PODCAST · education
Pedagotech
by Marcelo Hosannah
Olá professoras e professores do século 21! Bem-vindos à Pedagotech. Aqui vamos discutir estratégias para quebrar aquela aula monótona e trazer a sala de aula para o século 21. Combinando estratégias pedagógicas comprovadas com o poder da tecnologia, é possível dinamizar as experiências de aprendizagem de seus alunos. Seja você um novato ou um especialista em tecnologia, certamente sairá com novas ideias e estratégias para usar em sala amanhã! pedagotech.substack.com
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O Que Eu Encontrei Quando Fiz as Contas
Em 2006, meu primeiro salário como professor de inglês era R$21 por hora-aula. Hoje, uma das escolas mais reconhecidas aqui paga R$24 para professores iniciantes. Três reais de diferença em vinte anos — e quem ganha R$24 hoje tem menos poder de compra do que quem ganhava R$21 em 2006.Neste episódio, não estou fazendo uma denúncia. Estou fazendo as contas — e pensando em voz alta sobre o que elas revelam sobre como o mercado enxerga (ou não enxerga) o valor de ensinar.Capítulos:00:00 — A sensação de abrir aquele envelope 01:30 — Apresentação e enquadramento do episódio 02:30 — Rafael e a pergunta que não consigo esquecer 06:00 — Por que o mercado não enxerga expertise 11:00 — O que pode mudar — e o que não muda sozinho 13:30 — EncerramentoAcompanhe o Pedagotech:📩 Substack: pedagotech.substack.com 📸 Instagram: instagram.com/pedagotech 💼 LinkedIn: linkedin.com/in/marcelohosannahPedagotech é um podcast para professores que querem ensinar com mais inteligência — sem abrir mão da vida fora da sala de aula. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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A turma heterogênea
Se você já entrou numa sala de aula com alunos em níveis completamente diferentes e não soube por onde começar, esse episódio é pra você.A heterogeneidade de proficiência virou regra no Ensino Médio brasileiro — e em escolas com foco em ENEM e PAS, a pressão aumenta ainda mais. Nesse episódio, a gente questiona a lógica do modelo de aula único e propõe uma mudança de perspectiva: sair do foco no nível e ir para o foco na habilidade cognitiva.⏱ CAPÍTULOS00:00 — Introdução 01:10 — O Diagnóstico: A Pergunta Errada 02:30 — O Erro Clássico: Aula Única para Turmas Plurais 03:50 — A Virada: Demanda Cognitiva, Não Nível 05:40 — O Que Muda na Prática 06:36 — O Custo Invisível do Nivelamento 07:33 — FechamentoNESSE EPISÓDIO VOCÊ VAI ENCONTRAR* Por que a pergunta “nivelo por baixo ou por cima?” já parte de uma premissa errada* Os três efeitos previsíveis do modelo de aula único em turmas heterogêneas* O conceito de demanda cognitiva e como ele muda o planejamento* Um exemplo prático de como propor a mesma tarefa com diferentes níveis de suporte* Por que o nivelamento por baixo tem um custo pedagógico invisível“Heterogeneidade não é um problema de nível. É um problema de desenho pedagógico.” This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Por que alunos se desengajam — e como reconstruir o engajamento camada por camada
Por que os alunos se desinteressam durante as aulas de inglês — mesmo quando o conteúdo é interessante? Neste episódio, Marcelo analisa os verdadeiros motivos por trás do baixo engajamento e da aprendizagem passiva em salas de aula de inglês como língua estrangeira (ELT/ELL) e como os professores podem reformular as aulas para estimular o pensamento crítico, a participação e a produção linguística.Você aprenderá:* as causas cognitivas ocultas do desinteresse dos alunos* como o fluxo da aula afeta a atenção e a motivação* por que as atividades de leitura, audição e aprendizagem baseada em tarefas (TBL) muitas vezes “ficam silenciosas”* uma estratégia simples para melhorar a percepção e a produção linguística* dicas práticas para tornar as atividades baseadas em input mais envolventesEste episódio sintetiza insights importantes de um mês inteiro de acompanhamento em sala de aula e oferece ideias claras e práticas que você pode aplicar imediatamente. Ideal para professores de inglês, educadores de inglês como língua estrangeira (EFL/ESL) e qualquer pessoa interessada em planejamento de aulas, aprendizagem baseada em tarefas e pedagogia eficaz.Capítulos00:00:00 - 0️⃣ Introdução 00:01:00 - 1️⃣ O momento em que tudo ficou claro 00:02:00 - 2️⃣ A segunda camada: estrutura 00:03:02 - 3️⃣ A história que mudou tudo 00:04:38 - 4️⃣ A reformulação que reativou tudo 00:05:38 - 5️⃣ A grande lição de toda essa jornada 00:06:30 - 6️⃣ Um desafio para sua próxima lição 00:06:54 - 7️⃣ O que vem a seguir This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O Professor de Excelência no Fundamental e no Médio
Será que esse modelo de excelência se manifesta da mesma forma no Ensino Fundamental e no Ensino Médio?A resposta curta é: em grande parte, sim. Mas as nuances fazem toda a diferença.O Protótipo do Professor de Excelência: Um Panorama GeralRelembrando os 6 domínios:* Prática Profissional* Conhecimento* Prática Pedagógica* Processos Cognitivos* Crenças* Atributos PessoaisO professor de excelência é alguém que avalia continuamente seu impacto, adapta práticas conforme a evidência de aprendizagem, desenvolve conhecimento pedagógico profundo, e que nutre relações autênticas com seus alunos. São profissionais movidos por propósito, crítica constante da própria prática e desejo genuíno de promover o crescimento de seus estudantes.O protótipo do professor de excelência não muda – ele se adapta. No Fundamental, essa excelência se expressa em práticas que formam o sujeito. No Médio, em estratégias que conquistam o adolescente e desafiam sua mente. Em ambos os casos, o foco está em transformar a sala de aula em um ambiente de desenvolvimento humano e cognitivo. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Os Atributos Pessoais do Professor de Excelência
Anderson & Taner (2023) destacam 6 atributos que compõem Os Atributos Pessoais do Professor de Excelência. São eles:* paixão pela profissão* autoeficácia* cuidado interpessoal* aprendizagem contínua* otimismo* resiliênciaBaixe o eBool "Os 6 Domínios do Professor de Excelência" em loja.pedagotech.org This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O "Mapa da Mina" para transformar a sua aula
Pré-TarefaCiclo da TarefaFoco na Linguagem✅ Checklist para planejar uma aula com TBLAntes da aula:* Definir a tarefa principal que os alunos deverão realizar (ex: planejar uma viagem, resolver um problema, criar algo).* Determinar os objetivos comunicativos da tarefa.* Planejar uma pré-tarefa com input relevante (vídeo, imagem, enquete, etc.).* Pensar em perguntas-guia para ajudar os alunos a entenderem e se envolverem com a tarefa.* Separar modelos de linguagem que os alunos podem usar (frases úteis, estruturas gramaticais, vocabulário-chave).* Planejar como observar e anotar exemplos de linguagem durante a tarefa para depois usar no Foco na Linguagem.Durante a aula:* Explicar claramente a tarefa e os critérios de sucesso.* Modelar o que se espera com um exemplo simples, se necessário.* Dar tempo suficiente para os alunos planejarem e executarem a tarefa.* Circular pela sala/monitoramento online para observar, apoiar e coletar dados linguísticos.Depois da tarefa:* Organizar um momento de apresentação ou compartilhamento dos resultados.* Fazer uma reflexão com os alunos: o que funcionou? O que fariam diferente?* Abordar pontos de linguagem observados: correções, destaques, prática guiada.* Registraro que deu certo e o que pode ser melhorado para a próxima aula. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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A Revolução Silenciosa
