uma startup afirma que está fazendo mais com menos, a associação imediata costuma ser com inteligência artificial. Não sem motivo: a tecnologia tem permitido que fundadores e equipes enxutas entreguem soluções cada vez mais complexas. No caso da Pipo Saúde, porém, o principal motor dos resultados alcançados em 2025 não foi apenas o uso de tecnologia, mas uma transformação na própria cultura da empresa.A startup atingiu sua meta de receita de R$ 60 milhões e conseguiu equilibrar as contas, além de ter entregado o maior número de funcionalidades da sua história, conta Manoela Mitchell, cofundadora e CEO da Pipo Saúde. A executiva é a convidada desta semana do podcast MVP, em parceria com o Emerging Giants da KPMG. "Foi um ano muito bom para a gente, de muito foco em resultados. A Pipo há cerca de dois anos fez uma mudança cultural muito grande, no sentido de promover mais comprometimento com entregas, reunião de resultados, uma cadência muito grande de execução", diz Manoela, afirmado que tudo isso foi feito com um time de engenharia menor que no passado.Segundo ela, apesar de a IA fazer parte de alguns processos, o que realmente fez a diferença foram outras iniciativas, como priorizar a contratação de profissionais mais experientes, com maior autonomia, estabelecer prioridades, mudar processos e buscar soluções mais simples para os problemas a serem resolvidos.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  16. 110

    MVP Especial feat. Emerging Giants #08 | Guilherme Salgado, cofundador e CEO da 3778

    A saúde preventiva segue sendo um dos maiores paradoxos do setor: todo mundo sabe que é essencial, mas quase ninguém consegue fazê-la funcionar de forma eficiente, escalável e sustentável. Entre desperdícios, baixa adesão dos pacientes e incentivos desalinhados, o sistema avança devagar — mesmo com custos crescendo e a população envelhecendo. Para Guilherme Salgado, CEO da healthtech 3778, o desafio é estrutural: “Saúde se consome por custo, acesso e conveniência. Se não tiver isso, não acontece”.No episódio do podcast MVP, em parceria com o Emerging Giants da KPMG, o executivo abre o jogo sobre como a IA pode ser o diferencial prático para atacar gargalos reais da saúde corporativa, da automação de agendamentos à predição de risco e coordenação do cuidado. Segundo Guilherme, a lógica é simples: usar dados e algoritmos para decidir melhor onde investir, quem priorizar e como evitar desperdícios antes que o problema fique caro demais. O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  17. 109

    Atmosphera e Biosphera - Bazinho Ferraz, fundador e CEO da Atmosphera&Partners.co

    Sete anos depois de começar a diversificar a atuação da agência BFerraz com a criação da B&Partners, Bazinho Ferraz decidiu dar uma nova configuração ao grupo. Com o movimento, ele criou a gestora Atmosphera, que ficará responsável pela captação de recursos no mercado – por meio de FIPs, FIDCs, private equity, VC etc. – e também pelos investimentos em novos negócios em tecnologia, varejo, marketing, consultoria e até serviços financeiros.E o primeiro ativo do portfólio da Atmosphera é a própria B&Partners, agora rebatizada como Biosphera, para impulsionar o mercado de tecnologia e criatividade, conectando-os com investidores.“A Biosfera acaba sendo esse veículo de aceleração e que, se tiver oportunidade de uma venda, for bom para o fundador, para o nosso ecossistema, vamos fazer”, afirma Bazinho, no novo episódio do Podcast MVP.O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  18. 108

    Inovação global, sem perder o DNA Brasileiro | Rodrigo Melato, CCO da Pismo

    Criar tecnologias de classe global no setor financeiro já virou marca para as fintechs brasileiras - e a Pismo é exemplo vivo disso. Em 2023, a Visa pagou US$ 1 bilhão pela companhia e sua tecnologia de integração em sistemas de pagamento.Dois anos depois do M&A, a Pismo já está em 16 países, mas segundo o CCO Rodrigo Melato, ela ainda segue conectada às suas raízes - a de ter nascido em ecossistema financeiro brasileiro complexo, resiliente e altamente técnico. Aliás, em papo na nova edição do podcast MVP, ele ressalta que essa experiência local virou vantagem competitiva global. “A gente traz componentes já na nossa tecnologia, na nossa maneira de trabalhar com bancos brasileiros, que ajudam outros países que estão entrando num cenário onde você vai ter que coexistir com pagamento em tempo real, instrumentos de pagamento tradicionais. A musculatura trabalhada no Brasil é importante para o resto do mundo também”, pontua.Para saber mais sobre a trajetóira da Pismo e seu crescimento após virar unicórnio com o "empurrão" da Visa, é só dar o play e conferir na íntegra o novo episódio do MVP.O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  19. 107

    MVP Especial feat. Emerging Giants #07 | Guilherme Assis, cofundador e CEO da Gorila

