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Rebobinando "clássicos"
by Fábio Sequeira e Virgínia Barbosa
Rebobinando “clássicos” responde à pergunta: “Será que os filmes da nossa infância ou adolescência são assim tão bons?!”. Aqui falamos sobre filmes que não vemos há muito tempo, das memórias que guardamos e da importância (ou não) que esses “clássicos” tiveram na cinefilia (e na vida) de uma geração que nasceu numa era pré-digital, de videoclubes e televisão. Numa 2ª parte, e já depois de revermos os filmes, fazemos a inevitável comparação com o passado e tentamos perceber se o filme “aguenta o teste do tempo” ou se, na verdade, o adágio do “antigamente é que era bom!” é uma falácia.
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Ep. 41 - Cube
Desta vez temos Cube (Vincenzo Natali, 1997), um super low budget que conseguiu a proeza de vencer o Fantasporto e, ainda por cima, abrir caminho para o glorioso subgénero do torture porn. Com uma cinematografia a fazer lembrar os videoclips musicais dos anos 90, mau CGI e péssimos actores, é um filme que nos faz questionar: qual é o nosso propósito? O que fazemos aqui? Qual o sentido da vida? Quantos lados tem um cubo? Basicamente é isto.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 40 - Risky Business
Boxers largos ou cuecas justas? É esta a questão que se coloca neste episódio dedicado a Risky Business (Paul Brickman, 1983), o filme que apresentou ao mundo Tom Cruise. Um atípico coming-of-age, onde os receios do futuro e o medo do sexo se interligam, e a roupa interior branca acaba por ser um negócio mais arriscado do que não sacudir tudo até ao fim.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 39 - From Dusk Till Dawn (com Fernando Alle)
Fernando Alle traz novidades sobre a sua próxima longa, explica qual é o melhor filme de sempre e ensina como concorrer ao ICA. Ainda arranja tempo para apresentar From Dusk Till Dawn (Robert Rodriguez, 1996), um díptico Tarantino/Rodriguez, com diálogos muito bem escritos e que, ao contrário das avaliações de alguns júris, não peca pela violência excessiva, mas sim pelos seus efeitos especiais dignos da série Buffy. Também reflectimos sobre o prazer de ver filmes sem saber nada sobre os mesmos, embora ‘spoilemos’ à grande um título bastante recente.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 38 - Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back (com Alexandre Braga)
O Herói de Mil Faces, a jornada do herói, transmedia e ufologia — sim, vamos falar de Star Wars: Episode V - The Empire Strikes Back (Irvin Kershner, 1980). Para isso, contamos com a presença do futuro doutorado, e amigo, Alexandre Braga, que nos brinda com o seu vasto conhecimento sobre a épica odisseia idealizada por George Lucas.Neste episódio, esclarecemos qual a melhor ordem para ver os filmes da saga, questionamos se Lucas se terá inspirado n'Os Maias, e ponderamos se Darth Vader tem uma tara por sufocar pessoas. Ainda há tempo para o Alexandre nos oferecer uma verdadeira aula de teoria do cinema, e até explicar como se inventam verbos no Brasil.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 5 - Total Recall (com Ana Reis)
Nojento, gooey e sticky são os termos que melhor definem este episódio onde a amiga Ana se junta a nós para falar de “Total Recall” (Paul Verhoeven, 1990). No meio de memórias de suor e de esguichos, celebramos a amizade e “a atmosfera acontece”. Já depois de descobrirmos que o Arnold enoja algumas pessoas neste podcast, e que muitos homens suados são repugnantes, na segunda parte esmiuçamos a confusa história do filme, tentamos perceber qual será mesmo o plot e questionamos o porquê de o céu ser azul. Pelo meio ainda temos tempo de falar de desportos de combate e de rabos na cara.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 6 - Con Air
Neste episódio dissertamos sobre o sistema penal norte-americano, tendo como óbvia referência esse magnum opus dos filmes de prisioneiros intitulado “Con Air” (Simon West, 1997). Ao mesmo tempo que voltamos às cheesy love songs, outras dúvidas vão surgindo: Porque é (foi) Nic Cage um sex symbol? O que é um “wife beater”? Continuamos também a nossa trademark de temas off-topic e passamos metade do episódio a falar de mães com videoclubes e crianças a ver O Exorcista em festas de anos.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 7 - There's Something About Mary