Task-Based Learning é uma abordagem em que a tarefa comunicativa não é só um exercício no final da aula, como no modelo tradicional, mas é o ponto de partida, o processo e o objetivo. O idioma deixa de ser “conteúdo” e passa a ser a ferramenta para fazer algo significativo.Pense assim:📘 O Modelo Tradicional (PPP - Apresentação, Prática, Produção)É como seguir uma receita de bolo.* O professor apresenta o conteúdo.* Você pratica com exercícios controlados.* Depois, você “produz” algo com base no que aprendeu.Funciona? É… funciona… mas é chato, previsível, engessado, e o aluno nem sempre tem autonomia de escolha que envolva uma tomada de decisão real.👨🍳 O Modelo TBLAgora imagine que você recebe este desafio:“Crie uma sobremesa para um jantar comemorativo.”Não tem passo a passo. Você decide o que fazer, pesquisa, testa. E ao longo do processo, percebe que precisa de certas técnicas — e vai atrás disso.No TBL, os alunos não aprendem inglês só porque é a hora da aula. Eles aprendem porque precisam da língua para cumprir a missão. É menos “receita de bolo” e mais episódio de Masterchef. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Os Processos Cognitivos do Professor de Excelência
Eu sempre falo que é muito importante construir um bom relacionamento com seus alunos. Isso ajuda a ter uma boa prática ou didática. Mas tem uma coisa a mais aí no meio… um elemento silencioso e essencial que sustenta tudo: os processos cognitivos.1. Atenção total ao que acontece na sala de aula2. Processos automatizados que liberam espaço mental3. Previsão de problemas e intervenções proativas4. Resolução progressiva de problemas5. Decisões informadas, não impulsivas6. Mentalidade de avaliador e agente de mudançaOs professores de excelência não nasceram prontos… eles desenvolveram ao longo da carreira uma forma de pensar, refletir e agir que é totalmente possível de ser cultivada. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Como planejar a formação de professores com base nos 6 domínios da excelência docente
Na Pedagotech, acreditamos que todo professor pode evoluir com intencionalidade, apoio e base sólida em evidências. Mas, com tantos desafios no dia a dia escolar, muitas formações acabam sendo desconectadas da prática e da realidade da sala de aula.Foi por isso que criamos um currículo básico de formação continuada para professores, inspirado nos 6 domínios do professor de excelência.Este material foi pensado para:* Equipes pedagógicas que desejam planejar formações mais estratégicas e eficazes* Coordenadores e mentores que buscam uma referência clara para apoiar seus professores* Grupos de estudo que querem se aprofundar em temas relevantes para a prática* Professores autônomos que desejam seguir uma trilha de desenvolvimento individualO currículo é gratuito, aberto e flexível. Você pode adaptá-lo ao seu contexto, ritmo e necessidades.E para ajudar ainda mais nessa jornada, você pode baixar também o meu e-book gratuito “Os 6 Domínios do Professor de Excelência”, que serve como base teórica e prática para essa proposta de formação. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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A Prática Pedagógica do Professor de Excelência
O protótipo do Professor de excelência, de Anderson e Taner, trabalha a dimensão chamada de A prática pedagógica, que contempla o que o professor faz antes, durante e depois da aula. Esta é a dimensão mais rica e elaborada do texto, pois é onde a prática docente aparece de forma mais evidente.Relembrando os 6 domínios:* Prática Profissional* Conhecimento* Prática Pedagógica* Processos Cognitivos* Crenças* Atributos PessoaisPara acompanhar esta nova série diretamente pelo seu email, inscreva-se. É de graça! Contudo, se você gostar do conteúdo e puder contribuir, opte por uma assinatura paga. Isso me ajudaria muito!A prática pedagógica do Professor de Excelência é tudo, menos automática. É reflexiva, flexível, e estrategicamente centrada no aluno. Ela nasce da junção entre conhecimento, crenças, profissionalismo e atributos pessoais — e se manifesta em ações que transformam a sala de aula em um espaço de aprendizagem significativa, respeitosa e desafiadora. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O Conhecimento do Professor de Excelência
Neste episódio falamos sobre segundo dos seis domínios do Professor de Excelência: o Conhecimento. Vamos explorar os tipos de conhecimento que realmente fazem a diferença e como eles se manifestam na prática de sala de aula.1. Conhecimento Pedagógico do Conteúdo2. Conhecimento sobre os Alunos3. Conhecimento Curricular4. Conhecimento do Conteúdo5. Conhecimento Integrado6. Conhecimento para DiferenciaçãoO verdadeiro conhecimento do Professor de Excelência não é estático. Ele se manifesta no olhar atento para os alunos, no planejamento intencional, na adaptação em tempo real e no compromisso com o impacto da sua prática. Mais do que saber ensinar, o professor de excelência sabe para quem está ensinando e por quê. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O que é um Professor de Excelência — e como podemos chegar lá?
Semana passada eu escrevi sobre “Os Dez Princípios de Instrução”, que fala sobre as 10 práticas mais comuns usados por professores considerados de excelência.Inspirada por este texto e como base para esta série, vou usar os textos de Anderson e Taner (2023), John Hattie (2012) e do grupo liderado por Robert Coe (2014), seguindo o esquema criado pelo NotebookLM para tentar responder a pergunta proposta pelo título deste post: “O que é um Professor de Excelência — e como podemos chegar lá?”.Anderson e Taner (2023); John Hattie (2012); Robert Coe (2014),Os 6 Domínios do Professor de Excelência:1. Prática Profissional2. Conhecimento3. Prática Pedagógica4. Processos Cognitivos5. Crenças6. Atributos Pessoais This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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As Crenças do Professor de Excelência
Um professor de excelência sabe responder a estas três perguntas:* O que você acredita sobre o papel do professor?* O que você acredita sobre a capacidade dos alunos?* O que você considera uma aula bem-sucedida?E você? Já tem suas respostas? Vamos explorar como professores de excelência respondem a essas perguntas e como essas crenças influenciam tudo o que eles fazem. Mais do que estratégias ou técnicas, são as crenças que moldam decisões, relações e resultados na sala de aula.www.pedagotech.orgpedagotech.substack.com This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O Profissionalismo do Professor de Excelência
Na semana passada, já exploramos o que torna um professor excelente a partir do protótipo proposto por Anderson e Taner (2023).Relembrando os 6 domínios:* Prática Profissional* Conhecimento* Prática Pedagógica* Processos Cognitivos* Crenças* Atributos PessoaisAgora, vamos explorar os seis domínios destacados no post anterior e vamos olhar para cada um deles de forma mais detalhada, começando pela base de tudo: a Prática Profissional. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Os Dez Princípios de Instrução
Eu estou sempre procurando práticas que possam realmente ajudar meus alunos a aprender melhor, de forma mais profunda e duradoura. Foi no meio de leituras pelo Substack que me deparei com os Dez Princípios de Instrução, (https://www.aft.org/sites/default/files/Rosenshine.pdf) desenvolvidos por Barak Rosenshine a partir de observações de professores considerados altamente eficazes lá nos anos 70-80.1. Comece com uma breve revisão da aprendizagem anterior2. Apresente novos conteúdos em pequenas etapas3. Faça muitas perguntas4. Forneça modelos5. Oriente a prática dos alunos6. Cheque frequentemente a compreensão7. Busque uma alta taxa de sucesso8. Ofereça andaimes (scaffolds)9. Exija e monitore a prática independen10. Engaje os alunos em revisões semanais e mensais This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O que você está fazendo depois da avaliação formativa?
