PODCAST · leisure
piratas da Internet
by pirata tv
O canal dos piratas da internet , vamos conversar tudo sobre pirataria e internet não nessa ordem mas vem pra zuera que vai ser legal
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EP28 Como escapar do capitalismo de cassino saia do jogo marcelo hacker
Saia do Jogo:Como hackear o cassino do capitalismo tardio e construir o que vem depois Descrição: Você já sentiu que a economia atual parece um jogo onde as regras foram feitas para você perder? Neste episódio, exploramos as ideias centrais da obra de Marcelo Hacker, que analisa como o Brasil se transformou em um verdadeiro "cassino" global. Discutimos a falência do contrato social do trabalho e como fenômenos como as bets (apostas online), o day trade e a "uberização" estão sequestrando a nossa saúde mental e o nosso tempo. Com 72% dos trabalhadores brasileiros sofrendo de burnout, fica a pergunta: como sair desse ciclo de "ganhar dinheiro para pagar o que deve para ganhar dinheiro"?. Mas este não é um episódio apenas sobre crises. É sobre o plano de fuga e as ferramentas reais que já existem fora do cassino:Moedas Sociais e Bancos de Tempo: Conheça experiências como o Banco Palmas, que provam que outra economia, focada na comunidade e no cuidado, é possível há décadas.Cooperativismo 2.0: Como entregadores e trabalhadores estão retomando o poder através de plataformas como a CoopEntrega BH, onde o trabalhador é, de fato, o dono.Tecnologia Cívica Brasileira: O papel de redes como o HackNet e o Unidos do Brasil na criação de uma infraestrutura digital independente do Vale do Silício.Acompanhe a trajetória de "Ricardo", um espelho de tantos brasileiros que decidiram parar de apostar no sistema e começaram a construir alternativas locais e solidárias. A revolução já começou e ela é silenciosa, teimosa e capilar. Você está pronto para sair do jogo? Destaques do episódio:A farsa do investimento vs. a produção de valor real.A "HiperNormalização": por que paramos de reagir aos absurdos do sistema financeiro.O fim do ciclo do dólar e a ascensão de novas moedas.Passos práticos para iniciar sua própria desobediência civil financeira hoje mesmo.
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EP27 Como o Neoliberalismo Moldou Nossas Vidas
Neste episódio, mergulhamos na complexa engrenagem do capitalismo tardio e como a revolução digital está implodindo as velhas estruturas de poder. Por que o Brasil não conseguiu surfar a onda do trabalhismo mundial no século XX? Como a "pirataria" e as IAs abertas estão transformando o conhecimento em um bem comum universal, desafiando o lucro das megacorporações?O que você vai ouvir neste episódio:• O Brasil e o Trabalhismo Perdido: Entenda como o período de "era de ouro" do capitalismo mundial foi deturpado no Brasil por regimes burocrático-autoritários e pela ditadura militar, que focaram no acúmulo das elites e na repressão sindical em vez de reformas estruturais.• A Ascensão do Rentismo Digital: Descubra por que não vivemos mais no capitalismo industrial clássico, mas em um sistema de rentismo, onde grandes plataformas (GAFAM) cobram "pedágios" pelo acesso à informação e ao consumo.• A "Abundância Ameaçadora": A tecnologia digital permite a reprodução de ideias e inovações a custo zero, o que desespera o capital e o força a criar uma "escassez artificial" através de patentes e copyrights.• Piratas e IAs como Vanguardas: O papel da pirataria e dos movimentos de código aberto (Open Access) como ferramentas de resistência que devolvem o conhecimento ao campo do patrimônio comum da humanidade.• Rumo a uma Sociedade Colaborativa: Como inverter o sentido das tecnologias atuais para fundamentar uma economia baseada nas necessidades humanas e na colaboração planetária, superando a lógica do lucro e do desastre ambiental.Conceitos-Chave discutidos: #PósCapitalismo #RentismoDigital #IAAberta #SoberaniaDigital #BrasilHistória #EconomiaDoConhecimento
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EP 26 Privatização no Brasil Erro da Datamec Neoliberalismo atacando o Brasil
Desinformação S.A.: Como Fake News Distorcem a Privatização no Brasil Você já se perguntou como as "notícias" que circulam por aí moldam sua visão sobre a privatização de empresas estatais no Brasil? Neste episódio de "Desinformação S.A.", vamos desvendar a teia de fake news e desinformação que cerca um dos debates mais cruciais do país: a venda de nosso patrimônio público. Exploraremos a diferença entre "fake news" – a falsificação da forma notícia – e a "desinformação", um ambiente comunicacional hostil à verdade que se espalha como fogo pelas redes sociais.Descobriremos como conteúdos mentirosos têm 70% mais chances de serem compartilhados, muitas vezes dentro de nossas próprias "bolhas", influenciando profundamente a percepção pública. Analisaremos a narrativa neoliberal que promete "eficiência" e solução para problemas econômicos através das privatizações, e confrontaremos essa promessa com a realidade:Casos de aumento de tarifas e piora na qualidade de serviços essenciais como telefonia, energia elétrica e saneamento após a privatização.A controversa venda da Vale do Rio Doce por um valor considerado "irrisório".Os riscos estratégicos da privatização de empresas como Serpro e Dataprev, que detêm os dados mais sensíveis de pessoas e instituições do país, podendo comprometer interesses nacionais e a segurança.O impactante "caso Datamec" como um alerta do passado, mostrando como a dependência de um fornecedor privado pode colocar o governo "refém".Apesar da intensa campanha pró-privatização, pesquisas revelam que a maioria dos brasileiros é contra a venda de serviços públicos e de empresas estratégicas como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Petrobras. Junte-se a nós para entender como a desinformação distorce o debate e quais são as verdadeiras implicações de entregar nossos ativos estratégicos à iniciativa privada, indo além das manchetes e das promessas para decifrar o real impacto na vida do cidadão e na soberania nacional.
