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PODCAST · society

O Pipoqueiro

O pipoqueiro é muito mais que um vendedor de um produto muito querido pelo nosso povo; ele é, antes disso, uma entidade que vive dentro de cada um de nós.

  1. 74

    #3 - Lavando a roupa Suja 3

    BRIGAsubstantivo feminino1. ato ou fato de dois ou mais adversários ou contendores baterem-se corpo a corpo.2. desentendimento, querela, conflito de interesses, discussão agressiva.3. rompimento de relações sociais ou amorosas.4. disputa (por um privilégio, um favor, uma colocação etc.).Origem⊙ ETIM(1472) italiano briga 'controvérsia, luta', prov. do celta *brīga 'força', pelo francês brigue

  2. 73

    #79 - Mais um sobre recomeçar

    Se tem duas coisas que já sabemos é a seguinte:1) As coisas, todas elas, em todas as categorias de fenômenos, são impermanentes e a mudança é parte fundamental do nosso ser.2) Todo começo de ano nesse podcast é a mesma coisa! "Ai, como as coisas mudam, nossa a vida é cíclica, permaneça firme, olhe para o que mudou com alegria"Mais uma vez (se já não estiver cansado, aff) venha contemplar uma conversa sobre o que mudou e tem mudado... e o que permaneceu? Já fez esse retrospecto? Vem com a gente!

  3. 72

    #2 - Lavando a roupa suja 2

    Já que vocês adoram uma confusão, estamos aqui para lavar outras resenha ácida. Larga o play e vem!

  4. 71

    #78 - Esse ano vai

    Quando precisamos recomeçar somos tomados por um misto de insegurança e esperança, eis as contradições de sair da zona de conforto. Insegurança pois precisamos lidar em um lugar/contexto/situação novo, o que é bem desconfortante e esperança por conta das novas possibilidades que surgem. Mas de fato recomeçar desvela todas as sombras que insistem nos acompanhar por anos, como podemos sonhar com a chance de nos reinventarmos, eis o encanto de recomeçar. Ficou confusa(o)? Vem conosco nesse papo de fim de ano mais batido que esse podcast.

  5. 70

    #77 - Cansaço Existencial

    Gostamos tanto de falar desse assunto que deve ser a décima edição desse mesmo tema. Aliás a gente não aguenta mais, queremos desistir, vamos jogar a toalha, pular do barco, entregar os pontos por conta dessa canseira existencial… Porém, não desista (nada faz sentido)!

  6. 69

    Sonhos #02 - Não há atalhos

    No nosso novo episódios contando sonhos, o Patrick manda ver num sonho que tem tudo a ver com a vida dele: uma caminhada em becos, traficantes armados com fuzil e cachorros assassinos tamanho cavalo. Sonhos podem ser riquíssimos de significados e nossa conversa joga luz nesse que deve ser o fenômeno mais difícil de explicar logicamente.

  7. 68

    Sonhos #01 - Peixe Estranho

    Nesse episódio, parte de uma série nova no nosso querido e velho Pipoqueiro, o Marlon conta um sonho ridículo em que ele é perseguido por um peixe que ousa, para o atormentar, sair fora d'água e dar um pinote medonho atrás dele. Nessa série vamos bater sempre um papo sobre algum sonho nosso e discutir os símbolos possíveis. O Marlon descobriu, por exemplo, que ele precisa continuar firme na terapia.

  8. 67

    #75 - Ilusória simplicidade

    Tá no ar o episódio do pipoqueiro que cura pé de atleta! Falamos do terreno escorregadio da pseudociência, um domínio onde as meias verdades florescem vácuos deixados pela ciência. A pseudociência, com sua promessa de respostas fáceis para questões complexas, se alimenta do nosso desejo por certezas em um mundo incerto e, do modo como as vezes isso serve de válvula de escape para nossas dificuldades e cansaços. É uma sedutora resposta simples para problemas complexos, mas afinal, tem como ser de outro jeito?

  9. 66

    #74 - Autenticidade

    A Autenticidade tem muitos sinônimos: verdade, sinceridade, originalidade e assim por diante. Quando pensamos nesses termos para falar de uma pessoa, de alguém autêntico, geralmente pensamos em alguém com características únicas, dotado de uma personalidade de destaque, muitas vezes reconhecido por seu temperamento que, não incomumente, pode ser até algo negativo mas do qual esse alguém pode ter apego e orgulho, pois, é AUTÊNTICO. Você identificou algum coleguinha? Então vem ouvir o episódio do Pipoqueiro, falamos de coisas que não tem nenhuma relação com o que está escrito até aqui.