A ressaca estava forte (...e acreditem que, quando ouvirem o episódio de “bloopers”, irão perceber...) mas foi um fartote de riso e gargalhadas enquanto assistíamos ao “There's Something About Mary” (Bobby Farrelly e Peter Farrelly, 1998). Considerado por muitos como uma das melhores comédias dos 90s, aqui no “podcast” o tom fica mais sério e discutimos temas importantes como a objectificação da mulher e o ver filmes à hora do lanche. Ainda temos tempo para um “name-dropping” exaustivo de comédias que surgiram nas últimas décadas, e de encontrar comparações óbvias com os filmes da Marilyn Monroe. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 37 - Quest for Camelot (com António Alves)
Esta semana temos uma verdadeira aula de história do cinema de animação. O “professor” é António Alves que, entre muitas outras coisas, é realizador do género e um amigo cá da casa. O filme é “Quest for Camelot” (Frederik Du Chau, 1998), a primeira longa-metragem de animação da Warner, criada para desafiar a hegemonia da Disney e que, spoiler alert, foi um grande flop. Apesar disso, encontramos aqui uma obra progressista, com uma protagonista feminina forte, ousada e, talvez, bissexual. O filme está recheado de referências, com alguns planos mal animados e um uso trapalhão de CGI. Já nas habituais divagações, embarcamos numa viagem nostálgica pelas séries de "bonecada", enquanto o convidado nos conta como ficou três anos sem ver a SIC… tudo por culpa de “O Exorcista”. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 36 - Pretty Woman (com Teresa Projecto)
Twink, BBL e buço, é disso que se fala neste episódio. Teresa Projecto traz, juntamente com a gargalhada mais lírica do País, o filme “Pretty Woman” (Garry Marshall, 1990). Falamos sobre a beleza das trabalhadoras do sexo, os banhos de imersão e os moralismos internos. Também fazemos um tentativa de recast aos dias de hoje e abordamos os pequenos atritos entre as populaçōes alentejanas. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 35 - Dead Poets Society (com Teresa Rouxinol)
Mulher da rádio, frequentadora de casas de Fado e contra estrangeirismos, Teresa Rouxinol entra em cena com “Dead Poets Society” (Peter Weir, 1989). Falamos das colectividades culturais de direita, dos polivalentes e feriados escolares, do conservadorismo alentejano, da rejeição e da aceitação, e de memórias radiofónicas. Há Cossoul, name dropping e algum choro. Lá para o fim, também conseguimos conversar um pouco sobre o filme. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 34 - The Neverending Story (com Mariana Silva)
Neste episódio encontramos kinkiness e rambóia em “The Neverending Story” (Wolfgang Petersen, 1984). Com a amiga Mariana percebemos que ninguém se lembra do que acontece neste filme, mas que, por alguma razão, é bastante emocional e nostálgico. Também falamos sobre a primeira vez no Cinema, do Rocky Horror, e dos dentes tortos do Tom Cruise. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 33 - The Fly (com Sandra Henriques)
Não podíamos terminar Outubro sem visitar o terror e encontrar uma mestra do género. Convidámos Sandra Henriques, que nos trouxe mais uma obra de Cronenberg. Desta vez, falamos de "The Fly" (David Cronenberg, 1986), o filme que não venceu o Fantasporto, e onde Jeff Goldblum também faz de Jeff Goldblum. Dissertamos sobre a experiência da dor adulta ao rever um filme após 20 anos, retomamos a velha discussão sobre a misoginia dos anos 80, e descobrimos uma fábrica de moscas na Camacha, que poderá ter servido como parte de um esquema de lavagem de dinheiro para financiar mais um túnel na ilha da Madeira. Ainda tivemos tempo para cozinhar bifes, evitar sentir pena de homens desmembrados e experimentar uma boa dose de agonia com donuts regurgitados. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 32 - The Crow