As avaliações formativas são aquelas checagens menores de compreensão que fazemos ao longo de uma unidade de ensino. Por exemplo: passei algumas semanas trabalhando um determinado tema, então provavelmente eu vou aplicar duas ou três avaliações formativas ao longo desse período — talvez um quiz, um Kahoot (ou Blooket, como meus alunos preferem), uma autoavaliação ou um simples bilhete de saída (exit ticket) — para ter uma ideia de como os alunos estão progredindo.Esse tipo de avaliação é um recurso poderoso, mas vejo muita gente cometer um erro básico após avaliações formativas — e que, sinceramente, eu mesmo já cometi várias vezes: tratamos essas avaliações como se fossem tarefas tradicionais e esquecemos delas - ou, em outras realidades que não a minha, viram notas para o boletim. O aluno fez, recebeu uma nota, seguimos adiante. Mas… será que esse é mesmo o papel da avaliação formativa?Pedagotech é uma publicação apoiada pelos leitores. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se uma assinatura gratuita ou uma assinatura paga.A essência da avaliação formativa não está em gerar uma nota, e sim em oferecer um retrato rápido da compreensão dos alunos, para que possamos ajustar nossa prática. Em outras palavras: ela é um instrumento para o professor, não um instrumento de classificação.O maior erro: não fazer nada com os resultadosO erro ainda mais grave, no entanto, é não fazer nada com os resultados. Imagine a seguinte cena: ao final da aula, aplico um exit ticket para verificar se os alunos entenderam determinado conceito ou ponto gramatical. Ao corrigir, percebo que um terço da turma não demonstrou domínio suficiente. Mesmo assim, sigo com o planejamento do dia seguinte como se nada tivesse acontecido. Quem nunca?Quando fazemos isso, a avaliação formativa perde completamente o sentido e serviu de nada.O verdadeiro poder dessas avaliações está em informar nossas próximas ações pedagógicas. Se identifico que uma parte significativa dos alunos está com dificuldades, minha próxima decisão precisa ser intencional: retomar o conteúdo, oferecer uma explicação alternativa, propor uma atividade diferente ou, quem sabe, reunir esses alunos para um atendimento em grupo reduzido ou até um encontro individual.Planejar a resposta com antecedênciaO ideal é que essa resposta não seja improvisada, mas planejada. Se sei que, ao aplicar determinado quiz, existe a possibilidade de alguns alunos não atingirem os objetivos, já [idealmente] preparo, com antecedência, materiais ou estratégias de apoio: um vídeo explicativo, uma nova atividade prática, atividades extras no Google Classroom ou uma conversa individual para diagnosticar o que está atrapalhando o aprendizado.Há um ano, tive uma aluna que, quase reprovou o semestre anterior porque, ao fazer atividades de listening, ela errava tudo. Conversando com ela, entendi que ela percebia os audios como os adultos do Charlie Brown.Montei para ela, avisando aos pais, uma bateria de exercícios de listening, no Google Classroom, com atividades de Cambridge Learning. No fim do semestre, ela estava conseguindo passar com notas até decentes. Hoje, quando encontro com ela pelos corredores da escola, ela fala aponta para mim e diz para as colegas “esse teacher salvou a minha vida!” Fica a lição de que muitas vezes não precisamos de uma intervenção grandiosa. Uma breve conferência, uma escuta atenta ou algumas perguntas direcionadas podem revelar rapidamente a origem do equívoco ou da dificuldade.E depois? Verifique se funcionouDepois de oferecer essa intervenção, é essencial verificar se ela surtiu efeito. Não estou dizendo que devemos aplicar uma nova prova formal — basta uma checagem rápida: uma pergunta oral, uma atividade em dupla, ou mesmo observar se, na sequência da aula, os alunos estão aplicando corretamente aquele conceito que tinha dado dificuldades.Esse ciclo — avaliar, intervir, avaliar — deveria ser o motor da nossa prática pedagógica. É ele que transforma a avaliação formativa em um verdadeiro instrumento de aprendizagem.Em sala de aula: o que você pode fazer já?* Use quizzes ou bilhetes de saída com frequência, mas não se sinta obrigado a transformá-los em nota.* Ao planejar avaliações formativas, já pense no que fará caso os resultados indiquem dificuldades.* Reserve tempo para intervenções rápidas e personalizadas.* Não siga adiante sem checar se os alunos que estavam com dificuldades conseguiram superar seus desafios.Na pressa do dia a dia, é natural esquecermos esse processo e apenas “cumprirmos o conteúdo”. Mas quando transformamos as avaliações formativas em um momento real de diagnóstico e intervenção, elas deixam de ser um ritual vazio e se tornam uma das ferramentas mais potentes para promover a aprendizagem.Pedagotech é uma publicação apoiada pelos leitores. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se uma assinatura gratuita ou uma assinatura paga. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Caligrafia vs Digitação
Estive observando o desenvolvimento da escrita nas minhas filhas. É muito interessante ver como isso acontece: cada uma se desenvolve do seu jeito. Sabemos que escrever à mão ativa várias áreas cerebrais (motoras, visuais e sensoriais) de forma integrada, o que fortalece conexões neurais e auxilia na memorização. Então a gente tenta sempre estimular elas a escrever o que estão pensando e até como estão se sentindo. Achamos muito importante estimular nelas a habilidade de expressar seus sentimentos.Pedagotech depende da sua contribuição. Para apoiar o meu trabalho, considere uma assinatura paga.Lendo sobre o assunto de caligrafia, me deparei com textos reclamando sobre o excesso de foco em trabalhos digitados e pesquisa na internet e falta de textos escritos à mão, e como a arte da caligrafia está se perdendo. Mas por que essa perda pode prejudicar nossos alunos? Estudos mostram que alunos que anotam à mão tendem a processar melhor o conteúdo: como é difícil transcrever tudo mecanicamente, eles passam a priorizar, organizar e relacionar as informações enquanto escrevem. Essa “experiência perceptivo-motora” de desenhar letras e palavras solidifica o aprendizado, criando representações mentais mais completas. Esses estudos também mostram que, ao escrever, o estudante reforça a imagem visual e o significado da palavra através do gesto, o que ajuda a fixá-la na memória de longo prazo.* Coordenação sensório-motora: Escrever exige movimentos finos variados das mãos, ativando muito mais regiões cerebrais do que digitar.* Profundidade cognitiva: A escrita manual obriga o aluno a filtrar e relacionar o que aprende em vez de copiar tudo, resultando em maior engajamento e assimilação.* Reforço da memória: Quando desenhamos letras ou palavras, unimos percepção visual, som e movimento. Essa ação combinada fortalece a conexão entre a palavra e seu gesto de escrita, aumentando a retenção do vocabulário.Escrita e aquisição de vocabulário no ensino do inglêsPuxando a brasa para minha sardinha, no aprendizado do inglês, a caligrafia também se destaca. Um estudo conduzido por Mangen e Velay (2010) indicou que alunos que escrevem à mão novas palavras em inglês tendem a lembrar melhor a grafia e o significado do que aqueles que apenas digitam ou copiam mecanicamente, pelos motivos descritos acima. Outro exemplo prático vem de uma experiência minha de sala de aula: alunos que fazem exercícios de ditado e redação à mão em inglês demonstram maior precisão ortográfica e memorizam expressões com mais facilidade. * Aprendizagem ativa: Escrever à mão novas palavras em inglês ajuda a reforçar a ortografia, a pronúncia e o significado de forma integrada.* Retenção e transferência: Alunos que mantêm cadernos de vocabulário escrito à mão tendem a lembrar melhor os termos e usá-los com mais segurança em tarefas produtivas como fala e escrita.* Feedback perceptivo: O ato de ver o próprio erro escrito à mão (num ditado, por exemplo) ajuda o aluno a perceber padrões de erro e corrigi-los mais conscientemente.Digo por experiência própria que esses benefícios não são apenas teóricos — eles se refletem na prática da sala de aula. Ao incluir momentos dedicados à escrita manual, mesmo em contextos tecnologicamente avançados, conseguimos potencializar o aprendizado, favorecendo tanto a precisão quanto a fluência.Implicações pedagógicas e práticasDiante desses achados, acredito que educadores de todas matérias podem equilibrar tecnologia e escrita manual para enriquecer o ensino. Dicas práticas:* Exercícios de caligrafia diária: Ao apresentar novo vocabulário ou alfabeto, peça aos alunos que copiem as palavras à mão – ditados e cópias auxiliam a fixar ortografia e significado.* Anotações manuscritas: Incentive resumir ou anotar conceitos-chave em cadernos durante as aulas de inglês, além do uso de tablets e computadores.* Uso de caneta digital: Se houver tablets disponíveis, usar um stylus ainda retém aspectos motores da escrita (embora os melhores resultados sejam com papel e caneta tradicional).* Metodologia híbrida: Combine atividades digitais (jogos online, digitação) com momentos de escrita manual (exercícios de caligrafia, redações à mão) para aproveitar eficiência e memória.Essas práticas simples podem tornar o aprendizado mais profundo e significativo. Em suma, ainda que a tecnologia otimize a produtividade, reservar tempo para a caligrafia em sala de aula ajuda os alunos a processarem ativamente a língua, melhorando a retenção de vocabulário e a compreensão geral. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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The Hobbit - Atividades de Boas-Vindas Pré-Leitura
O que você vai encontrar no vídeo?* Atividades de vocabulário adaptadas para engajamento máximo 🎯* Estratégias para incentivar a personalização da leitura 📚✨* Reflexões sobre coragem e crescimento dos personagens 🏔️💪* Uma abordagem criativa para expandir o universo de The Hobbit 🧙♂️Pedagotech is a reader-supported publication. To receive new posts and support my work, consider becoming a free or paid subscriber.A Importância da Pré-Leitura em um Clube do Livro Baseado em TarefasAntes de começar a leitura de um livro, acho muito importante preparar os alunos de forma que possam interagir de forma significativa com o texto. Para fazer isso, neste “Clube do Livro”, montei um momento de reflexão e pré-leitura, criando atividades que vão além da simples antecipação do enredo. A ideia é incentivar a ativação de conhecimento prévio, a personalização da experiência e o desenvolvimento de habilidades essenciais para a compreensão e interpretação do texto.Peguei a base teórica disso dos princípios do Task-Based Learning (TBL) — Aprendizagem baseada em Tarefas — uma metodologia que coloca as tarefas no centro do aprendizado, permitindo que os alunos usem a língua de maneira autêntica e significativa.Thanks for reading Pedagotech! This post is public so feel free to share it.Como a pré-leitura se conecta com o TBL?No vídeo, apresento algumas atividades que funcionam como pre-tasks, preparando os participantes para a leitura de The Hobbit. Essas atividades cumprem diferentes papéis dentro do modelo do TBL:🔹 Ativação de Conhecimento Prévio:Ao perguntar "O que significa ser corajoso?" e incentivar os alunos a refletirem sobre momentos em que demonstraram coragem, cria uma ponte entre suas vivências e a jornada de Bilbo. Isso facilita o engajamento com os temas do livro e promove conexões mais profundas com a história.🔹 Construção de Contexto:Com atividades como a criação de um universo de fantasia próprio, os alunos exercitam a criatividade e começam a entender como Tolkien constrói a Terra-Média. Esse tipo de task coloca os alunos no papel de criadores e não apenas de consumidores da literatura.🔹 Interação Social e Negociação de Significado:As discussões em grupo sobre regras de convivência e características dos personagens incentivam a colaboração e a troca de ideias. No TBL, essa fase é crucial para que os alunos desenvolvam habilidades comunicativas autênticas.🔹 Preparação para a Leitura Crítica:A atividade de concordar ou discordar de citações do livro antes da leitura faz com que os alunos já tenham uma opinião inicial sobre certos temas, tornando a leitura mais reflexiva e significativa.Por que isso importa?No ensino de idiomas e na literatura, a leitura não deve ser um ato passivo. Trabalhar com pré-tarefas como essas amplia a compreensão, torna o aprendizado mais relevante e envolve os alunos de forma mais profunda.Com a abordagem de Task-Based Learning, a gente não só apresenta o conteúdo, mas cria condições para que os alunos interajam com ele de forma autêntica e ativa. Assim, o Clube do Livro de The Hobbit se transforma em uma experiência de aprendizado rica e significativa, muito além da leitura de um clássico.Se você quer entender mais sobre TBL, leia este livro:Como você trabalha a pré-leitura em suas aulas? Vamos trocar ideias nos comentários! This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Brincar para aprender