    Muita coisa mudou nos últimos 10 anos no ecossistema de tecnologia e no mercado financeiro no Brasil. Fundada em 2016, a fintech Gorila fez parte desse movimento de transformação. Guilherme Assis, cofundador e CEO da empresa, é o convidado desta semana do podcast MVP, em colaboração com o Emerging Giants, da KPMG. Durante um bate-papo descontraído com o fundador do Startups, Gustavo Brigatto, e Luiz Schincariol, sócio de Auditoria da KPMG, o empreendedor fala sobre as mudanças ocorridas ao longo dos últimos 10 anos, com a evolução das fintechs e do sistema regulatório brasileiro, além dos desafios e oportunidades desse mercado. "Olhando hoje, as pessoas sabem o que é uma carreira numa startup. Na época, startup era brincadeira", disse Guilherme, que também falou sobre a importância da resiliência no processo de empreender: "Dinheiro só não resolve, precisa de tempo, de foco. As coisas demoram muito mais do que a gente imagina. E não é uma coisa linear também. Precisa ter paciência". O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  20. 106

    Hora de repensar a inovação aberta no Brasil? - Debora Chagas (Numerik) e Giuliano Cardozo (Gerdau)

    A quantas anda a inovação aberta nas empresas - ou melhor, nas grandes empresas - brasileiras? Em meio a iniciativas em standby, fundos desativados e outras dúvidas, será que é hora de repensar como se faz a inovação nos negócios? Esse é o tema no novo episódio do podcast MVP, produzido em colaboração com o Instituto Caldeira durante a Semana Caldeira.Nesta edição, Debora Chagas, CEO da Numerik, e Giuliano Cardozo, Head de inovação na Gerdau, comentam sobre como as corporações estão revisando suas estratégias para garantir que a inovação realmente gere valor, em um contexto econômico mais desafiador e com juros altos. “A inovação precisa provar valor”, resume Débora, destacando que o entusiasmo inicial deu lugar à necessidade de resultados concretos e consistência nas práticas de inovação aberta.Além de refletirem sobre os desafios internos, Débora e Juliano apontam que o ecossistema de inovação brasileiro está se tornando mais maduro e colaborativo, discutem a chegada da inteligência artificial como um novo vetor de transformação, e alertam para o risco de tratar a IA apenas como modismo, sem integrá-la de forma estratégica.Para conferir essa interessante conversa, mediada pelo repórter e editor da newsletter do Startups, Leandro Souza, é só conferir o episódio completo do podcast MVP.O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  21. 105

    MVP Especial feat. Emerging Giants #06 | Eduardo Del Giglio, CEO da Caju

    Inovar e competir em um mercado que por décadas foi dominado por poucas empresas não é uma tarefa fácil, mas foi o que a Caju se aventurou em fazer quando nasceu em 2020.Amparada por mudanças na legislação trabalhista, a startup cofundada por Eduardo Del Giglio se tornou um dos principais nomes na popularização dos cartões de benefícios flexíveis, e hoje (segundo dados da própria companhia), tem mais de 1 milhão de usuários.“Os incumbentes ainda são 80% do mercado, mas quando a gente começou eram 95%. Pela primeira vez, os novos players estão realmente ameaçando os grandes", destaca Eduardo, que também é CEO da companhia e é o convidado desta semana do podcast MVP, em colaboração com o Emerging Giants, da KPMG.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.➡️ Saiba mais sobre o Programa Emerging Giants: https://kpmg.com/br/pt/home/servicos/private-enterprise/startups.html

  22. 104

    Largou o BTG e foi "brigar" com o Nubank - Glauber Mota, da Revolut

    Glauber Mota fez seu nome em um dos maiores bancos do país, o BTG, mas resolveu correr o risco de emplacar no Brasil uma das fintechs mais promissoras do mundo - o banco digital inglês Revolut, considerado por muitos o principal rival do Nubank.Com a Revolut intensificando seus investimentos para se tornar uma força global, Glauber tem o papel de encabeçar esses esforços no Brasil - e segundo o executivo, eles já estão em curso. Para falar mais sobre esses planos, assim como um pouco sobre sua trajetória pessoal até abraçar o desafio na Revolut, Glauber participou da nova edição do podcast MVP, gravado especialmente durante a Semana Caldeira, em Porto Alegre, em uma colaboração do Startups com o Instituto Caldeira. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  23. 103

    MVP Especial feat. Emerging Giants #05 | Doug Storf, CEO da Swap

    A Swap quase fechou as portas no início da pandemia — e essa experiência mudou para sempre a forma como Doug Storf, CEO da empresa, enxerga crescimento e sustentabilidade em negócios de tecnologia.Em 2020, o caixa zerou, a equipe foi desligada e o futuro parecia incerto. Mas, com uma visão clara de rentabilidade, a especialista em Banking as a Service (BaaS) para empresas B2B se reergueu: lançou sua própria tecnologia, retomou o time e atingiu o breakeven meses depois.No novo episódio do MVP feat. Emerging Giants, da KPMG, o executivo revisita essa virada de jogo, compartilha aprendizados sobre gestão, cultura e as decisões difíceis que moldam uma empresa.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  24. 102