  10. 65

    #73 - Possessividade

    No mais novo episódio do Pipoqueiro, trocamos uma ideia que, apesar de simples é bastante revolucionária: DESPOSSUIR. Não se trata apenas de abrir mão de objetos, mas de reimaginar nossas conexões com tudo e todos ao nosso redor. Inspirados pela sabedoria sutil de Ursula K Le Guin e Geni Núñez, discutimos como libertar nossas relações da posse pode nos levar a uma existência mais plena e autêntica (se é que se dá para falar sobre autenticidade sem um milhão de aspas). Você tá preparada e preparado para essa brisa? Esse episódio para além de muito papo furado é um convite para repensar o verdadeiro significado de valor e conexão que temos com pessoas e coisas que (imaginativamente, sempre) possuímos.

  11. 64

    #72 - Tá com MEDINHO!?

    Neste episódio falamos sobre como a emoção mais ancestral que reside dentro de nós humanos, nos atravessa e como podemos lidar com ele.O medo, panico, pavor e horror são várias facetas dessa emoção que pode nos fazer fugir ou nos motivar a enfrenta-lo.

  12. 63

    #71 - Sobre amar e ser homem

    Nesse episódio falamos sobre a experiência de ser homem e se relacionar com mulheres. Compartilhamos as peculiaridades das nossas experiências, inseguranças e crenças sobre como é se relacionar para um homem.[ATENÇÃO] Nesse episódio falamos sobre sexo, caso você seja sensível ao tema, sugerimos não ouvir.

  13. 62

    #70 - Crenças

    As crenças movem nossas vidas, pode acreditar!E não é só sobre religião que estamos falando. No fundo as crenças são grande lentes que intermediam entre nós e o mundo. Tudo o que percebemos, sentimos, pensamos e agimos é influenciado por elas.Elas são formas de organização das informa mundo, muitas vezes direcionando até o nosso sentido de vida. E não entremos na de condenar ou glorificar as crenças, pois querendo ou não, ela é presente em nossas vidas mais do que imaginamos. E o que nos restas é discutirmos sobre os limites, implicações e benefícios de cada crença.Quer saber mais sobre esse papo? Larga o play e vem conosco nessa viagem!

  14. 61

    #69 - Obsessões!

    Se você é compulsivo obsessivo precisa ouvir essa programa obsessivamente!Não é novo o papo aqui sempre parte do ponto de que a sociedade impõe um modo de ser que naturaliza as obsessões e compulsões na nossa vida, que faz isso parecer algo normal. No entanto, compulsões podem ser doentias e tendem a nos colocar como prisioneiros de atividades que, de maneira geral, nos dão prazer rápido. Isso é tão naturalizado que costumamos dizer que nossas obsessões são parte da nossa personalidade “intensa”, vê só que coisa louca! Ouça e nos diga aqui nos comentários, no privado, no WhatsApp, no e-mail as suas obsessões… nós somos obsessivos por feedbacks!

  15. 60

    #68 - Alta performance

    Nesse novo episódio do O Pipoqueiro falamos de algo que, se você ainda não se deparou, vai se deparar. Ninguém escapa do rolê da alta performance. Vocês já devem estar cansados de ouvir falar dos impactos de tentar ser um ser humano de alta performance e, por isso, fomos por outro caminho para ter essa conversa. Não deixamos de ser realistas quanto ao assunto, nem passamos pano pra nada nem ninguém, se você já ouve nosso podcast sabe do que estamos falando, mas todo tem dois lados e, se você está vivendo as pressões da alta performance, acho que você precisa ouvir esse episódio.

  16. 59

    #67 - Força e poder

    Nesse episódio nós falamos sobre as forças verticalizadas que regem a forma das nossas vidas e como essas forças interferem como nos organizamos como sociedade.Fotografia por: Benoit Paillé.

  17. 58

    #66 - Há limite entre o real e o virtual?

    Nesse episódio, nós falamos sobre como a virtualização da vida tem feito os limites entre o real e o virtual desaparecerem. Conversamos sobre como isso afeta nossas relações com pessoas, trabalho, prazer, tempo e espaço

  18. 57

    #65 - O não lugar geográfico

    Nesse episódio discutimos sobre como o conceito do não lugar geografico tem impactado silenciosamento em nossas vidas.Falamos sobre como a vivência em não lugares geograficos pode acarretar em não lugares impessoais internos.

