PODCAST · music
Revoredo - USP
by Jornal da USP
Programa voltado ao universo da Viola Caipira instrumental. Tem como diretriz a divulgação das diferentes obras escritas para este instrumento e apresentar os compositores e intérpretes que vêm trabalhando no desvelar das riquezas musicais da viola caipira no Brasil.
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Revoredo #239: Violeiros premiados apresentam suas composições
O Revoredo desta semana apresenta os sons das violas de Bruno Sanches e Rafael Gonzá. Natural do distrito de Regente Feijó, interior de São Paulo, Sanches cursou violão clássico e optou pela carreira musical, mas adotou a viola caipira como instrumento. Uma de suas maiores influências foi o músico e violeiro Ivan Vilela, seu professor na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Em 2018, ganhou o Prêmio Mimo Instrumental e, desde então, vem se destacando como um dos nomes mais atuantes da viola brasileira. Rafael Gonzá, além de violeiro, segue carreira de artista independente e radialista. Nascido em Vale do Paraíba, dedica-se à viola caipira desde 2011 conquistando o público com sua habilidade e paixão pela música. Em 2019, aprimorou sua técnica ao estudar Viola Caipira em nível avançado na Escola de Música do Estado de São Paulo - Tom Jobim (Emesp), sob a orientação do professor João Paulo Amaral. Reconhecido nacionalmente, foi premiado entre os 50 melhores violeiros no Concurso de Viola Caipira Revelando SP (2021). Neste episódio foram tocadas as músicas: Catira do Vale; A Jangada Voltou Só; Canários; Elementais; Capricho Perfumado; Prelúdio da Suíte nº1 para Violoncelo; Senhorinha; Enlace; Passeio do Lobo-Guará; Que Dor, Belô; Injuriado; Agora Não; Galáxia Jovem; Prelúdio dos Pássaros.
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Revoredo #238: A viola caipira de Daniel Miranda e Júlio Santin
O Revoredo desta semana apresenta a riqueza da viola caipira instrumental através das obras de Daniel Miranda e Júlio Santin. O episódio destaca a versatilidade de Miranda, apresentando desde peças inspiradas no folclore brasileiro até o projeto Duo Barroqueando, que funde a erudição europeia com ritmos como o choro e o maxixe. Na segunda metade, o foco volta-se para o talento de Júlio Santin, cujas composições exploram parcerias com diversos instrumentos, incluindo violoncelo e acordeom. Estas obras reforçam a música brasileira como um território híbrido, unindo tradições seculares a interpretações contemporâneas. Neste episódio foram tocadas as músicas Violando; Catirina; Mariazinha; Para Ela; Guaraniando; Quero Humana; Tema e Variações Número Um em Sol Maior; Matutada; Mar Distante; Sonho de Luma; Pieadade; Céu e Mar; Revoada.
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Revoredo #236: Duo de viola caipira relembra sucessos brasileiros
O Revoredo desta semana apresenta o som do Duo, formado por André Moraes e César Petená. Com uma parceria de mais de dez anos, os violeiros André Moraes, mestre em Educação Musical pela Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, e César Petená, abrangem a riqueza musical da viola caipira, destacando composições instrumentais de diversos violeiros brasileiros. A dupla traz traços musicais da era dourada das duplas caipiras, na mesma medida em que evidencia a nova geração de instrumentistas e compositores. Eles destacam distintas afinações, estilos de ponteado e características únicas da viola caipira em suas apresentações. Neste episódio foram tocadas as músicas Despreocupado; Subião; Patu; Suíte Mumbuca; Cavalo Árabe; Teu Sorriso; Siriri no Escuro; Céu de Pitangueiras; Paca Pimenta; Mistura Paulista; Ventos do Sul; Iguaçu; Seleção de Pagodes e Pagode do Véio.