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EP 25 Política, Fé e Crise desvendando a ascensão do Bolsonarismo
A Face Obscura do Brasil: Cinema, Religião e a Ascensão da Extrema DireitaNeste episódio, mergulhamos nas profundezas da "face obscura do Brasil", explorando como o cinema documentário tem sido uma ferramenta essencial para desvendar os eventos que moldaram o cenário sociopolítico recente do país. Analisamos quatro filmes impactantes de diretoras como Petra Costa (Democracia em Vertigem, Apocalipse nos Trópicos) e Maria Augusta Ramos (O Processo, O Amigo Secreto), além do trabalho coletivo por trás de Intervenção – amor não quer dizer grande coisa. Descobrimos como esses documentários tecem contranarrativas que vão além da superfície dos acontecimentos, desde o impeachment de Dilma Rousseff e os bastidores da Operação Lava Jato, até a ascensão da extrema direita no Brasil.Você vai entender como a ideologia pode se tornar o real, petrificando a linguagem e paralisando a circulação da diferença. Exploramos a complexa intersecção entre religião e política, destacando a figura de Jair Bolsonaro, caracterizado como um populista de direita que se utiliza da linguagem religiosa cristã conservadora para angariar apoio e atacar adversários. Analisamos a significativa influência de líderes evangélicos como Silas Malafaia na construção do bolsonarismo e como pautas morais, como a defesa da família tradicional e o combate à "ideologia de gênero", foram centrais nessa articulação.Também discutimos conceitos cruciais como a "estetização da política" e a "politização da arte" de Walter Benjamin, e como os documentários funcionam como um modo de politização da arte, confrontando-nos com uma realidade incômoda. Aprofundamos na ideia da "alucinose coletiva" e do "não pensamento", fenômenos que, segundo especialistas, transformaram o bolsonarismo em uma "seita religiosa", levando à política da inimizade e, em seus estágios mais extremos, ao terrorismo doméstico. Prepare-se para uma reflexão profunda sobre como a resistência ao fascismo e a importância do pensamento crítico se tornam vitais para a saúde da democracia brasileira.
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EP 24 Quebrando o Ciclo da Impunidade: Bolsonaro, Militares e o Veredito Histórico do STF
Você está prestes a mergulhar em um dos momentos mais decisivos da democracia brasileira! Nesta edição especial, exploramos a condenação histórica do ex-presidente Jair Bolsonaro e de importantes figuras militares – Walter Braga Netto, Mauro Cid, Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira, Mário Fernandes e Alber Garnier – pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em um julgamento sem precedentes por tentativa de golpe de Estado.Pela primeira vez na história do Brasil, militares de alta patente foram condenados em tribunais civis por uma tentativa de golpe, com Bolsonaro sentenciado a 27 anos e 3 meses de prisão. Este veredito, que marca um "dia histórico" e um "marco na defesa da democracia brasileira", é um recado inequívoco: a impunidade aos golpistas não será mais tolerada. Contrastamos a realidade brasileira com a da Argentina, que em 1985, como retratado no aclamado filme "Argentina, 1985", levou suas Juntas Militares ao banco dos réus.Enquanto o Brasil aprovou uma lei de anistia em 1979 que igualou perseguidos e perseguidores, garantindo a impunidade de militares envolvidos em crimes da ditadura, a Argentina mostrou o caminho para "bloquear novas ameaças de golpismo" através da justiça e reparação. Discutiremos como o processo de transição brasileiro, marcado por uma "autoanistia" imposta pelos militares, gerou uma "cultura do esquecimento e do desinteresse na revelação das circunstâncias e dos nomes dos criminosos políticos". Analisaremos os caminhos que Bolsonaro ainda pode tentar para se livrar da prisão, como recursos no próprio STF e a busca por um projeto de anistia no Congresso Nacional – uma possibilidade que, embora poderosa, esbarra em questões de constitucionalidade e representa um "retrocesso absurdo" para muitos juristas. Junte-se a nós para compreender a complexidade jurídica e política deste momento, a importância da memória e da verdade para a consolidação democrática, e o impacto desse julgamento na redefinição do papel das Forças Armadas em um Estado Democrático de Direito. Não perca este episódio essencial para entender as encruzilhadas brasileiras e o significado de um "nunca mais" para a nossa democracia!