Neste episódio, Marcelo reflete sobre uma conversa recente com sua coordenadora acadêmica que o levou a revisitar um tema que ele mesmo já defendeu: a importância do brincar no processo de aprendizagem, especialmente no ensino de crianças e pré-adolescentes.Destaques do episódio:O desafio pessoal com turmas mais jovens: Marcelo compartilha como, apesar de saber da importância do brincar, tem encontrado dificuldade em aplicar isso com seus alunos de 11 anos.Brincar como estratégia pedagógica: Retomando ideias de Piaget e Montessori, ele discute como o brincar não é perda de tempo, mas sim uma maneira eficaz de reduzir a carga cognitiva e facilitar a assimilação de conteúdos complexos.Links: https://pedagotech.substack.com/p/a-importancia-do-brincar-no-desenvolvimentohttps://pedagotech.substack.com/p/maneirando-a-carga-cognitivaExemplo da Finlândia: Inspirado por experiências internacionais, Marcelo mostra como o sistema educacional finlandês valoriza o brincar e colhe resultados positivos em concentração, desempenho e bem-estar emocional.Links: https://pedagotech.substack.com/p/desenvolvimento-curricularIdeias práticas para aulas de inglês:- Role-plays com situações do dia a dia- Jogos de tabuleiro adaptados (como bingo ou "Cara a Cara")- Caças ao tesouro de palavras com movimentação- Desafios criativos em grupo usando vocabulário novoIntegração curricular do brincar: Sugestões para as escolas:- Criar espaços flexíveis e ambientes de aprendizagem acolhedores- Desenvolver projetos interdisciplinares com foco lúdico- Garantir momentos de brincadeira estruturada e livre- Investir em formação de professores com foco no brincar como ferramenta de ensinoConclusão:Brincar não é o oposto de aprender — é uma das formas mais potentes de aprendizagem. Ao permitir que as crianças explorem, experimentem e se expressem por meio do brincar, fortalecemos não só suas competências cognitivas, mas também emocionais e sociais. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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The Hobbit: Criando as primeiras atividades
Ao longo desta semana, estarei estruturando atividades que serão constantes para todas as etapas. A ideia é criar uma base sólida e padronizada, garantindo que haja continuidade e coerência no processo.Na próxima semana, entraremos em uma fase mais específica: começaremos a planejar atividades direcionadas para cada etapa, fase ou capítulo, levando em conta o que está acontecendo em cada momento. Isso permitirá um acompanhamento mais preciso e um planejamento mais alinhado às necessidades de cada contexto.Se quiser acompanhar tudo de perto, assine o meu Substack! Todo o conteúdo e atualizações estarão disponíveis por lá.Nos vemos na próxima semana!Abraços! This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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The Hobbit: Google Classroom
🎬 Personalizando Nossa Sala de Aula no Google Classroom!Hoje fiz um rápido tour pela configuração da nossa sala de aula para The Hobbit. Escolhi um tema que combina bem com o clima da história.Se você gosta desse tipo de conteúdo sobre tecnologia aplicada ao ensino, não esqueça de se inscrever na minha newsletter no Substack! 📩 Lá, compartilho dicas, reflexões e experiências para facilitar a vida de professores no mundo digital.Nos vemos na próxima semana! Abraço! 🚀✨ This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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"The Hobbit" - 4 fases
Dividir um livro em partes bem definidas pode fazer toda a diferença na experiência de leitura. No caso deste, temos quatro partes:* Parte 1 – Capítulos 1, 2 e 3* Parte 2 – Capítulos 4 a 8* Parte 3 – Capítulos 9 a 13* Parte 4 – Capítulos 14 a 19Os capítulos são curtos, então a leitura flui bem. Parece muito, mas no fim nem é tanto!O que vocês acham desse tipo de estrutura? Deixem um comentário!Grande abraço e até semana que vem! This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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"The Hobbit" - A construção de um clube do livro
No ano passado, publiquei um artigo sobre como criar um clube do livro paralelo às suas aulas. Essa ideia não saiu da minha mente, porque, de certa forma, ela se conecta diretamente com a minha própria experiência como aluno.Quando eu estava na 7ª série, morando fora do Brasil, o inglês não era uma língua estrangeira para mim naquele contexto, mas sim o idioma em que todas as matérias eram ensinadas. Apesar disso, tínhamos aula de inglês como matéria regular, assim como no Brasil temos aula de português. Foi nessa aula que minha professora apresentou "The Hobbit" pela primeira vez.A proposta não era só ler o livro, mas explorá-lo em profundidade. Discutíamos os personagens, recriávamos cenas e conectávamos a jornada de Bilbo à nossa própria jornada como leitores e aprendizes. Aquilo ficou marcado para mim como uma experiência rica, que ia muito além de simplesmente "ler para entender".Desde então, tenho refletido sobre como um clube do livro pode ser mais do que um momento de leitura: pode ser uma ferramenta poderosa para engajar alunos, estimular o pensamento crítico e promover conexões significativas. Ao longo deste ano, quero explorar essa ideia aqui na Pedagotech e compartilhar algumas reflexões e práticas com vocês.Se você já experimentou algo parecido ou tem curiosidade sobre como implementar essa ideia, acompanhe o que vem por aí. Vamos juntos descobrir como a literatura pode transformar não só nossas aulas, mas também a maneira como nos conectamos com o mundo.Se essa ideia faz sentido para você, acompanhe este projeto. Vamos juntos atravessar as montanhas nebulosas e mergulhar nesse mundo mágico?Inscreva-se na Pedagotech This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Retrospectiva Pedagotech 2024
Introdução:- Este é o último episódio de 2024, mas voltaremos no dia 12 de janeiro com novos conteúdos.- Agradecimento aos ouvintes por acompanhar a Pedagotech ao longo do ano.- Convite para apoiar a Pedagotech em 2025 por meio de assinaturas no Substack.Retrospectiva de 2024:Ferramentas e Estratégias para Organização:- Episódios sobre como professores podem se organizar utilizando tecnologia (Google Agenda, Drive, Kami) e métodos analógicos.- Discussão sobre equilibrar práticas digitais e tradicionais.Inteligência Artificial na Educação:- A consolidação da IA no ambiente escolar.- Exploração de ferramentas como ChatGPT e Gemini, destacando suas utilidades e limitações.- Reflexões sobre a necessidade de pensamento crítico por parte dos educadores.Bem-Estar dos Professores:- Série sobre saúde mental docente e a toxicidade em ambientes escolares.- Soluções para melhorar o ambiente de trabalho, incluindo escuta ativa e limites saudáveis.Ensino Bilíngue e Currículos Internacionais:- Série especial sobre IPC e IB, com foco em suas adaptações para a BNCC.- Discussão sobre bilinguismo como habilidade cultural e cognitiva.Repensando o Sistema Educacional Brasileiro:- Reflexões sobre como tornar a educação mais inclusiva, inovadora e alinhada às demandas globais.- Propostas de ensino mais humanizado e currículos integradores.Olhando para 2025:- Convite para que os ouvintes compartilhem:-- Temas que impactaram suas práticas pedagógicas em 2024.-- Desafios e questões a serem abordados no próximo ano.-Planos para 2025:--Mais exemplos práticos, trilhas de aprendizagem personalizadas e debates sobre a educação brasileira.--Reforçar o compromisso de integrar pedagogia e tecnologia para beneficiar professores e alunos.Encerramento:-Agradecimento pela parceria em 2024.-Desejo de um 2025 repleto de crescimento, inovação e colaboração.Extra:-Convite para conhecer a segunda newsletter, Diplobrat, onde compartilho histórias da minha trajetória como filho de diplomata, músico e educador.Encerramento com Felicitações:-Desejo de um Feliz Ano Novo a todos os ouvintes! This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Resgatando o Amor pela Leitura
Introdução* Cenário atual da leitura no Brasil* Dados do INAF: apenas 12% da população brasileira é proficiente em leitura.* Reflexão sobre o impacto do analfabetismo funcional no país.* A perda do hábito de leitura entre os jovens* Como as mudanças tecnológicas e sociais afastaram muitos jovens dos livros.* A importância de resgatar a leitura como ferramenta de aprendizado e crescimento pessoal.Programa de Leitura Paralelo* O que é um programa de leitura paralelo?* Conceito de integrar um clube do livro ao ensino de inglês.* Benefícios para os alunos:* Ampliação do vocabulário.* Exposição a estruturas gramaticais de forma natural e contextualizada.* Desenvolvimento do pensamento crítico e da empatia.* Como implementar:* Cronograma flexível: leituras ajustadas à rotina dos alunos.* Discussões semanais: debates em grupo para troca de ideias.* Uso de ferramentas digitais: aplicativos, plataformas colaborativas e ferramentas de videoconferência para engajamento.Literatura e Tecnologia: Reinventando o Ensino* Estratégias para unir literatura e tecnologia:* Como a tecnologia pode revitalizar o interesse pela leitura.* Exemplos práticos:* Clubes do livro digitais: encontros online para discussão de obras.* Adaptação criativa: transformar cenas de livros em reels ou vídeos curtos.* Linhas do tempo interativas: usar ferramentas como o Padlet para criar timelines de histórias.Experiências Imersivas e Conexão Pessoal* Como tornar a leitura envolvente:* Usar atividades que conectem os alunos emocionalmente às histórias.* Ideias práticas:* Feiras literárias: alunos caracterizados como personagens de obras.* Dramatizações: encenação de trechos para explorar emoções e linguagem.* Conexão pessoal: atividades que incentivem os alunos a relacionarem a literatura com suas próprias vidas e experiências.Conclusão e Chamada para Ação* A literatura como ferramenta essencial:* Reforçar a importância da leitura no desenvolvimento crítico, emocional e cultural.* Convite aos professores:* Testar abordagens inovadoras e criativas para engajar os alunos com a leitura.* Interação com os ouvintes:* Pedir para os ouvintes compartilharem suas experiências e ideias sobre como aproximar os jovens dos livros.* Incentivar feedback e sugestões de temas para futuros episódios. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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33 - O que podemos aprender com o "Transition Year" irlandês?
