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Puxa a Cadeira e Senta
by thaa.iiss11
Eu, Thais Oliveira, te convido: Puxa a Cadeira e Senta, vamos bater um papo sobre as coisas da vida
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15
Excesso de Civilidade
Está liberado mandar a civilidade para casa... (complete a frase).
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14
Feliz Ano Novo!
O que mais precisa ser dito?
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O que nos impede de ser comum.
A emancipação subjetiva e a construção de narrativas que privilegiam o indivíduo em detrimento do coletivo interrompem o nosso processo de individuação, que se constitui a partir das relações com outros. Ao nos deixar atravessar, reconstituímos quem somos e buscamos ampliar nossas possibilidades de interseção. Buscar o comum é interromper a lógica política/liberal que se aproveita do enfraquecimento coletivo.
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12
Endorfina social
Aqui falamos sobre a endorfina social, nossa necessidade de performar diante das diferentes demandas por atenção e entretenimento, mas também falamos sobre o poder fabulatório que nos salva do massacre da vida.
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11
Se não sou feliz são só ciúmes
Na hierarquia relacional, quem ocupa o topo da pirâmide? E por quê? Quais são as dinâmicas que sustentam o jogo de poder que perpetua a lógica nuclear e a quem ela serve?
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10
Onde está você agora?
O "eu" digital tomou conta do outro, aquele habitante do campo físico? Ou somos uma única pessoa, reduzindo nossa existência a dinâmicas plataformizadas?
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9
Meus erros, remorsos
Errância: substantivo feminino qualidade ou condição de errante. Das 11h de exposição a Ananda anotou 2 trechos das explicações das obras que a marcaram e um deles era: “Admito o erro constituinte de todo voo: redesenho as rotas da minha sensibilidade outra vez”
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8
Família, ê, família, ah
A primeira rede social das nossas vidas, cheia de fofocas, intrigas e personagens caricatos. Há quem ame, mas prefira mesmo quando não está muito perto. Família, ê, família, ah. Família.
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7
Um brinde aos mortos
Celebrar a mais existência dos nossos mortos é também celebrar a existência daqueles que nos constituíram. Não há história que resista sem o atravessamento de outras histórias que nos reconstituem. Maria Paula Hampshire faz um lindo brinde a mais existência daqueles que não estão mais aqui.
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6
Precisamos instaurar a estranheza
Partindo do livro de Christine Greiner, "Corpos Crip: Instaurar Estranhezas para Existir", falamos sobre os corpos queer.
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5
Esperançar
Paulo Freire disse que "é preciso ter esperança, mas ter esperança do verbo esperançar; porque tem gente que tem esperança do verbo esperar". E a espera cansa.
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4
Só não esquece o paraquedas
Pensando em sair por aí se jogando nos amores irreais? Bateu aquela vontade de se entregar de cabeça ao amor romântico? Se joga, só não esquece o paraquedas.
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3
Falou, Amizade
A família que a gente escolhe ou que escolhe a gente, a coisa que guardamos de baixo sete chaves e, sem entupir nenhuma artéria, dentro do coração. 'A velha amizade desenha um país mais real um país mais do que divino, masculino, feminino e plural.' A construção coletiva essencial.
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2
Ficar com problema
Está cansada das frases deterministas que garantem que tudo vai ficar bem? Exausta do futurismo brilhante? Puxe a cadeira e senta. Vem ficar com problemas comigo.
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1
Muito Prazer
Quero te fazer um convite, você aceita?
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