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EP 23 Bolsonarismo Da Estética da Guerra à Seita Política
A Face Obscura do Brasil: Entre Documentários, Política e a Ascensão da Extrema Direita.Aqui está uma sugestão de resumo para a descrição de um podcast, baseada nas informações fornecidas: Título do Podcast: A Face Obscura do Brasil: Entre Documentários, Política e a Ascensão da Extrema Direita. Descrição: Em "A Face Obscura do Brasil", mergulhamos nos eventos que moldaram o cenário sociopolítico brasileiro recente, analisando o poder e a linguagem que nos conduziram à polarização e à ascensão de um populismo religioso de direita. Exploramos a fundo quatro documentários cruciais que retratam essa complexa realidade.Discutimos "Democracia em Vertigem" (2019), de Petra Costa, que acompanha o trauma do impeachment de Dilma Rousseff e a escalada da extrema direita. Em seguida, as obras de Maria Augusta Ramos, "O Processo" (2018) e "O Amigo Secreto" (2022), que desvendam os bastidores da Operação Lava Jato e as "falcatruas perpetradas para impedir a candidatura de Lula". Também abordamos "Intervenção – amor não quer dizer grande coisa" (2016), que coleta material das redes sociais para exibir "o homem conservador médio" e os "falsos filósofos" propagando ódio e a política da inimizade. Analisamos o papel central de figuras como Silas Malafaia na construção do bolsonarismo, sua influência sobre Jair Bolsonaro e a mobilização de discursos religiosos de perfil populista. Discutimos como Malafaia se tornou um "personagem central" e "orientador" do ex-presidente, sendo inclusive investigado pela Polícia Federal e pela PGR por supostamente pressionar o andamento de julgamentos por tentativa de golpe de Estado.O podcast também se aprofunda na transformação da "guerra cultural" em uma "seita religiosa" dentro do bolsonarismo, um processo que levou à "alucinose coletiva" e à negação da realidade, culminando em eventos trágicos como o 8 de janeiro. Examinamos a "estetização da política" — que "prepara as pessoas para a guerra" — e a "politização da arte" como forma de resistência e elaboração de acontecimentos traumáticos. Junte-se a nós para refletir sobre esses temas, suas raízes históricas no Brasil e os impactos psíquicos e sociais de uma era marcada pelo "não sonho e não pensamento".
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EP 22 John Titor, Viagem no Tempo e o Multiverso: Fatos, Ficção e a Busca por Outras Realidades teorias e fic
Neste episódio, mergulharemos em um dos maiores mistérios da internet: John Titor, o enigmático viajante do tempo que surgiu em fóruns online no início dos anos 2000. Alegando vir do ano 2036, Titor afirmava ser um soldado enviado ao passado para uma missão crucial: recuperar um computador IBM 5100 de 1975, essencial para resolver um problema técnico futuro. Ele inclusive detalhou a suposta máquina do tempo, uma "unidade de deslocamento temporário da massa estacionária, movida por duas singularidades rotativas positivas", instalada na traseira de um Chevrolet Corvette 67.Durante sua estadia, Titor compartilhou previsões controversas sobre o futuro, que incluíam:• Uma guerra civil nos Estados Unidos começando em 2004, com o país dividido em 5 zonas.• Uma Terceira Guerra Mundial nuclear em 2015, causando milhões de mortes.• A descoberta da viagem no tempo pelo CERN em 2001, ou, segundo outras fontes, em 2034.• Conflitos entre os EUA e a China.• E até uma "nova AIDS" em 2030 que dizimaria a população.Apesar de muitas dessas previsões não terem se concretizado em nossa linha do tempo, o mistério de John Titor persiste. Ele mesmo ofereceu uma explicação para essa divergência, baseada na interpretação de muitos mundos da mecânica quântica, sugerindo que ele teria viajado para uma linha do tempo paralela à nossa. Para Titor, o universo opera como uma "lousa mágica" – qualquer tentativa de mudança no passado seria corrigida, ou então geraria um universo alternativo.Além da intrigante história de Titor, exploraremos a viagem no tempo sob a ótica da física:• A Teoria da Relatividade de Albert Einstein, que sugere que viajar para o futuro é teoricamente possível através da dilatação do tempo em altas velocidades ou em campos gravitacionais intensos.• A hipótese dos buracos de minhoca, atalhos no espaço-tempo, que poderiam, em teoria, permitir a viagem ao passado, mas que exigem a misteriosa energia negativa (ou matéria exótica) e não permitiriam viajar para antes da criação da máquina.• Os famosos paradoxos temporais, como o do avô e o de bootstrap, que desafiam a lógica e a causalidade.• A ausência de "turistas temporais", um argumento levantado por Stephen Hawking, e como a teoria dos universos paralelos pode contorná-lo.Discutiremos também as teorias sobre a verdadeira identidade de John Titor, incluindo a possibilidade de ser uma farsa elaborada criada por um escritor de ficção científica ou um advogado. Verdadeiro ou não, a história de John Titor continua a alimentar debates sobre as possibilidades do universo e as fronteiras da ciência.Prepare-se para uma viagem fascinante entre a ciência, a especulação e um dos maiores enigmas da era digital!