This is a free preview of a paid episode. To hear more, visit pedagotech.substack.comNeste episódio, exploramos a curiosa ideia do "Transition Year" no sistema educacional irlandês — um ano letivo entre os ciclos de ensino médio que permite aos alunos explorarem diferentes disciplinas e atividades sem a pressão de provas e avaliações. Discutimos como esse modelo incentiva a descoberta de interesses e talentos pessoais, com experiências …
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A Importância do Professor na Era da Tecnologia
Notas de Podcast: A Importância do Professor na Era da Tecnologia1. Introdução - Abertura do episódio e apresentação do tema: o papel do professor na era da tecnologia e IA. - Promoção especial: 44% de desconto na assinatura anual da Pedagotech.2. O Professor como Guia Tecnológico - Reflexão sobre o fácil acesso à informação e como a tecnologia é uma ferramenta que precisa ser bem usada. - O professor ajuda os alunos a filtrar informações e desenvolver habilidades críticas.3. Personalização e Empatia - Professores adaptam métodos para as necessidades individuais dos alunos, algo que a tecnologia não consegue fazer. - Ferramentas como Google Classroom ajudam, mas não substituem a intuição e empatia humanas.4. A Força da Conexão Humana - A importância da conexão e do impacto pessoal que o professor tem na vida dos alunos. - Professores inspiram, desafiam e motivam de maneiras que as máquinas não conseguem.5. Preparando para o Futuro - O papel dos professores em desenvolver habilidades essenciais para o futuro, como criatividade e empatia.6. Encerramento - Recapitulação rápida e reforço da promoção. - Agradecimentos e convite para se tornarem assinantes da Pedagotech.http://pedagotech.substack.com/subscribe_________Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Music: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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A Importância do Brincar no Desenvolvimento Infantil
IntroduçãoSaudação aos ouvintes e introdução ao tema do episódio.Explicação da importância do brincar no desenvolvimento das crianças, especialmente durante a infância.Relacionar o episódio à Semana das Crianças e a importância de refletir sobre o papel do brincar.Segmento 1: O que é o brincar livre e imaginativo?Definir o brincar livre e imaginativo: a criança como protagonista, escolhendo como e o que brincar.Explicar a diferença entre brincadeiras livres e jogos estruturados com regras, como “jogo da cobrinha” ou “jogos de tabuleiro”.Enfatizar a importância da liberdade de escolha no brincar.Segmento 2: Jean Piaget e o Brincar no Desenvolvimento CognitivoIntroduzir Jean Piaget e suas teorias sobre o desenvolvimento infantil.Explicar como o brincar se encaixa nos estágios do desenvolvimento de Piaget, principalmente no estágio pré-operacional (até os 7 anos), onde o pensamento simbólico se desenvolve.Relacionar a importância do brincar com o aprendizado de habilidades cognitivas como a resolução de problemas e o pensamento crítico.Segmento 3: Maria Montessori e o Brincar como AutoeducaçãoApresentar Maria Montessori e sua abordagem educacional, que integra o brincar com o aprendizado prático.Discutir como Montessori defendia que o brincar e o aprender não estão separados, mas sim integrados.Falar sobre a importância de proporcionar às crianças um ambiente preparado, onde possam explorar livremente e aprender por meio de atividades significativas.Segmento 4: Brincar e Aprender: Não São ContrapontosExplorar a ideia de que o brincar e o aprendizado formal não são opostos, mas podem coexistir.Trazer a visão de Piaget sobre o aprendizado ativo e como o brincar contribui para a construção do conhecimento.Mostrar como Montessori integrou brincadeiras a atividades que também envolvem aprendizado prático e autodescoberta.Segmento 5: Quando o Brincar Dá Lugar ao Aprendizado Formal?Abordar a questão de quando deve ocorrer a transição do brincar livre para o aprendizado formal.Explicar que não há um ponto de transição fixo; Piaget e Montessori sugerem que o brincar e o aprendizado formal podem acontecer em paralelo.Discutir exemplos práticos, como o modelo de educação nórdico, onde as crianças começam a educação formal mais tarde, mas não deixam de aprender por meio de brincadeiras.Segmento 6: A Importância do Equilíbrio Entre Brincar e AprenderConcluir destacando que, embora o aprendizado formal seja importante, o brincar livre não deve ser negligenciado.Ressaltar como o brincar desenvolve habilidades críticas para a vida e como pais e educadores podem incentivar essa prática.Encorajar os ouvintes a refletirem sobre como podem promover mais oportunidades de brincadeira livre para as crianças em suas vidas.EncerramentoAgradecer aos ouvintes por acompanharem o episódio.Convidar para seguirem o podcast e compartilharem suas próprias experiências ou perguntas sobre o tema do brincar.Finalizar com uma mensagem especial para a Semana das Crianças, reforçando a importância de proporcionar às crianças um tempo de qualidade para brincar e explorar. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Google Coach
Descrição: No episódio de hoje, compartilho uma experiência prática de coaching com uma professora do Ensino Médio, enfrentando desafios comuns a muitos educadores: como engajar alunos tímidos, monitorar o progresso de todos e oferecer feedback individual eficaz.Durante nosso ciclo de coaching, implementamos atividades como caça ao tesouro, rotação por estações e realidade virtual, trazendo novas dinâmicas para a sala de aula e transformando a experiência de aprendizagem dos alunos.Você também verá como o feedback personalizado pode aumentar a confiança dos estudantes e melhorar seus resultados de forma significativa.Se você é professor e enfrenta desafios semelhantes, saiba que ofereço serviços de coaching personalizados. Descubra como podemos trabalhar juntos para elevar o nível de aprendizado dos seus alunos!Destaques do Episódio:Adaptação para o ensino online durante a pandemiaDesafios enfrentados por professores no uso de tecnologiaMetodologias ativas: caça ao tesouro e rotação por estaçõesA integração de Realidade Virtual como ferramenta pedagógicaA importância do feedback individualizado em sala de aula______Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Music: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O Impacto do Banimento de Celulares nas Salas de Aula
Recentemente, me deparei com um artigo da CartaCapital sobre o assunto do banimento dos celulares em sala de aula. Em resumo, o governo brasileiro, por meio do ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a intenção de enviar ao Congresso um projeto de lei com o objetivo de banir o uso de celulares nas salas de aula de todo o país. A proposta, que depende da palavra final do presidente Lula, é, segundo o artigo, justificada por estudos internacionais, como o da UNESCO, que apontam para os efeitos negativos da exposição excessiva às telas, especialmente entre crianças e adolescentes. Além de questões relacionadas ao aprendizado, o relatório também destaca preocupações com a saúde mental.Leia mais sobre o assunto da UNESCO nest post:Bom, já sabemos que o debate sobre o uso de tecnologia em sala de aula é antigo e polarizado. Por um lado, o celular pode ser visto como uma ferramenta disruptiva, gerando distrações e prejudicando o foco dos alunos. Por outro, ele oferece uma infinidade de possibilidades educativas, desde o acesso a informações até o uso de aplicativos que complementam o conteúdo escolar.Ano passado, a cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, já implementou o banimento de celulares nas escolas municipais por meio de um decreto. No entanto, a discussão levanta questões sobre como equilibrar o uso saudável da tecnologia com a