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Revoredo #235: Tradições brasileira e portuguesa se unem
O Revoredo desta semana apresenta o som do Serra Acima Trio e Pedro Caldeira Cabral, artista português. Serra Acima Trio é formado por Emiliano Pereira, Júnior Bier e João Triska. O trio tem como proposta ir além das tradições da viola caipira, mas sem perder a essência do instrumento. Também têm o propósito de aprimorar e inovar as tradições desse instrumento de grande expressão dentro da cultura brasileira, com presença marcante desde os mais remotos rincões do Brasil até os grandes centros urbanos. Pedro Caldeira Cabral, natural de Lisboa, é instrumentista e um compositor que cresceu sob a tradição da prática musical, principalmente da música erudita. Seu primeiro contato com o universo musical foi por meio de interpretações de seus pais para obras de compositores como Henry Purcell, Bach, Mozart, Frédéric Chopin, Franz Schubert e Robert Schumann. Entre as músicas apresentadas neste episódio estão: Violosófica; Você Ferve, Eu Frevo; Baião da Lua; Brejeiro; Pau Brasil; Pavana e Galharda de Alexandre; Pavana V; 8º Verso Do V Tom; Fantasie; Sonata em Sol Maior; Sonata em Dó Menor; Minueto em Fá Maior; Serenata.
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Revoredo #234: Violas de Valdir Verona e Laís de Assis
O Revoredo desta semana apresenta o som de Valdir Verona e Laís de Assis. Com composições dos artistas, o episódio traz uma coletânea de sucessos e novidades. Natural de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, Verona atua desde a década de 1990 na valorização da viola de dez cordas na música sulista, por meio de recitais, shows, composições, gravações, edições de partituras e tablaturas, além de oficinas. O músico também se dedica ao ensino, atuando como professor de viola e violão. A pernambucana Laís de Assis é violeira, violonista, arranjadora e pesquisadora formada pelo Conservatório Pernambucano de Música (CPM) e mestre em Etnomusicologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em seus trabalhos, pesquisa e valoriza a viola de dez cordas nordestina, incorporando elementos da literatura de cordel, com poesias, xilogravuras e canções acompanhadas pela viola e pela rabeca. Neste episódio do podcast são apresentadas as músicas: Melodia Insistente; Españoleta; Aires de Andalucia; Dunas; Chamamé Blues #2; A Dança das Cordas; El Condor Pasa; A Saga dos Retirantes; Elementais; Terra Vermelha; Centelha; Morada; Cortando Caminho; Frevo para um Carnaval que não Passou e Ponteada.
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Revoredo #233: As obras de Marina Ebbecke, Gabriel Souza e Quinteto Armorial
O Revoredo desta semana apresenta o som de Marina Ebbecke e Gabriel Souza, em sua nova parceria, e o Quinteto Armorial, tradicionais na música caipira. Marina Ebbecke, bacharel em viola brasileira pela USP e aluna de Ivan Vilela, atua profissionalmente como professora de viola caipira. Em suas músicas, ela usa a linguagem tradicional da viola aprendida com a música caipira, mas também a partir de todas as outras fontes musicais que aprendeu ao longo de sua carreira. O violeiro e compositor Gabriel Souza é natural de Jundiaí, interior de São Paulo. Com foco na música instrumental, ele combina a viola caipira contemporânea com elementos da música tradicional e da música popular brasileira. Em 2025, lançou seu álbum Contrastes, com releituras e músicas autorais, sendo duas em parceria com a violeira Marina Ebbecke. O Quinteto Armorial, formado em 1970, em Recife, Pernambuco, por Antônio Madureira, Egildo Vieira, Antônio Nóbrega, Fernando Torres Barbosa e Edison Cabral, surgiu no contexto do Movimento Armorial, idealizado por Ariano Suassuna, que buscava criar uma arte erudita a partir da cultura nordestina. Inserido em um projeto artístico mais amplo com diversas linguagens, o grupo tinha como objetivo unir o cancioneiro medieval às tradições dos cantadores do Nordeste, valorizando instrumentos típicos como viola caipira, zabumba e marimbau. Neste episódio do podcast são apresentadas as músicas: Música Incidental nº 1; Contrastes; Princípio; Água de Cheiro; Caipiranga; Enigma; Erva Doce; Revoada; Romance da Bela Infanta; Mourão; Toada e Desafio; Ponteio Acutilado; Repente; Toré.