Começamos Outubro de forma séria, sombria e quase depressiva com “The Crow” (Alex Proyas, 1994). A verdade é que, assim como o actor principal, também parecemos ter 'morrido' durante a gravação do episódio, tal foi o tom monocórdico e o entusiasmo com que falámos sobre o filme.Esperávamos um dark joker, um personagem going full crazy no papel de um baterista assassinado por não pagar o IMI do seu apartamento degradado. No entanto, o que encontramos foi um filme encharcado, um protagonista fraco e uma miúda que andava de skate à chuva com os seus Doc Martens.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 31 - Get Shorty (com Vish)
Como já somos ouvidos por todos os portugueses, neste início de temporada resolvemos arriscar no inglês e internacionalizar o podcast. Recebemos o amigo Vish e o seu filme favorito, aquele que ele já viu 57(!) vezes, “Get Shorty” (Barry Sonnenfeld, 1995). Depois de algumas dificuldades em conseguir ver o filme até ao fim e em explicar o conceito ao convidado, optamos por viajar pela India e pelos EUA e permitimos o desabafo sobre a Netflix e o negócio do streaming. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 30 - Boys Don't Cry
Correndo o risco de perder ainda mais ouvintes com dissertações sobre coisa nenhuma, decidimos falar sobre homeopatia e dedicar um álbum a uma pessoa mistério. Mas, ao contrário da música, o filme desta semana não nos faz rir e dançar. Será “Boys Don’t Cry” (Kimberly Peirce, 1999) mais um daqueles filmes queer super dramáticos, cheios de tristeza e de muito sofrimento? É a isso que tentamos responder ao longo do episódio e, no meio de tanto white trash, hillbillies e rednecks, também comparamos o interior da América ao Alentejo profundo no que à tolerância e aceitação da diferença diz respeito. Algo sério, portanto. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 29 - Crash
Até suamos das mãos quando a mama bate na chapa e ficamos a sós durante este episódio marcado pela famosa bolinha vermelha. Após uma dissertação sobre cursos de teatro, proibidos ao toque em tempos de covid, encontramos pessoas 'sick and twisted', que se excitam com acidentes de carros. O filme é “Crash” (David Cronenberg, 1996) e, obviamente, mencionamos a expressão 'body horror' inúmeras vezes. Uma obra a roçar o ‘soft-porn’, ‘dirty and sleazy’, com muito sexo à bruta, cicatrizes mal saradas e metal amassado. Ainda assim, alcançamos a ataraxia dentro do estúdio quente e húmido, e olhamos para o alumínio dos microfones de uma maneira já pouco inocente. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 28 - Ace Ventura: When Nature Calls (com Hugo Araújo)
Ficámos sem amigos para participar no podcast, então começámos a convidar colegas de trabalho. Assim sendo, recebemos o Hugo Araújo que, além do nosso maior fã, é também um cinéfilo viciado em mau cinema. “Ace Ventura: When Nature Calls” (Steve Oedekerk, 1995) está longe de ser um mau filme e permite que abordemos pela primeira vez a loucura de Jim Carrey e a razão do seu sucesso nos anos 90. O filme surpreende com a sua mensagem conservacionista, muito à frente do seu tempo, e faz-nos questionar o porquê da tendência de filmes passados na selva africana ou obras protagonizadas por animais que falam sem mexer a boca. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 27 - The Fifth Element (com Nuno Teixeira)
O Nuno vem das terras de nossa majestade e traz com ele o rei Bruce, para grande excitação de alguns elementos deste grupo de rebobinados. O filme é “The Fifth Element” (Luc Besson, 1997), onde encontramos um John McClane loiro vestindo um wife beater laranja e que encontra a salvação da humanidade nos intestinos de uma cantora de ópera azul. Para além de bastante colorida, esta obra é um exemplo dos filmes que se faziam na década, pois temos condutas enormes, contagens decrescentes, vilōes extravagantes e um futuro povoado por computadores do século passado. No final, ficamos um pouco confusos com o enredo e questionamos quando é que estas personagens tomam banho. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 26 - American Beauty (com Jorge Vaz Gomes)