necessidade de garantir que o aprendizado em sala de aula aconteça de forma eficaz.Reflexão Pedagógica e TecnológicaComo educadores, é importante refletirmos sobre o papel das telas no ambiente de aprendizagem. Será que banir completamente os celulares é a solução? Ou devemos investir em políticas de uso consciente da tecnologia em sala de aula, capacitando tanto professores quanto alunos a utilizarem esses recursos de maneira responsável e produtiva?Uma alternativa interessante seria o uso planejado de tecnologia em sala de aula. Ao invés de permitir o uso indiscriminado de celulares, as escolas poderiam fornecer laptops, Chromebook ou tablets em momentos específicos, previamente planejados, para atividades que realmente exijam ferramentas digitais. Essa abordagem permitiria que a tecnologia desempenhasse um papel educativo, sem as distrações causadas pelo uso pessoal e não supervisionado dos celulares.Aqui na Pedagotech, sempre buscamos integrar a pedagogia com a tecnologia de forma equilibrada. Por isso, gostaria de saber a sua opinião, leitor. Qual é a sua visão sobre o uso de celulares nas salas de aula? Você acredita que um banimento total seria benéfico ou prejudicial para o processo de ensino-aprendizagem? E o uso de dispositivos fornecidos pelas escolas, como laptops ou tablets, seria uma solução viável?Pesquisa para Leitores:Como parte dessa discussão, gostaria de convidá-lo a participar de uma pesquisa rápida sobre o uso de celulares na educação. Suas respostas nos ajudarão a entender como a tecnologia impacta sua prática pedagógica e o que podemos fazer para equilibrar essa relação entre o digital e o presencial. This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Guia da Unesco para Regulamentação da IA
This is a free preview of a paid episode. To hear more, visit pedagotech.substack.comTítulo do Episódio: Guia da Unesco para Regulamentação da IA: Montando uma Política de Uso de IA para EscolasDescrição do Episódio: Neste episódio, discutimos a importância da regulamentação do uso de Inteligência Artificial nas escolas, baseando-nos no guia da Unesco. Exploramos preocupações como privacidade de dados, vieses algorítmicos, transparência, dependência excessiva da tecnologia, e acesso equitativo. Além disso, destacamos os sete passos sugeridos pela Unesco para garantir o uso ético e responsável da IA em ambientes educacionais. Um guia prático para escolas que desejam adotar a IA de forma segura e eficaz.Pontos Principais:Importância de regulamentar o uso da IA nas escolas.Principais preocupações: privacidade de dados, vieses algorítmicos, transparência, dependência tecnológica, e acesso equitativo.- Sete passos da Unesco para regulamentar a IA:- Definição de diretrizes claras.- Limite de idade para uso de IA em escolas.- Formação de educadores no uso de IA.- Proteção de dados dos alunos.- Responsabilidade dos fornecedores de IA.- Prevenção do uso excessivo da tecnologia.- Avaliação contínua do impacto da IA na educação.- A necessidade urgente de regulamentação em escolas que ainda não possuem políticas institucionais sobre IA.Link para o Post Original: https://open.substack.com/pub/pedagotech/p/guia-da-unesco-para-regulamentacao?r=22ncgb&utm_campaign=post&utm_medium=web&showWelcomeOnShare=trueSiga e Assine: Se você gostou do episódio, não deixe de seguir nosso podcast e compartilhar com seus colegas. Para mais discussões sobre pedagogia e tecnologia, assine nossa newsletter Pedagotech
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Maneirando a carga cognitiva
This is a free preview of a paid episode. To hear more, visit pedagotech.substack.comDescrição do Episódio: Neste episódio, exploramos a teoria da carga cognitiva e sua aplicação prática no ambiente educacional. Entenda como a memória de trabalho e a memória de longo prazo influenciam o processo de aprendizagem, e descubra como técnicas como o "Show Call" podem ajudar a otimizar a instrução em sala de aula. Acompanhe exemplos práticos q…
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Ensinar a escrever pode ser uma maneira de ensinar, ponto final.
This is a free preview of a paid episode. To hear more, visit pedagotech.substack.comEsta é a versão do podcast do texto publicado no Substack.Para ler o texto completo ou ouvir o podcast na sua integra ASSINE AQUI. É baratinho.
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A Tentação do Rascunho Fácil: IA na Escrita Acadêmica
Neste episódio, Marcelo compartilha como sua mente acelerada encontrou organização com a ajuda do ChatGPT, transformando seu processo de escrita. Ele reflete sobre o impacto dos modelos de linguagem de grande escala nas salas de aula, especialmente o uso da IA para gerar primeiros rascunhos. A discussão aborda as implicações éticas e educacionais desse uso, destacando a importância de valorizar o verdadeiro propósito da escrita: explorar, conectar e criar conhecimento. Marcelo também apresenta a ideia do "inconsciente computacional" e como isso pode influenciar os textos gerados por IA. Por fim, ele defende a necessidade de resistir à tentação dos atalhos e incentivar os alunos a enfrentarem os desafios da escrita, fortalecendo assim seu pensamento crítico e criatividade.Assine em http://pedagotech.substack.com This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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"Be Our Guest In The Classroom" | Parte 5
Neste episódio, discutimos como capacitar alunos a usarem inteligência artificial de forma responsável, inspirados no livro 'Be Our Guest: Perfecting the Art of Customer Service', de Theodore B. Kinni. Exploramos as preocupações atuais sobre o uso da IA por estudantes para completar redações e destacamos a importância de uma abordagem ética e honesta no uso dessas ferramentas. Também compartilhamos estratégias para educadores incentivarem práticas responsáveis, ajudando os alunos a entenderem que a integridade acadêmica é fundamental e que não é possível enganar os professores com textos gerados por IA. Venha descobrir como podemos transformar esses desafios em oportunidades de aprendizado significativo!http://pedagotech.substack.com This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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A Busca pela Qualidade
Neste episódio, discutimos os requisitos para ser professor no Brasil, conforme estabelecido pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Exploramos como a formação de docentes deve ser realizada em nível superior, por meio de cursos de licenciatura ou graduação plena, e a importância da formação contínua para garantir a qualidade do ensino. Analisamos também um estudo recente sobre o impacto da formação docente no desempenho dos alunos, destacando os desafios e as oportunidades para melhorar a educação básica no país. Para saber mais e acessar conteúdos exclusivos, assine nosso blog e fique por dentro das últimas novidades na área da educação.Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Music: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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CLIL - Content and Language Integrated Learning
This is a free preview of a paid episode. To hear more, visit pedagotech.substack.comO CLIL (Content and Language Integrated Learning) é uma forma de ensino que integra o aprendizado de uma língua estrangeira com o ensino de outras disciplinas, como ciências, história e geografia.É uma abordagem vantajosa que pode levar ao desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais, além de preparar os alunos para um futuro globalizado.___________Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Music: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)
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E como será que podemos juntar tudo?