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EP 21 Crises fabricadas Medo Desinformação e Poder a Teia da Política Brasileira
O assunto em questão aborda a "ofensiva contínua e multifacetada" que o Brasil enfrenta contra seu governo eleito e instituições democráticas, caracterizada pela criação e amplificação de "crises fabricadas" ou "falsas". Esta ofensiva se manifesta através de várias frentes, incluindo pressão do mercado financeiro, manipulação midiática com ênfase em "crises fabricadas", e desinformação digital que privilegia discursos de ódio e radicalização emocional. O objetivo dessa estratégia, que não é nova no Brasil, é impedir a reconstrução do Estado como mediador legítimo de interesses sociais, buscando deslegitimar, isolar e neutralizar qualquer projeto popular. A tática de "fearmongering" (exploração do medo) é central, criando um ambiente de alarmismo onde a população, apavorada, busca por soluções rápidas e figuras que as ofereçam. A população tem demonstrado aceitação e engajamento com essas narrativas, muitas vezes impulsionada pela desinformação e pela polarização política. Estudos indicam que a extrema direita tem sido "muito mais ativa e efetiva na disseminação de mensagens", e que manifestantes, após as eleições, se refugiaram em "um universo paralelo de notícias falsas e ilusões" clamando por intervenção. A política é percebida em "dois polos enrijecidos", lulistas e bolsonaristas, onde a preferência ideológica se tornou uma identidade forte. A desconfiança nas instituições democráticas e a busca por "salvadores da pátria" também são fatores que contribuem para esse cenário. Em suma, o debate foca na guerra política em curso no Brasil, o uso estratégico do medo e da desinformação para criar crises e manipular a percepção pública, e a forma como a polarização afeta a democracia e a sociedade.
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EP 20 Ferris Bueller Uma Crítica Anticapitalista do Cinema
Em mais um papo afiado, Ana e Marcelo revisitam Curtindo a Vida Adoidado e explicam por que, quase quatro décadas depois, ele continua um manifesto anticapitalista. Entre riffs de humor sagaz e curiosidades afiadíssimas, eles mostram como Ferris Bueller expõe o conformismo escolar, a ditadura da produtividade e o vazio existencial gerado pelo consumismo, juxtapondo a aula enfadonha sobre a Lei Smoot-Hawley com a fuga épica de um dia de ócio criativo em Chicago. Ao conectar esses temas a movimentos contemporâneos — do “quiet quitting” à gig economy, da mercantilização do lazer às discussões sobre desigualdade —, o episódio revela como a “rebelião de um dia” de Ferris ainda nos ensina a desligar a máquina e resgatar nossa liberdade. Aqueça seus fones: vai ter museu, montanha-russa, carro de luxo emprestado e muita reflexão sobre por que o capitalismo falhou, falha e falhará — e de como precisamos, hoje mais do que nunca, de um “Ferris moment” para recomeçar.
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Ep 19 Ascensão Global da Extrema-Direita e Desinformação eleição 2026
a ascensão global de movimentos de extrema-direita, utilizando a campanha de Donald Trump em 2016 como um modelo de financiamento opaco e disseminação de desinformação. A análise destaca como essas táticas foram replicadas no Brasil, especialmente na cobertura midiática anti-Lula e na formação de alianças conservadoras que questionam a legitimidade eleitoral. O material sugere que discursos de vitimização e narrativas de ameaça comunista são empregados para mobilizar eleitores. Por fim, o documento oferece estratégias para combater a desinformação, como a educação prévia dos eleitores e a promoção de fontes confiáveis, visando fortalecer a credibilidade do processo democrático. Para gerar um debate aprofundado e relevante para um podcast sobre como enfrentar o "sistema Trump" replicado no Brasil em 2026, podemos estruturar a discussão em torno de eixos temáticos que exploram as dinâmicas políticas, sociais e tecnológicas recentes, com base nas informações das fontes e na nossa conversa.gráficos de Investimento em Mídia Digital: As fontes fornecem gráficos e dados sobre o poder do dinheiro e da comunicação digital nas eleições4. Top 100 Amount spent (BRL) e nome da página da pesquisa da Compolítica é particularmente elucidativa. Ela mostra o investimento em anúncios nas plataformas Meta (Facebook e Instagram) de agosto a dezembro de 2022, destacando grandes anunciantes como o "Brasil Paralelo" (com o maior investimento de R$ 17.954.536,00 em 48.103 anúncios) e "Jair Messias Bolsonaro" (com R$ 2.787.705,00 em 188 inserções) . Esta imagem visualiza a influência das big techs e do bolsonarismo de mãos dadas desenhando 2026 , demonstrando o uso massivo da publicidade paga e da segmentação algorítmica para moldar o debate público . A imagem é da "Meta Ads, 2023 (RODRIGUES; BARROS, 2023)" Fonte do texto.
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EP 18 IA a inteligencia artificial vai acabar com o emprego ? e com o mundo?