Esta semana, temos o prazer de receber Jorge Vaz Gomes, que vem dar uma aula de história sobre a guerra dos formatos de vídeo e informar que já não existe full black na fotografia para cinema. Apesar disso, ainda tem tempo de ver e falar connosco sobre “American Beauty” (Sam Mendes, 1999), um filme que, tal como o nosso podcast, apresenta uma disfuncionalidade gritante muito presente na década de noventa. No meio de tanta pétala, sacos de plástico e cercas brancas, apresentamos a ideia para a sequela que nunca foi feita e colocamos a questão: será que conseguimos ultrapassar a creepiness do Kevin Spacey? VIMEO do Jorge: https://vimeo.com/jorgevazgomes https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 25 - Who Framed Roger Rabbit (com Joana Coelho)
Hoje temos a visita da Joana Coelho que nos traz outro coelho (ahahah) em “Who Framed Roger Rabbit” (Robert Zemeckis, 1988). Falamos muito, mas muito pouco é sobre o filme em questão, passando todo o episódio a divagar, como já é apanágio, sobre outros assuntos. Aqui aprende-se sobre o que faz uma produtora portuguesa em Londres, canta-se a música da lambada e debatemos sobre os lindos homens dos 90s. Apesar disso, descobrimos que o filme é um interessante ensaio sobre as vantagens do sistema publico de transportes e que alguém aqui tem uma valente tara e obsessão pela Jessica Rabbit. Podcast da Joana: https://open.spotify.com/show/53NvwtUNAnxhWPGRvNuji1?si=9f9375f8c45044bf https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 24 - Striptease (com Miguel Correia)
O Miguel junta-se a nós para uma dissertação acerca de seios, silicone e corações asiáticos, com o filme Striptease (Andrew Bergman, 1996). Inicialmente apenas sabemos que há um barco e que a carreira da Demi Moore acabou com este filme, mas depois exageramos na análise política ao enredo, ficamos incrédulos com a comédia estúpida bem presente e somos surpreendidos com a firmeza de alguns peitos. Depois de encontrarmos paralelos com o Senhor dos Anéis, fica a dúvida em entender como é que um filme destes foi feito e se não será este um exemplo claro do “tão mau que é bom”. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 23 - Cliffhanger
Esticamos a corda e chegamos ao primeiro Sly com “Cliffhanger” (Renny Harlin, 1993). Será este um Die Hard na neve? Tal como o sotaque dos vilões, também nos perdemos a tentar responder a esta questão, enquanto a Virgínia nos ensina acerca de escalada e percebemos que é necessário dar um tempo. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 22 - The Addams Family
Tal como o estado de espírito desta dupla de podcasters, hoje procuramos o negro, o depressivo e o pessimismo em “The Addams Family” (Barry Sonnenfeld, 1991). Já na fossa, somos surpreendidos pela quantidade absurda de innuendos sexuais presentes no filme, questionamos o porquê de já ninguém falar sobre o Triângulo das Bermudas, e descobrimos que mãos com dedos longos e finos são uma cena. Depois de passarmos a segunda parte a corrigir os erros grosseiros da primeira, dissertamos sobre os benefícios de ser slow e revelamos que a melhor altura para cortar o cabelo é em quarto minguante. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 21 - Commando (com André Carvalho)
Já muito se falou sobre “Commando” (Mark L. Lester, 1985), mas aqui não podíamos deixar de rebobinar este “clássico” da testosterona e one-liners dos 80s. Para isso temos a ajuda do nosso amigo André Carvalho que, para além de um excelente músico, é também um cinéfilo conhecedor da obra do Arnold (actor com presença assídua no podcast) e encontra um curioso paralelo com um famoso filme de outro rei da década (já do Stallone ainda nenhum filme foi analisado…).Depois ainda discutimos a utilidade do carvão na camuflagem, questionamos o uso de saxofone para musicar cenas de pancadaria e encontramos o Freddie Mercury da Wish. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 20 - Teenage Mutant Ninja Turtles (com Ana Raquel Afonso)