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Revoredo #232: Os sons de Lu Pasinato e Guilherme Canuto
O Revoredo desta semana apresenta o som de dois violeiros e compositores, Lu Pasinato e Guilherme Canuto. Com composições autorais dos artistas, o episódio mostra uma coletânea de sucessos de cada músico. Nascido no interior de São Paulo, em Parapuã, Lu Pasinato vem de uma família de músicos, iniciando desde cedo no universo musical. O violeiro e compositor começou com instrumentos de corda e participou de bandas regionais como guitarrista. Em 1989, conheceu a viola caipira e integrou sua sonoridade à guitarra desde então. Atualmente possui dois álbuns autorais sendo Mudernage (2008) e Aldeia (2014). Guilherme Canuto é violeiro, compositor e professor universitário que dialoga com o tradicional e o contemporâneo. Em suas obras, aborda questões de sustentabilidade e cria composições que unem técnica, sensibilidade e originalidade, transitando com liberdade entre os campos da ciência e da arte. Neste episódio do podcast são apresentadas as músicas: Meu chão; Senzala; Lápis de Cor; Buraco das Araras; Louva-Deus; Ninho de Guacho; Seu Mané e a Pitangueira; Infância; Teminha Para Mariana Menina; Viola Teimosa; Música de Agradecimento; Encontro de Vertentes; Ouroboros e Ponteio de Lamento.
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Revoredo #231: As violas de Mel Moraes e Roberto Zara
O Revoredo desta semana apresenta o som de dois violeiros e compositores, Mel Moraes e Roberto Zara. Com composições dos artistas, o episódio traz uma coletânea de sucessos, histórias e novidades. Natural de Socorro, no Estado de São Paulo, Mel Moraes iniciou seus estudos na viola aos 11 anos, quando ingressou em uma oficina gratuita de viola caipira. Também participou do projeto Viola com Elas ao lado das violeiras Vitória da Viola e Carol Viola, com quem fez shows no Brasil e na Argentina. Ao longo de sua carreira, Mel venceu concursos e recebeu prêmios, como o de Violeira Revelação no evento Revelando São Paulo 2022. Já Roberto Zara, de Belo Horizonte, é compositor, violeiro e produtor musical. Iniciou sua trajetória ainda criança, tocando viola caipira de forma intuitiva, expandindo depois para diversos instrumentos como violão, contrabaixo e bandolim. Com passagem por bandas desde os anos 1970 e experiência em estúdios e produções musicais, acumulou décadas de trabalho antes de lançar seu primeiro álbum solo, Roberto Zara – Instrumental, em 2011. O disco reflete uma sonoridade ligada à simplicidade do interior, com referências à natureza e à tradição mineira, explorando as possibilidades da viola de dez cordas. Neste episódio do podcast são apresentadas as músicas: Trindade; Água Doce; Anjo; Gulin; O Guardião; Rosa Azul; Formigueiro; Um Amor para Alguém; Minueto de Verão; Folhas de Outono; Frio de Inverno; Primavera dos Pássaros; Sagrado; Mar; Boiada; Águas no Sertão e Novos Ventos.
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Revoredo #230: Ícones da viola são homenageados com coletânea de sucessos
O Revoredo desta semana apresenta o som de dois violeiros e compositores, Índio Cachoeira e Adelmo Arcoverde. Com composições autorais dos artistas, o episódio traz uma coletânea de sucessos de cada músico. Nascido em Junqueirópolis (SP), Índio Cachoeira, nome artístico de José Pereira de Souza, teve seu primeiro contato com a viola ao ouvir um antigo violeiro da região. Iniciou a carreira profissional aos 17 anos, apresentando-se em rádios locais. Sua primeira parceria foi com Tião do Gado, da dupla Carreiro e Carreirinho e, em 1995, passou a integrar a dupla Cacique e Pajé, assumindo o nome de Pajé. O violeiro faleceu em 2018, deixando um legado na música raiz. O pernambucano Adelmo Arcoverde é compositor, arranjador, professor e violeiro, mestre na viola nordestina. Arcoverde conheceu o instrumento ainda criança através da avó, que ouvia repentistas nordestinos na rádio. Na capital, Recife, conquistou prêmios em festivais como arranjador, compositor e instrumentista. Neste episódio do podcast são apresentadas as músicas: Remelexo; Alvorada Sertaneja; Eu e a Viola; O Castelhano; Viola Marchetada; O Guizo; A Viola e a Harpa; O Gingado da Morena; O Santuário; O Caminho das Pedras de Fogo; O Caminho das Pedras Verdes; O Caminho das Sombras; Galope de Serra Talhada.