Salve salve família, bem-vindos a mais um podcast ! Hoje a gente vai mergulhar num tema que tá na boca do mundo, mas talvez a gente ainda não tenha parado pra pensar de verdade nas suas implicações mais realistas: a Inteligência Artificial. A gente vê no noticiário os avanços incríveis, modelos cada vez mais potentes como o GPT-3 e o GPT-4 que mudam o que máquinas são capazes de fazer.Esses modelos impressionaram pela capacidade de gerar textos coerentes e até código complexo. Mas o que isso significa pra nós? Pra nossa sociedade? Existe um debate real e urgente sobre o impacto da IA no mercado de trabalho. Não se trata de um 'fim total do emprego' em uma data mágica como 2027, que é considerada uma projeção especulativa criada para debate, mas de uma transformação estrutural profunda na qual a automação impacta tarefas e pode gerar desemprego em setores específicos, como back-office ou atendimento ao cliente.Organismos como a Organização Internacional do Trabalho e o Fórum Econômico Mundial projetam mudanças no perfil profissional, e há discussões reais sobre renda básica universal financiada por impostos sobre lucros de IA. E essa revolução não é só sobre código e algoritmos. É sobre poder e controle. Empresas de Big Tech como a OpenAI, apesar de sua missão original de ser open-source e sem fins lucrativos, se tornaram entidades poderosas.Há críticas de que a segurança estaria sendo negligenciada em favor da competição e do lucro. Além disso, potências globais, particularmente os Estados Unidos e a China, estão numa corrida intensa pela liderança em IA, uma disputa que molda o futuro dessa tecnologia e tem grandes implicações geopolíticas.A China, por exemplo, tem um Plano Nacional de IA com investimentos pesados. Além disso, a nossa própria relação com a tecnologia tá mudando a gente. O jeito que consumimos informação, como interagimos, até a nossa capacidade de focar ou de lidar com a incerteza está sendo reconfigurada pela imersão digital. Isso leva a uma perda de "agência", a força motriz que mantém nosso cérebro saudável, e uma saturação de informação.Então, longe de cenários apocalípticos especulativos, os desafios que a IA nos apresenta são concretos: o futuro do trabalho, a concentração de poder tecnológico e financeiro, a forma como a tecnologia nos transforma enquanto seres humanos. É um cenário complexo, que exige debate e reflexão. E é exatamente isso que a gente vai fazer hoje. Se liga, porque a conversa vai ser profunda.
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EP 17 Movimento SIMPLES Política Direta
🎯Movimento SIMPLES: Política Direta O programa apresenta a concepção e o desenvolvimento inicial do Movimento SIMPLES, que visa traduzir assuntos complexos da política e economia brasileira em linguagem acessível para o cidadão comum.Inspirado por princípios de transparência e democracia direta, o movimento propõe simplificar questões como privatização e finanças para expor o que considera ser a apropriação indevida de recursos públicos e o favorecimento de elites.O foco é na comunicação direta e no uso de exemplos cotidianos para demonstrar como o capital e o poder estão alinhados com interesses financeiros em detrimento do público.
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EP 16 Governadores e Bolsonaro SEM ANISTIA
Governadores de sete estados brasileiros foram fotografados ao lado do ex-presidente Jair Bolsonaro antes de um ato em São Paulo. O encontro visava demonstrar apoio à anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023. A presença de governadores de partidos da base de apoio ao presidente Lula chamou a atenção. A iniciativa ocorre apesar da pesquisa Quaest indicar que a maioria da população brasileira é contra a anistia. Alguns dos governadores presentes são cotados como possíveis candidatos à presidência em 2026.A democracia não pode ser usada pela extrema direita e os governadores não podem ir contra a democracia.
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Ep15 Adolescência Crime Juvenil nova série sucesso da netflix
TEM SPOILER Uma minissérie britânica da Netflix chamada 'Adolescência', que aborda temas complexos como relações familiares, redes sociais e violência juvenil através da história de um jovem acusado de assassinato, será integrada ao currículo do ensino médio no Reino Unido. Essa iniciativa permitirá a exibição gratuita da produção nas escolas do país com o apoio da Tender, uma organização focada em relacionamentos saudáveis. A decisão foi motivada pela relevância dos temas tratados na série, que se baseia em crimes reais e no crescente número de ataques contra jovens no Reino Unido, visando promover discussões importantes entre os estudantes.
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ep14 Oscar para Ainda Estou Aqui Celebração do Cinema Brasileiro
O filme brasileiro "Ainda Estou Aqui", abordando desde a narrativa centrada no impacto da ditadura militar na família Paiva até a exaltação da atuação de Fernanda Torres e o significado da vitória no Oscar de Melhor Filme Internacional. Analisam o paralelo com o livro homônimo, distinguindo as ênfases de cada obra, e exploram o contexto político e cultural da premiação, incluindo o debate sobre a memória da ditadura e o papel da cultura no Brasil. Adicionalmente, registram a celebração popular da conquista, a repercussão na carreira da protagonista e reações de figuras políticas ao sucesso do filme. O oscar é nosso , ganhamos o oscar!!!
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EP 13 Flow Animação Blender Vencedora do Oscar
O filme de animação "Flow", criado inteiramente com o software gratuito Blender 3D. A produção letã, dirigida por Gints Zilbalodis, conquistou o Oscar de Melhor Animação em 2025 com uma história sem diálogos sobre a jornada de um gato em um mundo pós-inundação. Notavelmente, o filme foi produzido por uma pequena equipe de apenas 20 pessoas, demonstrando o poder do talento e de ferramentas acessíveis como o Blender. O vídeo informa que "Flow" também ganhou um Globo de Ouro, tornou-se o filme mais assistido na Letônia e está disponível em várias plataformas de streaming. O criador do vídeo incentiva os espectadores a explorarem o Blender para criar suas próprias animações, oferecendo seu canal como um recurso de aprendizado.