This is a free preview of a paid episode. To hear more, visit pedagotech.substack.comMusic: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)
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Drops 5 | Programa de Bacharelado Internacional
Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Currículo Primário Internacional
Semana passada contei sobre minha experiência pessoal com escolas internacionais e minha saga para encontrar uma escola para minhas filhas.O Coração na Educação: Construindo Escolas com PropósitoMarcelo Hosannah·Mar 17Read full storyMencionei também que existem dois grandes currículos internacionais, que permitem às escolas trabalharem de forma padronizada e com foco em habilidades globais, preparando os alunos para o sucesso em um mundo cada vez mais interligado. São eles o:* International Baccalaureate (IB), que era o currículo usado na maioria das escolas onde estudei;* International Primary Curriculum (IPC), que parece ser o currículo mais popular nas escolas bilíngues aqui no Brasil. Este é o usado na escola das minhas filhas e também na escola montada pelo instituto binacional onde eu trabalho.Quero explorar um pouco mais sobre esses dois currículos e, finalmente, montar uma sugestão de uso desses currículos que, enquanto sigam os eixos da BNCC, ajudem os alunos a irem além.Vamos lá?O que é IPCNo post de hoje, vou expor o que eu sei sobre o International Primary Curriculum. Tudo que achei é um breve resumo so que o IPC é, com um ou outro documento expondo um pouco mais sobre as funcionalidades internas do currículo. Acho que para ter acesso ao material tem que pagar mesmo. Vou ver se consigo mais informação lá na escola das minhas filhas….Enquanto isso, sei que o IPC é apenas uma parte de três programas do mesmo currículo international. São eles:* International Early Years Curriculum (IEYC), que é referente ao ensino infantil* International Primary Curriculum (IPC), que é referente ao Ensino Fundamental - Anos Iniciais* International Middle Years Curriculum (IMYC), que é referente ao Ensino Fundamental Anos Finais.Esse programa não contempla o Ensino Médio, e é aí que entro com o programa IB. Mas vamos por partes…Vou focar no IPC, o currículo equivalente ao FUND I, porque entendo que o ensino infantil precisa focar mais no desenvolvimento socioemocional e não precisa ter um rigor acadêmico tão presente. Contudo, isso não quer dizer que eu não ache que o Ensino Infantil não possa se beneficiar de um currículo internacional, especialmente em um contexto bilíngue. Nada desse papo de esperar até os 10 anos de idade para aprender inglês. A janela do bilinguismo está aberta até por volta dessa idade, logo, o melhor é começar o mais cedo possível.Segundo a escola Paragon International School, na Malásia:O International Primary Curriculum (IPC) é um currículo abrangente, temático e criativo para crianças de 3 a 12 anos, com um processo claro de aprendizagem e metas de aprendizagem específicas para cada disciplina, para desenvolver uma perspectiva global e para a aprendizagem pessoal.O IPC foi projetado para garantir uma aprendizagem rigorosa, mas também para ajudar os professores a tornar toda a aprendizagem envolvente, ativa e significativa para as crianças. A aprendizagem com o IPC adota uma abordagem global; ajudando os alunos a conectar sua aprendizagem ao local onde estão vivendo agora, bem como a olhar para a aprendizagem a partir da perspectiva de outras pessoas em outros países. O IPC é usado por escolas em mais de 90 países ao redor do mundo.Como o IPC funcionaAchei bem difícil achar conteúdo que explique bem, ou que forneça exemplos de como o IPC funciona na prática. Uma das melhores fontes que achei for esse webinário da Fieldwork Education. Nele, os consultores expões como ajudam escolas britânicas implementam o currículo nacional britânico em conjunto com o IPC em um contexto internacional.Bom, pelo que consegui compilar sobre o IPC, sabemos que o currículo contempla várias disciplinas como Language Arts (artes da linguagem em tradução livre), matemática, ciências, tecnologia da informação, história, geografia, arte, música, educação física e estudos sociais. O currículo trabalha com o que eles chamam de “Unidades de Aprendizagem”, que são baseadas em tópicos e incluem temas para ajudar as crianças a entender como diferentes áreas do currículo se interligam. Existem três “marcos” (mileposts) de aprendizagem para diferentes faixas etárias, cada um contendo unidades adaptadas para essa faixa etária. O IPC visa desenvolver não apenas conhecimento acadêmico, mas também características pessoais como resiliência, comunicação, cooperação e adaptabilidade.Design do CurrículoO IPC é projetado para ser envolvente, rigoroso e agradável para alunos do ensino fundamental. Ele trabalha com a natureza transformadora da aprendizagem com o objetivo de ensinar a aprender. O currículo é abrangente, baseado em pesquisa e fundamentado em evidências.Ele é dividido em 3 objetivos de aprendizagem:* Objetivos pessoais (Personal Learning goals)* Objetivos de conteúdo (Subject Learning goals)* Internacionais (Internacional)Essas unidades de aprendizagem são flexíveis o suficiente para serem utilizadas no contexto local da escola. Por exemplo, em alguns países, as escolas já começam o ensino mais acadêmico aos cinco anos de idade, enquanto em outros países, aos seis anos.Abordagem de AprendizagemO IPC oferece às crianças oportunidades para explorar vários temas envolventes em contextos locais, nacionais e internacionais. O foco está sempre em ajudar as crianças a aprender. Assim, as unidades oferecem trabalhos e exercícios com base em projetos e tarefas (PBL, TBL) de aprendizagem que respeita como as crianças aprendem melhor em uma faixa etária específica. O currículo é projetado em torno de um processo claro de aprendizagem e tem metas específicas de aprendizagem para cada matéria, objetivos pessoais e aprendizagem internacional.Unidades de TrabalhoO IPC consiste em mais de 130 unidades temáticas de trabalho. As unidades são baseadas em temas globalmente relevantes que são relevantes tanto às crianças quanto aos professores. Elas são interdisciplinares e cobrem disciplinas como geografia, arte, ciências, história, música e tecnologia.ImplementaçãoO IPC é utilizado em escolas de mais de 90 países diferentes e é um dos currículos que mais está sendo adotado no mundo hoje, muito por causa da sua flexibilidade para trabalhar esse alinhamento com currículos nacionais. Ele usado por escolas em países diversos como Suazilândia, Malásia, Catar, Japão, Rússia, Reino Unido e, é claro, Brasil. Só no Reino Unido, segundo o webinário, o IPC está presente com quase 1.000 escolas, incluindo escolas de ensino fundamental públicas e privadas.ConclusãoEnfim, o que aprendi pesquisando isso tudo?Entendi que o IPC é um currículo abrangente e envolvente projetado para alunos com idades entre 5 e 11 anos. Ele é orientado por pesquisas internacionais e baseadas em evidências e tem como objetivo apoiar o desenvolvimento holístico dos alunos. O IPC consiste em unidades temáticas de trabalho que cobrem uma ampla gama de disciplinas e são projetadas para melhorar a aprendizagem das crianças. Ele é usado em escolas ao redor do mundo e pode ser alinhado com as diretrizes do currículo nacional em certos países. (Valeu pelo resumo, ChatGPT) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O Coração na Educação: Construindo Escolas com Propósito
Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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O Coração na Educação: Construindo Escolas com Propósito
“Revolucionando o Sistema Educacional Brasileiro”Sim.Esse título é bem pretensioso…Nem sei se é possível fazer isso. Talvez apenas no campo da teoria. E como, teoricamente, podemos tudo, vamos teorizar.A minha experiência em escolas internacionais, tanto nacionalmente quanto internacionalmente, já faz muito tempo. Já contam décadas. Mas foi muito marcante. Tenho ótimas lembranças dos quase 10 anos que estudei fora. Dos professores, do ambiente escolar, da confraternização com colegas de, literalmente, todos os cantos do mundo. Tanto que estou aqui, sem conseguir fugir do ramo da educação. O mais próximo que consegui encontrar disso aqui no Brasil, sem contar as escolas internacionais, das quais também tenho quase 8 anos de ótimas lembranças, foi no ensino do inglês como língua estrangeira.Quando chegou a minha hora de buscar uma escola para as minhas filhas, o trauma das péssimas experiências que tive nas escolas onde estagiei, enquanto eu cursava Pedagogia, voltaram para me assombrar. Fui, com muita desconfiança, visitar várias escolas. Saí correndo da maioria. Mas consegui encontrar algumas poucas que tinham o coração no lugar certo. Faltava, talvez, experiência em administração escolar (ou até administração em geral digo isso porque minha primeira formação foi em administração), mas vai… me resignei. É o que temos, então a gente vai se ajudando.Eu estou muito longe de conseguir prover, às minhas filhas, o privilégio que eu tive quando jovem. Mas eu fico querendo oferecer uma visão mais abrangente do mundo. Quero que elas possam interagir com o mundo quando a oportunidade se apresentar a elas.Mas como fazer isso?A creche onde elas “estudavam” passou por uma reestruturação no pós pandemia, quando adotaram um “método de ensino” de uma grande editora supostamente especializada em educação. Meu “sentido aranha” disparou..Tem algo errado aqui…O instituto binacional onde trabalho fornecia aulas de inglês para essa escola. Eles quebraram o contrato e adoraram outro sistema de ensino enlatado que não valia nada para o inglês, contrataram professoras com conhecimento menos que básico do idioma, e passaram a anunciar para todos que agora seriam uma escola bilíngue: teriam “aulas de inglês” todos os dias! Olha que legal! diziam eles…Oi?!?!?Desde quando ter “aulas de inglês” todos os dias faz uma escola ser bilíngue?!? Eu estudei em escolas bilíngues. As aulas eram EM inglês. O que é bem diferente. Aulas DE inglês e Aulas EM inglês. Não acham?No meu conceito, para uma escola ser bilíngue, ela precisa dividir o tempo de ensino nos dois idiomas em 50/50: metade do tempo em um idioma e metade do tempo em outro. Eu tinha aulas de matemática em espanhol pela manhã e de novo pela tarde em inglês. História em espanhol e geografia em inglês. É meio a meio.Foi quando, eu já quase surtando, a sorte de uma pequena escola, com uma proposta pedagógica desenvolvia por uma dissidente de onde eu trabalho, abriu bem pertinho da creche das meninas.100% do tempo em inglês para o ensino infantil? 