    MVP Especial feat. Emerging Giants #04 | Marcelo Pugliesi, da HiPlatform

    A inteligência artificial está redefinindo o marketing conversacional — e, segundo Marcelo Pugliesi, essa transformação já está acontecendo em escala. Segundo o CEO da HiPlatform, apps como o WhatsApp, com o apoio da IA, estão se tornando canais estratégicos para marcas criarem experiências mais humanas e personalizadas, mas com eficiência ampliada pela automação inteligente.Do atendimento ao relacionamento de longo prazo, a tecnologia permite que empresas entendam melhor o consumidor, ajustem mensagens em tempo real e criem jornadas fluidas entre pessoas e marcas. “A IA não veio para tirar o humano da conversa, mas para colocar a tecnologia a serviço da empatia”, afirma Marcelo, convidado do novo episódio do MVP feat. Emerging Giants, da KPMG.Em uma conversa franca, o executivo também explora os desafios práticos dessa mudança: desde a integração com sistemas legados até a necessidade de equilibrar personalização com escala. Para Marcelo, quem conseguir adotar a IA de forma estratégica sairá na frente em um mercado cada vez mais competitivo e imediato.Esse é o quarto episódio de uma série especial com os Emerging Giants da KPMG. Serão 14 episódios com os nomes da turma 2025 do programa que potencializa os nomes de maior destaque do ecossistema nacional. Os papos se aprofundam em temas de gestão, liderança e a vida dos fundadores fora do LinkedIn e são conduzidos por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  25. 101

    MVP Especial feat. Emerging Giants #03 | Bruno Rezende, da 4Intelligence

    Reponda rápido: o avanço da IA nas aplicações corporativas vai acabar com os SaaS, ou vai transformá-los em algo melhor e mais eficiente? Para Bruno Rezende, CEO da consultoria 4intelligence, a resposta mais provável é a segunda.Na nova edição do MVP feat. Emerging Giants da KPMG, o executivo deu a sua opinião como o cenário de SaaS se modificará. Segundo ele, a GenAI mudará as jornadas SaaS tradicionais com o uso de linguagem natural, mas sem deixar de lado os benefícios da governança de dados."O SaaS não morreu, mas ele vai ser transformado. A IA dentro das plataformas vai mudar a jornada (do usuário). Você consegue manter todo o benefício que o SaaS traz, com a funcionalidade, com a governança, mas trazendo a AI vai trazer uma experiência de uso que é a boa e velha linguagem natural", afirma Bruno.Esse é o terceiro episódio de uma série especial com os Emerging Giants da KPMG. Serão 14 episódios com os nomes da turma 2025 do programa que potencializa os nomes de maior destaque do ecossistema nacional. Os papos se aprofundam em temas de gestão, liderança e a vida dos fundadores fora do LinkedIn e são conduzidos por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  26. 100

    Os novos voos da Onfly | Marcelo Linhares, CEO da Onfly

    Para uma empresa focada em viagens, emplacar uma expansão internacional faz o todo o sentido. E esse tem sido uma das estratégias da Onfly, startup mineira especializada em gestão de viagens e despesas corporativas.Recentemente, a companhia captou R$ 240 milhões em uma série B com o fundo norte-americano Tidemark, um empurrão e tanto para avançar seus planos em mercados além do Brasil - o primeiro foi o México, onde já está com cerca de 40 clientes corporativos.Para falar mais sobre estes planos de expansão, assim como os investimentos em tecnologia que a Onfly está fazendo, convidamos o CEO Marcelo Linhares para um papo sem rodeios na nova edição do podcast MVP. O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  27. 99

    MVP Especial feat. Emerging Giants #02 | Pedro Roso, CEO da Docket

    A Docket nasceu com a ambiciosa missão de desburocratizar o Brasil. Para Pedro Roso, CEO e co-fundador da companhia, o objetivo tem sido cumprido. "Hoje você consegue fazer a liberação de um consórcio, de um financiamento imobiliário, de um crédito agrícola, em dias, e não mais meses", diz ele, que tem como visão de futuro reduzir esse tempo para segundos. A legaltech oferece uma solução para processamento inteligente de documentos, reduzindo a complexidade para a emissão de papéis em todas as esferas (federal, estadual e municipal) e unificando essas plataformas.Em uma conversa descontraída e franca, Pedro fala também sobre saúde mental e a história pessoal por trás do negócio de sucesso, além dos desafios que fizeram parte da jornada empreendedora. Esse é o segundo episódio de uma série especial com os Emerging Giants da KPMG. Serão 14 episódios com os nomes da turma 2025 do programa que potencializa os nomes de maior destaque do ecossistema nacional. Os papos se aprofundam em temas de gestão, liderança e a vida dos fundadores fora do LinkedIn e são conduzidos por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  28. 98