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Revoredo #229: Músicos portugueses apresentam as violas braguesa e campaniça
O Revoredo desta semana apresenta o som de dois violeiros e compositores portugueses, João Diogo Leitão e João Morais, O Gajo. Repleto de composições autorais dos artistas, o episódio traz um pouco dos sucessos de cada um. João Diogo Leitão se destaca por sua abordagem inovadora da viola braguesa, instrumento tradicional do norte de Portugal. Conhecida por seu uso em gêneros como rusgas, chulas e desafios, a viola ganha, nas mãos do artista, novas possibilidades sonoras que rompem com padrões mais conservadores. Leitão explora o instrumento, ampliando seus limites e dialogando com diferentes influências, o que o torna um nome singular na música portuguesa contemporânea. Já João Morais, que adota o pseudônimo O Gajo, constrói sua trajetória a partir da valorização das raízes culturais portuguesas por meio da viola campaniça, também chamada de viola alentejana. Ligado à tradição do Alentejo, ele utiliza o instrumento, um dos maiores entre as violas portuguesas, com cinco ordens de cordas, para interpretar e preservar práticas como os cantares à desgarrada e os cantes a despique, comuns em festas e feiras da região. Neste episódio do podcast são apresentadas as músicas: Por onde fica a primavera: ato primeiro; Por onde fica a primavera: ato segundo; Por onde fica a primavera: ato terceiro; Por onde fica a primavera: ato quarto; Dos rituais perdidos: Invocação; Longe do chão; Há uma festa aqui do lado; Uma ginga com elas; A Carterista e Miradouro da batucada. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #228: Viola caipira em dose dupla
O Revoredo dessa semana apresenta o som de dois violeiros e compositores, Hugo Linns e Marcos Mesquita. Repleto de composições autorais dos artistas e releituras, o episódio traz um pouco dos sucessos de cada artista. Linns é compositor, instrumentista e violeiro formado pelo Conservatório Pernambucano de Música, conhecido por explorar a viola dinâmica e incorporar influências da cultura popular nordestina, como coco, ciranda e cantos tradicionais. Ele é considerado parte da nova geração pernambucana, trazendo uma mistura rica e autêntica com uma sonoridade peculiar e inovadora para o instrumento. Mesquita, violeiro caipira, compositor, cantor e professor, nasceu no Rio de Janeiro, em 1960, e se mudou ainda criança para Brasília, acompanhando a construção da nova capital. Crescendo em meio à diversidade cultural trazida por imigrantes de todo o país, teve forte influência musical desde cedo. Aos 15 anos, já tocava violão e viola caipira, iniciando também suas primeiras composições. Algumas das músicas apresentadas neste episódio são: Alvorada; Caxiri Rasteiro; Barra da Noite; Luna; 12 de Junho; Arpejos; Trans; Sol, Mar e Alegria; Flash, Michele. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #227: Os sons de Victor Gulin e Luciano Queiroz
O Revoredo dessa semana apresenta o som da viola de dois grandes músicos, Victor Gulin e Luciano Queiroz. Gulin é natural de Curitiba, no Paraná, e iniciou os estudos na viola caipira aos 9 anos e, aos 10, já subia nos palcos interpretando músicas de artistas como Roberto Corrêa, Ivan Vilela e de seu pai, Rogério Gulin. Em 2017, lançou seu álbum de estreia intitulado Caminhos. Luciano Queiroz, violeiro, compositor, luthier e fotógrafo, tem dedicação à música desde os 16 anos de idade. Passou por vários instrumentos antes de se fixar na viola de dez cordas. O violeiro lançou dois álbuns, o primeiro, intitulado Da Oficina para o Estúdio, foi lançado em 2009 e une pagode, cururu e chamamé. O segundo é Viola de Lua, lançado em 2013, que presta uma homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga. Entre as músicas tocadas nesse episódio estão: Rosa Vermelha; Boiadeiro; O Xote das Meninas; Tempestade; Armorial; Forró no Escuro; Raiz Paraibana. Ouça o episódio completo no player acima. re
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Revoredo #226: Do rock à viola caipira, compositor conta sua trajetória na música brasileira
Nesta semana, o Revoredo apresenta a história e música de Jaime Alem, compositor paulista que se tornou referência nacional na música. Apesar de ter nascido na cidade de Franca, o músico iniciou sua carreira em Jacareí, interior de São Paulo. Jaime Alem começou sua carreira bem cedo, aos 16 anos e, além de compositor, é instrumentista, arranjador e maestro. Seu gosto pela música nasceu da admiração pelo rock internacional, como os Beatles, e dos violeiros da sua cidade natal. Ao longo de sua carreira, Alem foi maestro por mais de 30 anos da cantora e compositora Maria Bethânia, e responsável por dirigir e produzir mais de 15 discos da artista. Além da parceria com Bethânia, também é conhecido por tocar ao lado de Nair Cândida. O programa de hoje apresenta algumas de suas composições como Ciranda Pra Ti, Costeira de Rio e Moeda, Pau e Corda, do álbum Dez Cordas do Brasil, entre muitos outros sucessos retratados no episódio. Ouça o episódio completo no player anexo.