50/50 no fundamental?! Caramba?!? São bilíngues de verdade!Mas é caro e meio…Tem desconto vitalício para aluno fundador!!!Ficou só um pouco mais caro que a creche?!?Tchau, creche. FuiOu melhor: fomos…Já alguns anos se passaram. Estou feliz com a nossa escolha. Não posso dizer que tem sido tudo um mar de rosas. Parece que a falta de conhecimento em administração escolar é onipresente nesta terra… enfim, papo para outro post.Aos pouco fui entendendo como que eles estão trabalhando essa questão do bilinguismo. Afinal, temos a BNCC para seguir.A escola nos explicou que o currículo em inglês que eles usam é o International Primary Curriculum (IPC - pronunciado “AI-PI-SI”). E eles usam esse currículo para atender a BNCC e ir além em línguas estrangeiras, geografia, matemática e outras vertentes.Eu não conhecia o IPC. Eu conhecia o Advanced Placement (AP - “ÊI-PI”), que é o programa de estudos avançados no Estados Unidos, e o International Baccalaureate Program (IB - “AI-BI”), que, na minha cabeça, era o programa europeu. Depois que fui entender que IB é muito mais internacionalizado, sendo muito adotado na Ásia também.Achei muito interessante essa fusão entre a BNCC e o IPC que eles estão fazendo.Acabou que a instituição binacional onde trabalho abriu uma escola, também bilíngue, e também adotaram o IPC como componente complementar à BNCC. Essa escola fica muito longe de onde eu moro e é tempo integral. Achamos melhor deixar nossas filhas onde estão. Mas fiquei intrigado.Porquê o IPC e não o IB?Para esta e outras respostas, acompanhe para o próximo post.____________Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Music: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Pedagotech é uma publicação apoiada por vocês, leitores. Para receber novos posts e apoiar meu trabalho, considere tornar-se um assinante gratuito ou pago. 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IA no design de experiências educacionais
Descubra como a fusão entre educação e inteligência artificial está moldando o futuro da aprendizagem neste podcast emocionante. Explore o método DOMS™ para criar experiências de aprendizagem eficazes e saiba como a IA está sendo aplicada na prática, desde análises de dados até a geração de ideias de design. Junte-se a nós enquanto mergulhamos em atividades práticas e reflexões sobre o impacto transformador da IA na educação. Prepare-se para uma viagem fascinante rumo ao futuro da educação!The following music was used for this media project:Music: Happy Indie Pop by WinnieTheMoogFree download: https://filmmusic.io/song/6777-happy-indie-popLicense (CC BY 4.0): https://filmmusic.io/standard-licenseMusic: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Drops 2 | Ad Astra e bilinguismo
Em uma conversa com minha esposa, conversamos sobre a escola do Elon Musk e como ele não acredita em ensinar outros idiomas. Mas será que isso não ajudaria no reprojeto da escola dele?***Music: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Sobre avaliações e IA
Se estivermos aplicando avaliações que um robô pode completar, o que isso diz sobre nossas avaliações? Então, o que as escolas podem fazer sobre IA? Será que as escolas estão prontas para lidar com o impacto de LARGE LANGUAGE MODELS (LLMs, na sigla em inglês) como o ChatGPT? Estes e outros assuntos no nosso podcast de hoje. The following music was used for this media project:Music: Happy Indie Pop by WinnieTheMoogFree download: https://filmmusic.io/song/6777-happy-indie-popLicense (CC BY 4.0): https://filmmusic.io/standard-licenseMusic: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Uma aula Construtivista
Vamos pensar numa aula onde aplicamos o que temos de melhor dos pensadores construtivistas. Neste episódio do podcast, compartilho um pouco da minha experiência em uma sala de aula piagetiana, logo no início da minha carreira de professor de inglês. Um aprendizado que carrego comigo até hoje é sempre prover uma variedade de atividades, pois cada aluno aprende melhor de um jeito. Não tem jeito certo de aprender, por isso cabe a nos, professores, a oferecer a maior variedade de estímulos em sala. Pedagotech tem como objetivo ajudar educadores a repensar e reformular o ensino. Assine gratuitamente e receba este conteúdo diretamente no seu email. Mas se você achar que nosso trabalho tem valor e gostaria de contribuir, considere uma das assinaturas pagas. Agradeço o voto de confiança!The following music was used for this media project:Music: Happy Indie Pop by WinnieTheMoogFree download: https://filmmusic.io/song/6777-happy-indie-popLicense (CC BY 4.0): https://filmmusic.io/standard-licenseMusic: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0) This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Drops 1 | Escolas Bilíngue
* Sobre escolas que se chamam bilíngues versus a verdade* O cérebro bilíngue - quando começar a estudar um novo idioma?Music: Punk Rock Intro by TaigaSoundProdFree download: https://filmmusic.io/song/10454-punk-rock-introLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Music: Loopster by Kevin MacLeodFree download: https://filmmusic.io/song/4991-loopsterLicense: Attribution 4.0 International (CC BY 4.0)Pedagotech tem como objetivo ajudar educadores a repensar e reformular o ensino. Assine gratuitamente e receba este conteúdo diretamente no seu email. Mas se você achar que nosso trabalho tem valor e gostaria de contribuir, considere uma das assinaturas pagas. Agradecemos o voto de confiança! This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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ChatGPT e 10 dicas para professores em 2023
O ChatGPT, da Open AI, é uma inteligência artificial conversacional para todos disfrutarem. Lá, você pode conversar, pedir dicas, pedir para que escreva uma redação... enfm....Eu pedi para o ChatGTP me dar 10 dicas para professores em 2023. Segue a sua resposta: I'm sorry, but I'm unable to predict new developments or trends that may occur in 2023, as my training data only goes up until 2021 and my browsing capabilities are disabled. However, I can give you an idea of some general topics and technologies that teachers may find useful to learn more about in order to improve their teaching. Virtual and remote teaching technology and best practices Strategies for teaching diverse student populations Integrating technology into the classroom Understanding and addressing the impact of trauma on learning Differentiated instruction Assessment and data analysis Pedagogy and teaching methodologies Educational policy and advocacy Curriculum development Mindfulness and self-care for teachersMuito bom, né? Segue, então, minha interpretação e análise sobre essas dicas. _____The following music was used for this media project:Music: Cocktails And Lobsters by Alexander NakaradaFree download: https://filmmusic.io/song/4791-cocktails-and-lobstersLicense (CC BY 4.0): https://filmmusic.io/standard-licenseArtist website: https://www.serpentsoundstudios.com/Music: Happy Indie Pop by WinnieTheMoogFree download: https://filmmusic.io/song/6777-happy-indie-popLicense (CC BY 4.0): https://filmmusic.io/standard-license--- Send in a voice message: https://anchor.fm/marcelo-hosannah/message This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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02.05 | Certificações Google Para Educadores
ara pAs certificações do Google para Educadores são Educador Nível 1 Educador Nível 2 Treinador Coach InovadorAcesse https://edu.google.com/intl/ALL_br/for-educators/certification-programs/product-expertise/?modal_active=none para mais informações_______________The following music was used for this media project:Music: Cocktails And Lobsters by Alexander NakaradaFree download: https://filmmusic.io/song/4791-cocktails-and-lobstersLicense (CC BY 4.0): https://filmmusic.io/standard-licenseArtist website: https://www.serpentsoundstudios.com/Happy Indie Pop by WinnieTheMoogLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/6777-happy-indie-popLicense: https://filmmusic.io/standard-license--- Send in a voice message: https://anchor.fm/marcelo-hosannah/message This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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02.04 | Planilhas
As planilhas Google são ferramentas indispensáveis da sala de aula. Vamos ver 5 dicas do que podemos aprender e como usar planilhas no dia-a-dia da educação. _______________________________________________The following music was used for this media project:Music: Cocktails And Lobsters by Alexander NakaradaFree download: https://filmmusic.io/song/4791-cocktails-and-lobstersLicense (CC BY 4.0): https://filmmusic.io/standard-licenseArtist website: https://www.serpentsoundstudios.com/Music: Happy Indie Pop by WinnieTheMoogLink: https://incompetech.filmmusic.io/song/6777-happy-indie-popLicense: https://filmmusic.io/standard-license--- Send in a voice message: https://anchor.fm/marcelo-hosannah/message This is a public episode. If you'd like to discuss this with other subscribers or get access to bonus episodes, visit pedagotech.substack.com/subscribe
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Olá professoras e professores do século 21! Bem-vindos à Pedagotech. Aqui vamos discutir estratégias para quebrar aquela aula monótona e trazer a sala de aula para o século 21. Combinando estratégias pedagógicas comprovadas com o poder da tecnologia, é possível dinamizar as experiências de aprendizagem de seus alunos. Seja você um novato ou um especialista em tecnologia, certamente sairá com novas ideias e estratégias para usar em sala amanhã! pedagotech.substack.com
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