  19. 56

    #64 - Uma psicologia imaginada com Julia Fink

    Trouxemos nossa PROFESSORA UNIVERSITÁRIA para conversar sobre uma docência ainda não existente. Nesse episódio você encontrará reflexões sobre as opressões da educação industrial e quais os sofrimentos causados, a partir do olhar de uma professora do ensino superior. Conversamos sobre os limites do sistema tradicional de ensino e como a vida das pessoas podem ser impactadas negativamente quando tratamos a educação como negócio. Espero que gostem <3

  20. 55

    #63 - Uma Psicologia Imaginada

    Nesse episódio nós falamos sobre os males de enxergar o ser humano a partir de um olhar frio que a ciência positivista tradicional pode prover. Discutimos sobre uma nova postura para extrapolar os limites de um ponto de vista limitante do ser humano.

  21. 54

    #DROPS Budismo

    Nesse episódio separamos as cartinhas que recebemos dos ouvintes sobre o ep 62 para responder todas as vossas dúvidas.

  22. 53

    #62 - Espiritualidade 2 - Uma conversa budista

    No nosso especial de fim de ano, falamos sobre nossa trajetória de iluminação espiritual dentro do budismo.

  23. 52

    #60 - O TEMPO TODO

    O tempo está em todos os lugares. No sectagésimo episódio, o pipoqueiro nos possuiu para refletirmos sobre o tempo.Nesse episódio falamos sobre como o tempo cronológico nos atravessa sociohistoricamente. Sobre como tempo encurtou e nossa relação com o mundo mudou  a partir disso. E é claro, sempre com uma pitada de psicopatologias, um olhar para os afetos e recheado de críticas sociais do jeito que todos nós gostamos.

  24. 51

    #59 - VOCÊ NÃO É SUA INTELIGÊNCIA!!!

    Nesse episódio, discutimos as problemáticas de se entender a partir de uma inteligência estritamente racional e como isso pode ser limitador para o ser. Esse episódio está recheado de reflexões sobre explorar outras inteligências, se conectar com o próprio corpo e descontruir a excesso de valorização à inteligências racional.

  25. 50

    #58 - Um propósito maior

    A palavra sentido tem uma possibilidade de interpretações interessantes... ela pode ser uma delimitação de um certo conceito de maneira lógica, quando dizemos que algo faz um ou outro sentido; ela pode nos lembrar que apreendemos o mundo ao nosso redor através dos nossos meios de captação estímulos como a visão, o tato, o paladar; ela é ainda evocada quando, falando de sentimentos, admitidos ter sentido ou não algo; e para alguém que está na direção de um carro (ou da vida) pode nos trazer uma perspectiva de rumo, direção. E talvez a nossa conversa tenha se primado nessa última interpretação da palavra sentido. Quando falamos de propósito, sem limitar esse assunto a carreira, trabalho (embora tenhamos falado um bocado disso) definitivamente estamos olhando um horizonte de possibilidades das quais escolhemos para viver! E não só para sobreviver, dar conta da vida, mas para se fazer sentir vivo, direcionado, encaminhado para um lugar que, afinal, nos faça sentir útil, completo, animado, movido. Por fim, achamos, que uma vida com sentido exige um olhar paciente para a nossa história, aquela que aconteceu e que ainda insiste em estar aberta, sem encerramento.

  26. 49

    #57 - De Quebrada

    Nesse episódio que encerra a temporada do primeiro semestre deste ano, convidamos novamente nosso grande amigo Sanderson de Paula pra bater um papo. Aproveitamos para falar do que, afinal, nos uniu e continua sendo um ponto forte entre nós, a Quebrada. Certamente foi isso que uniu nossas ideias e que você que está ouvindo também deve se identificar de alguma forma. Acreditamos, como costuma dizer o Marlon, que antes de mais nada somos formados pessoas na periferia e o quanto as visões desse contexto ainda são tão presentes em nosso olhar do mundo. Agradecemos o apoio de todos os nossos apoiadores e ouvintes que acreditam nesse projeto, mais do que um programa o Pipoqueiro é um ideal coletivo que transformou a nossa maneira de ver os fenômenos da vida!