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Revoredo #225: A viola mineira de Dimas Soares
Nesta semana, o Revoredo apresenta o álbum Boas Horas (2001), do violeiro Dimas Soares, natural do Vale do Mucuri, interior de Minas Gerais. Além de músico, Dimas é graduado em História e segue uma trajetória musical independente, marcada pela influência de violeiros e cantadores do nordeste mineiro. Entre seus trabalhos estão os álbuns de viola caipira Viola da Terra (2011) e Toques de Viola Caipira (2015), além do já citado anteriormente. Neste episódio foram tocadas as músicas: Saracurinha da Serra; O Toque do Rio Abaixo; Roda d'Água; Serpente de Asas; Sinhá Violeira; A Cigana; A Hora do Cramondongue; Na Beira da Ribeira; Valseando na Torda; Caminho da Serra; Adeus Viola; Cumpade Meu; Cipó de São João, Beira de Estrada, Na Cumbuca e Viola de Brinquedo, todas composições de Dimas. Ouça o episódio completo no player acima. v
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Revoredo #224: As violas caipiras de Neto Stéfani e Chico Lobo
O Revoredo dessa semana apresenta o som de dois violeiros e compositores, Neto Stéfani e Chico Lobo. Repleto de composições autorais dos artistas, o episódio traz canções tradicionais, história da viola e releituras de famosos arranjos. Neto Stéfani, natural de Bragança Paulista, no interior de São Paulo, é representado através das canções: Viola hermosa; Etâ pagode; Viola castelhana; Bem viola; A viola e o chamamé; Sem porteira; Teimoso; Flor que tem espinho; Chorinho caipira e Cururu pro Gedeão. Para completar, músicas atemporais do mineiro Chico Lobo e de parceiros finalizaram a hora musical. Entre suas composições, foram tocadas: Travessia do Sussuarão; O trenzinho do caipira e Vazante. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #223: Ivan Vilela apresenta o álbum Dez Cordas
O Revoredo desta semana apresenta o álbum Dez Cordas, do compositor e pesquisador Ivan Vilela, com arranjos particulares, numa afinação diferente das já tradicionais afinações da viola caipira. A viola caipira possui 5 pares de cordas, totalizando 10 cordas. Nas afinações tradicionais, cada par de cordas tem a mesma afinação. Nesta obra, cada par possui notas diferentes. Neste episódio foram tocadas as músicas: Valsinha, Doma, Chora Viola, Eleanor Rigby, Ponteio, Nascente, Luzeiro, Viola Quebrada, Carreirando, Moreninha, Pescador e Nós Fieis. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #222: O som da viola amarantina
O Revoredo desta semana apresenta o álbum A Viola Amarantina, do músico português Rui Fernandes, em homenagem a um dos instrumentos mais emblemáticos da tradição popular de Portugal. Originária de Amarante e conhecida como Viola de Dois Corações, a viola amarantina ganha destaque nas composições autorais de Rui Fernandes, que desde 2018 se dedica a explorar o instrumento como protagonista, revelando novas possibilidades sonoras além do acompanhamento. Neste episódio foram tocadas as músicas: Fernandinha, Mestre Violeiro, Era Uma Vez Um Souto, Scherzo Para 2 Corações, Cumeeira, Lulavai, Querido Paredes, Sete Nove Nove, Dolente na Tarde Calma, Sónia e Tom & Jerry. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #221: Soprano a Viola apresenta seu primeiro álbum
O Revoredo desta semana apresenta o álbum Onde Está o Jeca?, trabalho de estreia do grupo Soprano a Viola, formado por Caio de Souza e os irmãos Mateus Marques e Tiago Marques. Criado em 2014 a partir de encontros musicais em família, o grupo consolidou seu repertório ao longo dos anos. O disco, gravado em 2019, ganhou lançamento após o grupo ser contemplado pelo Programa de Ação Cultural (ProAC), em 2022. Neste episódio foram tocadas as músicas: Cadê a Marreca, Onde está o Jeca? Tristeza do Jeca, Forrozal, Gedeando, Ponteado, Brejeiro, Viola Quebrada, Cumuru, Choro pro Zé, Cassuá e Forró da Penha. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #220: Álbum une as violas caipira e campaniça