A Raquel, e o seu fascínio pelo sub-mundo, entram nesta discussão profunda acerca das “Teenage Mutant Ninja Turtles” (Steve Barron, 1990). Questionamos a sujidade e o mau cheiro que estes heróis mutantes deveriam emanar, atribuímos importância ao papel dos pais no crescimento dos filhos, e compreendemos agora o medo infantil dos camiões do lixo. Falamos imenso do segundo filme, de gosma verde, de teenagers revoltados, e encontramos a única pessoa do planeta que se mascarou de Pedro Abrunhosa durante a infância. No final, pedinchamos mais roupa interior por correio e planeamos a melhor forma de ganhar dinheiro com isto. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 19 - The Blue Lagoon (com Lívia e Talita)
Neste início de ano vamos a mergulhos com a Lívia e a Talita e exploramos corpos pelados e o azul em “Blue Lagoon” (Randal Kleiser, 1980). Inicialmente ficamos desiludidos com a pouca nudez, mas depois eles entram na puberdade, e relembramos como era bom juntar toda a família em frente ao televisor e ver como dois adolescentes aprendiam sozinhos acerca do sexo e gravidez. Passamos metade do episódio fascinados com a beleza do cenário tropical e outra metade a identificar o duplo de corpo nu que vinha substituir a actriz menor de idade. Para o fim, ainda temos tempo de descobrir que cachoeira é cascata, que no Brasil ninguém faz topless e que peitos são os das galinhas. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 18 - Coyote Ugly
Hoje vestimos as calças de napa e visualizamos “Coyote Ugly” (David McNally, 2000). Muitos rabos, muitos líquidos e muito fogo neste desabrochar ao balcão de uma menina saloia muito tímida que adora cantar em terraços e que tem graves problemas de humor e expressividade. Um filme da geração MTV que deve ter batido o record do maior número de canções, e clichés, por hora e meia de película, e com uma narrativa muito simples, e básica, onde ficamos sem perceber como um bar destes consegue ter algum lucro.https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 17 - Honey, I Shrunk the Kids
Esta semana voltamos aos tempos em que colocávamos quinze miúdos numa carrinha de entregas de jornais, ou acomodávamos duas crianças num colchão na parte de trás de um Opel Corsa comercial. “Honey, I Shrunk the Kids” (Joe Johnston, 1989) é o filme que importa relembrar. Uma viagem por um relvado ainda por cortar, com legos, bolachas e insectos, onde o romance entre vizinhos acontece e os efeitos práticos ainda assumem o protagonismo. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 16 - Jingle All The Way (com Gustavo Martins)
Esta semana temos uma “versão brasileira Herbert Richers” do podcast, onde recebemos o nosso primeiro convidado internacional, vindo diretamente do outro lado do Atlântico, Gustavo Bighellini ou, quando dá jeito, Martins. Voltamos aos tempos de moleque e aos heróis de brinquedo com “Jingle All The Way” (Brian Levant, 1996), um filme natalício para toda a família e que, por isso, faz todo sentido lançarmos o episódio ainda em Novembro. Viajamos pelos cinemas antigos de São Paulo, revisitamos os videoclubes ou locadoras da nossa infância, e descobrimos uma nova maneira de perceber se vale a pena ver determinado filme tendo por base o número de pessoas que morrem por hora e meia de película. No final, Gustavo ainda fala de como foi bom andar de bicicleta com Arnold pelas ruas de Berlim. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 15 - What Women Want
Não sabemos qual a relação entre o que as mulheres querem e este ser o episódio mais curto até ao momento, mas em “What Women Want” (Nancy Meyers, 2000) dissertamos acerca dos pensamentos femininos e é isso. Ah e também falamos de one-hit wonders musicais dos noventas e do sex appeal do Mel Gibson. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 14 - Surf Ninjas
As recordações são muito ténues e confusas neste episódio, pois aquilo que pensávamos ser os 3 membros dos Hanson numa versão asiática, “Surf Ninjas” (Neal Israel, 1993) são, na verdade, 2 irmãos que tem de cumprir uma profecia qualquer e derrotar o poderoso Leslie Nielsen versão cyborg. Sem ser mais uma desculpa para a Virgínia aludir à sua relação com o surf e outras actividades radicais, aqui falamos muito de ninjas, de tinder dates, do café Mocha e do actor Macchio. A habitual viagem no tempo passa por relembrar filmes quase pornográficos, comédias juvenis de cariz sexual, westerns dos Sergios e pancadaria do Jackie Chan. Terminamos a meter lixívia nas t-shirts. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 13 - The Blair Witch Project (com Ariana Santos)