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ep 12 Bots e Trolls Manipulação de Opiniões em Redes Sociais
Bots e Trolls: Manipulação de Opiniões em Redes SociaisOs podcasters discutem o uso de robôs e "trolls" em redes sociais para manipular a opinião pública, disseminar desinformação e influenciar processos políticos. Um documento do STF detalha o funcionamento do "Gabinete do Ódio" e seu financiamento. Um estudo da Universidade de Oxford revela como bots e trolls profissionais manipulam visões políticas em redes sociais como Facebook e Twitter, com exemplos de governos empregando "exércitos" de formadores de opinião. Um ex-funcionário de uma agência internacional compartilha como bots e trolls são usados para amplificar mensagens e manipular pesquisas no Twitter, destacando a sofisticação e o planejamento por trás dessas campanhas.
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ep 11 Bolsonarismo Uma Seita que Ameaça o Brasil
O típico bolsonarista é como alguém que anda na contramão na autoestrada e ouve no rádio que há um motorista na contramão e depois grita: "A mídia mente! Não é um motorista, são milhares!"O bolsonarismo é caracterizado como um movimento que se assemelha a uma seita. Os apoiadores demonstram lealdade incondicional a um líder (no caso, Jair Bolsonaro), mesmo diante de fatos que contradizem suas crenças. A análise da sua afirmação também ecoa a ideia de que o bolsonarismo opera em um plano de irracionalidade e dissonância cognitiva, onde os fatos são ignorados ou distorcidos para se adequarem à narrativa do grupo.•A mídia extremista cria uma "realidade paralela". Redes sociais, canais de YouTube e aplicativos de mensagens disseminam desinformação e teorias da conspiração, reforçando as crenças dos seguidores e isolando-os de outras perspectivas. A midiosfera extremista é uma poderosa máquina de desinformação, talvez a maior da história da humanidade.•A polarização e a retórica "nós contra eles" são ferramentas centrais. A oposição a um inimigo comum (como o PT e a esquerda) é usada para unir o grupo e justificar ações extremas. A oposição a Lula e ao PT serviria, nesse contexto, como um catalisador para a identificação e união do grupo.•A manipulação midiática e o apelo às emoções são amplamente utilizados. A raiva, o medo e a indignação são explorados para engajar a audiência e reforçar a adesão ao movimento. A dependência dessas emoções cria um ciclo vicioso, onde o indivíduo busca cada vez mais fontes de raiva e indignação.•A desinformação é profissionalizada. Indivíduos ganham dinheiro disseminando notícias falsas e teorias da conspiração através de canais no YouTube e outras plataformas. A extrema-direita transnacional conta com apoio maciço das megaplataformas e do capital internacional.•A dissonância cognitiva coletiva impede o debate racional. As pessoas se apegam a informações que confirmam suas crenças e rejeitam tudo que as contradiz, tornando difícil a comunicação e a mudança de opinião. O Brasil é um laboratório mundial de criação metódica de realidade paralela..O podcast também poderia discutir estratégias para combater a desinformação e promover o pensamento crítico, como:•Incentivar a busca por fontes de informação confiáveis.•Promover o diálogo e a empatia.•Desconstruir narrativas falsas com fatos e evidências.•Fomentar a educação midiática para que as pessoas possam reconhecer a manipulação.Documentario: https://www.youtube.com/watch?v=HBYgfzppws0Filme: https://www.youtube.com/watch?v=36Rsp2aQnK4https://www.youtube.com/watch?v=BPw5fxTPaIs
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Episódio 10 Capitalismo e a Crise Climática vai destruir o planeta
A crise climática de 2023 2024 e agora 2025 demonstra a incompatibilidade do capitalismo com a sobrevivência humana. Ele destaca eventos climáticos extremos, atribuindo-os ao aquecimento global exacerbado pela emissão de gases de efeito estufa, resultante da atividade industrial capitalista. O texto enfatiza as desigualdades na vulnerabilidade climática e na responsabilidade pela poluição, condenando a omissão de governos e mídia burgueses. Finalmente, propõe a luta contra o capitalismo como solução, considerando a construção de um socialismo ecologicamente sustentável essencial para a sobrevivência da humanidade.Da sim? da! vem ver com a gente, vamos mudar ?
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Capitulo 9 Tecnofeudalismo Crítica da Economia Digital capitalismo canibal contra os piratas
O capitalismo, como sistema econômico e social predominante, está passando por uma transformação profunda, levando ao que é chamado de "Tecnofeudalismo". Este novo modelo não é apenas uma evolução do capitalismo, mas uma regressão a formas de dominação que lembram o sistema feudal medieval, utilizando, porém, as tecnologias digitais como ferramentas de poder e controle.
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Episódio 8 Piratas da Internet A Revolução Digital Desenhando
Os piratas da internet revolução digitalOs "Piratas da Internet" representam um movimento ambicioso que busca uma transformação radical da sociedade através da tecnologia, participação popular e quebra de estruturas de poder consolidadas. Eles propõem um modelo alternativo, que combina elementos de liberdade individual com responsabilidade coletiva, visando superar as limitações do capitalismo e do socialismo tradicionais. A metáfora do Pix, a inspiração em movimentos culturais e a estratégia comunicativa direta são elementos-chave para entender a abordagem deste grupo. É crucial observar, no entanto, que os detalhes práticos de como este modelo seria implementado permanecem um tanto abstratos e necessitam de maior detalhamento.