  27. 48

    #56 - Violência

    Quase sempre quando pensamos na palavra violência o que nos vem a mente são imagens de massacres em escolas, guerras do outro lado do mundo, chacinas na vizinhança, e sim, a gente pode chamar isso de violência. Mas há por detrás dessa violência objetiva e altamente midiática (ou instagramável, nos dias de hoje) um outro tipo de violência mais oculta, mas simbólica, mas que deixa marcar muitos sutis na nossa percepção da realidade. A violência do estado, por exemplo, não só presente na truculência policial, está antes penetrada na cabeça das pessoas como legítima, como viável em certas circunstâncias. Essa presença da ideia de que um policial tem o direito de agir como age, é muito poderosa porque torna invisível os produtos da violência, como o medo, a desconfiança, e tantos outros sentimentos que toda pessoa pessoa já viveu uma vez ou outra. 

  28. 47

    #55 - Espiritualidade

    A espiritualidade, mais do que uma convenção cultural regionalizada, é um terreno que todos nós exploramos uma hora ou outra. Essa é uma convicção em conjunta nossa, vinda da nossa vivência mesmo. Não temos a pretensão de dizer que esse tema é uma coisa ou outra, encerrar o assunto, mas sim muito pelo contrário, ampliar a possibilidade de compreender esse fenômeno tão complexo de maneira prática. Se você está ouvindo esse episódio pelo título, esperamos que o ouça com abertura, flexibilidade e consciente de que não há como delimitar de maneira segura o que vem a ser espiritualidade que não através da experiência muito pessoal. Aproveitamos esse episódio para compartilhar um projeto incrível da nossa amiga Lais, que está com um curta sendo produzido de maneira independente, deixamos ela mesma falar sobre o projeto e para quem puder apoiar o link é https://evoe.cc/curta-metragem-uma-viagem.

  29. 46

    #54 - O Retorno

    O POVO CLAMOU, O POVO PEDIU e ele está de volta! Ele, o host mais que absolutamente querido de toda a podosfera, amado por muitos, odiado por muitos mais, ele, o homem, a fera, o ícone, Satriiiiiick! Nesse episódio de retorno você vai ouvir muita fofoca, discórdia, desastre, buxixo, sobre como anda a relação dos três idealizadores desse canal que você tanto ama. Deixamos a pauta em branco e falamos apenas no mais bom e velho estilo fistaile. É com alegria que dividimos mais um episódio do Pipoqueiro, dessa vez com a formação mais que original.

  30. 45

    #53 - Progresso

    Progresso é uma palavra costumeiramente utilizada com um sentido benevolente, mas desde sua concepção até os dias atuais carrega algumas questões. E esse podcast um tanto quanto regressivo busca nesse episódio levantar alguns debates sobre o progresso, pautas progressistas e a concepção de desenvolvimento. Só soltando o play para entrar nessa episódio que permeia entre o regresso e o progresso. Foto de Amanda Ferreira @_amandarf

  31. 44

    #52 - Aceitação

    Aceitação normalmente é compreendida no sentido de se submeter à algo, isso é, banalizando as situações. Quase sempre que alguém nos diz para aceitar algo é num sentido fatalista, ou seja, não há o que fazer além de aceitar e esperar. Nos permitimos ser categóricos em uma única coisa: é impossível não haver algo que se possa fazer. Aceitar implica ação. Por isso, o que pretendemos fazer nesse episódio é resgatar o sentido de aceitação como algo que precisa ser compreendido para permitir a transformação. Para isso defendemos a aceitação como acolhimento, que implica conhecer com amplitude essa palavra, essa conduta, essa postura de aceitar. Vem conferir….

  32. 43

    #46 - Opinião alheia

    Como lidar com as opiniões alheias? Quais opiniões considerar? E quando bate aquele medo perder partes de mim pra ser aceito/aprovado, mas também não queremos viver imerso em si mesmo sem se validar em outras pessoas. Até aonde podemos nos validar externamente sem perder partes essenciais de nós? Até aonde devemos fortalecer nossas próprias opiniões sem ser um grande egoísta com as pessoas ao meu redor? Para entender essas indagações, só vindo nesse papo conosco!