O Revoredo desta semana apresenta o álbum Terra Livre (2023) dos violeiros Ricardo Vignini e João Morais, conhecido como O Gajo. Gravado em estúdios em São Paulo e Lisboa, Terra Livre é um álbum autoral de Vignini e d’O Gajo, que conta com nove faixas. Na obra, os violeiros puderam expandir seus horizontes criativos sem fórmulas ou regras pré-definidas, fundindo as sonoridades do Brasil e de Portugal. Neste episódio foram tocadas as músicas: Terra Livre; Corrosão; Albatroz; Seiva; Bandidos; Serpente; Magma; Rojão; Maria da Manta; Chá de Gengibre; De Butuca e Longe do Chão e Há uma Festa Aqui ao Lado. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #219: Violeiros da Alta Mogiana apresentam trabalhos autorais
Nesta semana, o Revoredo apresenta os trabalhos de Enrico Fioreli Barbieri, Gil Fenerich e Zé Guerreiro, violeiros da região da Alta Mogiana, localizada no interior de São Paulo. O trio de violeiros demonstra seus arranjos de diferentes modos, com composição de música própria e muita viola caipira. Além do trio, outros instrumentistas participam de suas músicas, como Rafael Ramos, no contrabaixo, Ricardo Peres, na percussão, e Thiago Brasil, no violão. Neste episódio foram tocadas as músicas: Ponte de Areia; Paisagens; Solidão; Asa Branca; Um Caipira em Viena; Viola de Capiau; Estrada de Chão; Dias Tranquilos; Ondas do Mar de Vigo; Dança da Onça; Rasta Zé; Ciranda do Amanhã e Luzeiro. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #218: Violeiras celebram a tradição da música brasileira
Revoredo desta semana apresenta as violeiras Letícia Leal e Laís de Assis. A mineira Letícia Leal é graduada em Medicina Veterinária e conheceu a música através de sua avó, na cidade de Teófilo Otoni, Minas Gerais. Autodidata e inspirada pelo violeiro Almir Sater, Letícia começou a tocar o instrumento no início da faculdade, assistindo a videoaulas na internet, até que teve a oportunidade de estudar com Renato Caetano. A violeira e compositora de músicas instrumentais e cancionistas traz um pouco do cenário tradicional de Belo Horizonte, em Minas Gerais, conhecida como cidade cancionista. Já a pernambucana Laís de Assis é formada em viola de dez cordas e violão popular pelo Conservatório Pernambucano de Música (CPM). Também é artista, violonista, arranjadora, arte-educadora, pesquisadora e mestre em Etnomusicologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), onde desenvolve pesquisas focadas na viola de dez cordas nordestina. Em suas obras, Laís traz a cultura do romanceiro popular nordestino, conhecido como literatura de cordel. São folhetos que guardam arte e literatura por meio de poesias e xilogravuras, assim como da música e do canto de seus versos acompanhados pela viola ou rabeca. Neste episódio foram tocadas as músicas: Manacá; Serração; Passarinhadeira; Bocaina; Dicotomia; Graúna; Entardecer; Luzeiro; Coragem; Entre Luas e Auroras; Terra Vermelha; Centelha; Morada; Cortando Caminho; Frevo para um Carnaval que não Passou e Ponteada. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #217: “Cordas Brasileiras” traça panorama da música nacional
esta semana, o Revoredo apresenta o álbum Cordas Brasileiras (2012), uma parceria entre o violeiro Fernando Caselato e o Quarteto TAU. O álbum une a viola brasileira ao quarteto de violões, traçando um panorama da música nacional, passando por Nazareth, Angelino de Oliveira e Garoto até chegar na obra de Paulo Bellinati e Weber Lopes, assim como outros jovens compositores. Neste episódio foram tocadas as músicas: Novos Rumos; Odeon; Guizo; Chegando em Casa; Debussyana; Jongo; Melodia para Incerteza; Lá em Olinda; Baião de Gude; Chão Vermelho; Seresta; Serelepe e Estância. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #216: A viola nordestina de Rodrigo Caçapa