    Rio quer ser a capital da IA | Osmar Lima, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico

    O Rio de Janeiro quer ser a capital da inteligência artificial no Brasil e, para isso, está construindo na região do Parque Olímpico um campus de data centers – uma espécie de Stargate carioca, em referência à infraestrutura que está sendo montada em Abilene, no Texas.Em bate-papo com a jornalista Stephanie Tondo durante o Rio Innovation Week, Osmar Lima, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, fala sobre o projeto e as iniciativas que a cidade do Rio tem apoiado para atrair empresas e startups do setor de IA. No dia seguinte à gravação deste episódio, a Prefeitura do Rio anunciou parcerias com a Oracle e a Nvidia para investimentos no projeto do Rio AI City. "A ideia é que a gente tenha um campus de 3GW até 2032 e aí estamos falando de atrair todos os hyperscalers, trazer as empresas para investir na cidade e, mais do que isso, criar um ecossistema de inovação ao redor desse campus de inteligência artificial", disse ele. O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  29. 97

    MVP Especial feat. Emerging Giants #01 | Lucas Vargas, CEO da Nomad

    Apesar de um cenário macroeconômico um tanto turbulento em 2025, a Nomad tem pouco do que reclamar. Já com cerca de 3 milhões de contas e R$ 500 milhões em faturamento, a companhia até se saiu bem em meio a tarifaços e mudanças na IOF, movimentos que poderiam ser um baque para a fintech.Quem diz isso é o próprio CEO da fintech, Lucas Vargas. "Nossa missão de globalizar o bolso brasileiro permanece relevante, apesar das mudanças no cenário econômica", destaca o executivo, convidado da primeira edição do MVP Especiaal feat. Emerging Giants, da KPMG.Em uma conversa franca, Lucas falou mais sobre a jornada da Nomad nos últimos anos, e também sobre novos passos que a companhia está fazendo para expandir, tento dentro quanto fora do Brasil.A conversa com Lucas Vargas é a primeira de uma série especial com os Emerging Giants da KPMG. Serão 14 episódios com os nomes da turma 2025 do programa que potencializa os nomes de maior destaque do ecossistema nacional. Os papos se aprofundam em temas de gestão, liderança e a vida dos fundadores fora do LinkedIn e são conduzidos por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.O feat. dos Emerging Giants no podcast MVP vai ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG.

  30. 96

    Aprendizados e ajustes de rota | Rafael Vasto, cofundador e CEO da Daki

    Nos tempos de "vacas gordas" para o ecossistema de startups no Brasil, a Daki teve uma ascensão meteórica. Aproveitando o boom das entregas de comida durante a pandemia, a empresa foi uma das mais rápidas do país a se tornar um unicórnio. Entretanto, as coisas mudam, e para não ficar para trás, é preciso de adaptar aos novos tempos. Não mais um unicórnio, a Daki teve que fechar operações, repensar o uso de seus recursos, e até mesmo fechar parcerias com empresas que antes eram seus concorrentes, revendo estratégias para crescer no mercado.Essa trajetória de altos, baixos e planos de futuros altos novamente é o tema do podcast MVP #93, com o cofundador e CEO da Daki, Rafael Vasto.O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  31. 95

    Por dentro da infraestrutura de serviços financeiros | Marcelo França, fundador e CEO da Celcoin

    Poucos assuntos no mercado financeiro brasileiro foram tão falados nos últimos tempos quanto o Banking-as-a-service. Entre questões regulatórias e grandes rodadas, as empresas que atuam nos "bastidores" dos serviços financeiros tem se tornado protagonistas, ajudando a criar inclusive grandes rivais para a hegemonia dos bancões e instituições financeiras incumbentes.Uma das maiores rodadas recentes neste setor foi da Celcoin, que no segundo semestre de 2024 levantou R$ 650 milhões com a Summit Partners, reforçando os caixas para seguir sua estratégia de expansão - inclusive com aquisições.Hoje a Celcoin tem 750 clientes ativos, Celcoin processa R$ 30 bilhões mensais e conta com quase 400 colaboradores, e já está preparando novos movimentos, mirando áreas como crédito e mercado de capitais. Para contar mais sobre os planos futuros da Celcoin, o fundador e CEO Marcelo França é o convidado do mais novo episódio do podcast MVP, gravado durante o Febraban Tech.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar sempre às quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  32. 94

    Moda sob medida com IA | Fernando Morato, CFO da Doris

    Uma startup brasileira desenvolveu um modelo proprietário de inteligência artificial que permite que consumidores experimentem roupas virtualmente, sem sair de casa. Criada há três anos, a solução da Doris chega para resolver uma dor antiga do e-commerce e já conquistou 35 grandes redes como clientes."A gente lançou uma tecnologia totalmente nova, que ninguém no mundo tem. Você já viu em algum lugar você entrar em um e-commerce de roupa, ser convidado a tirar duas fotos suas e a AI vestir aquela peça de roupa no seu próprio corpo e permitir que você prove diferentes tamanhos? É uma tecnologia pioneira, e um dos desafios é informar o consumidor final de que isso existe", conta Fernando Morato, CFO da Doris.Em um bate-papo descontraído com Gustavo Brigatto para o podcast MVP desta semana, o executivo fala sobre o processo de desenvolvimento do modelo – que conta com uma equipe de 12 engenheiros de IA no Uruguai –, além dos desafios e conquistas da empresa nos últimos anos.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  33. 93