Começamos a segunda temporada com o terror de “The Blair Witch Project” (Eduardo Sánchez e Daniel Myrick, 1999) e recebemos calorosamente a nossa amiga Ariana Santos, ela própria uma especialista em cinema de género. Já depois da obrigatória publicidade ao colectivo Tripé, analisamos o filme ao detalhe e encontramos um bonito jogo entre o analógico e o digital e descobrimos uma curiosa metáfora para o difícil processo de realizar uma obra cinematográfica. Para o fim, fica a habitual divagação onde viajamos, através das nossas memórias, pelo terror que se fazia nos anos 90. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 12 - True Romance (season finale)
Foi preciso chegar ao fim da temporada para termos um episódio totalmente centrado no filme, sem grandes divagações ou desvios, bastante informativo e didático, com um tom sério, sóbrio e respeitável. Neste último episódio falamos de um dos nossos preferidos, “True Romance” (Tony Scott, 1993), esse “filme perdido” de Tarantino, que é também musicado e realizado por dois dos favoritos aqui do podcast. Entretanto, voltaremos em Outubro com mais filmes, memórias cinéfilas e recordações de infância. Até lá, boas férias! https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 11 - Robin Hood: Men in Tights (com Andreia César)
A artista e amiga Andreia César traz-nos “Robin Hood: Men in Tights” (Mel Brooks, 1993), um filme goofy e parvo que, afinal, é uma feroz crítica aos filmes da Disney e às suas princesas indefesas e desesperadas pelo amor de um homem privilegiado, lindo, alto e caucasiano. Surgem também dúvidas em como será ir ao WC usando um cinto de castidade e meias até à virilha serão collants? Mas a tragédia da vida adulta acontece quando descobrimos que somos um George em vez de um Jerry, e aí as maminhas em relevo já não nos conseguem motivar, restando somente “curtir essa fossa”. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 10 - Mission: Impossible
Acendemos o rastilho neste primeiro “Missão: Impossível” (Brian De Palma, 1996) que arde enquanto discutimos a “obra-prima” que foi o segundo filme da saga, entendemos a vida difícil na Madeira dos 90s com os seus 2 canais de televisão, e fazemos a pergunta: Será que o latex tem cheiro? Mas a missão aqui parece ser mesmo a de divagar o mais possível, enquanto acendemos um cigarro durante um voo intercontinental e vamos ao baú das VHS perceber o método arcaico das gravações pré-programadas. Quanto ao filme... é um bom thriller. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 9 - The Net
Regressamos aos primórdios da internet em “The Net” (Irwin Winkler, 1995), mas longo, aborrecido e tedioso são as palavras que mais se ouvem por aqui. Felizmente temos a Virgínia a defender e a valorizar o filme, não fosse a sua actriz favorita a protagonista. Portanto “enchemos chouriços” com a filmografia da querida Sandra, percebemos que muitas memórias já se perderam, e que a Angelina Jolie andava a hackear computadores nos anos 80. Pelo meio ainda trazemos a Celine Dion para animar um pouco o episódio, e tentamos ir ao fundo (I know what you did here) de algumas questões: Porque é que ninguém fala deste filme? Será que escolhemos o curso com base nos filmes que vemos? Então quando é que fazemos o Speed 2?https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 8 - Last Action Hero (com Pedro Caldeira)
Esta semana trazemos um convidado especial para elevar o nível deste podcast. Pedro Caldeira é aquilo a que alguns chamam de Homem do Renascimento - realizador, editor, professor, músico e, principalmente, um grande cinéfilo (e amigo). Com alguém deste calibre só poderíamos falar sobre “Last Action Hero” (John McTiernan, 1993), esta pérola dos noventa, que surgiu com estrondo para satirizar tudo o que era filme de ação feito até então. Teorizamos acerca do porquê de o filme ter sido um flop, falamos da relação do Arnold com crianças e questionamos o porquê de mulheres aos gritos vestidas de látex. Ainda aprendemos como era a experiência de ir ao cinema em Tomar, que Lisboa era pior que uma Nova Iorque cheia de assassinos, e em como é especial a relação profissional entre o Pedro e a Virgínia, chegando ao ponto de silenciarem o microfone ao Fábio durante toda a segunda parte. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 4 - Point Break