  33. 42

    #45 - Autoestima

    Estimar alguém que não nós mesmos costuma ser mais fácil porque conosco mesmo estamos o tempo inteiro, conhecemos cada pensamento, atitude, afeto. Mas é incorreto pensar que o que sabemos sobre nós é produzido de maneira absolutamente solitário e individual. Somos seres coletivos e por isso o que temos por “eu mesmo” que convoca o prefixo auto de autoestima é também uma construção que se dá através dos outros, do que os outros gostam (estimam) de nós em nossas relações. Nesse sentido esse todo a que damos o nome de Eu e que podemos amar é bastante complexa e cheias de nuances que passa necessariamente por um processo de autoavaliação (estimar) do que temos realizado. Papo difícil esse, hein? Mas na mesma medida de sua dificuldade ele é também necessário. Vem que vem trocar essas ideia.

  34. 41

    #44 - A treta das gerações

    Millenials, cringes, boomers, Y’s e Z’s, estão preparados para a grande verdade? Vocês são tudo igual, só muda o contexto! Estamos errados? Obviamente que sim, mas será mesmo? Acreditamos que a briga geracional é algo tão natural como qualquer processo evolucionário. Mas é claro que existem tendências comerciais nessa discussão das gerações, colocando em questão e fazendo um verdadeiro rebuliço não só nos valores, mas também na estética, na atitude e na forma de ver o mundo, que são os ingredientes para o comportamento de consumo. Falei demais aqui já, vai lá ouvir e diz você e nos dizem quem ganha nessa briga de gerações, na qual as pessoas agem pela intransigência de entender os comportamentos alheios. 

  35. 40

    #43 - Nas brechas do sistema

    O discurso meritocrático numa sociedade como a nossa, (des)organizados como estamos é um discurso violento. E não é só violento no seu sentido poético não, a impossibilidade que se instala para o povo periférico, sobretudo ao povo preto é violenta, porque muitas vezes o esforço sobre-humano que nós e os nossos fazemos para conquistar o básico é invisibilizado por falas do tipo “basta querer”. Dizer que basta o desejo existir para ele se dar na realidade é descabido, pois ele só fortalece quem tem o poder de fazer esse tipo de mágica que o privilégio proporciona. E aí quem não consegue acessar é por falta de desejo, é por falta de atitude. Sabendo essa genealogia da falácia da meritocracia, mas buscando emergir de lugares não subalternizados para caminhos mais próprios, utilizamos as brechas dos sistema. E hoje temos a honra de bater um papo com um amigo desse podcast, sim, ele mesmo, Sanderson Barbosa. Não perde não, pô. 

  36. 39

    #42 - Crise existencial

    Nesse episódio falamos sobre crises existenciais, como se perceber em uma e as formas de lidar com a sensação de vazio que ela traz. A crise costuma ser uma ruptura da realidade, do comum, da rotina, do status quo, quase sempre provocada por um evento ou conjunto de eventos, que dão início à uma abertura que não pode ser ignorada ou vetada de qualquer forma. Certamente esse momento é de muito sofrimento, pois é a morte de crenças e valores que tínhamos como tão certos. Mas as crises são também momentos de abertura para novas formas de existir, quando esse nada permite que criemos uma forma própria e autêntica de viver. Vem com a gente viver esse episódio que tá em crise, mas cheio de possibilidades inventivas de se viver. 

  37. 38

    #41 - Arte e reexistencia: Literatura com Escritor Sacolinha

    Falamos há um tempo atrás em algum episódio, que seria muito da hora o dia em que pudéssemos chamar, gente que foi e continua sendo referência pra nós, no que tange ao trampo. E quando se trata de literatura, o Escritor Sacolinha é uma dessas grandes referências. Pra nós que somos aqui desse podcast é mais que um prazer, uma honra poder trocar essa ideia, mas o mais foda ainda é poder compartilhar com vocês. Sem spoiler nenhum, sem resumo, só ouve aí esse bate papo com o best-seller das fundações casas de São Paulo, um dos maiores militantes e escritores do Brasil, alguém que carrega o universo na escrita. Que sobretudo, tem a honra de se denominar PERIFÉRICO! Ajeite e fone e vem...

  38. 37

    #40 - Os usos da raiva

    Pandemia, despedidas inesperadas, iminência de morte, violência e espoliações. Impossível viver no brasil de hoje, estar submetido à tudo isso e não sentir raiva, mas quando não elaborado, esse sentimento pode nos fazer mal. Ou seja, esses sentimentos quando não trabalhados e expressos são internalizados, sendo nocivos a nós mesmos. Nesse sentido usar a raiva como energia motriz, para nos movimentarmos no dia a dia é essencial para quem está exposto diariamente a diversos afetos negativos, como é o caso dos periféricos. Vem com a gente nessa viagem, entender como os sentimentos nos conectam ao mundo contendo uma inteligência subvalorizada.  