    E se seu desenvolvedor ideal estiver na África? | Marcos Jamir, CEO da Africandev

    Os desenvolvedores são peças-chave em empresas de tecnologia, mas encontrar o profissional ideal nem sempre é tarefa fácil. Expandir o raio de busca pode ajudar – e a Africandev surge para mostrar que os talentos procurados pelas empresas brasileiras podem estar logo ali, do outro lado do Atlântico. Além da proximidade geográfica e fuso horário parecido, a África possui seis países que falam português e que possuem desenvolvedores qualificados e prontos para prestar serviço às empresas daqui. Nascido em Cabo Verde, o CEO da Africandev, Marcos Jamir, criou a startup há um ano e meio para fazer a ponte entre esses profissionais e as companhias brasileiras. Os contratos são remotos e, segundo ele, não é necessário nenhum tipo de visto para a contratação.Em entrevista ao Startups durante o Web Summit Rio, Marcos conta que a comunidade da Africandev conta com mais de 200 programadores cadastrados, de Cabo Verde e outros países da África, como Moçambique e São Tomé e Príncipe. "Hoje a gente está com 18 clientes, entre eles a Águia Branca, de logística, que começou com um programador nosso e hoje tem sete. Também atendemos várias startups", diz.Segundo o executivo, a ideia é abrir um escritório em São Paulo em breve para se aproximar do ecossistema de inovação. O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  34. 92

    Será que a IA vai substituir os advogados | Layon Lopes e Lucas Euzébio, da Silva Lopes Advogados

    O boom da inteligência artificial caiu como uma bomba no segmento jurídico. Nos últimos dois anos, tanto no Brasil quanto no exterior estamos observando um aumento de legaltechs baseadas em IA, automatizando e digitalizando processos que antes eram feitos por humanos. Mas será que os avanços da IA generativa vão substituir os advogados no futuro?"A IA substitui mãos, mas ela ainda não vai conseguir substituir cabeças no meio jurídico. Então eu sempre falo, se o teu exercício hoje dentro de qualquer escritório é mais em bater teclado do que pensar, tu vai ser um dos primeiros que vai ser substituído", dispara Layon Lopes, cofundador e CEO do Silva Lopes Advogados, escritório especializado em empresas de tecnologia.Em um bate-papo descontraído gravado na semana do South Summit, em Porto Alegre, Layon e o sócio Lucas Euzébio falaram mais sobre os impactos (positivos e negativos) da IA na prática do direito, assim como entraram em temas que dizem respeito a outras startups, como regulações no mercado de fintechs, due dilligence para startups em busca de investimentos, e proteção de dados. Um papo imperdível, para quem é e quem não é do segmento jurídico.🎙️ Então já dá o play no novo episódio do podcast MVP, com Layon Lopes e Lucas Euzébio.

  35. 91

    As conexões que "rejuvenesceram" a Oracle | Guilherme Cavalcanti e Vitor Salama, da Oracle

    A Oracle está aproveitando o momento promissor da inteligência artificial para impulsionar uma nova fase de crescimento. No último ano, as ações da empresa subiram cerca de 50%, impulsionadas por bons resultados financeiros e parcerias com gigantes como a Nvidia. No Brasil, esse otimismo também se reflete em movimentos estratégicos para reforçar sua posição no mercado.Para Guilherme Cavalcanti, diretor de high tech da Oracle Brasil, a IA está rejuvenescendo a imagem da companhia. Segundo ele, como os dados são o principal combustível da inteligência artificial, essa nova onda tecnológica conecta a Oracle à sua origem — uma empresa com o dado no centro de tudo. “Estamos vivendo nosso melhor momento”, afirma.Vitor Salama, líder de Ecossistema da Oracle Brasil, destaca o fortalecimento da relação com startups como outro eixo dessa renovação. A criação de uma área específica para isso, liderada por Renata Zanuto, e a inauguração do Oracle Lounge Cubo, no Cubo Itaú, são iniciativas que mostram esse novo posicionamento.🎙️ Quer saber mais sobre essa nova fase da Oracle na era da inteligência artificial? Dá o play no novo episódio do podcast MVP, com Guilherme Cavalcanti e Vitor Salama, gravado durante o South Summit. Disponível no YouTube e Spotify!