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Episódio 7 Piratas da internet o livro piratas da internet marcelo hacker Piratas e o futuro da democracia
"Piratas da Internet"Este documento apresenta um resumo das principais ideias e temas abordados no livro "Piratas da Internet", de Marcelo Hacker, com citações diretas para ilustrar os pontos chave. O livro explora a pirataria digital, não como um ato ilegal, mas como um fenômeno geopolítico que questiona o sistema capitalista, o modelo de estado-nação e propõe novas formas de organização social. Além disso, o livro introduz o conceito de Kopimismo, uma filosofia/religião que defende a cópia e o compartilhamento de informações.Temas Principais:Pirataria: Mais do que Crime, um Movimento Geopolítico:O livro desmistifica a pirataria como mero ato ilegal, argumentando que a definição de pirata é fluida e dependente do contexto político e econômico.A pirataria, historicamente, questiona monopólios e defende mercados livres, mesmo que não intencionalmente. "Os piratas marítimos não estavam atacando navios por causa de uma nobre defesa dos mercados livres. Em vez disso, eram mercadores independentes que se rebelavam contra os monopólios bancados pelos estados europeus assumindo repentinamente o papel de 'piratas'".A pirataria na internet é um exemplo contemporâneo dessa luta contra o controle de informação e canais de distribuição."Pirataria não é sobre lei, é sobre geopolítica" e "Pirataria não é sobre conteúdo livre, é sobre canais não monopolizados de distribuição".A pirataria desafia o sistema de estado-nação, especialmente em espaços como a internet, que não se encaixam nas fronteiras físicas. "O sistema de nação-estado precisará responder a perguntas como essa, que as organizações piratas continuam a questionar, algumas vezes agressivamente, à medida que territórios sem limites, como o ciberespaço, se tornam a vanguarda da evolução do capitalismo."Inovação e o Papel dos "Piratas":Organizações "piratas" não apenas protestam, mas também introduzem novas tecnologias e ideias, remodelando indústrias.Exemplos incluem a Napster na música, software livre e rádios piratas. "Por exemplo, até a Napster desencadear uma revisão maciça na indústria da música, era incomum comprar música por canções."Essas organizações desafiam o status quo e impulsionam a inovação, muitas vezes contra o controle das grandes corporações e governos.Kopimismo: A Religião da Cópia:O livro introduz o Kopimismo, uma religião que vê a cópia e o compartilhamento de informações como sagrados."Em consonância com os axiomas básicos da fé kopimistas, os adeptos do kopimismo reconhecem e reverenciam como suma ideação da virtude que perseguem a Altíssima Fidelidade, acolhem e professam como seu credo sagrado o preceito “Toda divindade é uma cópia, toda cópia é divina” e declaram solenemente o valor supremo dos seguintes princípios fundamentais e pétreos do Sistema de Valores Kopimistas"A internet é considerada sagrada e o código é lei dentro dessa filosofia.O Kopimismo promove a laicidade do estado, a solidariedade internacional, a não-discriminação, a autodeterminação individual, e a cidadania universal."Primeiro, deveria ser ilegal ocultar código de software que uma pessoa esteja disseminando. Manter o código-fonte escondido dos outros é comparável às violações fisicas de liberdade e equivale ao cárcere privado." e "Segundo, o uso de ferramentas com a intenção de impedir a cópia do material distribuído deve ser proscrito. Qualquer técnica que busque submeter os recursos de informação ao cárcere privado deve ser proscrita."A Matrix e o Controle Social:O livro explora o conceito de "Matrix", uma estrutura de controle social que se manifesta em diversas instituições, como família, escola, igreja, trabalho, governo e partidos políticos.A Matrix promove hierarquia, competição, e a cultura do consumo, limitando a liberdade individual. "A família privatiza capital social. A criança apreende a desconfiança quando ouve a mãe recomendar: “Não vai deixar seus amiguinhos quebrarem seus brinquedos; eles são seus, não deles!”.""A cultura de que estamos tratando é aquela que vem se replicando a alguns milênios, desde que a rede social foi verticalizada com a ereção de instituições centralizadas."A Matrix impede a pessoa de ser verdadeiramente livre e de se relacionar com os outros de maneira igualitária.O livro apresenta uma critica a sociedade do consumo, fazendo uma analise de como o filme Clube da Luta explica essa sociedade, onde "vivemos em trabalhos que não gostamos, apenas para que ganhem dinheiro, para que consumam, e consumam, pois o consumo lhes 'dá' status".Reinventando a Democracia:O livro questiona a democracia representativa moderna, vendo-a como uma "privatização da política" por partidos. "Mesmo nas democracias dos modernos entende-se que as pessoas não devem fazer política pública, a menos que entrem em um partido"O livro propõe uma terceira invenção da democracia: uma democracia glocal, distribuída, interativa, direta, e baseada na lógica da abundância em vez da escassez.A participação direta e o engajamento das comunidades são apontados como elementos essenciais dessa nova forma de democracia."Assim, não teremos um tipo ou uma forma de democracia (como fizeram os antigos em Atenas ou como pretenderam fazer os modernos: exportando-a para todo o mundo na esteira da exportação do modelo europeu de Estado-nação). A primeira democracia foi local. A segunda democracia tentou ser global (mas mal conseguiu se realizar plenamente em três dezenas de países e nunca logrou vigorar no plano internacional - onde impera a realpolitik do equilíbrio competitivo - a despeito da promissora evidência de que países democráticos não guerreiam entre si)."O livro propõe outras formas de organizar a politica, alem do voto