Nesta semana, o Revoredo apresenta a obra Elefantes na Rua Nova (2011), primeiro trabalho autoral do compositor, arranjador, produtor musical e violeiro natural do Recife, Rodrigo Caçapa. Com mais de 20 anos de carreira no universo musical, o artista colaborou com diversos nomes da música brasileira, como Adelmo Arcoverde, Nação Zumbi e Ivan Vilela. Além disso, Caçapa dedica-se à pesquisa e a criação com base na cultura musical nordestina, onde integra a música de rua ao estilo europeu. Neste episódio foram tocadas as músicas: Samba de Rojão nº1; Coco-Rojão nº 1; Coco-Rojão nº 3; Baiano-Rojão nº2; Coco-Rojão nº 2; Samba de Rojão nº1; Rojão nº1; Coco-Rojão nº4 e Vento Corredor. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #215: A viola caipira de Valdir Verona e Max Sales
Nesta semana, o Revoredo apresenta os trabalhos de Valdir Verona e Max Sales. Natural de Caxias do Sul (RS), Verona é um músico de formação erudita e vivência em diferentes segmentos da música popular, com mais de 30 anos de carreira. Com extensa discografia, o violeiro conta com trabalhos solo e projetos em duos e trios, como o Duo de Viola e Acordeon, em parceria com Rafael de Boni. Além do duo, Verona também faz parte do projeto Violas ao Sul, com Ângelo Primon, Mário Tressoldi e Oly Junior. Já Sales é professor, instrumentista, compositor e arranjador que imprime em seu trabalho toda a diversidade possível com a viola caipira. Mestre em Musicologia e Etnomusicologia pela USP, ele abrange tanto a música popular quanto a clássica em seu som, passando pelo pop, choro, rock, e ao clássico modernismo de Heitor Villa-Lobos. Neste episódio foram tocadas as músicas: Melodia Insistente; Españoleta; Aires de Andalucía; Dunas; Chamamé Blues #2; A Dança das Cordas; El Condor Pasa; Saga dos Retirantes; Quatro Ventos; Tocando em Frente; Sateriana; Chalana; Passarinhadeira e Correnteza. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #214: Wilson Dias e Afonso Villasanti unem tradição à modernidade
Revoredo desta semana apresenta o álbum Mucuta (2011), de Wilson Dias, e a viola caipira de Afonso Villasanti. Natural de Olhos D’Água, no norte de Minas Gerais, o violeiro, cantor, compositor e pesquisador teve seu primeiro contato com a viola ainda na infância, por influência do pai. Dias é, ao mesmo tempo, tradicional e moderno. Com a musicalidade e os ensinamentos da cultura popular, ele compartilha suas lembranças da infância vivida no Cerrado e se inspira em sua cidade natal. Já Villasanti é natural de Valinhos, no interior de São Paulo e seu primeiro contato com o violão foi aos 9 anos, quando ganhou o instrumento. Aos 15 anos entrou para um conservatório de música, onde formou-se em violão e guitarra aos 21 anos. Foi apenas aos 25 anos que conheceu a viola e foi, aos poucos, deixando a guitarra de lado. Villasanti foi o primeiro brasileiro a ser aprovado no curso de Composição da British Institute of Modern Music, no Reino Unido e hoje é um dos grandes nomes da música caipira. Neste episódio foram tocadas as músicas: Ana Tereza; Guizo; Colibri; Minadouro; Mucuta; Bamburral; Cabriola; Odeon; Sanfoneiro Folgado; Romance de Amor; Pau Brasil; Beleza Matogrossense; Brincando com a Viola e Ave Maria. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #213: De violeiro autodidata ao Grammy Latino
esta semana, o Revoredo apresenta o trabalho de Neymar Dias com a viola caipira. Neymar Dias é um músico, compositor, regente, arranjador e produtor musical. Violeiro autodidata, é graduado em composição e regência, e em 2014 foi indicado ao Grammy Latino com o álbum Festa na Roça, em parceria com Toninho Ferragutti, na categoria Melhor Álbum de Música Raiz. Ao longo de sua carreira, Dias já trabalhou com nomes da música brasileira, como Inezita Barroso, Roberta Miranda, Tinoco, Leonardo, Ivan Lins, entre outros. Neste episódio foram tocadas as músicas: Concertino para Viola Caipira e Orquestra; Ponteiro; Depois da Serra; Chamamé da Lua; Capim nº 3; Vera Cruz; Agora é Assim; Last Train Home e Capim nº 1. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #212: Viola caipira em dose tripla