  36. 90

    Sem Pensar em Parar | Luiz Meisler, VP da Oracle para a América Latina

    27 anos de vivência (e liderança) em uma das maiores empresas de tecnologia da história - e ele não tem previsão de parar tão cedo, não. Estamos falando de Luiz Meisler, lenda da TI brasileira e atual VP da Oracle para a América Latina.Convidado do mais recente podcast MVP, ele conta sobre sua trajetória de antes de durante a sua trajetória renomada na Oracle, onde viu diversas revoluções tecnológicas ocorrerem - e ele está empolgada para a a mais nova delas: a da inteligência artificial."Seguramente a IA é uma revolução brutal. Eu acho que agradecer a Deus todos os dias, poder com 72 anos viver essa revolução. Me sinto como um garotinho", empolga-se Luis, em conversa com o fundador do Startups, Gustavo Brigatto.Para ouvir mais das histórias de Luiz Meisler, assim como planos e novidades da Oracle para 2025 e além, já dê o play no novo MVP.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  37. 89

    "Estamos subestimando a IA" | Alessio Alionço, CEO da Pipefy

    Em meio a todo o hype com a inteligência artificial, será que estamos ainda subestimando o poder desta tecnologia? Segundo Alessio Alionço, CEO da Pipefy, parece que sim.Segundo o executivo, a tecnologia está evoluindo em uma velocidade muito mais rápido do que imaginamos, e enquanto empresas estão usando a IA apenas como uma ferramenta de apoio, ela tem o poder de logo se tornar protagonista em diversos processos.Convidado do novo Podcast MVP, Alessio também deu a sua opinião sobre os impactos da IA sobre o modelo de SaaS que conhecemos atualmente e sua visão sobre como a Pipefy está se adaptando a essa nova realidade.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  38. 88

    O que vem aí no South Summit Brazil 2025? | Wagner Lopes, country manager do South Summit Brazil

    2024 foi um um ano de consolidação para o South Summit Brazil, entrando de vez na agenda dos eventos de inovação e negócios no país e América Latina. Entretanto, cerca de um mês depois, Porto Alegre viu um dos maiores desastres naturais de sua história, com uma enchente sem precedentes atingindo a cidade, justamente a partir do local onde acontece o evento - o Cais Mauá.Passado o desastre, agora o South Summit está na reta final para sua edição 2025, com o papel não apenas de reconstruir o seu cenário, mas também representar a força do ecossistema local. Para falar mais sobre isso, esta edição do MVP recebe Wagner Lopes, country manager do South Summit Brazil, em um papo com o repórter e editor da newsletter do Startups, Leandro Souza.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  39. 87

    Como foi o SXSW 2025

    Centenas de milhares de pessoas - sendo uma boa parte brasileiros - se reúnem em Austin todos os anos para o SXSW. O evento, que é ao mesmo tempo uma conferência e um festival de cinema e de música, também tem ativações de marcas e de países e cidades - como a SP House.Com a edição de 2025 chegando à reta final, o Startups sentou com o especialista em branding Galileo Nogueira, para falar um pouco do que rolou por lá.Em sua segunda participação no South by, Galileo ficou muito de olho no que as marcas fizeram. E também olhou a parte de creators.A cobertura feita pelo Startups no SXSW 2025 contou com apoio da Nomad. As matérias estão disponíveis na LP especial (https://startups.com.br/sxsw-nomad/) e nos perfis no Instagram e no LinkedIn.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  40. 86

    O ano promete para o CVC | Richard Zeiger, sócio da MSW Capital

    O que o fim da Oxygea representa para o corporate venture capital (CVC) no Brasil? O mercado está em crise? Foi um caso isolado? Para Richard Zeiger, sócio da MSW Capital, não há motivo para pânico. Na verdade, pelo contrário. Em bate-papo com a repórter Stephanie Tondo para o podcast MVP desta semana, ele conta que está otimista e que existe até mesmo a perspectiva do lançamento de novos fundos de CVC este ano.Entre eles, um novo fundo multi-corporate da própria MSW, que deve ser lançado ainda em 2025. "O negócio de CVC é de longo prazo. As corporações são curto-prazistas. Não existe essa paciência que o investidor de venture capital tem. A gente acredita que o que ocorreu é uma situação comum nesse mercado. Muitas vezes troca um CEO, por exemplo... Às vezes dá esse conflito mesmo", disse o investidor.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  41. 85

    As oportunidades do mercado de crédito | Gustavo Macedo, head de Crédito da Celcoin

    Em meio a um cenário de juros elevados e de seca nos IPOs, a bolsa brasileira tem sido impulsionada pelos fundos, em especial, de renda fixa. E o crescimento do mercado de crédito tem um papel importante nesse movimento, conta Gustavo Macedo, head de Crédito da Celcoin, em entrevista ao podcast MVP desta semana.Para ele, o futuro do setor é fértil e tende a se aproximar do que ocorre tradicionalmente no mercado norte-americano, em que 80% do crédito está concentrado no mercado de capitais e apenas 20% está nas mãos dos bancos. Hoje, no Brasil, é o inverso. Em um bate-papo com Gustavo Brigatto, editor-chefe do Startups, Macedo fala sobre as tendências no segmento de crédito e oportunidades para fintechs, além das dificuldades operacionais e regulatórias enfrentadas pelo setor.O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  42. 84