  39. 36

    #38 - Chimamanda: A beleza das histórias múltiplas

    Chimamanda nos ensina, em resumo, que o buraco é mais embaixo. Em sua primorosa fala no TED Talk intitulado "Perigo de uma história única" discorre que todos nós estamos sujeitos à formular histórias únicas sobre determinado povo, sobre determinada pessoa ou conjunto de pessoas. E que isso produz em nós uma verdadeira barreira para compreender que somos fruto de uma interação que nos atravessa a partir de como enxergamos o mundo, mas que não para por aí, tem muito mais elementos que se interagem para poder compor um fenômeno que é sempre múltiplo. Vem com a gente viajar por nossas histórias nada únicas! 

  40. 35

    #37 - Os benefícios da ciência

    Os benefícios da ciência - Um dos marcos para a evolução humana, sem dúvida é o advento e a evolução das ciências (todas elas) e como exemplos podemos citar as vacinas diante da evolução da imunobiologia, o tratamento de câncer com a oncologia, os medicamentos com a ciência farmacêutica, a eletricidade com a engenharia, armas químicas com os exércitos, a escravidão que foi subsidiada pelas ciências psicológicas e sociais, bombas nucleares, combustível fóssil, industrialização de alimentos, a massiva e constante extração de recursos que alcançou velocidades que ninguém breca, e muitas outras demonstrações de nossa evolução, todas elas amparadas em extensas minutas éticas. Mas que evolução estamos falando? A evolução que para crescer destrói tudo ao redor? E existe outra maneira de se fazer ciência? O que os indígenas fazem com o ambiente em que vivem é uma ciência? O cantador de roda, o perene poeta, o capoeirista, podem ser lidos como cientistas? Vem viajar pela ciência pipoquista! 

  41. 34

    #35 - Mais Show do que Reality

    Você é Team Gil? Ou Team Projota? Você já viu No Limite? E aquele Casa dos Artistas? Agora olhando isso tudo, acha que dá pra chamar esses programas de Reality Show? Show de Realidade? A nossa realidade se tornou um palco onde se dá um show? Como sempre, tentando abrir caminho e pensar no que faz o povo tomar lado, brigar e votar centenas de vezes pra alguém sair de uma casa super vigiada, o que faz o povo gostar tanto disso? Vem com a gente tentar pensar nisso.

  42. 33

    #33 - Ignorância é uma benção?!

    Oooooohhhhh O Pipoqueiro voltou! Nesse nosso primeiro do ano vamos descobrir o que o descanso, a ignorância como benção,  o fato de como nos tornamos vulneráveis as fake news e organizar nossa revolta têm em comum. Dessa vez a gente ousou responder perguntas de nossos apoiadores, e como não podia ser diferente, a galera pegou pesado! A ignorância é mesmo uma benção? Porque nos tornamos vulneráveis às fake news? Como se organiza a revolta? Demo-nos conta de que nenhuma dessas respostas podem ser dadas sem considerar o contexto do que tornou o Brasil Brasil, e sem nenhuma pretensão de encerrar o assunto demos a nossa contribuição, querendo abrir mais caminhos. Só ouvindo para entender essa treta toda! 

  43. 32

    Episódio de férias: Um fim de ano certo/errado.

    Nesse último episódio da série de férias contamos como uma férias de fim de ano que tinha tudo para dar errado, deu muito errado e muito certo ao mesmo tempo. Deu insolação, sunga enterrada no jardim, dormida na mesa, dançar efusiva de madruga e deu polícia também. Só ouvindo para entender esse rolê todo.

  44. 31

    Episódio de férias: quem é o pai do Pedrinho?

    Existem histórias que adoramos contar e recontar,  se for histórias de férias, então, aí que somos impulsionados a repetir o caso por inúmeras vezes.  Essas são situações engraçadas ocorrem sem qualquer previsão, mas marcam nossas memórias de forma expressiva. Aproveitando que estamos de férias, nada mais oportuno do que discorrer sobre uma história cômica que aconteceu no verão de 2007 para 2008, onde um bando de adolescentes resolveram alugar uma casa na praia. E no meio dessa empolgação toda, aconteceu um evento que exigiu vastos conhecimentos em química, física, biologia, matemática, filosofia e conhecimentos paranormais para ser solucionado. Vem com a gente, nesse podcast que busca desvelar a autoria de algo tão surpreendente. 