esta semana, o Revoredo apresenta os trabalhos de três trios de viola: Trio Carapiá; Serra Acima Trio e Trio O Fino da Roça. O Trio Carapiá é composto com Elias Kopcak, João Paulo do Amaral Pinto e Rodrigo da Grava Nali. O trio foi criado em 2002 e teve seu início marcado pela conquista do primeiro lugar no Festival de Música de Poços de Caldas, na categoria Melhor Arranjo. Já o grupo Serra Acima Trio é formado por Emiliano Pereira, Júnior Bier e João Triska, e o trio tem como proposta ir além das tradições da viola caipira, mas sem perder a essência do instrumento e deixar essas tradições de lado. Por fim, o Trio O Fino da Roça é composto com Pedro Gava, Araê Cainã e Adriel Job, e tem como objetivo contar a trajetória da música caipira instrumental, apresentando releituras que buscam retratar as características dos compositores caipiras. Neste episódio foram tocadas as músicas: Suíte Caipira; De Papo pro Ar; Valsa para Diogo; Violosófica; Você Ferve, Eu Frevo; Baião da Lua; Brejeiro; Pau Brasil; Alvoradinha; Brincando com a Viola; Corta Jaca; Viola Xique Xique e Rio de Lágrimas. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #210: Junior da Violla resgata músicas dos séculos 17 e 18
esta semana, o Revoredo apresenta o trabalho Viola Antiqua, de Junior da Violla. Junior da Violla é um violeiro e professor de viola desde 2000, sendo pioneiro no ensino de viola on-line desde 2006. Em 2020, além dos cursos que já ministrava, abriu um curso destinado ao repertório de viola dos séculos 17 ao 19. Atualmente é um dos maiores pesquisadores e representantes das violas de 12 cordas. O projeto Viola Antiqua é resultado de pesquisas de Junior da Violla sobre a história do instrumento e de seu surgimento no século 12. O projeto engloba aulas de viola focadas na história do instrumento, assim como um repertório de peças para viola dos séculos 17 e 18 com base em técnicas, compositores e linguagem da época. Neste episódio foram tocadas as músicas: Estudo nº 18; Canção nº 4; Estudo nº 3; Rondo Pour La Guitare; Minueto; Andante Sonata; Minueto & Valsa; Sonata em Ré Maior; Sonata nº 7; Sonata nº 2; Estudo nº 19; Estudo nº 2; Valsa nº 1; Tochata de D. Carlos Tristão; Folias de Espanha 1 Tom; Pavana de Alexandre e Sarambeque 4 Tom de Abreu. Ouça o episódio completo no player acima.
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Revoredo #209: As sonoridades das violas de Lu Pasinato e Roberto Zara
esta semana o Revoredo apresenta os trabalhos dos violeiros Lu Pasinato e Roberto Zara. Lu Pasinato é natural de Parapuã, no interior de São Paulo, vem de uma família de músicos e teve seu primeiro contato com o instrumento em 1989. Por conta de sua sonoridade singular, a viola caipira passou a ser o instrumento de trabalho de Pasinato, junto com a guitarra. Radicado em Curitiba desde 1996, o violeiro se apresenta em teatros, casas de show, bares e estúdios de gravação, além de participar de gravações de CDs, DVDs e jingles publicitários. Roberto Zara é um violeiro mineiro que iniciou sua trajetória musical aos 10 anos com a viola caipira. Mais tarde passou a tocar violão, bandolim, contrabaixo e também a cantar. Na década de 1970 integrou os grupos Terra Mater e o Grupo Favo de Mel. Na década de 1980 Zara começou a tocar nas noites paulistanas e em espetáculos e, em 1989 tornou-se guitarrista da cantora Leila Vanil em Madri. Em 2011 o violeiro gravou seu primeiro álbum autoral, em que explorou as possibilidades e sonoridades da viola de dez cordas. Neste episódio foram tocadas as músicas: Meu chão; Senzala; Lápis de Cor; Buraco das Araras; Louva a Deus; Ninho de Guacho; Seu Mané e a Pitangueira; Infância; Teminha para Mariana Menina; Revivendo; Viola Teimosa; Sagrado; Mar; Enganoso Coração; Boiada; Águas no Sertão e Novos Ventos. Ouça o episódio completo no player acima. 00
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ABOUT THIS SHOW
Programa voltado ao universo da Viola Caipira instrumental. Tem como diretriz a divulgação das diferentes obras escritas para este instrumento e apresentar os compositores e intérpretes que vêm trabalhando no desvelar das riquezas musicais da viola caipira no Brasil.
HOSTED BY
Jornal da USP
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