    Um choque de realidade para o VC latino | Lucas Abreu, do Sunday Drops

    É uma verdade dura a se aceitar, mas segundo o investidor e publisher Lucas Abreu, é preciso aceitá-la para poder jogar (e talvez mudar) e jogo. O ecossistema latino ainda é bem menor em investimentos em comparação ao que se vê nos Estados Unidos."OpenAI levantou US$ 6 bilhões, Anthropic US$ 4 bilhões. A gente está nesse momento do mundo, e se parar pra pensar, o que a Antropic, que vamos dizer que é o número 3 da corrida da AI, ela levantou o mesmo capital que todas as startups de toda a América Latina levantaram em 2024", disparou Lucas, em entrevista para o podcast MVP.Concorde ou não, é uma opinião que vale a pena conferir. Além disso, em papo com o fundador e publisher do Startups, Gustavo Brigatto, Lucas falou sobre sua trajetória como analista e escritor de newsletter sobre o mercado de VC, o Sunday Drops, que bateu recentemente a marca de 10 mil assinantes.Para saber disso e muito mais, é só dar o play na nova edição do podcast MVP.

  43. 83

    IA feita no Brasil | Nelson Leoni, fundado da WideLabs

    A corrida da IA está perdida. Com investimentos bilionários, são as empresas do Vale do Silício que vão dominar esse mercado. Até semana passada, essa era a lógica corrente do mercado de tecnologia. Mas o chinês DeepSeek chegou de assalto e mostrou que talvez essa verdade não seja tão verdadeira assim. Curiosamente, quase um ano antes das notícias do DeepSeek, Nelson Leoni já batia nessa tecla. Mas ninguém deu muita bola. Com a AmazonIA, um LLM treinado no contexto cultural brasileiro, ele dá receita de rapadura com cachaça e responde com mais propriedade sobre temas locais. Já preparada para atuar com agentes - enquanto a OpenAI só começa a oferecer essa opção - a IA também está ganhando novas funcionalidades. E, em breve, começará a ganhar o mundo. O plano é levar para outros países não o acesso ao serviço, mas a proposta de construção de LLMs locais. Nessa conversa com o podcast MVP, Nelson Leoni fala sobre os planos para a AmazonIA e também conta sua trajetória. Spoiler: ele ficou 8 minutos morto depois de levar um tiro de AK47 durante a missão de paz da ONU no Haiti. O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  44. 82

    Blockchain é a morte dos bancos? | Dan Yamamura, cofundador da Fuse Capital e João Zecchin, sócio e fundador da Fuse Capital

    O Drex será lançado pelo Banco Central neste ano, mas, afinal, o que muda com uma moeda digital oficial? No MVP desta quarta-feira (29), Dan Yamamura e João Zecchin, co-founders da BRX Finance e da Fuse Capital, falam sobre como o blockchain já tem sido utilizado no mercado e quais as possibilidades que se abrem com o Drex. Em um bate-papo com a repórter Stephanie Tondo diretamente da Cidade Maravilhosa, os sócios também falam sobre as mudanças que essa infraestrutura pode trazer para o sistema financeiro tradicional e lançam uma polêmica: será esse o fim dos bancos? "Ele é anarquista, ele vai dizer que não precisa mais de banco", brinca Dan, referindo-se a João. "Mas não precisa", concorda o sócio. Para ele, o mundo está caminhando para um sistema mais fragmentado e com menos controle, e o blockchain é o próximo passo dessa transformação. Este episódio tem oferecimento do registro.br. O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  45. 81

    Saúde mental dá retorno | Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

    Em tempos de pós-pandemia, nunca se falou tanto em saúde mental para os colaboradores das empresas, e nesse cenário onde o bem-estar dos funcionários ganhou mais destaque foi onde a Vittude conquistou seu espaço. Não que a Vittude não tenha passado por suas dificuldades. Fundada em 2016, a empresa passou por diversos ajustes de rota para sobreviver. Do foco no B2B até se concentrar em contas maiores como cliente ideal, a empresa hoje está focada em buscar a lucratividade. "Vamos para o breakeven", afirma a fundadora e CEO Tatiana Pimenta, convidada do novo episódio do MVP. Este episódio tem oferecimento do registro.br (https://registro.br/) .O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  46. 80

    Desmistificando o sucesso | Raquel Teixeira, sócia-líder da EY Private LATAM

    O que é sucesso para você? O que te faz, ou faria você se sentir como um empreendedor/empreendedora de sucesso? Construir uma empresa de US$ 1 bilhão. Fazer um IPO. Normalmente essas são as métricas usadas para definir alguém ou um negócio bem-sucedido. Isso significa que quem não atinge esses marcos é um fracasso? A resposta é óbvio que não. No primeiro episódio do MVP em 2025, a conversa com Raquel Teixeira, sócia-líder da EY Private LATAM, desmistifica o conceito geral de sucesso. A dica, segundo ela, é entender o que é sucesso para VOCÊ. E Raquel sabe muito bem do que está falando. Empreendedora, ela vendeu seu negócio para a EY, e atualmente lidera o programa Winning Women Brazil e o prêmio Empreendedor do Ano. Este episódio tem oferecimento do registro.br. O podcast MVP aborda tecnologia, inovação e negócios de um forma que você nunca ouviu. Novos episódios vão ao ar todas as quartas-feiras. Siga o perfil nas principais plataformas de áudio e no YouTube para acompanhar.