Depois de passarmos semanas a discutir a carreira (e o físico) do Sr. Reeves, eis que surge o episódio onde faz realmente sentido falar do homem. “Point Break” (Kathryn Bigelow, 1991) é o filme desta semana. Uma obra recheada de plot holes onde encontramos o pior agente à paisana de que há memória, uns nazis surfistas que precisam morrer, e o vocalista dos Red Hot Chili Peppers a dar um tiro no seu próprio pé. Mais tarde, e já depois de ficarmos esclarecidos acerca da utilidade dos patins em linha, a Virgínia veste o maiô e enumera todos os desportos radicais que fez ao longo da vida (spoiler: são bastantes). No final, o Fábio descreve, de forma completamente errada, o poster de um filme do qual ninguém quer saber, e ainda temos tempo de discutir o funcionamento da motosserra e a sua utilidade como arma para matar pessoas. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 3 - Hot Shots! Part Deux
A saga dos homens “pumped”, másculos e musculados, continua neste novo episódio, onde rebobinamos uma das grandes paródias dos anos 90, o “Hot Shots! Part Deux” (Jim Abrahams, 1993). Talvez o único filme da história cuja personagem feminina tem nome de localidade de Odivelas, aqui também encontramos homens a cuspir nozes e dissertamos acerca do óleo e da utilidade das camas de ferro. Mas nem só de assuntos interessantes vive este episódio, pois resolvemos fazer aquele jogo original do “qual é o filme a ser parodiado aqui?”, e este “dump” de cenas torna a conversa sobre o filme tão interessante que passamos metade do tempo a divagar sobre séries e outros filmes. Um clássico, portanto. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 2 - Broken Arrow
“Broken Arrow” (John Woo, 1996), poderia ser um western vulgar sobre um chefe índio qualquer situado no deserto poeirento do Utah, mas aqui falamos de ogivas nucleares, borboletas e de aviões que se parecem com naves espaciais. Venham rebobinar connosco esta pérola do cinema de acção dos anos 90, onde encontramos um subtexto homoerótico, actores em overacting e o Mark Wahlberg do Lidl. Ainda antes de um dos autores deste podcast classificar a filmografia do Keanu Reeves com base na forma física do actor, temos tempo de explorar a carreira de John Woo, uma obra povoada por slow motions, explosões, armas com conotações fálicas e pombas. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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Ep. 1 - Days of Thunder
Neste episódio rebobinamos "Days of Thunder" (Tony Scott, 1990) e tentamos perceber a pertinência do título (porquê trovões ou tempestade quando não há uma pinga de chuva durante todo o filme?), repetimos até à exaustão a referência ao pôr do sol e aos film flares, e procuramos encontrar uma razão para o uso de blazers no meio do óleo e do calor. Falamos ainda de problemas com a letra L, de Hans Zimmer e de strippers. https://www.instagram.com/rebobinando_classicos/ Agradecimentos: David Pais, Paulo Graça, Rádio Voz Online, Cossoul
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ABOUT THIS SHOW
Rebobinando “clássicos” responde à pergunta: “Será que os filmes da nossa infância ou adolescência são assim tão bons?!”. Aqui falamos sobre filmes que não vemos há muito tempo, das memórias que guardamos e da importância (ou não) que esses “clássicos” tiveram na cinefilia (e na vida) de uma geração que nasceu numa era pré-digital, de videoclubes e televisão. Numa 2ª parte, e já depois de revermos os filmes, fazemos a inevitável comparação com o passado e tentamos perceber se o filme “aguenta o teste do tempo” ou se, na verdade, o adágio do “antigamente é que era bom!” é uma falácia.
HOSTED BY
Fábio Sequeira e Virgínia Barbosa
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