  45. 30

    #31 - Encerramentos

    Calma calma, o nome do episódio é encerramento mas a gente não vai acabar não, a gente vai encerrar. Encerrar é ao mesmo tempo fechar um ciclo e abrir outro, é uma atividade dual que tem o tom de uma abertura para as possibilidades que veem à frente que requerem um adeus ao tempo já ido. Quantas são as vezes que enfrentamos o encerramento como fim, como um simples fechamento sem continuidade? Imagina se todos os dias antes de dormir, você quisesse que o que aconteceu no dia se apagasse, o que seria da sua memória? Devemos passar por esse ano e deixar ele dormir no ontem, mas levar à frente o que ele nos proporcionou de abertura. Cola conosco nessa brisa!

  46. 29

    Pluralidade com As Ashantis

    Nesse episódio tivemos a honra de receber as meninas do podcast As Ashantis, onde elas discorreram sobre pluralidade e lidar com as diferenças, algo que elas já  fazem grandiosamente, para poder conduzir seu projeto de produzir conteúdo para a podosfera. Hoje em dia muito se fala sobre a importância da diversidade e como nos se concebemos na alteridade, mas como vivemos em uma sociedade que alimenta práticas individualistas e egóicas, nos relacionarmos de forma que potencialize os frutos que as diferenças cruzadas podem nos dar, não tem sido tarefa fácil. Por isso esse episódio,  majestosamente feito por quatro mulheres negras que buscam em suas diferenças, construir caminhos que solitariamente seriam improváveis, tá uma gostoso que só. Chega com com nós! 

  47. 28

    #31 Esperança

    Uma das peculiaridades do fim de ano é que parece que nessa época nos assola um afeto importante, a esperança. Ao que parece o novo ano que se aproxima renova em nós a capacidade de acreditarmos na vida, e para longe das promessas de fim de ano, a esperança se constitui como um dos afetos mais importantes. Pois é ela que nos fornece energia para superarmos as dificuldades do dia a dia. Para isso a esperança não circula apenas  pela ordem da expectativa, mas ela se apresenta como o ESPERANÇAR um afeto que enfrenta o medo, o ostracismo e a resignação de achar que há problemas insuperáveis. Por isso que quanto mais as espoliações e sofrimentos do ano são mais árduos, mais a esperança se intensifica! Vem com a gente esperançar nesse episódio.   Foto: Rodrigo Zaim

  48. 27

    #30 Vida Poética

    Como quem já acompanha esse programa deve saber, esses podcasters que aqui vos falam sempre tiveram um pezinho na poesia. O que chamamos poesia não se restringe àquela dos versinhos organizados, com ou sem rimas, mas sim à poesia como um olhar para o mundo que é sensível ao que está muitas vezes velado, encoberto pelo tecido da rotina e da loucura do trabalho. Esse olhar não está restrito ao fazer da nossa arte, mas nos martela internamente sempre que necessário. Não à toa, cá estamos nós falando de poesia.

  49. 26

    Episódio extra: LIMA BARRETO

    Nesse episódio contamos com Leonardo Francelino, para nos contar sobre a vida e obra de uma das figuras mais importantes do nosso país. 

  50. 25

    #29 Sobre maturidade, trocar chuveiro e marcar consultas.

     “Vê se cresce!”; “Para de ser criança!”; “Nossa, que infantil!”. Você certamente já julgou e foi julgado dessa forma por alguém, não é? Há poucos episódios falamos o quanto que nós como sociedade não valorizamos o período da infância (ouvir ep. Doce Infância) como um espaço rico de aprendizado e valor formativo. Agora ousamos dizer que a fase adulta, em contrapartida, é tida como a fase de vigor intelectual, físico e moral, que é o auge, o tempo da maturidade! Entendemos que o amadurecimento em um contexto como é o periférico pode ser entendido como endurecimento diante dos obstáculos da vida. Mas fomos além e falamos também um pouco dos nossos sentimentos sobre tudo isso. Como sempre sem dizer nem que sim nem que não, buscamos abrir um caminho de reflexão sobre esse tema que ainda não sentiu o peso, certamente vai sentir.

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