  47. 79

    Como se mede o impacto do Will Smith? | Lucas Vargas, CEO da Nomad

    Há alguns meses, a Nomad lançou uma campanha com ninguém menos que Will Smith. A propaganda deu o que falar, não só por contar com uma estrela de Hollywood, mas porque utilizou inteligência artificial para fazer o ator "falar português". Mas como se mede o impacto de uma campanha desse tipo para a marca? O Podcast MVP desta semana traz o CEO da Nomad, Lucas Vargas, para um bate-papo com o fundador e editor-chefe do Startups Gustavo Brigatto sobre branding, reputação, marketing de influência e muito mais. O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  48. 78

    Estamos na melhor safra do mercado | Rafael Marciano, Head de Business Development da Wayra Brasil

    O momento pode não ser o melhor para as captações, mas é, sem dúvida, um dos melhores para investir. Para quem tem dinheiro em caixa, há boas oportunidades, com "bons valuations", afirma Rafael Marciano, head de Business Development da Wayra Brasil. "Do lado dos novos investimentos, é legal, a gente paga um pouco mais descontado. Mas os investimentos passados sofreram", reconhece ele. Rafael também destaca que a qualidade dos empreendedores analisados pela Wayra no último ano foi "muito boa", o que contribuiu para esse momento positivo nos negócios. "A safra que está vindo agora é de empreendedores muito bons mesmo. Seja o cara que é o second ou third time founder, e já conhece os desafios. Ou empreendedores que são especialistas naquele determinado mercado. Um cara que era executivo de uma grande empresa, tocava uma grande operação, e agora está empreendendo", diz. Ele também fala que houve um amadurecimento dos fundadores nos últimos anos, que aprenderam a jogar o jogo do venture capital, e conta sobre as expectativas para o ano que vem. O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  49. 77

    A dona do dinheiro | Taeli Klaumann, CFO da Conta Simples

    Com uma carreira de mais de 20 anos na área financeira e passagens por grandes grupos, Taeli Klaumann, migrou para o mundo da nova economia há cerca de quatro – primeiro na Docket e, desde 2022, na Conta Simples. “Tem sido muito interessante ver essa pauta de não só construir o seu negócio, mas construir a discussão daquilo no Brasil”, disse ela em conversa para o podcast MVP.   No papo, ela também fala sobre a recente transição de comando no Banco Central, as expectativas para a gestão de Gabriel Galipolo, BaaS, as prioridades para a Conta Simples e a necessidade de as empresas olharem para seu caixa não só no fim do mês para fechar o balanço, mas sim no dia a dia. Ela também fala um pouco sobre a série B que a Conta Simples anunciou no começo de 2024, o cenário das fintechs e traz uma perspectiva positiva para 2025. O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

  50. 76

    Tem espaço pra todo mundo? | Carlos Simonsen, cofundador e managing partner da Upload Ventures

    Em uma conta bem simples, há mais de um trilhão de dólares em valor de empresas de tecnologia esperando para uma abertura de capital. Isso mesmo, mais de UM TRILHÃO DE DÓLARES divididos entre mais de mil companhias. Então a pergunta que fica é: há espaço pra todo mundo? O mercado consegue absorver todo mundo? É essa questão que Carlos Simonsen, cofundador e managing partner da Upload Ventures, trás para a mesa do MVP. E essa demanda de capital acontece em um momento em que os recursos no mercado se concentraram em alguns poucos nomes como Nvidia e outros gigantes de tecnologia. O que será que vai acontecer nos próximos 12 meses? A conversa também traz outros destaques (resumidos por IA, obviamente): 💼 A economia brasileira está aquecida, apesar das críticas políticas e eleitorais. 🚀 Upload Ventures concentra-se em investimentos de growth, apoiando desde early-stage até empresas maiores. 💥 Empresas no portfólio da Upload demonstraram resiliência, passando por turnarounds significativos. 📊 Estratégia focada da Upload em melhorar margens e eficiência operacional nas empresas de growth. 🤖 Uso intensivo de dados e AI pela Upload Ventures para decisões de investimento mais precisas. 💡 Expectativas positivas para 2025 incluem aumento no mercado de IPOs e melhores condições de investimento. O MVP traz conversas novas toda quarta-feira, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

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