e do consenso, como o rodízio e o sorteio. "O rodízio (para a ocupação de cargos ou para delegação de representações) e o sorteio (para os mesmos fins ou para tomada de decisões sobre a implementação de qualquer proposta) são melhores do que a votação e o consenso pois não admitem manipulação (a não ser em caso de fraude) ou condução por uma instância centralizada (ou oligarquia)."Os Descaminhos do Dinheiro:O livro analisa diversos mecanismos de apropriação do dinheiro público, como a compra de eleições, a armadilha da dívida pública, a manipulação dos juros comerciais, a manipulação do orçamento e os paraísos fiscais.A compra de eleições e a influência de interesses privados na política são apontados como raízes da corrupção e da distorção das prioridades."Estamos aqui elencando alguns dos principais mecanismos da apropriação privada do dinheiro público. A compra das eleições, que vimos acima, permite colocar em postos de comando da máquina pública pessoas cujos interesses estão diretamente vinculados a grupos empresariais."A manipulação da taxa Selic e dos juros bancários no Brasil é criticada como uma forma de transferência de riqueza para o setor financeiro. "Acostumamo-nos a que tipicamente 5% do nosso PIB fosse desviado via governo para intermediários financeiros, sem que produzissem nada, pelo contrário, desviavam-se os recursos do investimento produtivo para a aplicação financeira."O estudo revela a extensão da evasão fiscal através dos paraísos fiscais e o papel dos grandes bancos nesse sistema. "Em termos resumidos, o estoque de recursos aplicados em paraísos fiscais é hoje da ordem de 21 trilhões de dólares, um terço do PIB mundial. O Brasil participa generosamente com cerca de 520 bilhões de dólares, um pouco mais de um trilhão de reais, cerca de um quarto do nosso PIB."A Pessoa Comum e a Mudança:O livro argumenta que a pessoa comum é o elemento chave para a transformação social."Não há nada mais perigoso para a Matrix do que uma pessoa comum. Ela é mais perigosa, infinitamente mais perigosa, do que um santo ou um herói."A mudança não virá de heróis ou líderes, mas de indivíduos que se conectam, compartilham, e questionam o status quo.O livro incita o leitor a desconstruir a programação da matrix, como por exemplo "Para desprogramar o que você recebeu na universidade você tem que renunciar à meritocracia, abrindo mão de erigir (ou validar) tribunais epistemológicos capazes de aprovar (ou reprovar) pessoas com base em verificações heterodidáticas do conhecimento ensinado."Principais Ideias:A pirataria é um fenômeno complexo, que vai além da mera ilegalidade, com implicações geopolíticas e econômicas.A informação e a cultura são bens comuns, e o compartilhamento deve ser incentivado, e não restringido.A atual estrutura social é baseada na hierarquia, competição e controle, limitando o potencial humano.A democracia pode ser reinventada, priorizando a participação direta e a cooperação.A mudança social virá da ação de pessoas comuns, organizadas em redes distribuídas, em oposição a um controle centralizado e hierárquico.Conclusão:"Piratas da Internet" oferece uma perspectiva crítica sobre a sociedade contemporânea, incentivando a reflexão sobre o poder, a informação, a democracia e a liberdade. Ao apresentar a pirataria não apenas como um ato de transgressão, mas como um movimento social que questiona as estruturas de poder vigentes, o livro convida o leitor a repensar seu papel no mundo e a buscar novas formas de organização e transformação social.
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Episódio 6 piratas da Internet - Hipernormalização documentário da bbc de 2016 Adam Curtis
No piratas da internet novo o documentário "Hipernormalização", que explora como, nas últimas quatro décadas, a manipulação política e financeira, combinada com o desenvolvimento tecnológico e a ascensão do individualismo, criaram uma "realidade simulada" de instabilidade.O filme acompanha a evolução dessa realidade, desde a crise financeira de Nova Iorque até a era da internet e o terrorismo, mostrando como a busca por estabilidade levou paradoxalmente ao caos e à manipulação da percepção pública.A ascensão de figuras como Trump e Putin é apresentada como consequência dessa construção de uma hiper-realidade. Finalmente, o documentário argumenta que a política tradicional se tornou impotente diante da complexidade e da busca constante por controle, em detrimento da verdade.Hipernormalização: Estabilidade, Terror e o Mundo Pós-Guerra Fria
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Episódio 5 - piratas da Internet Game Of Thrones
A aerie de mauoe sucesso graças a pirataria
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#3 - piratas da Internet - Hackers Crackers E Piratas Da Internet
Olá piratas no episódio de hoje vamos falar de crackers hackers e suas diferenças segue aí vamos compartilhando informações
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Música Mp3 E Pirataria
Vamos falar um pouco como a pirataria aconteceu na música o Mp3 e a Internet
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Pirata E Uber Transportes Piratas E Governo E Taxis
Vamos falar sobre transportes alternativos vulgo piratas e o Uber e o jeitinho brasileiro de corrupção usado
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Piratas Da Internet A Origem
Piratas da internet a origem nesse primeiro episódio piloto vamos falar um pouco da origem da pirataria e como ela está ligada a humanidade , a liberdade zuera e a rebeldia que foi preciso pra mudar o governo e atender o povo.
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O canal dos piratas da internet , vamos conversar tudo sobre pirataria e internet não nessa ordem mas vem pra zuera que vai ser legal
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